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72 o Cristão o Vício e Os Jogos de Azar

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  O CRISTÃO O VÍCIO E OS JOGOS DE AZAR  O cristão é pessoa que é dotada de liberdade, porque alcançou a salvação e a liberdade do cristão é incompatível com qualquer vício, vez que o vício escraviza o homem. Por isso, o cristão sincero e verdadeiro não se deixa dominar por qualquer vício. INTRODUÇÃO  - Na história da humanidade, o homem sem Deus, imerso no pecado, é cegado pelo deus deste século( II Co.4:4 ) e, assim, não vê a realidade da vida. Em conseqência disto, dei!a-se dominar por coisas anais e por ilus#es. $urgem da% os v%cios que têm perpassado a história humana, sendo um e&ica' instrumento para a destruião de preciosas vidas. or isso, vemos que o v%cio é uma arma sat*nica, pois dele é o tra alho para rou ar, matar e destruir as pessoas( Jo.10:10 ). Não nos dei!emos, pois, enganar com eles + OBS:  Neste sentido, alis, cumpre aqui transcrever elucidativo te!to do lcorão, que encerra uma verdade /...0rentes, vinho e 1ogos de a'ar, %dolos e adivinha#es (ou apostas) são a omina#es plane1adas por $atã. Evitem-nos e então vocês poderão prosperar. $atã usca incitar inimi'ade e ódio entre vocês por meio do vinho e do 1ogo, com o &im de privar de vocês a lem rana de Deus e as ora#es. 2ocês não se a sterão deles 3...(456, te!to tradu'ido da versão inglesa de N.7. Da8ood, pu licada pela enguin 0lassics).- 2%cio, di'em os dicionaristas, é / 9 De&eito &%sico ou moral: de&ormidade, imper&eião. ; De&eito que torna uma coisa ou um ato impróprios, inoperantes ou inaptos para o &im a que se destinam,ou para o e&eito que devem produ'ir. < =alta, de&eito, erro, imper&eião grave, viciaão, viciamento. > Disposião ou tendência ha itual para o mal. 4 ? ito de proceder mal: aão indecorosa que se pratica por h ito. @ 0ostumeira. A 0ostume condenvel ou censurvel. B Degenerescência moral ou ps%quica do indiv%duo que, ha itualmente, procede contra os ons costumes, tornando-se elemento pernicioso ao meio social, ou com este incompat%velC (D0Fichaelis). Gra, em se vê, por estes oito signi&icados, que um crente não pode ter v%cios, pois é&ilho de Deus, que anda segundo o Esp%rito( Rm.8:1 ), que caminha para a per&eião( Ef.4:12,13 ), que não pratica o mal, mas o em( II Co.13:7 ), que não se dei!a dominar por coisa alguma( I Co.6:12 ), que est li erto por 7esus 0risto( Jo.8:31-36 ). I. O ALCOOLISMO À LUZ DA BÍBLIA - G primeiro v%cio que se apresenta na história humana, e as próprias Escrituras o registram, é o v%cio do alcoolismo, ou se1a, a dominaão do lcool so re o homem. G primeiro registro de em riague' nas Escrituras encontra-se no livro do Hênesis, quando Noé se em riagou ao tomar do suco da vinha que havia plantado( G.!:20,21 ). Esta em riague' trou!e vergonha para o patriarca, em como dissensão &amiliar( G.!:22-27 ).- Noé não se em e edou voluntariamente. ela narrativa do te!to, vê-se que Noé plantou a vinha e, como talve' tenha &eito antes do dilIvio, tomou do seu suco, após alguns dias de sua &a ricaão, para e er. 2erdade é que &oi imprudente e aca ou se em e edando, mas isto mostra apenas que houve alteraão climtica na Jerra após o dilIvio, que levou K &ermentaão do vinho, o que não ocorria até então. 0om e&eito, di'em os estudiosos da L% lia e alguns cientistas que, antes do dilIvio, a temperatura da Jerra era amena, não se alterava, tanto que não havia chuva, mas um orvalho que regava a terra diariamente( G.2: ,6 ). 0ontudo, após o dilIvio, com a precipitaão da camada de vapor dMgua que e!istia na atmos&era e propiciava esta esta ilidade climtica ( as guas do céuM relatadas em G.7:11 ), passou a haver mudanas climticas considerveis, surgindo as quatro esta#es( G.8:22 ), de &orma que, com isto, não &oi mais poss%vel o estoque do suco da vide sem que houvesse &ermentaão. lis, isto e!plica a di&erena, que sempre h na L% lia, entre o &ruto da vide e o vinho &ermentado, que, na nossa l%ngua, é tradu'ido por /vinhoC, mas que são su st*ncias di&erentes.-  L% lia condena a em riague' e o alcoolismo com veemência. 2rias são as passagens em que se condena o consumo do lcool, que não tra' qualquer ene&%cio ao organismo humano, que é templo do Esp%rito$anto( #$.20:1 :  23:2!-3 : 31:4-7 :  I%. :11,12 : Ef. :18 :  ITm.3:3 ). 2erdade é que o organismo humano necessita de certa quantidade de lcool, mas esta quantidade vem através de alimentos e não da ingestão de e idas alcoólicas. Não e!iste o que se denomina de/ e er socialC, pois, como a&irmam os próprios lcoólicos nOnimos, a Inica &orma de se li ertar deste v%cio é 1amais tomar o primeiro gole e é nesta a stenão total que est a essência da recuperaão do alcoólatra. Gra, se os entendidos no assunto di'em isto, como poderemos a&irmar que é poss%vel ao cristão / e er socialmenteC 3 - Não desconhecemos que o vinho era alimento utili'ado normalmente entre os israelitas, mas este vinho mencionado nas Escrituras não é o vinho &ermentado, que, via de regra, era utili'ado em cerimOnias idólatras, mesmo entre os israelitas( O%.7: ,14 ), como se vê, por e!emplo, nas cerimOnias gregas em homenagem ao deus do vinho, Dion%sio (entre os romanos chamado de  Laco), que &oram denominadas de / acanaisC e cu1a licenciosidade e imoralidade eram tantas que ho1e a palavra tem, e!atamente, o sentido de orgias se!uais. - G vinho mencionado na L% lia nos trechos em que seu uso é recomendado ou é noticiado é, como dissemos supra, o &ruto da vide, ou se1a, o vinho não &ermentado, um suco de uva concentrado. =oi este vinho que 7esus tomou com os disc%pulos na instituião da 0eia do$enhor( &'.26:2! ). 0om relaão ao vinho produ'ido por 7esus nas odas de 0ana, o te!to utili'a a e!pressão de vinho &ermentado, mas o conte!to indica-nos que este vinho era de ai!%ssimo, quase nenhum teor alcoólico, de oa qualidade, pois a ida do mestre-sala ao noivo em demonstra que se tratava deste tipo devinho( Jo.2:!,10 ). 0om relaão K recomendaão de aulo a Jimóteo( I Tm. :23 ), o te!to srcinal &ala em vinha &ermentado, mas, no te!to, é dito que dever ser tomado um pouco daquele vinho e como remédio, não como e ida. II. POSICIONAMENTO CRISTÃO - De qualquer modo, o episódio ocorrido na vida de Noé mostra, claramente, que a em riague' é um &ator de desagregaão social, é um importante instrumento para destruião da dignidade, da moral e da &am%lia. Noé, apesar de ser um homem que achou graa diante de Deus, de ser o patriarca da humanidade que recomeava sua caminhada, perdeu a vergonha, sua dignidade e sua autoridade perante sua &am%lia por causa da em riague'. G alcoolismo é uma verdadeira desgraa, pois retira do homem estes predicados que são essenciais para a sua so revivência.  s estat%sticas mostram, claramente, que o lcool é o principal &ator da violência na sociedade, aprincipal causa de destruião das &am%lias, de ru%na sócio-econOmica, não só do indiv%duo, mas, tam ém, da &am%lia e da sociedade. 0omo se trata de uma droga cu1o comércio, por interesses poderosos, é livremente permitido e até incentivado (o serve como o mundo 1a' no maligno uma dose de pinga sempre &oi mais arata do que um pão'inho), seus e&eitos deletérios são cada ve' mais &reqentes. ?o1e em dia, segundo algumas estat%sticas no Lrasil, a iniciaão no alcoolismo se d por volta dos quator'e, tre'e anos de idade e tudo &eito impunemente, com o eneplcito das autoridades.- G alcoolismo é considerado ho1e uma doena e, como tal, é tratado pelos organismos internacionais. E!istem vrios movimentos que uscam recuperar os alcoólatras, tendo destaque os lcoólicos nOnimos que, em ora se1am uma organi'aão não religiosa, têm em sua doutrina de recuperaão o princ%pio segundo o qual não é poss%vel a li ertaão do v%cio a não ser mediante a crena em um $er $uperior. ais uma ve' vemos o conceito de que só Deus pode li ertar o homem do v%cio. III. O CRISTÃO E O FUMO - uitos incautos procuram di'er que o &umo não tem qualquer proi ião na L% lia $agrada, porquanto ali não se acha escrito em lugar algum algo como /Não &umarsC. G &ato é que o ta agismo, na &orma em que e!iste atualmente, é &ruto de a sorão de um costume que &oi encontrado no continente americano, com as grandes navega#es, no século F2 e, o viamente, tratava-se de um h ito totalmente desconhecido da época da ela oraão da L% lia$agrada.- Entretanto, o &ato de não haver dispositivo e!pl%cito a respeito do &umo não permite, em a soluto, considerar que o tema não é tratado pelas Escrituras, pois a alavra de Deus é atemporal e se aplica a todos os tempos e épocas( &'.24:3 :  I#(.1:2 ). ssim, trata, sim, a L% lia a respeito do v%cio do &umo, que, como qualquer v%cio, é algo incompat%vel para o cristão, como vimos supra.- Em ora se1a uma droga legal, em virtude dos grandes interesses comerciais envolvidos, a nicotina causa dependência assim como qualquer outra droga il%cita, sendo, segundo os especialistas, uma das drogas de maior poder de causar dependência, mais até que a maconha.2ê-se, portanto, logo de in%cio, que não se pode conce er um cristão verdadeiro que se1a &umante, pois ser, na verdade, um escravo da nicotina, circunst*ncia incompat%vel com a do verdadeiro servo de Deus, pois 7esus disse que se &ormos li ertos do pecado por Ele, seremos verdadeiramente livres( Jo.8:36 ) e isto implica em não sermos dependente de qualquer su st*ncia qu%mica.- G &umo é v%cio que destrói o organismo humano aos poucos. Jodos os anos, milh#es de vidas têm sido cei&adas no planeta Inica e e!clusivamente por causa do cigarro. Estão diretamente relacionadas ao &umo uma série de doenas, em especial, o c*ncer do pulmão e a grande maioria das doenas cardiovasculares e respiratórias. G &umo é um suic%dio lento e gradual. Janto é o pre1u%'o causado pelo &umo para os servios de saIde pI lica em todo o mundo que os pa%ses têm se es&orado para restringir o &umo, se1a diminuindo os locais em que ele pode ser praticado, se1a ini indo a propaganda dos produtos, sem se &alar que o cigarro é um dos  produtos de maior ta!aão. Gs Estados Pnidos têm liderado este movimento, mormente a partir da década passada. G Lrasil, recentemente, adotou legislaão ini idora da propaganda do cigarro, até para cumprir dispositivo constitucional neste sentido. Pm v%cio que tanto pre1u%'o causa K populaão não poderia, mesmo, ser admitido pelas Escrituras $agradas.-  L% lia di' que nosso corpo é templo do Esp%rito $anto e não podemos, em hipótese alguma, concordar com um h ito que tem por &inalidade a destruião e o en&raquecimento progressivo do organismo humano. $omos mordomos de nosso corpo e dele prestaremos conta ao $enhor, que é seu verdadeiro dono. Deste modo, não temos li erdade para dele &a'ermos um depósito de nicotina e alcatrão, como &a'em os &umantes. Este comportamento é totalmente contrrio ao que ensina a alavra de Deus. Nossos corpos devem ser instrumento de glori&icaão a Deus, que nos deu a vida, não instrumentos de nossa própria morte e destruião. - Não astasse isso, temos que os &umantes pre1udicam os seus semelhantes, pois o veneno que ingerem, não &ica somente para si. 0om e&eito, estudos têm mostrado que alguém que &ica perto de um &umante durante uma 1ornada de tra alho é into!icado mais do que o próprio &umante, pois, principalmente o alcatrão é, em grande parte, e!pelido pelo &umante e vem contaminar o semelhante que est ao seu lado. G cristão é alguém que vem para tra'er o em ao pró!imo, para tra'er o anIncio da salvaão, não para provocar a into!icaão e a destruião do organismo do semelhante. Neste sentido, além de ser um suicida lento e gradual, o &umante tam ém aca a sendo um homicida, provocando o mal e a morte daquele que est a seu lado. Q por isso que a legislaão dos pa%ses tem, cada ve' mais, restringindo os locais pI licos em que se permite o &umo e uscado separar &umantes de não-&umantes. 0omo alguém que se di' mem ro do corpo de 0risto, que é em ai!ador de 0risto para a reconciliaão entre o homem e Deus (  II Co. :20 ), pode estar contri uindo, com a &umaa de seu cigarro, para o mal do pró!imo 3 G comportamento do cristão sincero e verdadeiro é em outro su 1ugar o corpo e redu'i-lo K servidão para que, pregando aos outros, não venha ele mesmo de alguma maneira &icar reprovado( I Co.!:27 ). IV. O CRISTÃO E AS DROGAS - Gutro mal que tem assolado a sociedade moderna tem sido o do v%cio das drogas, assim entendidas todas as su st*ncias que causam dependência &%sica ou ps%quica e cu1o uso é proi ido, normalmente, pelas legisla#es ao redor do mundo, tendo em vista os grandes males que causam K saIde. Na verdade, o que se disse a respeito do &umo serve para as demais drogas que, em ora, ao contrrio da nicotina, não se1am permitidas pelas legisla#es (em alguns pa%ses, até, algumas delas 1 tem uso permitido), causam o mesmo mal que aquela, destruindo o ser humano em todos os aspectos.- 0om e&eito, todas estas su st*ncias, que têm sido consumidas cada ve' mais, gerando um comércio que só perde para o tr&ico de armas em magnitude no mundo de ho1e, são altamente nocivas ao organismo, criando um sem-nImero de pro lemas, pois, além da dependência qu%mica, que &a' com que a pessoa não consiga mais viver sem ela e, para o tê-la, pratique toda a sorte de ar itrariedades, inclusive crimes da mais variada espécie, h uma destruião do organismo, de modo que, mais cedo ou mais tarde, h graves comprometimentos na saIde do corpo, quando não ocorre a morte.- Naturalmente que um cristão sincero, que não se pode dei!ar dominar por coisa alguma desta vida, muito menos permitir a destruião do nosso corpo, que é templo do Esp%rito $anto, 1amais pode se envolver com tais su st*ncias. G uso destas su st*ncias est relacionado K &alta de perspectiva na vida, K &alta de esperana, ao desencanto com a e!istência, ou se1a, K &alta de Deus na vida do homem. -  droga sempre se apresenta para o usurio (que depois vira viciado) como um escape da realidade triste e dura que est vivendo, como uma &orma de alcanar alegria, de reali'ar sonhos e &antasias. Na verdade, o uso da droga só é poss%vel na medida em que o homem descarta a dimensão espiritual e desconsidera o amor de Deus. Q por isso que somente a igre1a tem condi#es de &a'er um tra alho e&ica' e permanente que li erte as pessoas do v%cio e das garras do narcotr&ico. 0risto é a esperana da glória( C).1:27 ) e quem nEle crer não ser con&undido( Rm.!:33 ). Ruem conhece e aceita a 0risto não precisa correr atrs de &uga'es momentos de eu&oria ou de pra'er, pois é uma alma satis&eita e plena do amor de Deus. 0omo di' conhecido c*ntico, para o cristão, 7esus é a dose mais &orte dentro de nós+- Nos dias tão di&%ceis que vivemos é necessrio que a igre1a se1a particularmente vigilante com relaão K sua 1uventude e adolescência, orientando-a a respeito das drogas e impedindo que os con&litos naturais desta &ai!a etria &aam com que os 1ovens e adolescentes aca em caindo nasgarras dos tra&icantes, cu1a &alta de escrIpulos e gan*ncia desmedidas são cada ve' mais ousadas e crescentes. Gs pais devem estar sempre atentos ao comportamento de seus &ilhos e  ministrar-lhes a alavra de Deus, o Inico ant%doto para as drogas. Devem ser companheiros de seus &ilhos e a1udar-lhes a administrar os con&litos e angIstias, t%picos da adolescência e  1uventude, impedindo, assim, que se1am enganados pela ilusão das drogas.-  igre1a deve ter particular atenão aos seus mem ros que são oriundos de lares desa1ustados.Normalmente neoconversos que ainda não ganharam seus &amiliares para o $enhor, ou mesmo,pessoas que aceitaram a 0risto, mas que 1 se encontravam envolvidas com as drogas.  estes,a igre1a deve agir no lugar dos pais e &amiliares que estão a &altar, em assim a1udar o viciado a vencer o mal e a des&rutar de uma vida de plena comunhão com 0risto. Neste ponto, lamentamos o pouco empenho que as igre1as locais têm demonstrado 1unto a diversos irmãos que, tocados pelo $enhor, têm montado casas de recuperaão de drogados, institui#es cada ve' mais necessrias na nossa sociedade e que, se estiverem dirigidas e coordenadas por ovelhas do $enhor com este chamado, serão poderosos instrumentos de evangeli'aão.- No mundo de ho1e, de tanta maldade e pro&unda imersão no pecado, tem surgido crescente nImero de vo'es de&endendo a descriminali'aão das /drogas levesC, em especial a maconha, ou a criaão de /reas de permissão de uso de drogasC, atitudes que têm sido tomadas nos pa%ses da Europa Gcidental. Jais medidas têm sido propagandeadas como atitudes que diminuiriam o consumo de drogas, pois, com a legali'aão, cessariam os grandes lucros dos tra&icantes, em como permitiria a identi&icaão dos drogados e uma melhor pol%tica de prevenão e de tratamento destas pessoas. Entretanto, os pa%ses que têm adotado estas medidas não têm encontrado resultado algum nestas medidas. uito pelo contrrio, o consumo tem sido incentivado e o nImero de viciados tem aumentado. Q mais uma ttica sat*nica que tenta con&undir o que é certo e o que é errado, para, com isto, continuar a &a'er seu tra alho de matar, rou ar e destruir vidas humanas, levando-as para o in&erno. V. O CRISTÃO E OS JOGOS DE AZAR - G 1ogo é uma atividade que e!iste desde a ntigidade, como demonstram achados arqueológicos. $endo uma aposta ou uma usca no acaso de algum resultado ou conclusão, o  1ogo, não poucas ve'es, esteve relacionada naquela época a prticas religiosas de adivinhaão ou de usca de vontade dos deuses.- uitos são os conceitos de 1ogo, mas /... parece melhor a&irmar que um 1ogo é qualquer atividade onde o elemento do acaso ou sorte é o elemento primordial. Especialmente, se estiver envolvido algum dinheiro, então estar havendo 1ogo, sem importar se aquela atividade se1a ou não chamada, o&icialmente, de 1ogo...De acordo com a de&inião mais comum, entretanto, um  1ogo é um risco que envolve dinheiro, que se pode ganhar ou perder mediante uma aposta...C(S.N. 0?TN, Enciclopédia de L% lia, Jeologia e =iloso&ia, v.<, p.4@B-5).- ssim sendo, o 1ogo sempre envolve ganho em dinheiro mediante uma aposta, ou se1a, arrisca-se certa quantia na sorte, no acaso, para que se possa o ter mais do que se arriscou. Togo se perce e que o intento do 1ogo é amealhar dinheiro, o ter ganho sem que se tenha es&oro algum, apenas por &ora da sorte, do acaso. Não é este, entretanto, o padrão divino esta elecido para o homem. pós a queda, Deus determinou ao homem que, do suor do seu rosto haveria ele de o ter a sua so revivência( G.3:1! ). G 1ogo é, portanto, uma tentativa humana de escapar ao 1u%'o divino, mais uma ilusão tra'ida pelo adversrio para que o homem ache poder ser auto-su&iciente e se li ertar de uma ordenaão divina.- Não é por outro motivo, pois, que ao 1ogo sempre se associa o que é reprovvel e a 1eto na sociedade. s grandes cidades de cassinos e de toda sorte de 1ogos (Tas 2egas e tlantic 0itU, v.g., nos Estados Pnidos) são tam ém verdadeiros antros de prostituião e de comércio de su st*ncias entorpecentes. G 1ogo é um chamari' para toda atividade malé&ica e danosa K moral e aos ons costumes, pois ele próprio o é. No Lrasil, é o 1ogo do icho o grande &inanciador do narcotr&ico e do crime organi'ado, que ho1e est sem controle, &ormando um poder paralelo nas grandes metrópoles, em especial $ão aulo, Sio de 7aneiro e Lelo ?ori'onte.- G 1ogo somente e!iste por causa da gan*ncia do homem, por causa da avare'a, que a L% lia di' ser idolatria( C).3: ). 0omo ensina S.N. 0hamplin, /um &orte argumento cristão contra o 1ogo éque e!i e &alta de &é no suprimento dado pelo $enhor. No entanto, os a&iccionados do 1ogo retrucam que Deus é capa' de suprir algum dinheiro através do 1ogo. as, não devemos nos esquecer que o Novo Jestamento e!alta o tra alho rduo e a oa mordomia, o que elimina totalmente a prtica do 1ogo, em qualquer de suas &ormas. 2er   II T%.3:10-12 :  Ef.4:28 :  I Co.10:23 :  G). :13,14 : &'.22:37 : I T%. :22  e  Rm.12:! VC (S.N. 0?TN, op.cit., v.<, p.4@5).- Ruem 1oga est di'endo que não con&ia em Deus e nas $uas promessas de que dar sempre o necessrio aos $eus servos. Ruem 1oga, portanto, não pode orar como o $enhor nos ensinou,
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