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Entrevista Com Álvaro Siza_A Beleza é o Auge Da Funcionalidade_Archdaily

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Entrevista Com Álvaro Siza A Beleza é o Auge Da Funcionalidade de Archdaily
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  Entrevista com Álvaro Siza: A beleza éo auge da funcionalidade!  07:00 - 23 Janeiro, 2017   por Vladimir Belogolovsky     Traduzido por amilla Sbegen Fundação Iberê Camargo. Imagem © Fernando Guerra | FG + SG  Ao longo dos 60 anos de carreira, o trabalho de Álvaro Siza tem desafado continuamente a categorização - sendo várias vezes descrito como regionalismo crtico e modernismo !otico , sem ca!tar a verdadeira ess#ncia da ar$uitetura intuitiva de Siza% &esta entrevista, a mais recente da srie 'it( o) *deas de +ladimir elogolovs(, Siza discute essas tentativas de categorizar seu trabalho, sua abordagem de !ro.eto e o !a!el da beleza em suas obras% Vladimir Belogolovsky:   Seu aluno, /duardo Souto de oura, disse1 As casas de Siza são como gatos dormindo ao sol %  Álvaro Siza:  [Risos.] Sim, ele queria dizer que meus edif!ios assumem as pos uras mais na urais do lo!al. #$ am%&m uma refer'n!ia ao !orpo (umano. Piscinas Lec    ̧ a da Palmeira. Imagem © Wikimedia user Cris!ian G nsir! sob licença CC #$%S& '.( VB:   +oc# acha $ue  im!ortante ou mesmo !ossvel !ara um ar$uiteto e2!licar seu trabalho e !rocesso em uma conversa como a $ue estamos tendo agora3 AS: )u a!(o que sim. Tal*ez no !amin(o errado [Risos.] )u +os o de epli!ar meu ra%al(o. uando me pedem para apresen ar uma pales ra, sempre es!ol(o falar so%re um proe o em par i!ular porque +os o de epli!ar !omo as ideias sur+em. VB:    4á vi vários dos seus !ro.etos em 5ortugal e /s!anha e, ontem mesmo, )ui ver a sua 'asa de 'há oa &ova a$ui no 5orto, $ue  uma  es!cie de !ro.eto im!ossvel de ser com!reendido atravs de )otografas% &ão se trata de uma imagem, mas outra coisa, $ue não se traduz em imagens%  $ue voc# acha $ue  isso3 AS:  /em, isso & *erdade para a maioria dos edif!ios, no apenas para o meu. s fo o+raas no podem ransmi ir o espao. VB:   /2ceto $ue a maioria dos edi)cios !arecem melhores em )otos e com o seu trabalho, o o!osto  verdade% AS:  )is e uma !oisa que & a sensao de !ompreenso e sensao de espao. )u i*e essa per!epo quando *isi ei pela primeira *ez a 4asa da 4as!a a, de 5ri+( . 6rimeiro, ($ uma densidade da a mosfera l$ )n o, a es!ala nun!a pode ser en endida !om pre!iso. !asa de 5ri+( & realmen e mui o menor do que se esperaria apenas *endo as fo os. )le reduziu as dimens8es !omo parapei os ou p&s-direi os. Pa)ilão Por!uguês *ara a ,*o -. Imagem © Fernando Guerra | FG + SG VB:   /u gostaria de )alar sobre sua ar$uitetura como uma abordagem% 7enneth 8ram!ton disse $ue voc# )az !arte do movimento do regionalismo crtico % / !or regionalismo crtico entende-se uma abordagem ar$uitet9nica $ue se es)orça !ara combater a )alta de es!aço e a )alta de identidade do estilo internacional e uma abordagem $ue tambm re.eita o individualismo e a ornamentação da ar$uitetura !:s-moderna % Sobreser colocado nesta categoria, regionalismo crtico3 +oc# concorda3 5or$ue voc# tambm tem um caráter individualista muito )orte, então uma mistura de coisas% AS:  Sim, !on!ordo !om a !lassi!ao. uando os !r i!os falam so%re re+ionalismo !r i!o a pala*ra que & ne+li+en!iada & a !r i!a. 9 que ramp on quis armar, penso eu, no era que a arqui e ura de*eria i+norar seu dis!urso +lo%al, mas que al dis!urso de*eria  en!oraar a !on inuidade das radi8es !ul urais lo!ais e no !ele%rar o )s ilo ;n erna!ional, que es a*a !ando sem lu+ar. VB:   / assim voc# v# o seu trabalho como uma continuação das tradiç;es locais% AS:  Sim. <as no se esquea que odas as radi8es mudam, se ransformam ou morrem. VB:   +oc# disse1 A tradição  im!ortante $uando contm momentos de mudança % AS:  Sim, radio no si+ni!a fe!(amen o, imo%ilidade. <ui o pelo !on r$rio, o *alor das radi8es & es ar a%er o a ino*a8es.  radio no & o opos o da ino*ao, ela & !omplemen ar.  radio *em de in er!=m%ios su!essi*os. s !ul uras isoladas que en am preser*ar suas radi8es sem es arem a%er as a no*as ideias desmoronam.  Toda !ul ura radi!ional & in>uen!iada por !ul uras e ernas. uando eu es a*a !res!endo na prosso, (a*ia mui o pou!os !en ros de !ul ura +lo%al - 6aris, ?ondres, @o*a AorB, e o res o era uma periferia. 6or u+al es a*a na periferia e !ou fe!(ado a & a re*oluo de 1C7D, somen e apEs essa da a o pas foi redes!o%er o. ramp on foi um dos primeiros !r i!os que *ieram aqui e *iaaram para ou ras par es da )uropa, in!luindo )span(a, Fr&!ia e pases es!andina*os. oi o momen o em que os arqui e os es a*am in eressados em redes!o%rir a arqui e ura no-!on*en!ional. @es e !on e o, ele foi, al*ez, o primeiro !r i!o que insis iu na impor =n!ia da iden idade. VB:   +oc# costuma dizer1 &ada  inventado% <á um !assado !ara tudo% +oc# não está interessado em )azer algo totalmente novo, certo3 Seu trabalho  baseado no $ue )oi )eito antes% +oc# !oderia )alar sobre essa sua !osição3 AS:  G imposs*el fazer al+o in eiramen e no*o. 9l(e para a Hilla Sa*oIe, em 6oissI, de ?e 4or%usier. uando *o!' a *', a sensao & que & in eiramen e no*a. G !laramen e uma no*a arqui e ura para umno*o ipo de (omem. <as a realidade & que nada & no*o, mas
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