Food

1. Mensagem do Presidente do Conselho de Administração

Description
1. Mensagem do Presidente do Conselho de Administração Relatório e Contas Breve Apresentação O Hospital Distrital da Figueira da Foz, S A situado na Rua do Hospital Gala, presta serviços de cuidados
Categories
Published
of 31
All materials on our website are shared by users. If you have any questions about copyright issues, please report us to resolve them. We are always happy to assist you.
Related Documents
Share
Transcript
1. Mensagem do Presidente do Conselho de Administração Relatório e Contas 2. Breve Apresentação O Hospital Distrital da Figueira da Foz, S A situado na Rua do Hospital Gala, presta serviços de cuidados de saúde à área abrangida pelos concelhos de Figueira da Foz, Pombal, Soure, Montemor-o-Velho, Cantanhede e Mira, correspondendo a 84 freguesias, num total de 2013,1 KM 2 e a uma população residente de habitantes. Situado no Litoral, a actividade do HDFF, sofre uma grande sazonalidade, dado que a afluência de veraneantes durante os meses de Verão, aumenta o volume populacional em cerca de 20%. O aumento do volume populacional durante este período, provoca uma grande dificuldade ao hospital, no que respeita aos recursos humanos disponíveis, dado que a maioria dos funcionários do Hospital, entram em período de férias. O Hospital actualmente dispõe das seguintes valências: - Urgências - Consultas Externas - Internamento - Cirurgia - Especialidades cirúrgicas - Ginecologia/Obstetrícia - Medicina - Ortopedia - Pediatria - Hospital de Dia - Cirurgia do Ambulatório - Bloco Operatório - Serviço de Fisioterapia - Serviço Social - Farmácia - Esterilização Relatório e Contas Este serviços são apoiados por um conjunto de Meios Complementares de Diagnóstico: - Imagiologia - Laboratório de: - Patologia Clinica - Imunohemoterapia - Exames especiais de : - Gastroenterologia - Pneumologia - Cardiologia - Urologia - Oftalmologia - ORL - Cirurgia Vascular Na área de influência do HDFF, existem as seguintes unidades de saúde: - Hospital Distrital de Pombal Cuidados gerais de saúde - Hospital Arcebispo João Crisóstomo- Cantanhede Cuidados gerais de saúde - Hospital Rovisco Pais Medicina Física e de Reabilitação - Centro de Reabilitação Psiquiátrica de Arnes hospital psiquiátrico para doentes crónicos - Centros de Saúde e Extensões (rede ARS) cuidados primários de saúde O Hospital recorre a Meios Complementares de Diagnóstico privados e articula ainda a sua acção de cuidados com outros serviços privados. A política de transformação em Sociedade Anónima imposta ao Hospital Distrital da Figueira da Foz, colocou grandes desafios que passam primeiramente pela sua análise e avaliação, por forma a definir as estratégias, as grandes linhas de actuação e por fim a programação das actividades a desenvolver pelo Hospital, sem no entanto descurar que a principal missão dum Hospital é prestar cuidados de saúde diferenciados, numa óptica de serviço humanizado e de excelência. A eficiência e a eficácia da actividade desenvolvida resultará apenas se existir uma promoção permanente de parcerias com Instituições e outras entidades, potenciadoras de sinergias, no âmbito das diversas Relatório e Contas redes de cuidados de saúde e igualmente, promover o desenvolvimento humano e técnico dos profissionais ao seu serviço, a inovação e a investigação. Actualmente o principal constrangimento à concretização da missão do Hospital prende-se com as estruturas físicas existentes, tornando-se imprescindível dotar este com espaço suficiente e adequado à boa execução da actividade. Deste modo, serão criadas condições para, não só aumentar a actividade do Hospital, como também ficará garantido uma melhoria de qualidade do serviço prestado. A racionalização dos recursos, compatível com uma organização dinâmica, flexível e eficiente, que em consonância com a inovação, o desenvolvimento tecnológico e a realização dos seus colaboradores, permitirá ao Hospital desenvolver acções de diferenciação da prestação de cuidados e consequentemente, obter uma imagem de excelência em todo a comunidade envolvente. Relatório e Contas 3. Orgãos Sociais Assembleia Geral: Dr.ª Cristina M. P. Branco M. V. Sampaio - Presidente da Mesa Dr. José M. Rodrigues Maria - Secretário Conselho de Administração: Dr. António Guardado Presidente Dr. Pedro Roldão Vogal Executivo Dr. José Couceiro Director Clínico Enf. António Simões Enfermeiro Director Fiscal Único: Dr. Eugénio Costa Relatório e Contas 4. Estrutura Organizacional O Hospital encontra-se organizado em três áreas distintas: - Serviços de prestação de cuidados - Serviços de suporte à prestação de cuidados - Serviços de gestão e logística. A organização interna de cada uma destas áreas é suportada por uma estrutura que inclui três tipos de unidades: departamentos, serviços e unidades funcionais. A estrutura organizacional do Hospital contempla os serviços de prestação de cuidados e os serviços de suporte à prestação de cuidados conforme se apresenta no organigrama em anexo. Paralelamente a esta organização, existem os serviços de gestão e logistica que incluem: - departamento de recursos humanos - departamento de sistemas de informação - departamento de aprovisionamento - departamento financeiro - unidade funcional de hotelaria - unidade funcional de manutenção - unidade funcional de ambiente e gestão de resíduos - unidade funcional de arquivo - unidade funcional de apoio - unidade funcional de contencioso Relatório e Contas 5. Actividade Global em 2003 O resultado líquido do exercício negativo de ,42, resulta essencialmente da actividade operacional do hospital. Os proveitos operacionais obtidos são insuficientes para fazer face aos custos operacionais, por esta razão há que dimuir os custos, essencialmente com medicamentos, reagentes, material de consumo clínico e com pessoal. O primeiro passo a dar para inverter a situação actual será racionalizar os custos para rentabilizar a actividade do hospital. Seguir-se-ão um conjunto de indicadores de actividade (globais e por linhas de actividade ou serviço), económico-financeiros, de evolução dos custos e proveitos e dos recursos humanos, que permitirão de forma sucinta caracterizar a actividade global do HDFF em Indicadores de actividades globais e por linhas de actividade e ou serviço Em anexo, apresenta-se um conjunto vasto de quadros com dados estatísticos da actividade fisíca do HDFF no decorrer do exercício económico de Procurou-se uma homogeneidade de tratamento destes elementos, pois só deste modo será possível no futuro compará-los com os de outros anos económicos e com os de outras unidades hospitalares. Os dados estão estruturados de acordo com uma base standard de indicadores recolhidos e organizados pela ARSC e IGIF que permite fazer a comparação entre as várias unidades hospitalares. Da leitura dos principais indicadores verificamos que de uma forma geral a actividade produtiva do hospital apresenta alguma estabilidade, característica dos últimos anos. De realçar no entanto, o aumento do número de consultas (8276) e do número de intervenções no Bloco Operatório (1113). Relatório e Contas 5.2 Indicadores económico financeiros 2003 Cash-Flow RLE+Amortizações+Provisões Independência Financeira Capitais Próprios/Passivo Financiamento Próprio das Imobilizações Activo Imobilizado Líquido/Capitais Próprios Liquidez Geral Activo Circulante/Passivo Circulante Rentabilidade da Prestação de Serviços Lucro Líquido/Prestação de Serviços Rentabilidade dos Capitais Próprios , Lucro Líquido/Capital Próprio Prazo médio de pagamentos 14,73 Fornecedores*12/Compras Prazo médio de recebimentos 0,63 Clientes*12/Prestação de serviços Para completar a análise da situação económico-financeira, seguem em anexo os mapas da Situação Finaceira e de Fluxos Financeiros. Relatório e Contas Mapa comparativo da evolução da estrutura de custos , , , , , , , , , , , , , , , , , ,00 0,00 FSE Matérias Consumidas Custos Extraordinários Custos Financeiros Outros Custos Operacionais Custos com Pessoal Relatório e Contas Mapa comparativo da evolução da estrutura de proveitos , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,00 0,00 Proveitos e Ganhos Extraordinários Proveitos e Ganhos Financeiros Outros Proveitos Operacionais Subsídios à exploração Prestação de serviços 5.3 Indicadores de recursos humanos Relatório e Contas Acções de Formação realizadas 2003 Formação N.º acções Duração Total de horas N.º formandos Mulheres Homens Cuidados de Manuseamento e T. Doentes Formação contínua financiada Suporte Básico de Vida Cuidados Pós-Anestesia Operatória Terapia da Dor Higiene e Segurança no Trabalho Iniciação à Informática Gestão de Sistemas da Qualidade Microsoft Excel Avançado Internet Powerpoint FORMANDOS POR CATEGORIAS Tecnicos Superior 8% Administrativos 7% Auxiliares Acção Médica 16% Tecnicos MDT 26% Outras 1% Tecnicos Administrativos 4% Medicos 5% Enfermeiros 33% Relatório e Contas Evolução dos Recursos Humanos Verifica-se ao longo do tempo que o número dos efectivos tem vindo a diminuir. De 2002 para 2003 este decréscimo foi de 0.65% e resultou da cessação de vínculo por efeito de reforma, sem houvesse a substituição por novo recrutamento N.º de efectivos Estrutura Etária O nível médio da estrutura etária é de 43,12 anos, sendo que 67% dos colaboradores são mulheres. Homens 198 Mulheres 412 Total dos colaboradores 610 Relatório e Contas e mais Homens Mulheres Número de colaboradores por categoria profissional e por sexo Homens Mulheres Enfermagem Informática Tecnico Superior de Saúde Médico Operário Auxiliar Administrativo Técnico-profissional Técnico Técnico Superior Dirigente Serviços Gerais Chefia Religioso Tecn. Diagnóstico Terapêutica Relatório e Contas Quadro da evolução das despesas com pessoal em valores absolutos e relativos O aumento substancial dos custos com pessoal, deve-se principalmente aos encargos sobre remunerações, que passaram de 0.3% dos custos totais em 2002 para 7.36 % em Contas Anos Em valor % Em valor % Em valor % Remunerações dos Orgão de Direcção ,11 1,60% ,00 1,67% ,00 1,44% Ordenados e salários ,17 60,44% ,00 58,14% ,00 55,25% Trabalho extraordinário ,43 12,57% ,00 13,66% ,00 13,16% Trabalho em regime de turno ,19 6,07% ,00 6,07% ,00 5,37% Abono para falhas 937,74 0,01% 899,00 0,01% 830,00 0,005% Subsídio de alimentação ,78 2,95% ,00 2,76% ,00 2,47% Ajudas de custo 8.319,95 0,05% 5.718,00 0,03% 4.499,00 0,03% Outras remunerações ,15 2,78% ,00 3,93% ,00 3,11% Prestações sociais directas ,03 0,47% ,00 0,45% ,00 0,36% Subsídio de férias e Natal ,63 10,15% ,00 10,48% ,00 9,33% Pensões ,27 2,50% ,00 2,32% ,00 1,98% Encargos s/ remunerações ,59 0,31% ,00 0,30% ,00 7,34% Seguros de acid. no trab. e doenças prof. 0,00% 2.424,00 0,01% Outros custos c/ pessoal ,00 0,12% ,00 0,17% 9.483,00 0,05% Total ,04 100,00% ,00 100,00% ,00 100,00% Relatório e Contas Evolução das Despesas com Pessoal , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,00 0,00 Pela análise do gráfico verificamos que tem vindo a diminuir as despesas pagas por trabalho em regime de turno. Pelo contrário, as despesas pagas em horas extraordinárias aumentaram ligeiramente, no entanto em termos percentuais diminuiu o peso das mesmas no taotal das despesas com pessoal, passaram de 13.66% em 2002 para 13.19% em Relatório e Contas 5.4 Investimentos No que respeita aos investimentos realizados durante o ano de 2003, destacam-se as obras no Hospital Dia, obra que actualmente se encontra em curso, a montagem de ar condicionado no Bloco Operatório e as obras no serviço de Urgências, decorrentes da implementação da triagem de Manchester. Tiveram, ainda, início os projectos de Implementação do Sistema de Gestão da Qualidade, pela norma ISSO , nos serviços de Esterilização, de Imuno-hemoterapia e de Imagiologia, a substituição dos elevadores e a construção de parques de estacionamento. O quadro abaixo descrimina os investimentos realizados, por rubricas: (valores em Euros) Código Designação Investimento Imobilizado em curso Imobilizaçõs incorpóreas Edifícios e outras construções Equipamento básico Equipamento de transporte Ferramentas e utensílios Equipamento administrativo Equipamento informático Outras imobilizações corpóreas TOTAL , , , , ,43 281, , , , ,53 Relatório e Contas 6. Desenvolvimento Estratégico e Actividade para 2004 Para 2004 prevê-se um aumento da actividade do Hospital, resultante esssencialmente do aumento da prestação de serviços no Hospital de Dia, nas Consultas Externas e no Serviço Domiciliário. Este aumento deve-se, principalmente, ao conjunto dos investimentos realizados e a realizar pelo HDFF nestas valências. No Internamento, o aumento dos proveitos obtidos da prestação de cuidados de saúde, justificam-se pela obrigatoriedade imposta pelo IGIF, relativa à facturação do PECLEC, que até então não se efectuava. Podemos identificar um vasto conjunto de oportunidades que é necessário aproveitar e desenvolver já durante o ano de 2004, com vista a uma maior eficiência e eficácia do Hospital Distrital da Figueira da Foz. O meio envolvente do Hospital será condicionador à efectivação destes objectivos, permitindo o desenvolvimento da competitividade entre as unidades produtivas dos cuidados de saúde e consequentemente, uma melhoria da qualidade dos serviços, da produtividade e uma maior racionalização dos custos. O ajustamento da matriz de oferta dos cuidados de prestação de serviços de saúde às necessidades dos utentes, através da definição objectiva dos cuidados a prestar por cada unidade hospitalar e centros de saúde e da elaboração de protocolos de cooperação e relacionamento entre as unidades de saúde, permitirá reduzir o número de urgências e o número de MCDT do HDFF. Face às candidaturas apresentadas no âmbito do Programa Saúde XXI, do III Quadro comunitário, terão início uma série de iniciativas ao nível do investimento, da certificação dos serviços e da formação profissional. Falamos da conclusão durante o ano de 2004 dos projectos de implementação do Sistema Gestão de Qualidade dos serviços de Imagiologia, Esterilização e Imuno-hemoterapia, das obras do Hospital de Dia e início do projecto de Digitalização de Imagem do Serviço de Imagiologia. Ao nível interno, prevê-se um ajustamento e desenvolvimento da estrutura produtiva através do ajustamento dos recursos humanos e da capacidade instalada. Isto, prende-se com o aumento da capacidade da Cirurgia de Ambulatório, do Hospital de Dia e das Consultas Externas, em número e em especialidades médicas, que apenas será possível se se concretizar uma readequação das estruturas físicas. Pretende-se, ainda, criar uma UCI e um novo espaço para a Imagiologia, remodelar a Medicina Física e de Reabilitação e criar o serviço de Apoio Domiciliário. Paralelamente a isto, urge uma redefinição e racionalização dos processos, com a implementação de medidas de racionalização dos MCDT s, dos custos farmacêuticos, de optimização das compras e dos subcontratos, racionalização e integração dos serviços de apoio que implicam a Relatório e Contas reestruturação do Sistema de Rede Informática e do Sistema de Informação e Comunicação e por último, a diminuição dos custos unitários de pessoal que passa pela diminuição das horas extraordinárias e aumento da produtividade. A médio e longo prazo, perspectiva-se a remodelação das fachadas e da cobertura do edificio principal do Hospital, a remodelação das instalações sanitárias e das salas de tratamento das unidades de internamento, a construção de um novo edifício para o Bloco Operatório Central, Unidade de Cirurgia de Ambulatório, esterilizalção, Exames Especiais, etc. e a certificação dos serviços de Urgências, de Patologia Clinica, Farmácia e Fisioterapia. Relatório e Contas 7. Proposta de Aplicação de Resultados Propomos que o Resultado Líquido do exercício negativo findo em 31 de Dezembro de 2003, no montante de ,42, seja tranferido para a conta de Resultados Transitados. Figueira da Foz, 11 de Março de 2004 O Conselho de Administração Relatório e Contas 9. Anexo ao Balanço e à Demonstração de Resultados As demonstrações financeiras foram elaboradas, tendo por base os principios contabilísticos fundamentais geralmente aceites e definidos no Plano Oficial de Contabilidade em vigor e de forma a darem uma imagem verdadeira e apropriada do activo, do passivo e dos resultados do HDFF. O Balanço que se apresenta expressa o conjunto dos bens, direitos e obrigações do Hospital. Efectuando uma comparação geral das suas rubricas com o balanço inicial à data de 31 de Dezembro de 2002, podemos concluir através da observação do quadro seguinte que houve um aumento efectivo das rubricas, excepto nas dívidas de terceiros e no capital próprio: ACTIVO Desvio Imobilizações ,37 Existências ,91 Dívidas de terceiros ,52 Disponibilidades ,29 Acréscimos e diferimentos ,04 Total ,09 C.P. + PASSIVO Capital Próprio ,91 Dívidas a terceiros ,76 Acréscimos e Diferimentos ,23 Total ,09 Relatório e Contas Imobilizado O activo imobilizado foi avaliado ao custo de aquisição ou preço de compra com os gastos directa ou indirectamente necessários para os colocar em funcionamento. Pela análise do quadro do Activo imobilizado em anexo, podemos verificar que existe um aumento do imobilizado de ,04 :. Em termos líquidos existiu uma variação do Imobilizado líquido de ,37, conforme se apresenta no quadro abaixo. RUBRICA EM 31/12/2002 (1) EM 31/12/2003 (2) Desvio (2)-(1) Imobilizado em Curso 0, , ,94 Imobilizado Incorpóreo 0, , ,34 Imobilizado Corpóreo , , ,91 TOTAL , , ,37 Este aumento líquido do imobilizado justifica-se pelass seguintes variações: DESCRIÇÃO VALOR 1.Imobilizado líquido em 31/12/ ,58 2.Aquisições efectuadas durante o exercício ,53 3.Amortizações do exercício ,38 4.Redução de amortizações de acordo com inventário (regularização) ,01 5.Aumento das amortizações de acordo com inventário (regularização) 0,00 6.Redução do imobilizado de acordo com inventário (regularização) ,30 7.Aumento do imobilizado de acordo com inventário (regularização) ,51 8.Imobilizado líquido em 31 de Dezembro de 2003 ( ) ,95 Relatório e Contas O imobilzado incorpóreo engloba as despesas de instalação respeitantes à constituição do hospital enquanto sociedade anónima e as despesas de investigação e desenvolvimento correspondem : - ao estudo realizado pela Deloitte & Touche sobre o cenário futuro de funcionamento dos Serviços de Gestão e Logística do HDFF; - ao estudo de engenharia para a instalação do ar condicionado no Bloco Operatório; - despesas efectuadas no âmbito da certificação dos serviços de Esterilização e Imunohemoterapia. De acordo com o disposto no n.º 3 do artigo 7.º da Decreto-Lei 286/2002, foi realizada a inventariação e avaliação dos bens móveis por uma empresa externa, a SGG, reportada à data da transformação do Hospital em sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos. Perante à análise do relatório apresentado, relativo a inventariação e avaliação dos bens móveis, verificou-se que existiam divergências nos critérios utilizados para a elaboração do mesmo. Encontramos bens cuja classificação CIBE está correctamente aplicada mas a classificação segundo as contas do Plano Oficial de Contabilidade, está incorrecta (por exemplo, temos bens que segundo a classificação CIBE pertencem à classe 105 e que foram classificados na conta 426 equipamento administrativo). Por outro lado, existem situações em que foi bem utilizada a classificação CIBE mas cuja taxa de amortização não é a apresentada na Portaria n.º 671/2000. Face a isto, e uma vez que não existe garantia de fiabilidade nos valores apresentados, não foi possível proceder aos respectivos ajustamentos dos capitais próprios. As amortizações acumuladas expressam a desvalorização do activo imobilizado, sendo que para o cáculo das respectivas amortizações se utilizou o método das quotas constantes. Segue em anexo o mapa de Amortizações e Provisões, onde se encontram reflectidos os reforços e as regularizações efectuadas ao nível das amortizações dos bens imobilizados, durante o exercício de Existências As existências foram valorizadas segundo o método de custeio do custo médio. A 31 de Dezembro as provisões para a depreciação de existências são as discriminadas no seguinte quadro: Relatório e Contas Rubrica Provisões Produtos farmacêuticos ,00 Material de consumo clinico ,00 Material de consumo hoteleiro 845,00 Material de consumo administrativo 4.116,00 Material de manutenção e conservação 3.026,00 TOTAL ,00 Não foram constituídas neste exercício
Search
Similar documents
View more...
Related Search
We Need Your Support
Thank you for visiting our website and your interest in our free products and services. We are nonprofit website to share and download documents. To the running of this website, we need your help to support us.

Thanks to everyone for your continued support.

No, Thanks
SAVE OUR EARTH

We need your sign to support Project to invent "SMART AND CONTROLLABLE REFLECTIVE BALLOONS" to cover the Sun and Save Our Earth.

More details...

Sign Now!

We are very appreciated for your Prompt Action!

x