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20170608livro Inovacao Texto 07 Inovacao No Rio Grande Do Sul Distribuicao Espacial Do Potencial de Inovacao

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Inovacão no Rio Grande do sul
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  Inovação, sustentabilidade e desenvolvimento no RS Inovação no Rio Grande do Sul: dInovação no Rio Grande do Sul: dInovação no Rio Grande do Sul: dInovação no Rio Grande do Sul: distribuição espacial istribuição espacial istribuição espacial istribuição espacial do potencial de inovaçãodo potencial de inovaçãodo potencial de inovaçãodo potencial de inovação ****   Iván G. Peyré Tartaruga **   ResumoResumoResumoResumo A relação entre os processos de inovação e os territórios tem sido um tema de estudo de diversas disciplinas, sobretudo da geografia econômica e da economia regional. De um lado, as inovações, como aquelas invenções comercialmente viáveis, são processos fundamentais para o desenvolvimento econômico e social de regiões e de pases. De outro, a produção dessas inovações depende do território onde se pretende reali!á la, este considerado como o espaço onde se dão as relações sociais que promovem a aprendi!agem e a cooperação voltadas # geração de novidades nas atividades produtivas. $ artigo pretende analisar a capacidade de inovação no %stado do &io 'rande do (ul, no perodo recente, estabelecendo a distribuição espacial do potencial de inovar na região, por meio da elaboração de um indicador territorial, e, assim, identificar a rede das cidades mais propensas #s atividades de inovação. PalavrasPalavrasPalavrasPalavras----chavechavechavechave::::   inovação, indicador territorial de inovação, Rio Grande do Sul    Abstract Abstract Abstract Abstract The relationship beteen the innovation pro!esses and territories has been an important topi! to several dis!iplines, mainly e!onomi! geography and regional e!onomi!s. n the one hand, innovations, as those !ommer!ially viable inventions, are #undamental pro!esses to the e!onomi! and so!ial development o# regions and !ountries. n the other, the produ!tion o# these innovations espe!ially depends on the territory here e intend to !arry it out. Su!h area is !onsidered as the spa!e here the so!ial relations that promote learning and !ooperation toards the generation o# innovations in produ!tive a!tivities ta$e pla!e. The arti!le intend to analyse the innovation !apa!ity in the State o# Rio Grande do Sul %&rasil', in re!ent years, establishing the spatial distribution o# the potential #or innovation in the region, through the development o# a territorial indi!ator, and, related to this dispersion, identi#y the netor$ o# !ities more li$ely to innovation a!tivities. Keywords:Keywords:Keywords:Keywords:  innovation, territorial indicator of innovation, Rio Grande do Sul (Brasil) 1111 Introdução Introdução Introdução Introdução A vinculação entre as dimensões da inovação )tecnológica, social, etc. e do território )pro+imidade, aglomerações, cidades, etc. vem sendo um tema de análise de diversos estudiosos do desenvolvimento *  %ste artigo está baseado na tese de doutorado intitulada Inovação, território e cooperação: Um novo panorama da Geografia Econômica do Rio Grande do Sul )A&A&-'A, /01, defendida, em /01, no 2rograma de 2ós 'raduação em 'eografia da -niversidade 3ederal do &io 'rande do (ul )-3&'(, reali!ada dentro do 4mbito da &ede do $bservatório das 5etrópoles, e sob a orientação do 2rof. Dr. 6lvaro 7. 8eidric9 )-3&'( e coorientação da 2rof. a  Dr. a  'ema 'on!ále! &omero )-niversidade de (evil9a, %span9a. **  Doutor em 'eografia pela -niversidade 3ederal do &io 'rande do (ul )-3&'(, pesquisador em 'eografia da 3undação de %conomia e %statstica )3%% e do :;cleo 2orto Alegre do <nstituto :acional de => )<:=?=:2q $bservatório das 5etrópoles, professor do 2rograma de 2ós 'raduação em Desenvolvimento &egional )22'D& das 3aculdades <ntegradas de aquara )3A==A &(. ()mail  @ ivanfee.tc9e.br  Inovação no Rio Grande do Sul* distribuição espa!ial do poten!ial de inovação   87 Inovação, sustentabilidade e desenvolvimento no RS socioeconômico. %ssa relação B essencial para a compreensão do desenvolvimento e a busca de soluções para problemas de regiões e de pases no 4mbito da economia do con9ecimento ou de aprendi!agem. $s elementos constituintes dos processos de inovação no território são variados e interligados entre si, assim, os gastos reali!ados em pesquisa e desenvolvimento )2>D pelas empresas locais, de modo geral, dependem da mão de obra disponvel e de sua respectiva qualificação e de outras empresas que servem de suporte para suas atividades. AlBm disso, 9á as relações locais e e+ternas com outras instituições C empresas, universidades, outras fontes de informações C, que au+iliam as ações necessárias para alcançar novos produtos e?ou processos. -m modo de entender o comportamento territorial das inovações B por meio de elementos potenciais de sua ocorrncia. A ideia de abordar, preferencialmente, a potencialidade de inovar dos territórios, e não diretamente a inovação ou os seus resultados, está alin9ada com a discussão proposta por 'odin )/0 a respeito da necessária renovação das estatsticas de cincia e tecnologia )=>. (egundo esse 9istoriador da cincia, a inclusão, nas estatsticas de => e inovação, de um leque maior de áreas do con9ecimento e de atividades, e não somente aquelas pretensamente mais relacionadas # inovação )como as de alta tecnologia, tornaria as análises mais consistentes, pois abarcariam todas as possibilidades de criação de novidades. Ademais, conforme esse mesmo especialista, tal abordagem seria mais adequada para aqueles pases ou regiões que inovam pouco. Assim, o obEetivo deste artigo B encontrar manifestações da inovação nos diferentes territórios do %stado do &io 'rande do (ul. =ontudo, em ra!ão da indisponibilidade de diversas informações territoriali!adas, foram reali!adas, em substituição, a análise e a procura de territórios com potencial de inovação , ou seEa, aqueles espaços possuidores de capacidades e de condições necessárias, como recursos 9umanos e empresarias, para a efetivação de novidades produtivas. $ te+to está organi!ado da seguinte forma. Após esta breve introdução, na segunda seção, discutem se algumas noções relevantes para entender a relação entre inovação e território. :a terceira e+plicitam se os componentes )variáveis e a construção )matemática do indicador de potencial de inovação territorial. :a seguinte seção apresentam se os resultados da análise do indicador no território ga;c9o. %, no final, e+põem se as considerações de encerramento do artigo. 2222 InInInInovaovaovaovação e territórioção e territórioção e territórioção e território -ma primeira diferenciação importante a ser considerada B entre invenção  e inovação  )3A'%&F%&', //G. %nquanto aquela di! respeito # primeira manifestação de uma ideia de um novo produto ou processo, esta B uma primeira tentativa de aplicação prática deles. %m alguns casos, essa diferença B muito tnue ou atB mesmo ine+istente, como na nanotecnologia ou na biotecnologia, em que os inventos Eá nascem como inovações. Ademais, a aplicabilidade das inovações pode tomar duas formas@ uma como aplicação prática para a sociedade sem fins comerciais e outra diretamente relacionada com sua comerciali!ação. -m dos economistas mais srcinais e importantes na discussão do papel econômico e social das inovações e da tecnologia foi o austraco Hosep9 A. (c9umpeter )0IIJK0LG/, cuEos principais estudos foram reali!ados na primeira metade do sBculo MM e, a partir dos anos 0LN/, foram retomados no conEunto de formulações con9ecido como Economia Neosc!umpeteriana ou  Evolucion ria . (eu conceito fundamental B o da destruição criadora  na %conomia, no qual, uma inovação real, ao provocar um impacto significativo na produtividade, pode condu!ir # sobrevivncia da empresa capitalista e?ou # geração de novas C um processo OP...Q que revoluciona incessantemente a estrutura econômica a partir de dentro , destruindo incessantemente o antigo e criando elementos novosR )(=8-52%%&, 0LS0, p. 00/, grifo do autor. =omo ressalta 5organ )0LLN, (c9umpeter foi perspica! em demonstrar o potencial revolucionário das inovações, no sentido de destacar a competição da qualidade na novidade em oposição # competição trivial C competição de preços. Assim, ele compreende o capitalismo como um modo ou mBtodo de transformação econômica e como um processo evolutivo. 2ensamento que, em lin9as gerais, B tambBm sustentado por Tarl 5ar+, segundo o próprio (c9umpeter. =ontudo, como lembra, muito apropriadamente, David 8arveU )/00, p. S/, OP...Q embora admirasse claramente a criatividade do capitalismo, 5ar+ )seguido por 7enin e por toda a tradição mar+ista sublin9ava fortemente o seu caráter autodestrutivoR. :essa lin9a, podem se ressaltar, por e+emplo, alguns dos problemas ambientais vinculados #s atividades produtivas ou de consumo altamente poluentes. :o entanto, o próprio 8arveU )/0, p. 0IL 0L/ declara que OP...Q ao invBs de falar de destruição criativa como uma coisa ruim em geral, preferiria falar sobre as formas especficas que a destruição criativa  Iván G. Peyré Tartaruga 88 Inovação, sustentabilidade e desenvolvimento no RS pode tomarR. Da decorre a conclusão de que tanto as manifestações da destruição criadora como as de mudanças tBcnicas são direcionadas por obEetivos e intencionalidades do conEunto de agentes envolvidos com algum grau de poder de decisão. $utro ponto importante do pensamento de (c9umpeter di! respeito # atividade empreendedora como elemento principal na geração de novas combinações dos recursos e+istentes )inovações. $s empreendedores seriam aqueles que aproveitariam os gan9os do monopólio de curto pra!o advindos de uma inovação no mercado, enfrentando, para isso, os riscos inerentes da incerte!a do sucesso )aceitação da novidade. %ntretanto a refle+ão sc9umpeteriana identificou dois padrões distintos de atividades de inovação )5A7%&FAV $&(%:<'$, 0LLNV 3A'%&F%&', //G. $ primeiro foi estabelecido no perodo inicial dos estudos de (c9umpeter e proposto no livro, publicado em 0L0, #eoria do $esenvolvimento Econômico  )(=8-52%%&, 0LII, fase que se convencionou c9amar de (c9umpeter 5arW <. :essa proposta, as atividades de inovação são determinadas, dentro da perspectiva da destruição criadora, pelos empreendedores empresários e pelas novas empresas. $s empreendedores individuais estabelecem novas firmas por meio de suas novas ideias e inovações, que desafiam as empresas e+istentes. (ituações que, geralmente, criam rupturas ou mudanças nas formas correntes de produção, distribuição e organi!ação. $ segundo tipo de padrão de inovações foi apresentado na obra %apitalismo, Socialismo e $emocracia  )(=8-52%%&, 0LS0, de 0L1V fase con9ecida como (c9umpeter 5arW <<. :essa, as atividades de inovação são reali!adas atravBs da acumulação criativa , na qual, a nfase B dada # grande empresa que, por um lado, acumula con9ecimentos tecnológicos, competncias em 2>D, recursos financeiros, produção e distribuição, proporcionando l9e enormes vantagens competitivas, e, por outro, acaba criando, consequentemente, barreiras # entrada no mercado de novos empreendedores e pequenas firmas )5A7%&FAV $&(%:<'$, 0LLN. %ntretanto a perspectiva neo sc9umpeteriana apresenta uma limitação importante no que tange # geografia do fenômeno da destruição?acumulação criativa. A visão )neo sc9umpeteriana do empresário inovador, ou mesmo da grande firma inovadora, atuando, de forma isolada, na busca de vantagens monopolsticas, geralmente efmeras, desconsidera a inovação como um processo coletivo e, portanto, dependente de seus conte+tos social e espacial )5X:D%Y, 0LLI, //V =A&AZA=A et al., //V '$:Y67%Y, //S. $ território B um fator fundamental para a ação de inovar, pois B nele que as relações empresariais, tecnológicas, polticas, culturais e econômicas podem favorecer a cooperação e o desenvolvimento. $ empreendedor e a empresa, para inovarem, reali!am, frequentemente, contatos ou transações com outras firmas, instituições de 2>D e de ensino superior, esferas governamentais, agncias de fomento financeiro, etc. Ademais, as ações desses entes inovadores podem ser facilitadas ou restringidas pela cultura tBcnica predominante em seus conte+tos pró+imo C cidade, região C e nacional. :a verdade, essa crtica aos neo sc9umpeterianos pode ser ameni!ada, em ra!ão de uma parte considerável deles defender a import4ncia das instituições C 9ábitos, convenções, instituições formais C nos processos de inovação e de mudanças econômicas. %fetivamente, essas instituições são parte integrante do território. De qualquer forma, ao considerar a dimensão espacial dos processos aqui abordados, está se falando da 'eografia %conômica de corte evolucionário. 0  2or conseguinte, a inovação B uma atividade cumulativa, dependente de traEetórias pregressas )  path dependen!e  e fortemente conte+tual )A$[A5AV 5-&28[V 8A:($:, /00V ($&2%&, 0LLN. 3oi (c9umpeter )0LII que propôs que as inovações podem ser classificadas em cinco tipos, com base na capacidade das firmas de reali!arem novas combinações@ de produto )bem ou serviço, de processo )mBtodo de produção, de mercado )abertura de novo mercado, de novas fontes de matBria prima e organi!acional )novas formas de organi!ação da empresa. &etomando o aspecto tBcnico, pode se classificar a mudança tecnológica em quatro tipos, levando em conta o grau de impacto e de alcance das modificações )D<=T%:, /0/. As inovaç&es incrementais  são de impacto pequeno, em pequena escala, e caracteri!adas por transformações progressivas em produtos e processos prB e+istentes, em que vigoram os mBtodos do aprender fa!endo ) learning by doing  e aprender usando ) learning by using . Diferentemente das anteriores, nas inovaç&es radicais , ocorrem alterações e+tremas em produtos e processos, podendo, em alguns casos, provocar um efeito abrangente sobre a economia, sobretudo, quando essas inovações acontecem em conEunto. As mudanças do sistema tecnológico  afetam grande parcela dos artefatos tBcnicos e tecnologias Eá e+istentes, podendo criar novos setores econômicos com base em um conEunto de inovações incrementais e radicais relacionadas. %ssas mudanças, geralmente, são seguidas pelo aparecimento de tecnologias gerais 0  2ara uma apresentação e discussão a respeito dessa perspectiva, con9ecida como 'eografia %conômica %volucionária, ver Fosc9ma e 3renWen )//S, /00 e Fosc9ma e 5artin )//N.  Inovação no Rio Grande do Sul* distribuição espa!ial do poten!ial de inovação   89 Inovação, sustentabilidade e desenvolvimento no RS importantes )tecnologia de informação e comunicação )<=, biotecnologia, nanotecnologia, etc.. 2or fim, 9á as mudanças do paradigma tecnoeconômico , que são transformações revolucionárias em grande escala, que re;nem novos sistemas tecnológicos e, por consequncia, in;meras inovações incrementais e radicais. =omo e+emplos dessas mudanças, podem se citar a introdução da energia a vapor no sBculo M<M e os computadores no incio da dBcada de 0LN/. :o entanto, aqui se deve evitar qualquer tipo de determinismo tecnológico, isto B, a ideia da tecnologia comandando imperturbavelmente a própria mudança tBcnica ou o desenvolvimento econômico relacionado. A tecnologia não pode ser considerada como detentora de independncia ou autonomia, pois ela B condicionada pelos conte+tos social e econômico )D<=T%:, /0/. Assim, a mudança tecnológica, como Oprocesso social e institucionalmente incorporadoR, tem a tecnologia como um agente facilitador )D<=T%:, /0/, p. L0 L. Desta classificação, deve se ressaltar a import4ncia das inovações incrementais. Ainda que possam parecer irrelevantes, muito frequentemente, uma inovação radical B o resultado de uma sBrie de inovações incrementais )3A'%&F%&', //G. 2ara o surgimento do avião ou do automóvel, por e+emplo, foram necessárias diversas inovações incrementais. $utro elemento importante ao processo de inovação B o da capacidade de a'sorção  ) absorptive !apa!ity   das empresas, ou seEa, a capacidade para apreender con9ecimentos que estão fora da empresa )3A'%&F%&', //G. =om o emprego cada ve! maior do con9ecimento tecnológico nas atividades econômicas, 9á um aumento proporcional da dificuldade das firmas em inovarem individualmente. 7ogo, torna se inevitável que elas procurem novos con9ecimentos nos clientes, nos fornecedores, nos concorrentes, nas universidades, nas instituições de pesquisa, dentro e fora do pas. A capacidade de absorção das empresas manifesta se tambBm na imitação  de produtos e processos, o que, muitas ve!es, B considerado de pouca valia para o processo de inovação. =omo propõe 3agerberg )//G, a questão aqui B de conte+to. =om base nos trabal9os de (c9umpeter, uma empresa que introdu! uma inovação inBdita B considerada inovadora, enquanto outra, ao aplicar essa mesma novidade em outro conte+to, B uma imitadora. %sse comportamento de imitação, tambBm c9amado de transferncia tecnológica, pode proporcionar as bases para a criação de inovações srcinais, quando a empresa imitadora tem as condições mnimas, sobretudo de recursos 9umanos qualificados, para realmente absorver os novos con9ecimentos e poder usá los para reali!ar novas combinações de produtos, processos e con9ecimentos. alve! o e+emplo mais caracterstico desse tipo de progresso seEa o ocorrido na =orBia de (ul.   %m alguns casos, o inovador sc9umpeteriano na tentativa de gerar uma inovação totalmente inBdita, principalmente se for radical, acaba não obtendo sucesso, enquanto o imitador competente, ao aprender com os erros do primeiro inovador, pode ser e+itoso )T7<:%V &$(%:F%&', 0LIS. A capacidade de absorção, como elemento fundamental da inovação e da mudança tecnológica, tem, no processo de aprendi!agem, sua base essencial. As pessoas e as instituições aprendem por meio do fa!er, do usar, do observar e do interagir, para acumular os con9ecimentos necessários para gerar novidades. %ssa aprendi!agem possui uma dimensão espacial importante, que advBm da diferença entre o con9ecimento codificado )informação e o con9ecimento tácito )ou só con9ecimento. A informação,  ou  con!ecimento codificado , define se como o con9ecimento de entendimento imediato e facilitado C Osaber o queR ) $no)hat   C e pode ser e+pressa em documentos, manuais, planos, so#tares , publicações, dentre outros. Há o con!ecimento t cito , ou simplesmente con!ecimento , implica uma elaboração mais comple+a da informação, um entendimento mais custoso intelectualmente C Osaber o porqu, como e quemR ) $no)hy, $no)ho, $no)ho  C, portanto, um con9ecimento mais personali!ado e de difcil transmissão por meios formais ou escritos. AlBm disso, aqui se dá nfase ao processo, e não ao produto, por isso, prefere se falar de Economia de (prendi)agem  ao invBs de %conomia do =on9ecimento )7A(&%(V =A((<$7A$V A&&$<$, //G. =omo destaca DicWen )/0/, essa diferenciação mostra a import4ncia da função do espaço na difusão das inovações C uma geografia das inovaç&es . $ con9ecimento codificado B de mais fácil transmissão, principalmente levando se em conta os modernos sistemas de comunicação atuais, e pode ser transmitido globalmente. De modo diferente do anterior, o con9ecimento tácito C mais comple+o C B de mais difcil transferncia, necessitando de uma interação mais direta entre os indivduos e, por conseguinte, dependendo da pro+imidade fsica, pois se transmite basicamente localmente. =ertamente, essas interações   2ara obter uma ótima e+planação sobre o caso sul coreano de desenvolvimento, que se baseou C em parte e num primeiro momento C nas imitações criativas )cópias de proEetos, adaptações criativas, saltos tecnológicos e adaptações a outro tipo de ind;stria, ver Tim )//G.

September 2017

Sep 2, 2017
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