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Barulho produzido por bar na QI 33 incomoda moradores

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Polêmica 1 a 15 de agosto de Barulho produzido por bar na QI 33 incomoda moradores Funcionários afirmam que comércio tem autorização para apresentações musicais ao vivo, mas à reportagem Administração
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Polêmica 1 a 15 de agosto de Barulho produzido por bar na QI 33 incomoda moradores Funcionários afirmam que comércio tem autorização para apresentações musicais ao vivo, mas à reportagem Administração Regional do Guará negou que tenha concedido qualquer documento para atividades sonoras Por Álvaro Pereira Moradores do conjunto A da QE 21, que fica em frente ao Bar e Restaurante Arena 33, localizado no Centro Comercial Pedro Teixeira na QI 33, Bloco A, loja 4, reclamam do barulho proveniente, segundo eles, desse estabelecimento comercial. A vizinhança reclama que a casa utiliza música ao vivo em volume altíssimo, principalmente às quintas-feiras, quando grupos do gênero sertanejo se apresentam no local, das 21h às 23h, e sábados é a vez de conjuntos de pagode, quando o som vai das 16h às 21h. Nos demais dias da semana, de acordo com a comunidade, o som alto corre por conta de partidas de futebol exibidas pela TV, ocasião em que o bar também lota devido à atração dos jogos, o que, segundo relatos, perturba o silêncio. A reportagem do Jornal GuaráHOJE/Cidades ouviu alguns moradores do conjunto A da QE 21. Um deles, que preferiu o anonimato, e que lidera um abaixo assinado, e que tão logo recolha as assinaturas, disse que irá entregar o documento à Administração Regional do Guará para as devidas providências. A líder do movimento informou que tomou essa iniciativa orientada pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). Outro morador do mesmo conjunto, ouvido pela reportagem, que também preferiu não se identificar e que assinou o abaixo assinado, apenas dizendo se tratar de um aposentado, fez coro às reclamações. De uns três meses e meio pra cá o conjunto, que era um sossego, virou um inferno. Sábado, à tarde, e, à noite, não se pode assistir à TV, queixa-se. Fotos: Amarildo Castro Bar fica no Edifício Pedro Teixeira: síndico relatou que ainda não havia recebido reclamações, mas orienta moradores que o faça por escrito para tomar providências Maioria dos moradores que reclama do barulho mora no Conjunto A da QE 21 Outra moradora do conjunto, que também não revelou o nome, diz que está pensando em até mudar-se da quadra, por conta do barulho. Inquirida se havia assinado o abaixo assinado, respondeu negativamente, mas que vai assinar assim que a lista for apresentada a ela. A reportagem procurou o dono do Arena 33 por duas vezes, uma na quinta-feira (20), logo após os moradores terem sido ouvidos, mas ele não estava no momento. Um funcionário do bar se limitou, na ocasião, dizer que o proprietário se chamava Tiago e que não tinha o telefone celular dele. Na segunda vez, uma quarta-feira (dia 26) o mesmo funcionário disse que o patrão não estava e que não sabia o número do telefone, acrescentando que o bar tinha autorização para utilizar música ao vivo. A equipe chegou a deixar um exemplar do jornal onde estão os contatos da redação. Mas ninguém do bar procurou a reportagem. Antes, no sábado (22), a reportagem foi conferir a altura do som e constatou estar realmente muito alto. No entanto, não sabemos precisar se estaria acima dos 50 decibéis permitido pela legislação em área mista, com predominância residencial para o horário noturno e 55 (horário diurno) conforme estabelece Lei Distrital Nº 4.092, de 30 de janeiro de 2008, regulamentada através do Decreto Nº , de 22 de agosto de 2012, que pune, inclusive, os infratores. Síndico e subsíndico desconhecem problema A reportagem procurou o síndico do Centro Comercial Pedro Teixeira. Charles de Melo disse não ter conhecimento do problema, que nunca havia recebido nenhuma queixa de condôminos ou de qualquer pessoa. Mesmo porque não passo à noite no prédio nem moro aqui, justifica-se ele. Também desconhece se a casa tem alvará para funcionar com música ao vivo. Sugeriu, contudo, que se entregasse a ele um documento reclamando por escrito, a fim de que pudesse contatar o dono do bar. A subsíndica, que é funcionária do escritório de imobiliária onde trabalha Charles, disse também desconhecer qualquer reclamação sobre barulho no prédio proveniente do bar. Até o fechamento desta matéria, o dono do Arena 33 não havia se manifestado a respeito. Já a Administração do Guará informou que não constam nos arquivos do órgão pedidos de autorização para exploração de som ambiente nos referidos horários. Diante disso, a administração vai acionar a Agência de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis) para que seja realizada uma fiscalização no local para averiguar a situação. Além disso, em virtude das denúncias sobre poluição sonora na região, o Instituto Brasília Ambiental (Ibram) analisa a possibilidade de ações na região. EXPEDIENTE - Diretor Executivo/jornalista responsável: Amarildo Castro/Registro profissional 9765-DF. Revisão: Álvaro Pereira (colaboração) Jornalismo: Amarildo Castro (colaboração/zuleika Lopes) e Álvaro Pereira (colaboração) Atendimento: Lília Vieira - Artigos assinados e colunas: são de responsabilidades de seus autores e não refletem necessariamente a opinião do jornal ou Endereço: AE 04, Ed. 03 irmãos, sala Guará II Telefone: Tiragem: exemplares impressos e PDFs enviados para pessoas via redes sociais (online). Este veículo é um produto da A&M Comunicação e Editora LTDA. Coluna da Zu Por Zuleika Lopes (Colaboração: Amarildo Castro) Políticas públicas Palavras pomposas que nem sempre são alcançadas pela população. Vou citar algumas para termos uma ideia mais concreta do assunto: Inscrições abertas para 200 vagas em curso de Braile, é uma política pública que visa atender o deficiente auditivo. Inscrições para a comunidade nos Centros de línguas Interescolares, é uma política pública para que as pessoas se capacitem para o mercado de trabalho, a cada dia mais exigente. Ou seja, basta ficarmos de olhos e mentes abertas para o que está por vir bem à nossa frente que conseguimos enxerga-las. Tom Guimarães está de volta Um dos pretendentes a deputado distrital mais conhecido do Guará, o funcionário da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) e desportista, Tom Guimarães, está de volta ao cenário político local. Brevemente, ele deve ser anunciado como presidente do PPL (Partido Pátria Livre) na cidade. Na semana passada, um evento foi realizado entre lideranças e simpatizantes da agremiação. O ato contou com a presença de Marco Antonio Campanella. A intenção de Tom é organizar a legenda no Guará, para chegar com força em Seu nome inclusive já consta como pré-candidato ao cargo. Embora não tenha sido eleito em três eleições que disputou, acredita que com melhor estrutura partidária terá condições de vencer o próximo pleito. Casamento comunitário Estão abertas as inscrições para o 16º Casamento Comunitário que tem por objetivo fortalecer vínculos e laços afetivos familiares. O evento é promovido pela Secretaria de Justiça e Cidadania e as inscrições podem ser feitas nas unidades do Na Hora, até dia 3 de setembro. O edital, com a documentação necessária, está publicado no site da secretaria: Casamento x eleições A modalidade Casamento Comunitário, com parceria da iniciativa privada e cartórios, foi prioridade pelo então secretário de Justiça e Cidadania e, hoje précandidato a governador do Distrito Federal, Alírio Neto (foto). E as alianças políticas com destino ao Palácio do Buriti continuam a acontecer nos bastidores. Se dará casamento com direito a final feliz, só o tempo dirá. A saga do anteprojeto da Luos Pelo jeito, o filme nacional de grande sucesso de bilheteria, Minha Mãe é uma Peça irá para a terceira versão e o ante projeto de Lei de Uso e Ocupação do Solo, que poderá resolver inúmeras irregularidades no Distrito Federal, não chega à Câmara Legislativa para votação no tempo esperado. Mães leoninas Mulheres que já participaram e ainda estão em prol das atividades públicas e comunitárias do Guará fazem aniversário este mês. A gourmet Aglae Gontijo; a assistente social Alamarque Bernades; a assistente da Regional de Ensino Sandra Eliana de Souza Resende (foto); a vice e a presidente do Incod-DF, Deuza Martins e Neusa de Paula, e esta colunista, que foi dia 10. José Neife sem muita pressa 1 a 15 de agosto de Na Família Três Irmãos o caldo entornou para Daniel, enquanto Ivonilde apagou as velas Dois eventos distintos marcaram o dia a dia em um dos edifícios mais conhecidos no Guará, o Três Irmãos. Lá, o agente de portaria Daniel Pedreira fez uma aposta arriscada com a síndica Carla Brant. Torcedor roxo do Palmeiras, viu sua equipe perder há poucos dias para o Atlético do Paraná e de quebra teve que vestir a camisa do rubro negro e ainda postar fotos nas redes sociais. Como se não bastasse, teve que exibir o tal manto em sua cadeira durante toda a semana porque perdeu uma aposta para Carla brant. Mas enquanto Daniel derramava suas lágrimas de raiva e desapontamento, a agente de limpeza Ivonilde Moreira, que nada tinha a ver com a situação, comemoucom os amigos mais um aniversário. Ah, sugerimos para o Daniel mais cuidado com suas futuras apostas, porque seu time, o Verdão paulista foi eliminado também da Libertadores. A coisa não está boa para ele! Depois de muito lutar pela segurança no Guará e no DF, o pioneiro José Neife (foto), disse à nossa reportagem que precisava de um pouco mais de tempo para cuidar da saúde e de uns afazeres particulares. Atualmente aposentado, continua dando sua colaboração com a cidade, mas sem aquela loucura de compromissos diários. Ele foi clicado no Supermercado Veneza, no Guará II na semana passada por Amarildo Castro enquato fazia compras. Gestão do lixo Nova regra vai aumentar custos de empresas e entidades no DF SLU anuncia que qualquer lojista ou morador que ultrapassa produção de lixo acima de 120 litros/dia terá que pagar pelo recolhimento. Na prática, trabalhadores do comércio estão preocupados com os novos custos Por Álvaro Pereira Empresas que produzam mais de 120 litros de lixo e resíduos sólidos por dia devem ser responsabilizadas pela separação do material, acondicionamento e destinação ambientalmente adequada. Esta determinação que não se aplica a residências é o que consta na Lei Distrital n 5.610, de 16 de fevereiro de 2016 (regulamentada pelo Decreto nº , de 24 de agosto de 2016) e faz parte da Política de Gestão de Resíduos Sólidos do Governo de Brasília. O prazo para que grandes geradores se adequem à nova legislação continua em vigor. A data mais emergente é voltada aos que produzem acima de 2 mil litros de lixo por dia. O limite para os que geram entre de 1 mil e 2 mil litros começa em 31 de outubro, e, em 31 de dezembro, caso a geração seja entre 120 e 1 mil litros diários. Quem produz lixo abaixo de 120 litros diários está isento perante a lei. Mudança de responsabilidade Desde 1º de agosto, a coleta, o transporte e a destinação final do lixo produzido por esses grandes geradores devem ser feitos por meio de equipe própria ou contratação de empresa cadastrada no Serviço de Limpeza Urbana (SLU). Com a nova lei, conforme já previam legislações federais, a exemplo da Política Nacional de Resíduos Sólidos, a Lei nº 5.610, assim, desobriga o Estado do gerenciamento ambientalmente adequado dos materiais e do custo decorrente disso. O SLU, em seu site, alega que essa é uma medida que já existe em várias capitais brasileiras. A lei nacional define que essa não é responsabilidade do setor público. Hoje o SLU utiliza recursos públicos para atender o segmento privado, o que não é responsabilidade da autarquia, pela lei, explica a diretora-presidente do órgão, Kátia Campos. O assunto vem sendo sistematicamente abordado. Em reunião recente, no Palácio do Buriti, com os administradores das 31 Regiões Administrativas do DF, o SLU e a Agefis, a quem competirá a fiscalização, falaram sobre o funcionamento operacional para o cumprimento da lei dos grandes geradores. A diretora de Limpeza Urbana, Márcia Nayane, na ocasião, detalhou como será a ação do SLU com a Agefis. O SLU vai fiscalizar se as empresas prestadoras de serviço estão cumprindo o seu papel e cabe a Agefis fiscalizar o estabelecimento. Caso não esteja cumprindo o que determina a lei, será notificado e até multado, afirmou. Representando a presidência da Agefis, Ednilson Cordeiro, explicou que 173 grandes geradores acima de dois mil litros já foram identificados e que terão que se adequar à lei a partir de agosto. O estabelecimento que não se adequar à lei poderá receber multa que varia entre R$ 500 a R$ 20 mil, dependendo da classificação da infração, disse Cordeiro. Trabalho compartilhado O tema grandes geradores foi tratado na 21ª Reunião do Conselho de Limpeza Urbana (Conlurb), realizada no mesmo dia que passou a vigorar a nova lei para quem produz lixo acima de 2 mil litros diários. Durante o encontro, o diretor-adjunto do SLU, Silvano Silvério, apresentou aos conselheiros o cronograma de implementação da Lei nº 5.610/2016. O SLU está fazendo um trabalho compartilhado com a Agefis. No dia 31 de julho, foi o limite para os grandes geradores que geram acima de 2 mil litros de resíduos por dia tomarem as providências para adequação à lei. No dia 1º deste mês, foi realizado um trabalho de notificação em estabelecimentos que ainda não se cadastraram para o cumprimento dessa legislação, afirmou Silvano. A superintendente de Fiscalização de Atividades Ambientais e Urbanas da Agefis, Adriana Moreira, explicou a atuação dos fiscais. Nesta terça-feira (1º de agosto), foram Fotos: Amarildo Castro Empresário da QE 34 mostra o que seria um volume de 120 litros: Acho que o governo deveria reavaliar a quantidade,.vai ficar difícil para nós vistoriados 167 estabelecimentos. Notificamos e damos um prazo de cinco dias para regularização. Até o dia 31 deste mês, mais 3 mil serão visitados, disse. Adriana ainda enfatizou o papel do grande gerador na gestão dos resíduos. Ele é responsável pelo gerenciamento de toda a cadeia (coleta, transporte, tratamento e destinação final), afirmou. Nos dias 7 e 8 de agosto em Taguatinga e no Plano Piloto, respectivamente, o Governo de Brasília realizou as duas últimas audiências públicas sobre os Planos Distritais de Saneamento Básico (PDSB) e Plano Distrital de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PDGIRS), que vão orientar as políticas públicas do setor para os próximos 20 anos. Os documentos estão disponíveis para consulta pública pela internet e é a última oportunidade para que a sociedade civil organizada e interessados discutam e apresentem sugestões à comissão técnica que formula os dois planos. Para conhecer as propostas em discussão para o PDSB e PDGIRS e apresentar sugestões aos documentos Prognósticos, condicionantes, diretrizes, objetivos e metas e Programas, projetos, ações e definição das ações para emergências e contingências, acesse o site Adequação à lei A mudança prevista na Lei nº já é realidade no Serviço Social do Comércio (Sesc). Na unidade de Taguatinga Norte, na CNB 12, por exemplo, por onde mais de 4 mil pessoas passam diariamente, e outras 3 mil na unidade escolar mantida em área ao lado, uma associação de catadores foi contratada para gerir os resíduos após o descarte. Os contêineres estão pintados de acordo com o tipo de resíduo, e a coleta é feita três vezes por semana. Os sacos plásticos também têm as cores diferenciadas, e etiquetas trazem as informações sobre a origem e o tipo do material que está dentro deles. Lixeiras próprias Além disso, as lixeiras espalhadas pela unidade foram dispostas em grupos de três, uma para cada tipo de descarte, e nos setores administrativos a quantidade delas foi reduzida. Houve ainda diminuição do uso de copos descartáveis, os papéis-toalhas foram substituídos por secadores de mãos, e ações de conscientização ocorrem com frequência. No restaurante do Sesc, placas sobre as mesas informam da separação de resíduos. Em fevereiro deste ano, as intervenções para adequação à lei foram colocadas em prática, e outras ações, intensificadas nas 11 unidades do Sesc-DF. Na de Taguatinga Norte, a quantidade de resíduos produzidos passou de cerca de 24 toneladas por mês, para as atuais 19 toneladas mensais, aproximadamente. O papel da sustentabilidade tem de estar presente na sociedade de forma geral. A conscientização da diminuição do resíduo também é importante, porque daqui a pouco não vai ter mais nem aterro para nos atender, avaliou a coordenadora da Unidade de Gestão e Ações de Sustentabilidade do Sesc-DF, Patrícia Souza, ao explicar que essa preocupação é um tema trabalhado desde 2012. 1 a 15 de agosto de /7 Cristiano Jales classifica como uma injustiça o que estão fazendo com a classe empresarial O cadastro para prestadores dos serviços de coleta e transporte permanece, podendo ser feito a qualquer momento. São empresas listadas no site do SLU que devem ser contratadas pelos grandes geradores caso não façam a gestão dos resíduos por conta própria 19 empresas coletoras já estavam aptas até julho. É só acessar o site do SLU para ver quais as empresas cadastradas. Os grandes geradores são aqueles que produzem diariamente, em média, mais de 120 litros de lixo não reciclável. Podem ser assim classificados estabelecimentos de uso não residencial, como terminais rodoviários, centros comerciais (shoppings), supermercados, padarias e bares. Preocupação Lixo na Feira do Guará: nova regra pode interferir nos custos dos lojistas que ocupam bancas no local Se por um lado o tema é agradável aos olhos de ambientalistas, por outro, a lei, é motivo de apreensão entre empresários, principalmente os pequenos comerciantes, donos de lanchonetes, bares e restaurantes, já pressionados por excesso de tributações, taxas e encargos sociais. É o caso de Rojair Lussi, dono do Kasarão Grill, na QE 34. Arcando com esse novo custo, terei que demitir funcionários ou repassar os custos para os consumidores senão não vou ter como absorvê-lo, queixa-se acrescentando: É mais um ônus para quem produz e gera empregos. Além disso, diz que o lixo que gera diariamente se resume a um saco de lixo, suficiente para ultrapassar o limite de 120 litros estabelecido pela nova legislação. É muito pouco diante do custo que terei de pagar, em meio a altas taxas e impostos que já pago. Outro que está revoltado com a nova taxação é Eitor Moras, dono de uma lanchonete na Feira do Guará. Como se não bastasse toda essa crise, com falta de dinheiro e desemprego, o governo vem com mais esse arrocho. Não há dinheiro na praça; as pessoas já não saem, preferindo ficar em casa, para não gastar; só compram o necessário. Que o governo continue arcar com essa tarefa, que é do SLU. Já pago demais impostos. Desse jeito vou ter que demitir os 18 funcionários que tenho, diz indignado Moras. O presidente da Associação do Comércio Varejista Feirantes do Guará (Ascofeg), Cristiano Jales, classifica como uma injustiça o que estão fazendo com a classe empresarial. Estão jogando nas costas dos empresários uma obrigação que é do Estado. Se não tem condições de arcar com esses serviços, que se dê desconto em taxas de uso de área pública e Eitor Moras diz que a classe empresarial já está sufocada com impostos e há desemprego não onerar ainda mais o pobre do empresário, desabafa. Jales diz que está esperando por parte da administração do Guará um esclarecimento de como será feito todo esse processo de manuseio do lixo. SLU esclarece Quando perguntado pelo GuaráHOJE/Cidades de que os empresários, sobretudo os micros e pequenos, estão preocupados com os altos custos que irão arcar advindos dessa nova exigência por lei, o SLU informou, por meio de , que eles (empresários) precisam se adequar à Lei /10 da Política Nacional de Resíduos Sólidos que diz sobre a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos. Com essa gestão compartilhada, poderão se reeducar às alternativas de consumo, optando por produtos retornáveis e recicláveis com a finalidade de diminuir os impactos ambientais e ainda estimulando os fabricantes e fornecedores a participarem desse processo., acrescentou. Sobre a importância da aplicação dessa med
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