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Uma Visão do Discipulado Cristão - Parte 2

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1. 2<br />RESENHA HISTÓRICA E PARALELOS<br />Pesquisa e adaptação: Prof. Ramón Zazatt<br />homerzatt.blogspot.com<br /> 2. UMA VISÃO DO…
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  • 1. 2<br />RESENHA HISTÓRICA E PARALELOS<br />Pesquisa e adaptação: Prof. Ramón Zazatt<br />homerzatt.blogspot.com<br />
  • 2. UMA VISÃO DO DISCIPULADO CRISTÃO<br />Nível 1 <br />Obs. Se o leitor leu o primeiro tema da série já conhece este conteúdo. Pode pular este slide e veja Uma visão do Discipulado Cristão – Parte 2<br />TEXTOS: Mateus 4:18-25 e Mateus 28:19-20<br />Inquietude pessoal:<br />Desde que aceitei a fé cristã, assim como a ensina a Bíblia, tenho visto muitas das minhas crenças irem por terra, e tenho dito isso aos meus alunos de Bíblia.<br />Ao examinarmos as Escrituras, e confrontarmos, encontramos muitas práticas religiosas que são idéias particulares das organizações ou de seus líderes, que contradizem ou não são fieis ao “está escrito”.<br />Há doutrinas, práticas e procedimentos evangelísticos que, não são mais do que táticas humanas, estratégias para conseguir adeptos. Muitas vezes fiquei muito preocupado e decepcionado em detectar o mesmo em nosso meio uma vez que não estamos isentos desses problemas.<br />O mesmo acontece em relação ao Discipulado cristão estabelecido por Jesus, cada denominação (e às vezes, cada líder) tem uma visão diferente do que seria um discípulo de Cristo.<br />Com esta série, tentaremos chegar o mais perto possível do que venha a ser um discípulo de Cristo e o discipulado cristão.<br />Talvez, chegaremos a conclusão de que muito do que praticamos no sentido evangelístico faz parte do discipulado e porém, são consideradas como opções do trabalho do crente e não chegam nem perto do que o Mestre estabeleceu.<br />Não estamos neste momento, querendo dizer que, aqui está toda a verdade sobre o assunto. Através de pesquisa aos muitos autores cristãos e do judaísmo histórico e, sempre conferindo e constatando nas Escrituras, a nossa visão sobre este assunto vai mudar. Isso é o que sinceramente acredito!<br />Muito obrigado ao Senhor, que nos ilumina, trazendo a vontade de ajudar e resgatar um entendimento que pode levar cada um de nós a ser um verdadeiro discípulo de Jesus.<br />Desde já, muito obrigado aos autores que, consultados, aportam quase todo o que aqui está reunido, tentaremos, sempre que seja possível, citar os autores e as fontes. <br />
  • 3. 1<br />Como já abordamos no Novo Curso bíblico ideal Cristão, aqui a razão e a fé tem que andar juntas. Convido o leitor ver o curso no endereço ao lado. ><br />http://www.novocbic.blogspot.com/<br />Uma visão do discipulado cristão -Parte 2<br />RESENHA HISTÓRICA E PARALELOS<br />Aqui um convite para viajar no tempo!<br /> Vejamos uma pequena resenha histórica do discipulado:<br />O termo utilizado para discípulo, em grego, tinha o sentido comum de aprender, isto é, assimilar mediante o aprendizado e a experiência.<br />O substantivo grego "Mathethes” designava um homem que se associava a um mestre - gr. didáscalos- ao qual pagava honorários: ou para aprender um ofício (o que hoje chamamos de aprendiz) ou aprender uma filosofia ou ciências (o que chamamos hoje de aluno).<br />Na Grécia<br />O discipulado tomava formas diferentes<br />Na cultura grega, o discipulado tomava muitas formas diferentes. Embora alguns mestres gregos fizessem o chamado ao discipulado, a tradição era que os estudantes escolhessem o mestre. <br />Chegada a idade certa, os que queriam ser ensinados escolhiam um mestre para seguir. Se este lhes aceitava, começava uma vida de aprendizado. O discípulo não só aprendia um conteúdo, do mestre, mas também sobre a sua vida e caráter. <br />Os estudantes, e não o mestre, iniciavam a relação. Da mesma forma, era comum que os mestres cobrassem uma taxa de seus alunos.<br />Escolhendo um mestre para seguir<br />E o alvo do discípulo era ser um mestre um dia. Temoscomo exemplo os seguidores, ou discípulos, dos filósofos gregos Platão, Aristóteles e Sócrates. Platão por exemplo foi discípulo de Sócrates por oito anos e Aristóteles foi discípulo de Platão por vinte anos.<br />O alvo do discípulo<br />Pesquisa e adaptação: Prof. Ramón Zazatt<br />
  • 4. RESENHA HISTÓRICA E PARALELOS<br />2<br />Modernamente estes mestres são procurados.<br />Um passo de cada vez<br />Devemos nos conscientizar de que este ministério demanda paciência e persistência, lembrando do princípio bíblico de que "tudo tem o seu tempo". Confie que está obedecendo ao Senhor e colha os abençoados resultados!<br />VT/<br />Nas Escrituras hebraicas...<br />...se faz uso do hebraico "Lamad" que corresponde ao verbo no sentido comum de aprender. <br />E para os hebreus o único mestre é Yhwh (Javé ou Jeová) e até os seguidores ou servos dos profetas, são discípulos de Javé. E em nenhum momento se propõe a imitação de Deus, Ele está acima de tudo.<br />Mestres entre os hebreus<br />A realidade nossa, sobre a palavra Mestre, é muito diferente da noção de mestre para o oriental e principalmente para o povo judeu, de um modo particular. <br />Assim sendo, para entendermos a proposta de discipulado de Jesus, devemos primeiro entender o que Ele quis dizer com “vós me chamais mestre e eu o sou”. João 13:13<br />Lembramos que devido as muitas traduções e as versões da Bíblia, varias são as expressões para designar a mesma coisa. Mestre é sinônimo de: Rabi, Rabôni, Rabino, Mestre da lei e Doutor da lei, assim se referem a mesma pessoa.<br />Pesquisa e adaptação: Prof. Ramón Zazatt<br />
  • 5. 3<br />RESENHA HISTÓRICA E PARALELOS<br />O mestre ensina conhecimento teórico, na maioria das vezes, ou conhecimento prático sobre uma determinada profissão.<br />O mestre tem um lugar determinado, fixo, onde leciona.<br />E são vários mestres para um mesmo aluno.<br />Para os ocidentais:<br />O mestre ensinava a vida, coisas práticas, relacionadas não apenas com a profissão, mas, sobretudo, sobre a vida e os valores.<br />Se tinha um mestre para todas as disciplinas, não havia esta divisão.<br />O mestre não tinha um lugar fixo, ensinava utilizando a própria natureza e os acontecimentos como conteúdo.<br />Por esta idéia inicial do papel do mestre para os orientais, começaremos a entender a nossa dificuldade de considerar a Jesus como mestre, aliás, é um título que nós não usamos.<br />Para os Orientais:<br />Agora vamos analisar como eram os mestres de Israel em particular, que foi o local onde Jesus cresceu e fazia parte de sua realidade. Quando Jesus falava em mestre, logo os judeus entendiam assim como era na realidade deles e não como hoje é a nossa, ocidental.<br />Os mestres em Israel eram leigos competentes que ensinavam os outros a viver de acordo com a vontade de Deus. Geralmente eram estudiosos da Lei porém, eram homens sábios que de acordo com o plano de Deus, transmitiam um estilo de vida, que eles mesmos experimentavam.<br />Os mestres em Israel<br />- Aqui uma das diferenças mais marcantes para com os mestres gregos.<br />Pesquisa e adaptação: Prof. Ramón Zazatt<br />
  • 6. 4<br />RESENHA HISTÓRICA E PARALELOS<br />Ensinava a sabedoria de viver<br />Mais do que teorias ou doutrinas, um mestre ensinava a sabedoria de viver retamente, encontrando o sentido da existência e a forma de cumprir a própria vocação.<br />Neste sentido, o mestre chegava a ser mais importante que o próprio pai, já que o pai dava somente a vida enquanto o mestre ensinava a vivê-la.<br />Ensinava a própria vida.<br />Para um hebreu era muito mais importante “saber viver” do que viver.<br />O mestre não baseava seu ensino em teorias. O que ensinava era a própria vida.<br />Em torno do mestre formava-se uma família<br />Por isso, os discípulos tinham que conviver com seus mestres, já que era observando-o que aprendiam a viver.<br />Deste modo, em torno do mestre formava-se uma família. Por este fato era chamada, por exemplo: de “casa de Gamaliel” e não escola.<br />O rabi ensinava de memória, repetindo varias vezes, com uma melodia ao falar.<br />O discípulo aprendia escutando observado, aportava e imitava as atividades do Mestre<br />Gamaliel, nome que significa «Deus fez-me bem». Este Gamaliel que é identificado como membro do Sinédrio, pertencente à classe dos fariseus. É chefe de uma importante escola liberal de Jerusalém como é referido em Atos 22:3 na qual Paulo foi instruído, e que fora fundada por Hillel. Grandes mestres como Hillel, Gamaliel, Zakai e Schamai foram aparentemente contemporâneos.<br />Pesquisa e adaptação: Prof. Ramón Zazatt<br />
  • 7. 5<br />RESENHA HISTÓRICA E PARALELOS<br />Examine com atenção:<br />Algumas particularidades dos mestres em Israel<br />Pesquisa e adaptação: Prof. Ramón Zazatt<br />
  • 8. 6<br />RESENHA HISTÓRICA E PARALELOS<br />Esses mestres eram muito conceituados entre os judeus do primeiro século. Do mundo inteiro, eles atraíam alunos a Jerusalém, o centro do conhecimento teológico e jurídico do judaísmo, a fim de assentar-se, literalmente, aos pés desses mestres.<br />Só assim começamos a entender a diferença cultural e podemos começar a entender do que Jesus está falando quando faz um chamado para segui-lo.<br />A instrução de um Jovem judeu<br />Ser um jovem judeu na Galiléia e na Judéia, era compreender que era parte de um povo, nação escolhida de Deus. <br />Os judeus tinham essa compreensão, Deus tinha se revelado à eles de maneira muito especial através de um líder no passado, Moisés.<br />E por intermédio de Moisés, Deus tinha se revelado e tudo o que Deus revelou, ele (Moisés) transcreveu em palavras e transformou em cinco livros da Bíblia, que nós chamamos de Pentateuco: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio, que os judeus chamam de Toráh.<br />Era o caminho que levava a Deus. <br />A palavra Toráh literalmente significa Lei. Eles entendiam que era a lei, mas também a revelação de Deus que se tornou palavra. A Toráh era a palavra, a Toráh era a lei e a Toráh era a vida. <br />Pesquisa e adaptação: Prof. Ramón Zazatt<br />
  • 9. 7<br />RESENHA HISTÓRICA E PARALELOS<br />Por causa de considerar que a Toráh era a revelação de Deus, o maior objetivo da vida de um jovem judeu, ou um adolescente do primeiro século, era ter e deter o conhecimento pleno da Toráh e poder ser um mestre.<br />Um mestre com o conhecimento da Toráh, a maior revelação de Deus.<br />O maior objetivo <br />Não era ser médico, não era ser engenheiro, não era ser presidente de uma grande empresa, não era ser artista, não era nada disso!<br />O sonho máximo de um menino judeu não era ser sacerdote, sacerdote era reservado aos descendentes da tribo de Arão, aos levitas e aos seus descendentes. <br />O que era reservado para os outros era se tornar um rabino, um mestre da lei. E toda a escola daquela época visava preparar um menino, ou adolescente, para se tornar, um dia, aquilo que dava mais status, ser um rabino, um mestre ou doutor da lei.<br />Ser um rabino, um mestre ou doutor da lei.<br />Pesquisa e adaptação: Prof. Ramón Zazatt<br />
  • 10. RESENHA HISTÓRICA E PARALELOS<br />8<br />Entre os judeus o Sistema Educacional nessa época, se dividia em três fases: <br />Pesquisa e adaptação: Prof. Ramón Zazatt<br />
  • 11. 9<br />RESENHA HISTÓRICA E PARALELOS<br />Primeira fase: Dos 6 aos 12 anos as crianças eram levadas à sinagoga, que era o único lugar onde existia "Bíblia", eram os rolos da Toráh e os rolos dos Profetas.<br />A primeira fase:<br />O acesso às Escrituras era muito raro, pois uma cidade ou aldeia tinha um exemplar desses manuscritos que ficava na sinagoga.<br />Nesta 1ª fase (6 aos 12 anos) se aprendia os cinco livros da Toráh e daí a idéia que uma criança normal e boa o suficiente, aos 12 anos soubesse de cor e salteado todos os livros da Toráh. (os cinco primeiros livros da Bíblia atualmente).<br />Na segunda fase o menino a iniciava com 12 anos (entre os 12 e 14 anos)<br />O objetivo máximo de um menino nessa idade começava quando os pais o levavam ao templo, então os doutores da lei (Rabis) conversavam com o menino e fariam a primeira avaliação.<br />A segunda fase:<br />O resultado do vestibular<br />Significava na prática que se o pai era carpinteiro, ele seria carpinteiro, que se o pai fosse pescador, ele precisaria aprender a pescar, etc. Esse era o não! Você está reprovado, você não vai conseguir ser uma pessoa de destaque na sociedade.<br />Pesquisa e adaptação: Prof. Ramón Zazatt<br />
  • 12. 10<br />RESENHA HISTÓRICA E PARALELOS<br />O rapaz escolhia então um desses rabinos (mestres) e junto à ele demonstraria seus conhecimentos teóricos. Ele tinha que saber tudo. Mas o rabino ainda tinha que avaliar - Por exemplo: “Será que esse jovem tem potencial para seu igual a mim?"<br />O teste:<br />Estaria habilitado para entrar no processo do discipulado? <br />- Ser como eu, ensinar como eu, viver como eu? <br />E então o rabino só o escolheria se tivesse certeza.<br />O resultado do NOVO vestibular<br />As fórmulas poderiam ser outras, porém o: SEGUE–ME!, era o tradicional.<br />Pesquisa e adaptação: Prof. Ramón Zazatt<br />
  • 13. 11<br />RESENHA HISTÓRICA E PARALELOS<br />Na última fase vai caminhar com o mestre, vai ver o que o mestre faz e vai procurar fazer igual ao mestre.<br />Vai caminhar por todos os lugares junto ao mestre. E era comum ver, na época, o mestre com seus discípulos. Os rabinos indo de cidade em cidade, de vila em vila, de aldeia em aldeia, ensinando a sua "gema“ * e nessa caminhada o discípulo não podia ir a frente do mestre, não ao lado do mestre.<br />3ª e última fase<br />Ele estava em contato pessoal com seu mestre ouvindo suas instruções, imitando seus gestos e aprendendo dele na sala de aula e na vida prática. <br />Observando e imitando<br />Na “sala de aula”, ele assumia a postura de estudante, assentando-se aos pés do mestre. Quando dominava a matéria tradicional, ele era nomeado erudito não ordenado. <br />Primeiro nomeado erudito <br />Assim o mais comum era ver naquelas ruas ou caminhos poeirentos da Galiléia e da Judéia, o mestre caminhando e os discípulos indo atrás.<br />E quando se caminhava na poeira seca, levantava-se poeira! E quem vem atrás vai ficar cheio de poeira, então o mais aplicado dos discípulos é o que estava mais próximo do mestre, recebia poeira só do mestre!Agora veja o último, "o mais desatento", recebe a poeira de todos.<br />Pesquisa e adaptação: Prof. Ramón Zazatt<br />
  • 14. 12<br />RESENHA HISTÓRICA E PARALELOS<br />O maior desejo da família quando um jovem procurava seguir um mestre era:<br />"Que você possa ficar coberto da poeira da cabeça aos pés, da poeira das sandálias do seu mestre."<br />Dos 18 aos 30 anos. Junto ao mestre, o momento da formatura, estava pronto para ser um rabino ou mestre.<br />Nessa ocasião, o título de rabino lhe era dado, bem como o poder de ligar ou desligar** sobre os judeus de todos os tempos e em todos os lugares.<br />A ordenação<br />Essa é realidade dos tempos em que Jesus cria o discipulado.<br />Desde o início de Seu ministério público, Jesus teve discípulos. Ele apareceu na cena judaica do primeiro século como um mestre que congregava discípulos, conforme a tradição, tanto dos mestres gregos como dos judeus. Também havia pontos de contato com João - o Batista, que também fazia discípulos, visto que João O batizou em preparo para Sua missão. <br />Como na tradição judaica e na grega, Jesus tinha discípulos que <br />o seguiam em todos os lugares, que ouviam Seus ensinos e que o imitavam (Mateus 5:1 e 2; João 1:35 a 40; 2:1 e 2). <br />Quais as semelhanças e quais as diferenças entre o discipulado que o Senhor estabeleceu e o judaico? Quais as exigências? - Não deixe de ver os próximos tópicos.<br />Pesquisa e adaptação: Prof. Ramón Zazatt<br />
  • 15. Notas:<br />*Ser discípulo de um rabino era deter a “gema” desse rabino, ou seja, pelo fato dos rabinos discordarem entre si, seus discípulos dedicavam suas vidas de maneira integral para levar a doutrina de seu rabino em frente. Cada um Rabino tinha uma forma diferente sobre, como viver, como entender e interpretar as escrituras.<br />** As expressões "ligar" e "desligar" eram comuns à fraseologia judaica e significam declarar proibido ou declarar permitido, Os termos ligar e desligar significam proibir por uma autoridade indiscutível e permitir por uma autoridade indiscutível. http://pt.wikipedia.org/wiki/Ligar_e_Desligar_%28conceito_religioso%29 - Isto vai adquirir um significado um tanto diferente no discipulado de Cristo. <br />Referências:<br />- Uma avaliação do discipulado - Lição da Escola Sabatina 2008 ...Lição3ºTrim/2008 ... - Casa Publicadora Brasileira<br /><ul><li> Judaísmo - Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. http://pt.wikipedia.org/wiki/Juda%C3%ADsmo
  • 16. ** "O Discípulo" - Juan Carlos Ortiz - Ed. Betânia - Pag.12-19 .
  • 17. Bíblia de Jerusalém. São Paulo. SP. Edições Paulinas, 1973. - Enciclopédia de la Bíblia - Editora Garriga, S.A. - 1963 - Barcelona.- Em espanhol.
  • 18. Comentários da Bíblia de Jerusalém em português.
  • 19. Veja também: http://rangelramos.wordpress.com/2010/11/08/vem-e-segue-me/
  • 20. O livro ou Vídeo: Dust (Poeira) – de Rob Bell . Ver em : http://lucianahonorata.wordpress.com/2011/09/03/dust-poeira-rob-bell-video/</li></ul>Pesquisa e adaptação: Prof. Ramón Zazatt<br />
  • 21. Conteúdo:<br />Nível 1- Desenvolveremos uma investigação bíblica e histórica para conscientização do que realmente significa ser discípulo de Cristo. Isto será a base para o: <br />Nível 2 - Preparação dos discípulos: o que Jesus fez e ensinou, quando estava junto deles. <br />Nível 3 - Discipulado na pratica ou em ação. Uma visão dos discípulos levados pelo cumprimento da promessa.<br />Quem sabe! Acharemos a resposta a esta significativa interrogante: O discipulado de Jesus, deve ter a mesma base e pratica de quando Ele o lançou?<br />Requisitos: Para participar deste curso tenha uma boa força de vontade para "esquadrinhar as escrituras", esquecer-se de alguns preconceitos ou idéias que já adquiriu no ambiente religioso em relação ao discipulado cristão em especial e sentir que o Senhor lhe está chamando para ser o Seu discípulo.<br />Através dos comentários no Facebook estaremos em contato esclarecendo, trocando idéias e contando resultados e experiências.<br />Pesquisa e adaptação: Prof. Ramón Zazatt<br />
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