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44. e-book prosperidade 1. introdução à prosperidade (série prosperidade)

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Série Prosperidade - Volume I Introdução à Prosperidade Canalização: Prof. Hélio Couto / Osho Prosperidade. Dinheiro. Se pegássemos um celular, levássemos até o ano de 1.300 e mostrássemos às pessoas, o que elas achariam? Se você explicasse que, com aquela caixinha é possível falar, com uma pessoa, do outro lado do mundo; alguém acreditaria? Arthur Clark disse: “Toda tecnologia, suficientemente avançada, parece magia.” Toda tecnologia, suficientemente avançada, vai parecer magia para aqueles que, ainda não conhecem a tecnologia. No caso da Ressonância, é a mesma coisa, mas é mais grave. Porque quando se observa para o ano de 1300 e vê o que eles conheciam, como agiam e como agiriam em relação a um celular hoje, a gente sorri. Quanta ignorância. Bárbaros da alta Idade Média, alta Idade das Trevas. Mas quanto será que isso mudou? Pouquíssimo, quase nada. Mudou a indumentária, mas a mente continua a mesma. Da mesma forma que o celular em 1300 era um avanço gigantesco, falar de Ressonância em 2012, também, é um avanço gigantesco. Agora, qual era a reação deles? Eles colocavam a pessoa na fogueira e queimavam. E aqui? Não há mais como falar que não tínhamos nenhuma ideia sobre isso. Porque agora todo mundo usa celular, rádio, televisão, GPS, internet, tudo sem fio. Não é verdade? Já tem 70/80 anos de rádio no mundo, Guglielmo Marconi (físico e inventor). Então, supõe-se que as pessoas já estariam acostumadas com uma coisa chamada onda, pois a informação trafega através de uma onda. As pessoas conhecem as antenas nos telhados - fora os 10% que possui TV a cabo - mas a maioria coloca a antena no telhado. E como é que chega a imagem da televisão da Avenida Paulista (avenida da cidade de São Paulo) ou de outro lugar qualquer, ali na caixinha, no mesmo momento em que está acontecendo em um estúdio? É uma caixa preta, é assim que as pessoas enxergam. É uma mágica. É magia. Vamos supor que entendam que é uma onda, portando uma informação que chegou até a antena, foi decodificada e aparece na telinha. Então, vamos supor que todo mundo entendeu que é uma onda que transporta a informação para o rádio, televisão, etc. Tudo que é energia é informação. É a mesma coisa. É como uma moeda: de um lado tem energia, do outro tem informação. No caso do Einstein, tinha massa e tinha energia. Foi isso que ele colocou na fórmula que possibilitou fazer a bomba atômica. Tem-se uma bolinha de um quilo, dois ou três, e, em vez de pegarem um avião e atirarem aquela bolinha na cabeça de um japonês - porque mataria somente um japonês se acertasse na cabeça dele - a energia que tem na bolinha mata 100.000 pessoas, instantaneamente. Isso porque era uma bomba rústica, bem atrasada. A bomba de Hiroshima tinha eficácia de 14% e mataram 100 mil pessoas. Imagine, se ela tivesse sido produzida com 100% de aproveitamento. O que o Einstein explicou foi isso, você tem a bolinha ou você tem a energia que está na bolinha. O que você quer usar? Então, ficou provado que existia algo chamado energia. Ninguém mais duvidou que viu uma bomba atômica num filme. E no rádio e na televisão, não está provado também? Vimos Hiroshima e agora, quando usamos o GPS ou celular, não está provado que uma onda transporta a informação? Só falta explicar que, energia é igual à informação. Tem uma informação inerente, implícita, em qualquer coisa que exista. Porque qualquer coisa que existe é formada de átomos. Gerentes de loja em shopping, ao serem questionado, nunca ouviram falar da palavra átomo. Várias vezes isso aconteceu. Nunca ouviram falar de Hiroshima. Quer dizer, que noção que se têm da realidade, do que é isso aqui? Planeta Terra, 2012. É nunca ouviram falar de átomo. Bom, se não sabem o que é átomo, tudo é um mistério. Já não sabem do que é feito a parede, o ar. Não sabem de nada. O que é? Um mistério. Para essas pessoas tudo é mistério, só tem uma explicação para as coisas: é a magia, a mágica. É por isso que, essas pessoas têm pensamentos mágicos, elas querem soluções mágicas, elas não querem soluções de conhecimento. Eu adquiro conhecimento e eu faço acontecer. Mas, como eles não têm conhecimento, não consegue fazer acontecer nada. Portanto, precisam de uma magia. Pelo planeta, sabemos que tem feiticeiros às toneladas. Por quê? Quantos físicos há no mundo hoje? Uns 14.000 para sete bilhões de habitantes. E quantos feiticeiros há? Muito mais que 14 mil, podemos garantir. Porque se tivéssemos muitos físicos, muita gente entenderia que existe o átomo. Mas temos poucos físicos e eles também não estão interessados em divulgar isso para a população em geral. Não interessa que a população saiba disso, não há interesse nenhum do poder de que esse conhecimento venha à tona. Porque se as pessoas entenderem como as coisas funcionam, elas deixam de serem manipuladas, deixam de ser uma massa que pode ser transferida para cá, para lá, para baixo para cima. Faz-se o que quiser com a população porque ela não tem conhecimento nenhum. Então, divulgar a física é a maior heresia, a maior blasfêmia que se pode fazer hoje em dia. Em 1400-1500 falar de Fitoterapia, por exemplo, era motivo para ser queimada na fogueira como uma bruxa. Fitoterapia. Não estava fazendo nenhum trabalho de magia, apenas curava com plantas. Fogueira! Porque é claro que curar com plantas já é um tremendo avanço com relação à magia, pois está na área da Ciência. Estudar as plantas, saber os efeitos e usá-las para conseguir resultados. Mas, isso não interessava, então queimam essa mulher. E assim foram queimadas n mulheres. Hoje, não se queima, mas coloca no ostracismo. Quando, por algum motivo celestial digamos, aparece um filme como: “Quem Somos Nós?”, a mídia toda é requisitada para fazer matérias semanais sobre o filme. Arrasar o filme. Fazer a pior crítica, possível, e denegrir a imagem de todos aqueles PhDs, alguns com trinta anos de pesquisa em laboratório, sem nem sequer olhar o currículo deles. É taxado de tudo o que se pode imaginar. Mas qual foi o pecado? Explicar Mecânica Quântica para o povo. Qual é o pecado? Não se pode falar de Mecânica Quântica para o povo. Porque Mecânica Quântica explica o funcionamento do Universo, de tudo que existe. Dá para você tirar todas as leis, todas as Ciências, a partir da Mecânica Quântica. Então, se a Mecânica Quântica for entendida, acabaram-se os problemas da Economia, Sociologia, Educação, Saúde, etc. Acabam-se todos os problemas deste planeta, se isso for entendido. Mas, para que seja entendido, é preciso que seja explicado em termos populares. Não adianta pegar um livro de física com infinitas fórmulas matemáticas que só eles entendem. Por isso, já temos cem anos de Mecânica Quântica, e nada. Porque é um clube fechado. Aparece um aqui, outro ali, outro ali, meia dúzia de físicos dispostos a passar para o público, e esses físicos são taxados de tudo que você possa imaginar. Se em um filme é mal falado ou em uma revista semanal e você pegar, na periferia, um grupo de pessoas para uma palestra igual a esta, sendo que ninguém ouviu falar do documentário: “Quem Somos Nós?”, dá para ter ideia da eficiência que tem o poder de ocultar a informação? Se o assunto é mal falado, estão falando mal, então está tendo propaganda. Eles estão falando muito e muito mal. Quem teve acesso a isso? A classe média? Em palestra que ministrei, em uma escola no centro de São Paulo, não era periferia, ninguém tinha ouvido falar do filme: “Quem Somos Nós?”. É claro, eles não sabem o que é um átomo, então, porque iriam ter alguma preocupação em assistir um filme de Mecânica Quântica, sendo um documentário ainda por cima? Então, a eficiência é extrema: 100%. Como é que se vai romper um negócio desses? Porque o problema persiste. Doença, relacionamento e dinheiro são os problemas básicos e elementares da humanidade inteira, de sete bilhões de pessoas. E enquanto estes problemas não são resolvidos, nada mais pode ser feito no planeta. É uma Escala de Maslow, enquanto o sujeito está no primeiro degrau, não tem comida, ele não pensa em outra coisa, só em um prato de comida. O que se pode fazer para uma pessoa dessas? Pode ensinar o quê? Ele nem pensa, nem raciocina. Só pensa no estômago que está doendo e que ele tem que comer. E, se não comer, ele desmaia, então ele tem que fazer qualquer coisa para comer. Bom, se você mantiver a população inteira no primeiro degrau de Maslow, está garantido que não há progresso algum. Para uma pequena parte, que vai comandar esses que ficarão sem comida, é preciso ter uma classe gerencial, certo? Então, essa parte é elevada até a classe média, vai para o degrau dois de Maslow. Espécie, propagação da espécie. A espécie precisa de sexo para progredir. Se você colocar isso sem uma solução, também esta classe vai ficar parada. Da mesma maneira que os primeiros não conseguem fazer nada sem um prato de comida, a classe média também vai ficar paralisada se não resolver os relacionamentos afetivos. Tem que dar um eufemismo para “mascarar a coisa”, porque não se pode falar do assunto. Certo? Existem tabus e preconceitos imenso sobre o assunto. Todos esses tabus e preconceitos foram criados, é lógico, por quem? Pelos mesmos. Se isso for resolvido, a pessoa “pula” para o terceiro degrau. O que é o terceiro degrau de Maslow? Poder. Aí a pessoa vai se interessar por algo chamado poder, poder pessoal, coletivo etc. Se ele resolveu as primeiras duas fases, como não interessa que ninguém “pule” para o terceiro degrau, deixa-se isso insolúvel, latente, o tempo inteiro. E isso é muito fácil de fazer: estimula de um lado e reprime do outro. Pronto, não há solução pela eternidade afora. Já fazem mais ou menos 5000 e tantos anos que estamos nessa fase do segundo degrau para a classe média. E, é claro, o primeiro degrau continua o mesmo, faz cinco ou seis mil anos. Enquanto isso, nada pode ser feito, não há como se ter evolução, só evolução tecnológica do tipo armamento. Tudo que vocês veem de parafernália eletrônica é subproduto militar que, depois de certo tempo, vira de uso comum e é liberado para algumas indústrias civis. Precisam de uma rede, internet, e tudo isso é militar. Mas, se der para ganhar dinheiro com isso, então está liberado. Porém, que energia é igual à informação, isso não é liberado. Eles não sabem disso? Claro que sabem. Se um Nobel de Física fala isso, como é que eles não sabem? É claro que sabem. Mas isso não será falado por séculos, ainda. Cem anos depois da Mecânica Quântica, ainda estamos nesta situação. A maioria que está na minha palestra são meus clientes, 90%. Mas “cadê” os outros? “Cadê” os não clientes. Se cada um que vem na palestra trouxesse mais um, teríamos dobrado o público. Bastava trazer um. Imaginou? Se um trouxer dois, e esses dois trouxerem mais dois, e assim por diante, sabe em quantos passos chegaríamos a um bilhão de pessoas com esse conhecimento? Trinta passos; dois, quatro, oito, dezesseis, trinta e dois. Em trinta passos. Não é você que dará trinta passos, você dá um passo. Preste bem atenção. Você vai passar este conhecimento para duas pessoas. Você tem sua parte. Cada um desses dois vai passar para dois e cada um desses dois passa para outros dois e, assim sucessivamente. Duas pessoas durante cinco, dez, vinte, trinta, cinquenta anos de vida. Será que nos próximos vinte, trinta, quarenta anos de vida, você consegue passar este conhecimento para duas pessoas? Então, quando falamos de autossabotagem, que no terceiro mês da Ressonância é total, é isso. Bastava um bilhão e estaria resolvido. É uma massa que move o planeta. Imagine o inconsciente coletivo, de um bilhão de pessoas que entendessem a Dupla Fenda e o Colapso da Função de Onda. Afinal, depois da Dupla Fenda vem o Colapso da Função de Onda, isto é, você pensa e cria. Um único pensamento cria a realidade. Não são 1518 pensamentos. Eu não tenho que fazer 700 afirmações escritas de que, eu sou próspero para ver consigo comprar um carro. É um pensamento. Mas é um pensamento de quem entendeu a Mecânica Quântica, o que é o Colapso da Função de Onda. Se você pensa e não acontece é porque não entendeu. É claro, é resultado puro e simples. Ou tem resultado ou não tem. Quando se lança um elétron e se tem apenas uma fenda aberta, o que aparece lá na parede? Um pontilhado provando que passou como uma partícula. Massa. Se abrir duas fendas, some aquele pontilhado, e se tem franjas mostrando que houve uma interferência construtiva. O pico das ondas se chocou. Só podemos ter interferência construtiva se é onda. Está claro isso? Não tem jeito de se ter franja se for uma partícula. Então, o que passou por cada uma das fendas, simultaneamente, foi uma onda de um único elétron. Portanto, um único elétron passa pelas duas fendas ao mesmo tempo. Se isso fosse entendido... O próximo passo é o experimento do fechamento e da abertura retardada, depois que o elétron passou. Traduzindo, você manda um elétron em apenas uma fenda. Ele passa, mas antes que ele atinja o sensor, você abre a segunda fenda, mesmo que ele não tenha chegado lá na frente ainda. Com o equipamento de hoje em dia, dá para fazer isso sem problemas. Abriu. O que acontece lá no sensor, o que ele mostra? Franjas, interferência, portanto o que chegou lá foi uma onda. Mas, ele já havia passado. Depois que ele passou é que abrimos a segunda fenda. E, como só tinha uma, ele forçosamente passou como partícula. Mas, lá na frente é mostrado uma onda. O que aconteceu? Qual é a solução? Qual é a explicação para uma coisa dessas? Depois que ele passou, ele percebeu que se abriram duas fendas, ele voltou e passou de novo. Como é que o elétron sabe disso? Que se abriu a segunda fenda? Ele sabe, está provado. Ele sabe que abriu; ele volta e faz direito, como se quer agora. O observador comanda. O observador quer duas fendas, ele volta e passa como onda. O observador Colapsa a Função de Onda, ele escolhe como o elétron vai se comportar. Então, não há outra explicação, o elétron sabe o que está acontecendo. Ele sente o que o observador, o físico, quer no experimento e se comporta de acordo com a vontade do físico. Se o elétron tem Consciência, então está provado que tudo tem Consciência. Até uns 150 anos atrás, só os homens brancos tinham consciência - 150 anos mais ou menos, no Brasil - não é no meio da África, é no Brasil, em Santos, no Rio de Janeiro, no porto. Não se sabe, mas mulheres indígenas são animais de carga e os animais são infraestrutura. Pois é. Depois de muita luta as mulheres passaram a ser, digamos quase iguais aos homens. Quase. No salário, é claro que não, certo? O salário está muito longe. Muito. E os animais continuam lá, sem alma. Portanto, com eles pode-se fazer o que quiser. Porque eles não são “nada”. Um pouquinho melhor que uma pedra. Como é fica um experimento, que mostra que o elétron sabe o que está acontecendo, em uma sociedade com esse tipo de paradigma vigente? Um elétron. Nós não estamos nem falando de moléculas - um único elétron. Essa escolha chama-se: Colapso da Função de Onda. Quando decidimos que queremos um carro, uma casa, um apartamento, chama-se: Colapso da Função de Onda. O que é um carro? É um número gigantesco de átomos, prótons, nêutrons e elétrons. Inúmeros átomos. E se alguém falar: “Mas na Dupla Fenda, se você mandar um é assim, mas é só um”. Não, não é. Fizeram um experimento com cento e quatorze moléculas, que é um algo, astronomicamente, gigantesco em relação a um elétron. O tamanho é ínfimo. Então, imagine moléculas com um mundo de átomos grudados. E o que aconteceu com as cento e quatorze moléculas? Elas passaram pela Dupla Fenda e mostraram uma onda lá atrás. Então, a quantidade de moléculas é irrelevante. Pode virar um carro, uma casa, um prédio, pode virar o que quiser. Tudo emite uma onda em hertz, ciclos por segundo, tudo é onda. Energia é igual à informação. Tudo é Onda. Tudo que é átomo tem uma onda eletromagnética. Força fraca, forte, onda eletromagnética e gravidade. Tudo que é átomo. E o que não é átomo? Não tem. Neste nosso Universo tudo é atômico. Cento e quatorze elementos formam tudo isso que existe; e tudo emite uma onda. O pensamento do físico afeta o elétron? A onda do elétron? Afeta. Ele não vai afetar a onda do carro? É só um “bando grande” de átomos. Mas eles que vão fazer exatamente o que o observador quiser. Então, se você fala eu quero o carro x. O carro x vem para você. Não tem como o carro x não vir para você, é impossível. Mas como é que o carro não vem? Porque lá no fundo tem outro pensamento lhe falando: “Eu não quero o carro. Não, não quero.” Quer ou não quer? Esse dilema interno na pessoa – consciente / inconsciente - essa dúvida cruel é que impede. “Eu quero, não quero, quero, não quero.” Paralisa tudo. E por que tem esse dilema? Pensa bem o seguinte: O Universo é, absolutamente, congruente com o que você pensa e sente. Ele reage 100% aos seus pensamentos e sentimentos, ele não tem escolha. Portanto, se não vem é porque tem algo errado, significa que você está afastando. E por que você está afastando? Por causa do sistema de crenças. A Consciência é tudo no Universo. A Consciência permeia toda a realidade. A Consciência é a realidade. Tudo que existe é Consciência. É um fato: o que a consciência pensa ela atrai. A consciência é um campo eletromagnético: ela manda e volta. Tudo que está na sua consciência você atrai. Exatamente o que está lá. Agora, do todo da pessoa, dos 100% da pessoa, quanto é o consciente? 12,43%, do que você enxerga é o consciente da pessoa. Então, quando você faz uma entrevista de emprego você só mostra, tecnicamente, para o entrevistador 12%. Quando a pessoa pede para namorar com você, ela só está mostrando 12% dela mesma e, um mês depois, você descobre que tem 86% “debaixo do tapete”. Se a pessoa parasse para pensar: erro um, erro dois, erro três, erro vinte e cinco, erro cento e cinquenta e oito, temos uma lógica, a pessoa perceberia. Tem um problema de inserção de pessoal nisso, certo? Eu não sei fazer entrevista para arrumar um parceiro porque é um erro após o outro. Este drama acontece no planeta inteiro porque essa “ficha não cai”. Você só está enxergando 12%. É isso, é essa sociedade que nós temos. Os analistas junguianos desenvolveram técnicas para testes, para que a pessoa responda e a informação venha diretamente do inconsciente, lá dos 87% por cento da pessoa. Aí a pessoa não consegue mentir, ela nem tem ideia do que está emergindo, é tudo simbólico. O inconsciente só fala conosco de forma simbólica, por exemplo, nos sonhos. Então, a mente racional não consegue tirar - a não ser que seja treinada para esse assunto - não consegue entender o que aquele sonho quer dizer. Mas um analista treinado sabe. Ele lê a pessoa. E a pessoa não consegue o emprego. Ela fala uma coisa, mas ela é outra, o que ela fala só vale 12%. Se um analista de pessoal consegue fazer isso, imagine o Universo que lê os 100% mesmo. Assim, você tem 12% que quer um carro, 87% que não quer um carro. O que vai acontecer? Não vem carro. O que manda é o 100% da pessoa. Se não limpar embaixo do tapete, se não tirar tudo isso, se não mudar todo o sistema de crenças, não tem solução porque você continua mandando rejeição. O que o sistema de crenças da pessoa diz? O que vocês escutaram quando tinham dois, três, quatro anos de idade? Ou cinco, seis, sete, oito? Daí acabou não é mesmo? Chegou aos nove anos está condenado. O que você acha que o topo da pirâmide quer passar de conhecimento para a base da pirâmide? É controle. Ele vai passar tabus e preconceitos e etc. para que as pessoas tenham um sistema de crenças, totalmente, inválido e, portanto, não consigam atrair nada. Vamos colocar culpa, desvalia, desmerecimento, para uma criança de dois, três anos de idade. Aí você fica adulto, mas o programa está lá. O que tem no seu inconsciente? Tudo isso que foi gravado. Agora, onde, na fase dessa Terra, as crianças são educadas sem colocarem nelas todos esses tabus, preconceitos e mentiras? Essa lavagem cerebral? Nenhum lugar. Nenhum, no momento. Todas as sociedades, sejam elas quais fo
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