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_A Política e a Língua Inglesa_ de George Orwell_ Um Ensaio Sobre a Importância Da Clareza e Objetividade Em Textos e Discursos - The Flooder _ Cultura Pop _ Cinema _ Televisão _ Esportes

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  25/08/2016 A Política e a Língua Inglesa de George Orwell: Um ensaio sobre a importância da clareza e objetividade em textos e discursos - The Flooder | ...http://www.theflooder.com/2016/02/a-politica-e-lingua-inglesa-de-george.html 1/21 SOBRE-   EXPEDIENTE-   ANUNCIE-   CONTATO-   ESCREVA CONOSCO-   THE CONCUSSION     Home aws cotidiano direito floods internet intro  news política  A Política e a Língua Inglesa de George Orwell: Um ensaio sobre a importância da clareza e objetividade em textos ediscursos André Simonsen 6 months ago aws, cotidiano, direito, floods, internet, intro, news, política Tradução Original de Desidério Murcho, esta é uma versãoadaptada do português de Portugal para o português brasileiroVersão Original         A Política e a Língua Inglesa de George Orwell: Um ensaio sobre a importânciada clareza e objetividade em textos e discursos    A linguagem polí tica foi concebida para fazer as mentiras parecerem verdades e o assassinato respeitável, e para dar uma aparência de solidez ao puro vento. - George Orwell ChristopherNolanfinalmenteexplicou o finalde A Origem Todo mundo que assistiu A Origem saiu do cinema e ficou debatendo  A Scotland Yardmantinha umdôssie secretode quemassistia Star Strek, Arquivo Xe outros seriados de ficçãocientífica O periódico The Telegraphdescobriu e publicou que a DRM do XboxOne impede queusuários joguemWitcher 3 O Xbox One foi massacrado antesde seu lançamento devido às 5 Motivos paraRetirar o DRM doseu E-Book eComo Fazer Isto Ao meu ver qualquer consumidortem o direito de remover o DRM MAIS LIDAS DA SEMANAVOCÊ VIU?XKCD: Idiocracia FLOODSCINEMAESPORTESTELEVISÃOCOTIDIANO   RANDOMCRÔNICASTEXTOS POR ESCRITOR        25/08/2016 A Política e a Língua Inglesa de George Orwell: Um ensaio sobre a importância da clareza e objetividade em textos e discursos - The Flooder | ...http://www.theflooder.com/2016/02/a-politica-e-lingua-inglesa-de-george.html 2/21 As pessoas que dão alguma importância à questão admitiriam, nasua maior parte, que a língua inglesa vai mal, mas presume-segeralmente que não há nada que possa ser feito em termos deação consciente. A nossa civilização está decadente, e a nossalíngua — segundo este argumento — tem inevitavelmente departilhar o colapso geral. Segue-se daí que qualquer luta contra osabusos de linguagem é um arcaísmo sentimental, como preferirvelas à luz elétrica ou cabriolés a aviões. Subjacente a isto está acrença semiconsciente de que a língua é uma coisa natural e nãoum instrumento ao qual damos forma em função dos nossospropósitos.Ora, é claro que o declínio de uma língua tem de ter, em últimaanálise, causas políticas e econômicas; não se deve apenas à máinfluência deste ou daquele autor. Mas um efeito pode tornar-seuma causa, reforçando a causa srcinal e produzindo o mesmoefeito de forma intensificada, e assim por diante sem fim. Umhomem pode entregar-se à bebida porque sente que é umfracassado, e depois ser um fracassado mais completo porquebebe. É precisamente a mesma coisa que está acontecendo com alíngua inglesa. Torna-se feia e imprecisa porque os nossospensamentos são tolos, mas o desleixo da nossa língua permiteque tenhamos pensamentos tolos mais facilmente.O que importa é que possível inverter o processo. O inglêsmoderno, especialmente o escrito, está cheio de maus hábitos quese espalham por imitação e que podem ser evitados se quisermosnos dar a esse incômodo. Se nos livrarmos destes hábitos,podemos pensar mais claramente, e pensar mais claramente é oprimeiro passo necessário em direção à regeneração política; demodo que lutar contra o mau inglês não é frívolo e não interessaexclusivamente a escritores profissionais. Voltarei a este aspecto, eespero que nessa altura o significado do que aqui afirmei tenha setornado mais claro.Entretanto, apresento-lhes cinco exemplos da língua inglesa talcomo hoje é habitualmente escrita.As cinco passagens não foram escolhidas por serem especialmenteruins — poderia citar casos muito piores se quisesse — mas  Aug 24,2016   AndréSimonsen  Aug 16,2016   AndréSimonsen  Aug 15,2016   AndréSimonsen  Aug 09,2016   AndréSimonsen   Jul 28,2016   AndréSimonsen SMBC: CultosPôneis por Kij JohnsonO Melhor Sistemaque ExisteSMBC: Vergonha Seja o primeiro de seus amigos a The Flooder  198 curtidas   Curtir Página FLOODSCINEMAESPORTESTELEVISÃOCOTIDIANO   RANDOMCRÔNICASTEXTOS POR ESCRITOR      25/08/2016 A Política e a Língua Inglesa de George Orwell: Um ensaio sobre a importância da clareza e objetividade em textos e discursos - The Flooder | ...http://www.theflooder.com/2016/02/a-politica-e-lingua-inglesa-de-george.html 3/21 porque ilustram vários vícios mentais que temos hoje. Sãoamostras ligeiramente abaixo da média, mas razoavelmenterepresentativas. Vou numerá-las para depois poder me referi a elasquando for necessário:1) Não estou, de fato, certo se não se pode dizer que o Milton que já foi visto como não estando muito longe de um Shelley do séc.XVII não se tornou, em função de uma experiência mais amarga acada ano que passa, mais alheio [sic] ao fundador dessa facção jesuíta que nada o poderia fazer tolerar. (Professor Harold Laski,ensaio em Freedom of Expression  .)2) Acima de tudo, não podemos jogar às sete pedrinhas com umabateria de expressões que prescrevem colocações egrégias devocábulos como o básico carregar uma cruz em vez de aguentar ouficar perdido em vez de confundido . (Professor Lancelot Hogben, Interglossa  .)3) Por um lado, temos a personalidade livre: por definição, não éneurótica, pois não tem conflito nem sonho. Os seus desejos, quenão são grande coisa, são transparentes, pois são apenas o que aaprovação institucional mantém na primeira linha da consciência;outro padrão institucional alteraria o seu número e intensidade;pouco há neles que seja natural, irredutível ou culturalmenteperigoso. Mas, por outro lado, o próprio vínculo social nada ésenão o reflexo destas integridades auto-asseguradas. Recorde-sea definição de amor. Não é isto a imagem exata de um pequenoacadêmico? Onde há lugar, nesta casa de espelhos, para apersonalidade ou a para fraternidade? (Ensaio sobre psicologiaem Politics  , Nova Iorque.)4) Os 'mais distintos' dos clubes de cavalheiros, e os frenéticoscapitães fascistas, unidos no ódio comum ao Socialismo e nohorror bestial da crescente maré do movimento revolucionário demassas, voltaram-se para atos de provocação, afirmaçõesincendiárias baixas, lendas medievais de poços envenenados, paralegalizar a sua própria destruição das organizações proletárias, eincitar a agitada pequena burguesia ao fervor chauvinista emnome da luta contra o modo revolucionário de resolver a crise. Embed View on Twitter  Tweets by @flooderthe17h  Agora no site: XKCD: Idiocracia goo.gl/fb/Vs1VLa  Agora no site: SMBC: Cultos goo.gl/fb/otQdag The Flooder   ... XKCD: Idiocracia Original Nota do...theflooder.com The Flooder   ... SMBC: Cultos Original Nota do...theflooder.com  25/08/2016 A Política e a Língua Inglesa de George Orwell: Um ensaio sobre a importância da clareza e objetividade em textos e discursos - The Flooder | ...http://www.theflooder.com/2016/02/a-politica-e-lingua-inglesa-de-george.html 4/21 (Panfleto comunista)5) Para que um espírito novo seja infundido neste velho país, háuma reforma espinhosa e contenciosa que tem de se enfrentar, asaber, a humanização e galvanização da BBC. A timidez será aquisinal de gangrena e atrofia da alma. O coração da Grã-Bretanhapode ser sólido e bater com força, por exemplo, mas o rugido doleão britânico é hoje como o de Bottom no Sonho de uma Noite deVerão, de Shakespeare — tão gentil quanto o de qualquer pombade mama. Uma Grã-Bretanha viril não pode continuarindefinidamente a ser caluniada aos olhos, ou melhor, ouvidos, domundo pelos caducos langores de Langham Place, mascarando-sedesavergonhadamente de 'inglês canônico'. Quando a Voz da Grã-Bretanha é ouvida às nove horas, é muito melhor e infinitamentemenos grotesco ouvir agás honestamente pronunciados do que osatuais pedantes, empolados e inibidos zurros afetados de mestre-escola de inocentes e tímidas donzelas choramingas! (Carta no Tribune  )Cada uma destas passagens tem falhas próprias mas, à parte afeiura desnecessária, há duas qualidades comuns a todas. Aprimeira é o fedor das imagens; a outra é a falta de precisão. Oautor ou quer dizer algo e não consegue exprimi-lo, ou dizinadvertidamente outra coisa, ou é quase indiferente à questão desaber se as suas palavras querem ou não dizer alguma coisa.Esta mistura de vagueza e pura incompetência é a característicamais marcante da prosa inglesa moderna, e em especial dequalquer tipo de escrito político. Mal se levantam certos tópicos, oconcreto dissolve-se no abstrato e ninguém parece capaz depensar em expressões que não sejam estereotípicas; a prosaconsiste cada vez menos em palavras escolhidas em função do seusignificado, e cada vez mais em expressões pregadas umas àsoutras como seções de um galinheiro pré-fabricado.Apresento a seguir uma lista, com notas e exemplos, de váriostruques por meio dos quais se evita habitualmente o trabalho deconstrução de prosa:
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