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Identificação e Carecterização Das Principais Pragas Que Prejudicam a Cultura Do Alho

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  Identificação e Carecterização das principais pragas que prejudicam a cultura do alho (Allium sativum)Leia mais em: http:!!! !e#artigos comartigosidentificacao$e$carecterizacao$das$principais$pragas$que$ prejudicam$a$cultura$do$alho$allium$sativum%&'*i+zzu,utLt-I./0123451A n6vel mundial a cultura do alho tem um papel destacado na alimentação humana7 pois são fontes fornecedoras de energia e7 muito especialmente7 de vitaminas .o entanto a atual situação alimentar que atravessa a humanidade7 constantemente assinalada por algumas organizaç8es e instituiç8es internacionais7 9 insuficiente e stem solução com profundas mudanças sociais e com um uso racional dos recursos naturais 1 incremento em grande escala do produto agr6cola requer um aumento crescente da produção por unidade da ;rea7 o qual e+ige o uso de variedades mais produtivas7 a introdução de t9cnicas culturais mais modernas (sementeira7 cuidados culturais e colheita)7 a intensificação da mecanização no processo agr6cola7 o aumento das ;reas reg;veis7 a fertilização qu6mica e de maneira muito especial7 quando se trata de culturas hort6colas7 da sua  proteção mediante modernos e variados m9todos de luta7 contra as pragas e doenças A #i#liografia 9 f9rtil em dados so#re estragos na cultura agr6cola e atualmente refere$se a perdas mundiais na colheita7 entre < e =7 causado pelo emprego inadequado destes m9todos  .o atual desenvolvimento tecno$cientifico e em particular no alcançado pela fitossanidade 9 necess;rio invariavelmente para a sua adequada aplicação7 uma rigorosa informação t9cnica so#re o espectro fitopatolgico das culturas7 a varia#ilidade das populaç8es fitopatogenicas7 a #io$ecologia dos parasitas7 a variação gen9tica dos hospedeiros e o per6odo de maior incid>ncia e estragos ?or tal motivo7 inventariar pragas num pais em desenvolvimento agr6cola7 como Angola7 9 de singular import@ncia7 porquanto constitui o ponto de partida para o estudo dos pro#lemas relativos a sua defesa fitossanit;ria  .esta conformidade7 por sugestão do diretor do stagio7 seleccionamos para a ela#oração do 0elatrio ,inal de curso o estudo de principais pragas que prejudicam a cultura do alho7 cujo o#jetivo fundamental 9 dar uma modesta contri#uição a tão importante pro#lema7 e alem disso chamar a atenção so#re a necessidade da continuação do estudo so#re a inventariação e7 iniciar a partir dele7 num futuro pr+imo7 outros tra#alhos que  permitam inferir so#re os meios de luta mais eficientes e aconselh;veis nas condiç8es ecolgicas de Angola /-A: Identificação e Caracterização das ?rincipais ?ragas que prejudicam a cultura do alho ( var #ranca comum )7?01BL-A: As pragas apresentam grande influ>ncia na produtividade da cultura do alho7I?1/DD: A inventariação das pragas num ?ais em desenvolvimento agr6cola7 como Angola constitui o ponto de partida para o estudo dos pro#lemas relativos ao seu controlo fitossanit;rio71BEC/IF1D G0AID: 2ar uma modesta contri#uição a tão importante pro#lema7 e al9m disso chamar atenção so#re a necessidade da continuidade do estudo so#re a inventariação71BE/IF1D D?CI,IC1D:H Identificar as pragas na cultura do alhoH Comparar o grau de afectaçãoH Caracterizar as pragas na cultura do alhoE3D/I,ICA451  /endo em conta que o alho 9 muito usado7 e que a sua procura vai crescendo cada vez mais7 pela import@ncia que o mesmo tem para o equil6#rio da dieta alimentar das populaç8es7 tendo em conta que ele 9 fonte a#undantes de vitaminas7 e muito rico em prote6nas7 açcar e mat9ria gra+a7 e pela import@ncia que o mesmo tem para as indstrias alimentares Da#endo que as variedades que actualmente são cultivadas pelos Agricultores e camponeses no nosso pa6s7 a maior parte das mesmas são de #ai+a produtividade7 que dificilmente se consegue atender a demanda7 e por outro lado o agricultor o#t>m pouco rendimento em função dos In ?ut e factores #iticos como pragas envolvidos durante a campanha7 surge7 portanto7 a necessidade de identificar e caracterizar as principais pragas que  prejudicam a variedade Branca Comum7 as nossas condiç8es am#ientais7 visto que 9 uma variedade de alta  produtividade /am#9m como j; anteriormente se disse que 9 uma cultura muito praticada7 e que a maioria dos agricultores não sa#em onde o#ter sementes de #oa variedade e sãs7 recorrendo7 portanto7 a sementes importadas correndo todos osriscos j; antes descritos e muitas vezes sementes velhas7 diminuindo o poder germinativo Identificar7 caracterizar e partir para os m9todos de controlo fitossanit;rio mais eficiente vai de que maneira melhorar a vida não s dos  produtores como tam#9m dos consumidores em geral I 0FID51 BIBLI1G0A,ICAH I./01234A11 ramo agr;rio reveste$se de import@ncia socio$econmica de grande relevo7 tendo sido definido como #ase do desenvolvimento do nosso ?ais 1 progresso deste7 por consequ>ncia7 encontra$se intimamente dependente da agricultura e da pecu;ria7 tam#9m su#ordinada a produção vegetal As produç8es unit;rias medias da agricultura tem sido #ai+as7 comparadas aos valores o#tidos noutros pa6ses da região Austral do Continente Africano7 pois ainda 9 dif6cil encontrar a solução para os diversos factores que as afectam7 como sejam: o pessoal qualificado7 e não s7 as sementes7 os fertilizantes7 as pragas7 as doenças7 as infestantes7 os pesticidas7 etc ste tra#alho refere$se7 em particular as pragas que prejudicam a cultura do alho7 cujo estudo e utilização racional dos recursos naturais constituiriam um meio indispens;vel ao progresso da nossaagricultura7 diminuindo os preju6zos inerentes a esses factores e a outros a que ela est; condicionada As pragas constitu6ram7 desde os primrdios da agricultura ate aos nossos dias7 preocupação do omem visto serem respons;veis pela redução das produç8es das culturas7 hoje agravada pelo impressionante aumento demogr;fico mundial e7 portanto7 pela constante procura de alimentos As pragas provocam preju6zos so# diversas formas: nos campos cultivados 9 necess;rio investir $ se um elevado numero de horas em operaç8es culturais para a sua contenção ou erradicação Domente nos stados 3nidos7 as perdas provocadas pelas pragas foram estimadas em % mil milh8es de dlares7 valor que s 9 superado por perdas causadas pela erosão do solo naquele ?ais ?or outro lado7 calcula$se que 'J= do valor das colheitas se devem as operaç8es culturais A metade do tra#alho necess;rio deve$se as pragas  presentes e7 portanto7 em cada hectare de terra cultivada perdem$se7 s em tempo7 K= do valor da produção (,az  Cossio7 'MK<)  .o nosso ?ais7 não tem sido poucos os esforços no sentido de se colocar a Agricultura num n6vel em que possa satisfazer as necessidades alimentares das populaç8es .esse conte+to7 a inventariação e estudo das pragas surge como mais um esforço necess;rio7 imperioso at97 visto poder fornecer elementos de #ase indispens;veis ao emprego criterioso de t9cnicas culturais que conduzam ao aumento7 por unidade de superf6cie7 das produç8es agr6colas7 particularmente o uso de pesticidas que se justifica nas grandes e+tens8es de terras cultivadas devido ; escassez de mão de o#ra resultante do >+odo rural e a morosidade da monda e ou sacha manual7 mais acentuada em grandes ;reas   1 tra#alho de inventariação e estudo das principais pragas nas principais culturas de Angola7 constitui um ponto de partida para futuros tra#alhos do g9nero noutras culturas A materialização desses tra#alhos permitir$nos$ia  pensar na ela#oração de uma lista das pragas mais pro#lem;ticas da nossa agricultura7 #em como no guia com soluç8es7 fundamentadas em e+peri>ncias adquiridas para cada caso de infestação7 a ser fornecida ao agricultor Angolano ?ensamos que7 o alargamento da cola#oração internacional com outros pa6ses de agricultura mais avançada7 particularmente7 os da nossa zona de desenvolvimento (DA2CC) com a consequente discussão da e+peri>ncia acumulada nesses pa6ses7 sejam um meio valioso para7 mais cedo7 darmos a Agricultura Angolana esse singelo contri#uto Dão v;rios os m9todos utilizados na Identificação e caracterização das principais pragas que prejudicam a cultura do alho ntre elas indicam$se: a pesagem e medição7 a contagem7 a media7 percentagem de co#ertura do solo das plantas  prejudicadas7 o registo directo7 a Identificação e caracterização descritiva7 e Bi#liografia consultada etc ' N$ 10IG- 2A C3L/30Asp9cies pertencentes ao g>nero Allium são encontradas em uma ampla gama de altitudes e latitudes que incluem desde o c6rculo polar Artico ate o continente uropeu7 Osia7 Am9rica do .orte e Africa (Boiteu+  -elo7 N)  .o entanto7 em contraste com a maioria das plantas cultivadas7 o Centro e+ato de srcem da esp9cie A Dativum ainda permanece o#scuro7 (Boiteu+  -elo7 N) /al como a ce#ola7 o alho tem como centro de srcem as regi8es montanhosas da Osia Central7 onde cresce spont@neo o A Longicuspis7 considerado o antepassado silvestre do alho cultivado (Almeida7 NJ) ,oi cultivado na Osia (Pndia7 -esopot@mia) e no gipto h; mais de < anos7 (Almeida7 NJ) Ao final do s9culo QF os spanhis introduziram o alho no continente americano (Infoagro7 N<)7 no Brasil7 o alho chegou com os portugueses7 na 9poca do desco#rimento (Filela et all7 N) .o Antigo gipto era consumido pelas classes populares7 mas seria considerado pela Aristocracia um alimento grosseiro e impuro (Almeida7 NJ) A semelhança da ce#ola7 foi um importante alimento na dieta dos construtores das pir@mides de Giza (Almeida7 NJ) 1 Alho manteve$se como alimento7 condimento e produto medicinal popular na região mediterr@nica e na Osia (Almeida NJ) ' < H /AQI.1-IA B1/A.ICAA classificação do alho dentro da esp9cie Allium sativum L esta perfeitamente esta#elecida desde o primeiro tratamento ta+inmico a dotado por Carl Fan Lineu no seu livro Dpecies ?lantarum ('&%<) (Boiteu+  -elo7 N) .o entanto7 o posicionamento correto do g>nero Allium tem sido motivo de controv9rsia7 sendo algumas vezes classificado dentro da fam6lia Liliaceae ou da AmarRllidaceae (classe -onocotRledones7 ordem Asparagales)7 conforme a >nfase em determinadas caracter6sticas morfolgicas7 fisiolgica e #ioqu6micas (Boiteu+  -elo7 N) -ais recentemente7 a com#inação de dados morfolgicos e moleculares tem reforçado a ideia de que as cerca de &% esp9cies do g>nero allium pertencem7 de fato7 a uma fam6lia monofiletica$ Alliaceae$ que 9 distinta7 mas estreitamente relacionada com a fam6lia AmarRllidaceae (Boiteu+  -elo7 N) 1 alho (Allium sativum) pertence ao mesmo g>nero da ce#ola7 mas 9 colocado num su#g>nero distinto7 onde tam#9m esta inclu6do o alho$frances (Almeida NJ)  .o presente tra#alho7 a classificação a dotada 9:H $Du#divisão: Angiospermae7H $Classe: -onocotiledoneae7H $Du#classe: Liliidae7H $1rdem: Liliales7  H $,am6lia: Aliaceae7H S/ri#o: Allieae7H $G9nero: Allium7H SDu#$genero: Allium7H SDecção: Allium7H $sp9cies: Alluim sativum L H (S) $ Almeida7 NJT ($) H Uiill et all7 N& ste g9nero vegetal inclui7 alem do alho7 varias outras esp9cies de hortaliças de import@ncia econmica tais como a ce#ola (A cepa L )7 a ce#olinha (A ,istulosum L )7 o alho$porro (A Ampeloprasum L var porrum (L ) E GaR)7o raVVRo (A Chinense G 2on )7 chive (A Dchoenoprasum L )7 #em como diversas esp9cies ornamentais (Boiteu+ -elo7 N) ' $ 2DC0I451 B1/A.ICA 2 /121D 10G51Dm geral7 as cultivares de alho (Allium sativum L ) são agamicas7 não produzindo sementes #ot@nicas vi;veis (/orres et all7 N') ?or isso7 sua propagação 9 feita mediante o uso de #ol#ilhos que se formam anualmente em seu #ol#o7 (/orres et all7 N') As #ainhas foliares7 nas quais as folhas se inserem projectam$se acima da superf6cie do solo e formam uma estrutura firme comummente chamada de caule7 mas que na realidade 9 um pseudocaule (Uiill et all7 N&) 1 caule verdadeiro est; localizado a#ai+o da superf6cie do solo e 9 composto por um disco achatado7 situado na e+tremidade inferior do #ol#o que emite ra6zes fasciculadas pouco ramificadas com maior concentração nos  primeiros < cm do solo7 mas que podem alcançar J cm de profundidade (Uiill et all7 N&) 2e forma geral7 as ra6zes raramente alcançam N% cm de profundidade7 sendo que lateralmente não superam a '% cm (Uiill et all7 N&) $ ?lanta: o alho 9 uma planta #ul#osa7 vivaz e rstica (anual em cultura) (InfoAgro7 N<) $ Distema radicular: o sistema radicular do alho 9 fasciculado7 pouco ramificado e superficial (Almeida7 NJ) 0aiz #ul#osa7 composta de J a 'N #ul#ilhos (dentes de alho)7 reunidos em sua #ase por meio de uma pel6cula delgada7 formando o que se conhece como W ca#eça de alho W (InfoAgro7 N<) Cada #ul#ilho se encontra envolto por uma tnica #ranca7 as vezes algo ro+o7 mem#ranosa7 transparente e muito delgada7 semelhante as que co#rem todo o #ol#o (InfoAgro7 N<) 2a parte superior do #ol#o nascem as partes fi#rosas7 que se introduzem na terra para alimentar e anclar a planta (infoAgro7 N<) As plantas apresentam um caule em forma de disco cnico e achatado7 onde se inserem as folhas (Almeida7 NJ)T 1 #ol#o do alho 9 formado por um conjunto de gemas a+ilares em relação as folhas jovens que se formam na parte central da planta (Almeida7 NJ) Dão estas gemas que irão constituir os dentes do alho (Almeida7 NJ) $ /allos: são fortes7 de crescimento determinado quando se trata de tallos rasteiros que dão a planta um porte a#erto7 ou de crescimento indeterminado quando são erguidos e erectos7 podendo alcançar ate N$< metros de altura (InfoAgro7 N<) 2ependendo do marco de plantação7 se podem dei+ar de N a  tallos por planta (InfoAgro7 N<) 1s tallos secund;rios #rotam das a+ilas das folhas7 (infoAgro7 N<) $ ,olhas: são radicales7 largas7 alternas7 comprimidas e sem nervos aparentes7 (infoAgro7 N<) A planta apresenta folhas constitu6das por um lim#o plano7 de nervação paralelinervea7 e pela #ainha (Almeida7 NJ) Ao contr;rio da ce#ola e do alho$frances7 as #ainhas das folhas do alho não acumulam su#st@ncias de reservas (Almeida7 NJ)
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