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Boletim 3 ºP Abril Maio Junho 2015

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NESTA EDIÇÃO: Escola E.B. 2,3 Dr. João de Barros—B.E. Escola E.B. 2,3 Dr. João de Barros—B.E. Escola E.B. 2,3 Dr. João de Barros—B.E. Escola E.B. 2,3 Dr.…
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NESTA EDIÇÃO: Escola E.B. 2,3 Dr. João de Barros—B.E. Escola E.B. 2,3 Dr. João de Barros—B.E. Escola E.B. 2,3 Dr. João de Barros—B.E. Escola E.B. 2,3 Dr. João de Barros—B.E. Escola E.B. 2,3 Dr. João de Barros—B.E. Escola E.B. 2,3 Dr. João de Barros—B.E. Escola E.B. 2,3 Dr. João de Barros—B.E. Escola E.B. 2,3 Dr. João de Barros—B.E. Escola E.B. 2,3 Dr. João de Barros—B.E. Escola E.B. 2,3 Dr. João de Barros—B.E. Escola E.B. 2,3 Dr. João de Barros - B.E. 23 abril dia mundial do livro e dos direitos de autor 2 Revolução de 25 de abril de 1974 2 Ser criança é uma alegria 3 Concursos e prémios 4 Penas de palmo e meio 5-7 O Verão na Poesia 7 B.E. como palco– Exposição fotos V.E.N.T.O. 8 Feira Tradicional 8-9 Vir à Página CHEGAR Bem ... SIM, PASSOU MAIS UM ANO LETIVO E ATERRÁMOS EM SEGURANÇA O tempo inicial na escola e na biblioteca escolar fez-se de novidades, encontros, reencontros, abraços renovados ... tudo a recomeçar! Depois celebrou-se S.Martinho; assinalou-se a glória dos Direitos Humanos. Vivido o Natal, um ano passou a ser outro, à mistura com frio e chuva. Em janeiro houve a paz branca de Gandhi e dos Tsurus. Mais tarde, já quase primavera, o dia de S.Valentim; em abril, todas as flores num cravo vermelho; os autores dos livros (e não só) e os seus direitos. Pelo meio, dia de pais e de mães (de barriga ou de coração), que tiveram dos filhos presentes Kadija. Exames, concursos (e foram muitos … e tantos os prémios, quer no âmbito curricular e académico, quer de cariz mais alargado). Feiras? A tradicional, no final de maio, e a de livros, no início de junho, que abriu os festejos do Dia da Criança. Foi imenso o que partilhámos! Agora é tempo de irmos em direção a outro elemento, esse em que os nossos navegadores, pioneiros, um dia se aventuraram, deixando caminhos abertos ao mundo, marés com adamastores só de amor, não de mágoa ou fúria. Vamos em direção ao elemento líquido, agora com mais conhecimento e segurança. «Aproveita a maré … agarra o teu leme» é o lema! // abr/ mai / jun 2015 Ano V n.º 3 abr/ mai / jun 2015 Ano V n.º 3 Homem do Leme (escultor Américo Gomes, 1934) Alguém disse que “As férias deveriam pagar multa por excesso de velocidade” - é por isso que devem ser bem aproveitadas. LER é uma boa sugestão!!// VIR À PÁGINA Página 2 23 abril - dia mundial do livro e dos direitos de autor Nessa celebração de quinta-feira contámos com a participação do escritor António Durão, numa ação de promoção da leitura. A alunos do 3.º ciclo o escritor falou acerca do seu recente romance, “Sangue frio”, bem como deixou um cheirinho no ar do que serão os seus próximos livros. Refira-se que esta data, que é sempre pretexto para a realização de eventos em promoção do livro e da leitura, foi instituída pela UNESCO por assinalar o dia da morte de vários escritores célebres, entre os quais Cervantes e Shakespeare. Na mesma data celebra -se também o dia de S. Jorge, que em alguns países está associado a uma tradição: os cavaleiros ofereciam às suas damas uma rosa vermelha daquele santo e, em troca, recebiam um livro. Os alunos não esconderam a forte impressão que António Durão lhes deixou: «Professora, ele tem cá uma história de vida! Falou de tantas coisas giras e interessantes!» Agradecemos de novo, António, a sua disponibilidade de autor. // Revolução de 25 de abril de 1974 25 de abril de 1974 foi um dia importante para a História de Portugal, pois nesse dia houve uma revolução em Lisboa. E depois?? No dia seguinte, a 26 de abril, são libertados os presos políticos das Prisões de Caxias e de Peniche. Os líderes políticos da oposição no exílio voltam ao país nos dias que se seguem. Uma semana depois, o 1.º de Maio, Dia Internacional do Trabalhador, é celebrado em plena liberdade nas ruas, pela primeira vez em muitos anos. Em Lisboa junta-se cerca de um milhão de pessoas. Cravos O cravo vermelho tornou-se o símbolo da Revolução de abril de 1974. Segundo se conta, foi Celeste Caeiro, que trabalhava num restaurante na Rua Braamcamp, Lisboa, que iniciou a distribuição dos cravos vermelhos pelos populares, que, por sua vez, os ofereceram aos soldados. Estes colocaram-nos nos canos das espingardas. Por isso se chama ao 25 de abril de 74 a "Revolução dos Cravos". Televisão A par do cinema, também a televisão tirou partido das novas liberdades, noticiando sem censura, registando em filme, em entrevistas e documentários, momentos históricos, fazendo de um país em ebulição retratos vivos. A Revolução dos Cravos foi amplamente coberta, além da RTP, por várias televisões estrangeiras, logo após ter sido notícia de interesse internacional. As primeiras imagens do 25 de abril foram divulgadas na televisão alemã. As televisões que mais cobertura deram aos acontecimentos foram as cadeias alemãs (ARD e ZDF) e, no final do PREC (Processo Revolucionário em Curso), com o Verão Quente, a norte-americana CBS (com a qual o jornalista Ricardo Costa também colaborou). A televisão alemã, em particular a ARD, canal oficial, foi a que mais filmou, tendo reunido documentação muito completa dos principais eventos políticos e históricos da época. O correspondente estrangeiro então mais ativo nessa época, quer em Lisboa quer em Madrid (onde foi instalado um estúdio), foi o alemão Horst Hano (que algum tempo depois daria larga cobertura à agonia do regime franquista, em Espanha). [informação retirada de http://www.postaisde.pt e de http://pt.wikipedia.org (texto adaptado pelo aluno Eduardo Dias, 5.º9)] // ANO V N.º 3 Página 3 Ser criança é uma alegria Andar na nossa escola é isso em dobro Ter uma Biblioteca assim é … o máximo!! Preparámos um dia de maravilhas: I Feira de Troca de Livros, Teatro de Fantoches, Atelier de Surf, Workshop de Culinária, Atelier de Artes Manuais … Logo pela manhã … - Para a mesa, meninos! Sirvam-se! Sobre a mesa o alimento: livros (e flores). Havia sido lançada uma proposta: retirar das estantes livros “lidos e relidos” e dar-lhes o privilégio de uma nova vida, enriquecendo outras almas. E foi tão fácil participar!!! Cada um trouxe, pelo menos, um livro, e levou ao colo outro para casa. Troca direta sem qualquer custo associado. Perfeito! - Meninos, vamos ao teatro! Para a representação de “Quem conta um conto …”, da autoria de Maria Isabel de Mendonça Soares, fantoches! Pela professora Maria João Vaz, com os seus alunos do 6.º9. Coloridos, divertidos, em movimentos graciosos, receberam as merecidas palmas. - Malta, para a água! À prancha! Agueiros? Correntes? Onda progressiva? Surf School - com o Iúri Tomás e o Igor Tomás, professores de surf, jovens morenos de ar saudável e descontraído (que o surf dá …), com o conhecimento de quem sabe, de quem é especialista, através de sorrisos, com ilustração de filmes/vídeos, os nossos alunos aprenderam procedimentos relacionados com esse desporto aquático, receberam conselhos preciosos sobre boas práticas a ter no mar… e ainda puderam participar num sorteio de aulas de surf! A onda das greguerías ainda por cá andava… Para quem não sabe: o agueiro é o elevador do surfista (disse o Igor). - Meninos, à cozinha! Estamos, de repente, no meio de chefe e futuras chefes da Escola Profissional. Mãos na massa, olhar atento, narinas apuradas, paladar aprimorado … Rissóis, bolinhos de coco, patê de atum, tudo a sair na hora! Quem resiste ao aroma? - Para a rua, deleitar os olhos! Cor! Tererés! Lápis enfeitados! Mais cor! Eram os alunos do Intep a tirar pedaços de arte dos dedos delicados e divertidos. …………………………………….. A todos os que colaboraram, ao Igor e ao Iúri, que já por cá passaram, aprendendo, e voltaram agora, ensinando e formando, à professora Maria João e pupilos, aos alunos “profissionais” e seus professores/formadores, a todos os que fizeram connosco a história deste dia especial de animação e promoção da leitura, deste dia em que CRIANÇA rimou com COISA BOA aqui deixa a B.E. um forte abraço de agradecimento!! // VIR À PÁGINAPágina 4 Transversalidade e intertextualidade fazem parte da riqueza de uma biblioteca escolar A 28 de abril realizou-se a fase distrital do Concurso Nacional de Leitura do PNL, em Montemor-o-Velho, onde estiveram, em representação da nossa escola, os alunos Gonçalo Silva e Rafael Rodrigues, do 8.ºB, e José Maria Couto, do 8.ºE. Após a realização de um questionário que verificava a leitura da obra O rapaz de pijama às riscas, o Rafael ficou apurado para os cinco finalistas, o que exigiu a leitura expressiva de um excerto da obra mencionada e a produção de uma argumentação oral, mediante tema facultado no momento. Dada a qualidade do desempenho, o Rafael obteve o segundo lugar do distrito, tendo ficado na posição de suplente para a fase nacional, no Porto (auditório da Biblioteca Almeida Garrett), a 1 de julho de 2015. Parabéns a todos! // De outros concursos em que os nossos alunos participaram (Línguas à Solta, Concelhio de Leitura, Olimpíadas do Português), da cerimónia de entrega de prémios, as fotos marcam momentos simples e singelos, que ficam para sempre na vida de cada um! Comentário Crítico sobre o Conto de Eça de Queirós "A Aia" , pela aluna Lara Soares (9.º B) É um conto de certa maneira curto, com uma linguagem rica e uma estrutura bem definida (com um principio, um meio e um fim). Esta história também nos remete para uma certa época histórica, a Idade Média, o que é logo verificado no primeiro parágrafo do conto. O conto de Eça de Queirós é um dos contos portugueses mais conhecidos por causa da sua “história” e final comovente. Fala da lealdade de uma aia para com a sua rainha e o seu reino. O final que, na minha opinião, foi o que tornou o conto tão conhecido, foi completamente inesperado, mas era também o toque final de que o conto precisava. Quando a aia se suicidou para ir ter com o seu filho e com o seu rei, tenho a certeza que tocou o coração de todos aqueles que já o leram. Julgo que este conto é uma maneira excelente de expressar a lealdade de uma serviçal para com os seus amos e o seu reino. A maneira como ela, com algum receio, apesar de tudo, enviou o próprio filho para a morte certa nas mãos do irmão do seu rei foi, sem qualquer sombra de dúvida, impressionante. Lara Soares, 9.º B // ANO V N.º 3 Página 5 Em jeito de conto tradicional, pela pena de Inês Rodrigues, 5.º11 A menina feia. Feia? Era uma vez uma menina … muito feia. Certo dia o pai mandou- a ir à cidade. Ainda perto de casa, ela, cantarolando, passava por muitas pessoas e todas murmuravam: - Ela canta bem, mas é tão feia … Um senhor, não sabendo que quem estava ao seu lado era o pai da menina, disse: - Não acha que aquela menina é muito feia? O pai, furioso, não se conteve, deu- lhe um murro na cara e o homem caiu para o lado. Entretanto, a menina, quando chegou ao mercado, pediu à comerciante, com educação, um kg de trigo. Mal ela saiu do mercado, ouviu a senhora exclamar: - Credo, que menina tão feia!! Quando chegou a casa, perguntou ao pai: - Pai, eu sou feia? O pai, para não a magoar, disse-lhe que não, não era feia. A menina ficou descansada e foi dormir. No dia seguinte, fazendo o seu passeio matinal, passou por um campo agrícola. Não era normal ela passar por ali… Caminhou... caminhou... e ao longe avistava-se uma fonte. Correu até lá. A fonte era mágica e disse- lhe: - Se olhares para a minha água, vês que és muito feia. O teu pai mentiu-te, só para tu não ficares triste. Se beberes um bocado da minha água, ficarás linda de morrer. A menina bebeu … e ficou linda. Passou por todos os lugares e toda a gente ficava surpreendida. A partir desse dia, trataram-na como uma rainha. É importante dizer que esta menina no seu interior era a mesma que sempre tinha sido (boa, simpática, amiga, solidária, generosa…) apenas por fora mudou. // No orfanato Era uma vez um menino e uma menina, James e Charlie, que eram irmãos. A sua mãe tinha já morrido há cinco meses, seu pai trabalhava numa loja de brinquedos; o dinheiro não abundava. O pai teve de os mandar para um orfanato – as dificuldades eram muitas … O aniversário de Charlie era na semana seguinte, mas pelos vistos ela ia fazer dez anos num orfanato. O que o pai não sabia era que “aquilo” afinal não era um orfanato, mas a escola onde treinaram James Bond. Tratava-se de uma escola de espionagem! James tinha um computador, que usou para pesquisar como era o tal orfanato. Não encontrou resultados na internet - pois não era um orfanato. O pai fez a inscrição naquela escola de espionagem, e entrariam no dia seguinte ao de anos da Charlie, já que apenas admitiam alunos a partir dos 10 anos. Contudo, existia um problema: James tinha um ano a menos … O pai iria mandá-lo para outro orfanato, onde James poderia entrar. Pensando melhor, no dia em que levaria Charlie, o pai, antes de decidir procurar outro orfanato, queria conhecer o dono do atual. Assim que entraram, Charlie “percebeu” que não se tratava de orfanato nenhum, mas de uma escola de espionagem… Sendo recebido no gabinete do diretor, o pai, assim que o viu, teve a sensação de o conhecer … pareceu-lhe ser um antigo marinheiro que tinha trabalhado consigo… Perguntou-lhe: - O senhor não foi marinheiro há quatro anos, no Titanic? - Sim, fui e partilhava o quarto com um Bruce… - O senhor é quem eu pensava … era eu a pessoa com quem o senhor partilhava o quarto. (…) - Bom, vamos então tratar da papelada para a minha filha entrar no orfanato. (Será que o diretor iria abrir uma exceção e deixar James entrar, mesmo não tendo ainda a idade?...) // Nome: Charlie Brown Enc. Educação: Bruce Brown Motivo: Falta de alimento VIR À PÁGINA Página 7 O Eduardo Dias, do 5.º9, que gosta de escrever, terá todo o gosto em que partilhem com ele isto de mexer com as palavras. // AS AMORAS O meu país sabe a amoras bravas no verão. Ninguém ignora que não é grande, nem inteligente, nem elegante o meu país, mas tem esta voz doce de quem acorda cedo para cantar nas silvas. Raramente falei do meu país, talvez nem goste dele, mas quando um amigo me traz amoras bravas os seus muros parecem-me brancos, reparo que também no meu país o céu é azul. Eugénio de Andrade No entardecer dos dias de Verão, às vezes, Ainda que não haja brisa nenhuma, parece Que passa, um momento, uma leve brisa... Mas as árvores permanecem imóveis Em todas as folhas das suas folhas E os nossos sentidos tiveram uma ilusão, Tiveram a ilusão do que lhes agradaria... Ah, os sentidos, os doentes que vêem e ouvem! Fôssemos nós como devíamos ser E não haveria em nós necessidade de ilusão ... Bastar-nos-ia sentir com clareza e vida E nem repararmos para que há sentidos ... Mas graças a Deus que há imperfeição no Mundo Porque a imperfeição é uma cousa, E haver gente que erra é original, E haver gente doente torna o Mundo engraçado. Se não houvesse imperfeição, havia uma cousa a menos, E deve haver muita cousa Para termos muito que ver e ouvir ... Alberto Caeiro, in "O Guardador de Rebanhos - Poema XLI" Heterónimo de Fernando Pessoa Estiveram expostas as fotografias do Concurso de Fotografia no âmbito do Projeto V.E.N.T.O. (Vontade de Empreender pela Natureza em Terra e no Oceano), da Fundação Ilídio Pinho, para que pudesse proceder-se à votação da vencedora em cada categoria. A dinamização é uma constante da B.E., ainda que não diretamente ligada ao seu Plano de atividades. Fazêmo-lo com muito gosto! // R E C U A M O S NO T E M P O!R E C U A M O S NO T E M P O!R E C U A M O S NO T E M P O! O empenho e o frenesim com que os alunos, contagiados pelos professores, especialmente das artes, se envolvem e vivem a Feira Tradicional, faz deste acontecimento um dos mais festivos do ano letivo. É uma tarde em que “parece que recuamos no tempo” - dizia uma aluna do 5.º11, a Gabriela. É exatamente isso! Os trajes de outras épocas, os acessórios que faziam parte do quotidiano de outros tempos, tornam todos, alunos, professores, auxiliares, encarregados de educação, verdadeiros atores, nas bancas ou cirandando pelo recinto da feira. Para o ano, de novo! // VIR À PÁGINAPágina 9 O pai do Diogo, do 9.ºA, viveu com alegria e gosto esta tarde, deliciando quem quis com hamburgers de verdadeiro profissional da gastronomia... A boa disposição e os produtos fresquinhos e apetecíveis ... A feira com a cidade em torno! A tarde linda! Banho de gente em festa! Feira que se preze tem animais! De estimação, estes, para serem tratados com carinho e cuidado por quem os levou... Figueira da Foz Dinamizado pela equipa da BE, com colaboração da professora Graça Rocha Tel: 219-235-401 Fax: 219-235-401 Correio electrónico: alguem@example.com Blog: http://bejbe-lercrescer.blogspot.com - OLHA, VOU À BIBLIOTECA ... Escola E. B. 2,3 Dr. João de Barros Aqui ficam os olhares daqueles que nos meses finais do ano letivo mais leram. Leitor de abril - Marco Neves Leal (5.º3). Os Leitores de maio - Eduardo Dias (5.º9) e Sérgio Oliveira (5.º4). Os Leitores de VERÃO - todos (nós e vós!) // Muito para LER, VER E OUVIR Que o digam os leitores do mês e todos os que frequentam a B.E., fazendo deste um espaço de enriquecimento. Como sempre acontece no remate do ano, temos uma cerimónia de entrega de prémios a quem foi sendo “leitor do mês”. Serviu de presente o livro «A Ilha de Nim», de Wendy Orr, ilustrações de Kerry Millard, publicado por D.Quixote (e cujo antetítulo é “Sê o herói da tua própria história” - sugestivo, não concordam?). Existem muuuuuuiiiiiitos títulos à disposição de todos… // Marco Leal De férias, sem parar … A escola não para, apenas descansa, abranda o ritmo, numa espécie de “marinada”, para que no início do próximo ano o possa receber a si e ao seu educando com novos desafios. Para lhe proporcionar nada menos do que o melhor do nosso trabalho. Boas férias! Até setembro! // Eduardo Dias O LEITOR DO MÊS planou e aterrou em livros!! Sérgio Oliveira
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