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Construção de Uma Proposta Curricular Para o Ensino Das Ciências Sociais

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   CONSTRUÇÃO DE UMA PROPOSTA CURRICULAR PARA O ENSINO DASCIÊNCIAS SOCIAIS: ASSUMINDO A COMPLEXIDADE.Universidade Regiona Do Noroes!e Do Es!ado Do Rio rande Do So#Mes!rado e$ Ed#%a&'o nas Ci(n%iasDanie )ernando San%*e+ Navarro.,#s!i-i%a!iva. Durante minha graduação decidi acercar-me ao enfoque da complexidade porque ofereceu-me uma amplia faixa de perguntas e interpretações que recolheram em pouco tempo tudomeu interesse. Tentei utilizara-la em meu trabalho de grado, pero, j que era um campo doqual inicia!a com s !agas noções, ainda, muito !igorosas, não se me deu a oportunidadede aplica-la, foi imposs#!el de!ido a que ti!e que afrontar outro elemento para midesconhecido, a inclusão educati!a, horizonte com o qual trabalha!a a escola em a qualrealizei minha inter!enção pedag gica durante dos anos antes da formatura. $ssumir praticamente desde cero dos missiones academias distintas fico imposs#!el e, por tanto, persistiu a que ms fazia falta para desen!ol!er-me como docente em meu local deestudo. %ão obstante, con!encido dos retos e as possibilidades que tem o paradigma dacomplexidade, os sistemas complexos e as ci&ncias da complexidade, todas elas, ramas da pergunta p'r o complexo, tinha decido dedicar mi formação de mestrado a desen!ol!er em profundidade as possibilidades que existem dentro da relação complexidade-educação.Dentro das linhas de pesquisa da (estrado em )ducação das *i&ncias, encontra-se o eixode +*urr#culo e formação de professores, desde a qual aspiro poder encontrar a rota paraabordar dita relação em aras de poder dar a resposta as necessidades dos contextos  educati!os que requerem uma apertura a n#!el curricular para poder a!ançar em suas prticas de ensino-aprendizagem. Proe$a!i+a&'o. rias leituras de obras emblemticas, que tem feito incursão em espaços inexplorados da pesquisa de fen menos para sua poca, sobretudo, de aqueles chamados +fen menossociais, tinham denunciado una precariedade epistemol gica no seio do quefazer cient#fico, as interpretações parciais, que em dito tempo eram can nicas, não são mais queum obstculo frente / interpretação cient#fica e, portanto, a suas possibilidades de interaçãosobre o mundo. )ntre eles, por nomear alguns, estão0 )dgar (or#n, desde sua reflexãofilos fica sobre a complexidade ao longo de sua obra1 2enri 3efeb!re, quem anunciou algosimilar ao fazer um balance sobre as possibilidades metodol gicas que tinha o fen menourbano de ser conceptualizado1 Da!id 2ar!e4, em refer&ncia /s conexiones entre espaço 4sociedade em seu li!ro 5rbanismo e desigualdade social, entre outros, muitos, quemquestionam as fronteiras disciplinares e seu esgotamento recente para outorgar claridadesobre os factos. 6s esforços que em cada rincão do mundo que se fizeram em aras de superar este problema, que se a!enturaram em afrontar o facto de que a realidade no est contendia nas pequenas caixas de entendimento s quais conhecemos como disciplinas, são inumer!eis etinham feito eco sobre !rios campos do saber. )ntre eles, se dispõe a explorar o campo daeducação como uno dos espaços que pedem por recolher as iniciati!as te ricas que as posturas abertas / complexidade tinham condensado em estas 7ltimas dcadas.8em intenções de dar um balance completo sobre o status do ensino referente ao manejodas disciplinas, em seu n#!el escolar, si se defende aqui, como una intuição, que poderiaafirmar-se como certo o facto de que existe uma brecha ao interior das escolas de educaçãomdia e os a!anços disciplinares dos saberes que na escola operam. 6 facto de que aseparação entre disciplina cient#fica e saber escolar seja tão e!idente, permite afirmar que oenfoque complexo do conhecimento tampouco lhe  pr ximo, nem nas formas, nem n osconte7dos que nas escolas circulam,  dizer, aos curr#culos.  9ortanto, para os professores focados na melhoria das prticas e teorias do ensino, e parameu caso, desde o saber disciplinar das *i&ncias 8ociais,  necessrio abrir interrogantesfrente al como dar-lhe cabida ao enfoque complexo dentro dos curr#culos.5m curr#culo  uma seleção dos elementos culturais que atores sociais especializadoscolectam para ser postos / disposição das pessoas que entram nos espaços educati!os. : um produto cultural com um conte7do pol#tico supremamente forte, que por mdio do ensino procura formar desde a sociedade aos membros de a sociedade mesma.5m elemento tão !ital no pode estar a costas das reflexões que, dentro do paradigmacomplexo, aguardam para ser utilizados em busca de uma compreensão radicalmentedistinta dos fen menos que compõem a realidade.$gora, o papel que jogam as ci&ncias sociais, e o porqu& estabelecer desde ali os passosiniciais para formar sujeitos aptos para atuar frente / complexidade, gira, inicialmente, emtorno a dos eixos.9rimeiro0 como expõem 8otolongo ; Delgado <=>>?@, a referir / formação no campouni!ersitrio para as humanidades do sculo AAB, h C razões bsicas, que atendem sreflexões sobre a realidade social complexa, sobre as quais argumentar a necessidade deabrir-se para as teorias complexas que repensam o sentido do humano. $ primeira localiza-se em contraposição  l gicas hegem nicas tcnico-instrumentais dos saberes dissociados edissociadores do mundo social1 a segunda, encaminhada a entender o conhecimento comosocial, hist rico e institucionalmente criado, um entender epistmico que recolha o estudode ditas intencionalidades1 por 7ltimo, com base na ração anterior, construir umconhecimento atento e disposto a esta poca, que entenda o complexo, atemporal e inst!el.8egundo0 *omo enuncia (or#n <EEF1 =>>E@, o entendimento mutilado do mundo termina por produzir una prxis de igual natureza que, em trminos do rol das ci&ncias sociais,traduz-se em exerc#cio mutilado da cidadania, ao separar seu papel antropo-social entre omacro- global e o micro- indi!idual.  )xistem, como resposta a esta problemtica, propostas desde a didtica transdisciplinar <Gonzales, =>>E1 2errn, =>1 2errn, =>@, tambm, desde os curr#culos flex#!eis,incluso existem aperturas para uma criação de una pedagogia do complexo <HroIer, =>>@,no entanto, são em sua maioria de carcter explorat rio e em !ista do amplio trecho quede!em empreender os educadores frente /s inquietudes anteriormente propostas, são basicamente insuficientes. %essa ordem de ideias, se postulam os seguintes objeti!os em aras de participar, desde umaintenção in!estigati!a, na criação de una proposta que recolhe as anteriores preocupações. O/e!ivos. era: *onstruir uma proposta curricular para o ensino das *i&ncias 8ociais desde o paradigma dacomplexidade. Es0e%1-i%os: . Bdentificar os fatores a ter em conta para a criação e aplicati!o de uma propostacurricular para o ensino ds ci&ncias sociais.=. Determinar os limites, !antagens e possibilidades de uma educação por e para odesen!ol!imento do pensamento complexo.C. $nalisar uma problemtica social na sala de aula que permita desen!ol!er em pleno dosen!ol!imentos de uma proposta curricular baseada na relação0 complexidade, ci&nciassociais e educação.
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