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Conceitos Fm e Balanco Funcional

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PLANEAMENTO ORÇAMENTAL TESOURARIA DE CURTO PRAZO
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  CONCEITOS DE FUNDO DE MANEIO (FM) E DE NECESSIDADES DE FUNDODE MANEIO (NFM) Já vimos que o activo se dividido em Imobilizado e activo circulante e que podemostambém dividir o passivo em passivo de curto prazo e de médio e longo prazo.Teremos então:     CAPITALPERMANENTE ACTIVOIMOBILIZADOSITUAÇÃOLIQUIDAACTIVOCIRCULANTEPASSIVOMÉDIO/LONGOPRAZO (PMLP)PASSIVO DE CURTOPRAZO (PCP) CAPITAI P! #A$!$T! % CAPITAI P &P I' ( PAI)' #*PComo +á re,erido atrás é dese+ável que o activo imobilizado -permanente se+a ,inanciado por capitais permanentes. / ,ácil também de perceber que nen0um activo deve ser ,inanciado por um passivo cu+a maturidade -e1igibilidade se+a menor que a maturidade-liquidez do activo.2aqui se conclui que: ACTI)' I#'3I*I4A2' 5 CAPITAI P! #A$!$T!ACTI)' CI C6*A$T! 7 PAI)' C6 T' P A4'A di,eren8a entre activo circulante e passivo de curto prazo é o c0amado ,undo de maneio.96$2' 2! #A$!I' % ACTI)' CI C6*A$T!  PAI)' C6 T' P A4''u96$2' 2! #A$!I' % CAPITAI P! #A$!$T!  ACTI)' I#'3I*I4A2' FUNDO DEMANEIO   CAPITAL ALHEIO  ;uando uma empresa arranca não precisa s< de ,inanciar o activo imobilizado. Temtambém que ,inanciar a compra de matérias=primas para iniciar o ciclo de e1plora8ão e por isso tem que e1istir esse ,undo de maneio. Por outras palavras> dos capitais permanentes temque 0aver uma parcela suplementar -,undo de maneio para ,inanciar esse arranque. $o ,undo> o ,undo de maneio é aquilo que temos de ter para ,inanciar o activocirculante> in,ormando=nos de ,olga ,inanceira que tem de se ter para solver oscompromissos do curto prazo. Por outras palavras> interessa comparar os graus de liquidezdos activos> nomeadamente os circulantes -gerando cas0 pela venda -liquidi,ica8ão dessesactivos e os graus de e1igibilidade dos passivos> nomeadamente os de curto prazo. 9ace ?sresponsabilidades de curto prazo> temos que ter em activos circulantes a capacidade de ,azer ,ace a essas responsabilidades.Tudo isto varia com o sector de actividade e mesmo dentro do mesmo sector> 0ávaria8@es de empresa para empresa.Com e,eito> os prazos de pagamento e de recebimento variam de caso para caso e atéconsoante o ciclo econ<mico -em perodos de crise> os prazos de pagamento alongam=se para os que estão em di,iculdades o que leva a que esses também ven0am a criar di,iculdades aos que vão receber> alongando=se assim também os prazos de recebimento. $este conte1to> vamos então ver como se obtém as necessidades de ,undo de maneioque são as necessidades de recursos ,inanceiros gerados pelo ciclo de e1plora8ão da empresae que não são ,inanciadas directamente pelos intervenientes desse ciclo de e1plora8ão.Teremos então que ,azer a compara8ão entre: = os capitais circulantes que a empresa necessita para ,inanciar não s< um dado nvelde actividade> - a qual acarreta um dado nvel de activos circulantes mas também uma dadaestratégia de stocBs> comercial e de produ8ão= o passivo de ,uncionamento resultante dessa estratégia.Tal vai ser calculado a partir das contas de: C*I!$T! ( !DITE$CIA  9' $!C!2' ! -,inanciamos os clientes-os ,ornecedores vão ,inanciar=nos)amos então ver o conceito de necessidades de ,undo de maneio -$9# -em inglFs c0ama=se o GHorBing Capital= HCupon0amos que a empresa não constitua stocBs de matérias=primas nem de produtosacabados e que a dura8ão do ciclo de e1plora8ão era zero -0ip<tese te<rica.Teramos então: e P#  P#P $9#  Ke P# L P#P $9# L K M -/ o que acontece nos supermercados em que P# % K -ocliente paga a pronto e o supermercado paga a prazo aos ,ornecedores.    $9#% Prazo médio de recebimento-P#  =Prazo médio de pagamentoP#P  #as se a empresa tiver que constituir stocBs de matérias primas e de produtosacabados e tiver que ,inanciar o ciclo de e1plora8ão> é ,ácil de compreender que talrepresenta uma pressão adicional sobre a tesouraria da empresa> ou se+a o ,inanciamentodestas rubricas aumenta as necessidades de ,undo de maneio. Teremos então: $9# % 2ias de stocBs de matérias=primas(2ura8ão do ciclo de e1plora8ão (2ias de stocBs de produtos acabados(Prazo médio de recebimentos-P#  Prazo médio de pagamentos -P#PM !C6 ' P ')!$I!$T! 2A)!$2A '6 !C6 ' 2! !DP*' ANO'!ntão na prática as necessidades de ,undo de maneio são a di,eren8a entre asnecessidades do perodo total do ciclo de e1plora8ão -no qual está includo o P#  e o prazo médio de pagamentos -P#P ou se+a> o nmero de dias de vendas que tFm de ser ,inanciadas por capitais permanentes pois não podem ser ,inanciadas pelas rela8@es de trocacorrente da empresa> uma vez que os clientes pagam mais tarde do que n<s pagamos aos,ornecedores e uma vez que os clientes não ,inanciam directamente os stocBs e o ciclo dee1plora8ão.-e P#P % P# e se não 0ouvesse stocBs nem ciclo de e1plora8ão> as $9# eramnulas  os clientes pagavam e com esse din0eiro no mesmo momento a empresa pagava aos,ornecedores.!D!#P*'upon0amos uma empresa com as seguintes condi8@es:Qcrédito concedido aos clientes  RSKKK eurosstocBs concedidos aos clientes  QSKKK eurosRcrédito negociado com os ,ornecedores  QSKKK euros $9# % -Q ( -  -R % RSKKK(QSKKK=QSKKK% RSKKKU2e compara8ão entre 9# e $9#> poderá então concluir=se que: Q e $9#  9# teremos uma tesouraria de,icitária.  $o ,undo> não nos dotamos de uma estrutura de capitais permanentes que permitem obter um 9# su,iciente para as nossas $9# I$69ICIE$CIA 2! CAPITAI P! #A$!$T! 2/9IC! 2! !C6 ' 9I$A$C!I '     $!C!I2A2! 2'P! I'2' T'TA*2' CIC*' 2! !DP*' ANO' $!C!I2A2! 2!!DP*' ANO''6   e $9# % 9# teremos uma tesouraria equilibradaTemos uma estrutura de capitais permanentes que nos permitem gerar um 9# su,iciente para as nossas $9#.R e 9#  $9# teremos uma tesouraria superavitária'u se+a> temos uma estrutura de capitais permanentes que gera um 9# e1cessivo para asnossas $9#.!DC!' 2! !C6 ' 9I$A$C!I 'T!'6 A IA 6P! A)ITV IA3I3*I'W A9IA= P I$CIPI' 2! W!TO' 9I$A$C!I AX. Caldeira #enezes3iblioteca de Westão #oderna!ditorial Presen8a= 9I$A$NA 2A !#P !AAnt<nio Womes #ota e Cláudia Cust<dio3ooBnomics> 'utubro de KKY=Q=KS Balanço Funcional   é um instrumento de gestão e análise ,inanceira> preparado a  partir do  balan8o patrimonial.A análise ,inanceira moderna preocupa=se com o equilbrio ,uncional das origens eaplica8@es de ,undos pelo que se passou a designar de análise ,uncional.Z[ ' balan8o ,uncional mostra numa certa data> as aplica8@es e recursos relacionados com osciclos ,inanceiros da empresa> qualquer que se+a a sua situa8ão +urdica. 's ciclos ,inanceiros são a resultante ,inanceira das decis@es tomadas na empresa aos di,erentesnveis: estratégico> operacional e ,inanceiro. Classificação dos ciclos financeiros: Q Ciclo de investimento – !ngloba o con+unto de actividades e decis@es respeitantes ?análise e selec8ão de investimentos ou desinvestimentos. As opera8@es que aempresa e,ectua neste ciclo conduzem ao volume de imobiliza8@es com que esta,unciona. Ciclo de exploração – Corresponde ?s actividades e decis@es ao nvel doaprovisionamento> produ8ão e comercializa8ão. Trata=se de opera8@es e,ectuadas pela empresa no ciclo de e1plora8ão que conduzem aos consumos e obten8ão derecursos da   empresa que vão corresponder aos custos e proveitos  operacionais na 2 . $o balan8o vai provocar necessidades de recursos para ,inanciar clientes ee1istFncias> obtendo em consequFncia> alguns recursos como se+a o crédito de,ornecedores.R Ciclo das operações financeiras – Corresponde ?s actividades de obten8ão de,undos destinadas a ,inanciar os investimentos e ?s necessidades de ,inanciamentodo ciclo de e1plora8ão. 2ecomp@e=se em: ã Ciclo de operações de capital – visa obter ,undos estáveis para ,inanciar os
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