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Twitspra eike 360_g20 final

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1.   Peço licença poética para incorporar à minha interpretação trechos da música Bienal, de Zeca Baleiro e Zé Ramalho.    Apesar da brincadeira, acredite, eu…
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  • 1.   Peço licença poética para incorporar à minha interpretação trechos da música Bienal, de Zeca Baleiro e Zé Ramalho.    Apesar da brincadeira, acredite, eu levei a sério o dever de casa. ;-)
  • 2. Mas voltando ao que interessa... “Desmaterializando a obra de arte do fim do milênio”, este é o diagrama do Empreender com Visão 360°: “Um conceito que parece à primeira vista, Um barrococó figurativo neo-expressionista Com pitadas de arte nouveau pós-surrealista calcado da revalorização da natureza morta”
  • 3. Mas não é nada disso! O esquema é um sistema parecido com o sistema solar, em que vários “planetas” estrategicamente classificados como “engenharias” exercem influência entre si, se equilibrando como se houvesse uma força os conectando e ligando. Se alguma das engenharias for renegada, cai do esquema e, por ter força de atração sobre os outras, pode puxar as “amiguinhas” para baixo.
  • 4. O termo engenharia é muito bem aplicado. Para mim, que sou uma pessoa das ciências humanas, a engenharia remete a um esquema lógico ("tijolo com tijolo, num desenho mágico", como diz outra música, Construção). Na engenharia, nada sobra, nada falta. Se faltar, a estrutura cai. Se sobrar, fica pesada demais e cai também. Há exatidão. E processos.
  • 5. E quem acha que na engenharia falta criatividade é porque nunca analisou as obras de engenharia. Todas têm criatividade funcional. Ao menos uma meta, uma razão de ser. Se nada é por acaso, não há desperdício, nem”loss”. E todas as engenharias exercem papel fundamental na viabilização de empreendimentos. Não me alongarei no papel de cada uma porque esse texto ficaria enoooorme. Mas vejo o impacto de cada uma delas nas organizações.
  • 6. Tampouco o conceito pode ser “calcado na revalorização da natureza morta”. É preciso que haja vida para que haja continuidade. Vida humana, vida financeira, vida ambiental, VIDA. Em maiúscula e com sentido amplo, 360°. E não é só isso!
  • 7. “Pra entender um trabalho tão moderno É preciso ler o segundo caderno, Calcular o produto bruto interno, Multiplicar pelo valor das contas de água, luz e telefone, Rodopiando na fúria do ciclone, Reinvento o céu e o inferno”
  • 8. Não! Para decifrar o diagrama não é preciso reinventar o céu e o inferno! Basta se deixar levar.
  • 9. Pensando o empreender como um sistema circular, não há começo nem fim. Mas é preciso passar por todas as engenharias para dar uma volta completa, fluida, 360°. E o sistema da visão 360° não só é circular, como dinâmico. Mostrando que o universo está sempre em movimento. É preciso ficar atento para captar as mensagens que passam pela frente. E não descuidar da busca pela melhoria contínua, um processo em andamento perpétuo, bem Kaizen.
  • 10. Empreender é antes de tudo uma atividade social. Logo, aspectos devem ser considerados. Como escolher e premiar funcionários? Pela meritocracia. Como atrair pessoas que tenham o mesmo objetivo? Compartilhando a paixão. Como perceber que errou e mudar a trajetória? Com humildade. Como alcançar resultados? Com perseverança, liderança e conectividade. Como reconhecer as oportunidades? Pensando grande.
  • 11. Como estar na hora certa no lugar certo? Com sorte. Como dar partida ao negócio? Tendo capital de todo tipo, do humano ao financeiro. Como fazer os investidores e a sociedade como um todo acreditarem no investimento? Agindo com transparência. Como legitimizar os negócios? Nunca deixando a ética de lado. E se o empreendimento é um esforço de vários, como recompensar cada um? Dividindo resultados, sejam positivos ou negativos.
  • 12. O ambiente de negócios também pode ser pensado como um diamante bruto e o empreendimento de sucesso como um brilhante lapidado. Nesse brilhante, cada engenharia é uma faceta da pedra. Mas o brilho/beleza da pedra só é visto/a quando há feixes de luz, aqui tidos como conectividade, paixão, humildade, etc.
  • 13. “Minha mãe não entendeu o subtexto  Da arte desmaterializada no presente contexto.”   Mas eu espero que o meu amigo Eike me entenda. "Ai, que entenda"!  E me chame para o G20! :-)   Porque “desmaterializando a matéria” que você nos apresenta, SE FOSSE SUSTENTÁVEL, seria possível “botar fogo no gelo da Sibéria” ou “fazer neve cair em Teresina”! E eu quero saber fazer isso!
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