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La Didáctica y Evaluación Docente Como Herramientas Para El Desarrollo de Competencias, Habildiades y Actitudes en El Docente

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  LA DIDÁCTICA Y EVALUACIÓN DOCENTE COMO HERRAMIENTAS PARA EL DESARROLLO DE COMPETENCIAS, HABILDIADES Y ACTITUDES EN EL DOCENTE ( Didática e Avaliação Docente: Desenvolvendo Competências, Habilidades e Atitudes Docentes ) José Flávio da Paz  –   jfp1971@gmail.com Néstor Raúl González Gutierrez  –  gonzalez2@gmail.com FATERN - Faculdade de Excelência Educacional do Rio Grande do Norte CEFOP  –  Centro FAPAZ de Ensino e Formação de Professores BRASIL RESUMO O presente artigo tem por objetivo conceituar termos específicos da educação, a luz de teóricos que norteiam as práticas educativas no Brasil. Trata-se, portanto, de uma revisão bibliográfica, logo se utilizou do método hipotético-dedutivo para se chegar a resultados efetivos. Sua ênfase será na formação e avaliação docente do profissional da educação de crianças e jovens e se sustenta nas concepções teórico-práticas de pensadores contemporâneos, documentos legais, parâmetros, currículos, programas e projetos que direcionam um trabalho avaliativo continuado que perpassa, essencialmente pelos processos iniciais ou de sondagem, a formativa que denominamos de processual e a somativa, que usamos para medir, pesar e atribuir um número, letra ou conceito correspondente aos resultados do educando, muitas vezes aplicadas indevidamente com uma prova ou exame final. No entanto, para que aconteça uma avaliação mais justa e equitativa, será necessária uma formação docente e que estes adquiram competências, habilidades e reajam diante das dificuldades de aprendizagem dos educandos, de modo que edifiquem vidas mais digna, e feliz, características dos verdadeiros cidadãos autônomos. O que exigirá transposição e flexibilização curricular baseados nas premissas de Etave (1971); Freire (1996); Carvalho (1994); Candau (1997); Masetto (19971); Werneck (1988); Chomsky (1999); Gadotti (1995); Libâneo (1998); Saviani (2000) e outros teóricos que idealizam uma escola de paz, harmonia, amor e liberdade. Palavra chave: Avaliação. Currículo. Didática. Formação docente.  LA DIDÁCTICA Y EVALUACIÓN DOCENTE COMO HERRAMIENTAS PARA EL DESARROLLO DE COMPETENCIAS, HABILDIADES Y ACTITUDES EN EL DOCENTE ( Didática e Avaliação Docente: Desenvolvendo Competências, Habilidades e Atitudes Docentes ) José Flávio da Paz  –   jfp1971@gmail.com Néstor Raúl González Gutierrez  –  gonzalez2@gmail.com FATERN - Faculdade de Excelência Educacional do Rio Grande do Norte CEFOP  –  Centro FAPAZ de Ensino e Formação de Professores BRASIL José Flávio da Paz 1  –   jfp1971@gmail.com Néstor Raúl González Gutierrez 2    –  gonzalez2@gmail.com FATERN - Faculdade de Excelência Educacional do Rio Grande do Norte CEFOP  –  Centro FAPAZ de Ensino e Formação de Professores BRASIL INTRODUÇÃO “(...) Hoje, construir o futuro significa saber quais são as heranças produtivos a trazer do  passado e qual a maneira de aprimora- las: (...).” (BOLOGNA, J. E. Diálogos Criativos: Domenico de Mais: Frei Betto. São Paulo: Deleitura, 2002, p.17) Neste cenário o presente artigo objetiva discutir questões que embora pareça novas claras e precisas aos olhos dos educadores ainda criam dúvidas e confusões, inicialmente na conceituação dos termos depois, seus reflexos na prática tendenciosa que ora esta serviço, do atual modelo socioeconômico e educativo que tão somente aliena e coloca o aluno na condição de mero expectador.  A didática, enquanto área de estudo preocupada com o planejamento, o conteúdo, a avaliação e o currículo, constituirá tema central, uma vez que é mediadora entre o pólo teórico (pedagógico) e o pólo prático (educação) da atividade educativa. (Ghiraldelli Júnior, 1994, p. 9)  A formação do educador será outro eixo norteador haja vista que ele é o único, pelo menos no âmbito da sala de aula, a mediar o processo que requererá dele ensino aprendizagem, conhecimentos que o ajudará o melhor compreender a dinâmica escolar  –  atribuindo-lhe sentidos, a ver aluno como ser participativo e crítico, bem como reconhecer as possíveis mudanças na sala de aula dada sua “inter–ação”. R econhecendo ainda estes 1  Professor das disciplinas Comunicação e Tecnologia, LIBRAS e Teoria Métodos de Pesquisa e Coordenador das Pós-graduações em LIBRAS: docência, tradução/interpretação e proficiência/Comunicação Alternativa e Tecnologia Assistiva e História e Cultura Africana e Povos Afro-brasileiros da FATERN  –   Faculdade de Excelência Educacional do Rio Grande do Norte. Membro do Grupo de Pesquisa Crítica Textual e Edição de Textos UERJ/CNPq. Especialista em Arte, Educação e Tecnologias Contemporâneas pela Universidade de Brasília  –   UnB/DF. Especialista em Educação Especial e Inclusiva e em Especialista em Língua Portuguesa e Literatura Brasileira, ambas pela Faculdade do Noroeste de Minas  –   UCAM/RJ. Mestrando em Estudos Portugueses Multidisciplinares da Universidade Aberta de Portugal. Doutorando em Educação da WIU/USA  –   Winsconsin International University. Sócio-proprietário e Diretor Geral do CEFOP/FAPAZ. http://lattes.cnpq.br/5717227670514288.  2  Licenciado em Educação Especial pela Universidad Pedagogica Nacional. Pós-graduando em LIBRAS: docência, tradução/interpretação e proficiência e Pós-graduando em Neurociências, ambas pela FATERN  –   Faculdade de Excelência Educacional do Rio Grande do Norte. Gerente de Projetos Pedagógicos do CEFOP/FAPAZ http://lattes.cnpq.br/9094524647914374.   mecanismo através da organização político  –  pedagógica do ambiente escolar e assim identificar seus planos, planejamentos,currículos e programas, para que a educação possa se efetivar e finalmente, “satisfazer as necessidades básicas de aprendizagem das crianças, dos jovens e adultos, provendo-lhes a competências fundamentais requeridas pela plena participação na vida econômica, social, política e cultural do País, especialmente no mundo do Educação afinal, é dever do estado e obrigação da escola. 1. AFINAL, O QUE É EDUCAÇÃO?  A palavra educação tem sua srcem no latim  –   educare , que significa alimentar, criar, logo se pode concluir que educação é algo propiciado a alguém para sua existência e projeção, seja no âmbito social ou individual. Do ponto de vista social, educação é o que tudo que se aprende ou se absorve nas trocas de conhecimento e saberes de um determinado grupo, através dos seus hábitos e costumes, desde o momento que nascemos até o último instante das nossas vidas, ou seja, tudo que se é deve-se a um determinado meio e as pessoas com as quais se vive. Neste contexto , “surge, então, a escola instituição social criada especificamente para educar e ensinar. A escola, sendo instituída e regulamentada pelo grupo, reflete seus valores e seu nível cultural”. (CARVALHO, 1994, p.14).  Concernente ao plano individual, a educação estará voltada a aquisição de competências, habilidades e atitudes do indivíduo, na perspectiva do seu aperfeiçoamento e autonomia intelectual. Pois, o que outrora se tinha como conceito de educação, embora de mesma srcem e terminologia, era como significado desta palavra,idéias voltadas a estimulação e liberação de forças latentes, reconhecíveis no processo ensino-aprendizagem. No âmbito da sociologia, Durkheim afirma: “a educação é a ação exercida pelas relações adultas sobre  as gerações que não se encontram ainda preparadas para a vida social; tem por objetivo suscitar e desenvolver na criança certo número de estados físicos, intelectuais e morais reclamados pela sociedade política no seu conjunto e pelo meio especial a que criança, particularmente, se destina”. (DURKHEIM, 1978)   É, portanto, a educação que leva o indivíduo a exercer sua cidadania, visto que este converge com o processo de socialização do grupo onde está inserido, reconhecendo-se num processo contínuo de auto-educação, amadurecimento da sua consciência e responsabilidade social. Fundamentado nessa premissa, John Dewer afirma que “a educação não é algo que deva ser inculcado de fora, mas consiste no desenvolvimento de dons que todo o ser humano traz consigo ao n ascer”.  Desse modo, impor a educação individual a outrem é antes de tudo, anular o outro de um sistema social coletivo, constituído de uma diversidade de “educações”, como citado por Brandão, em “ O Que é Educação ” , não o reconhecendo como cidadão livre num sistema democrático, pois segundo Etave: “a educação ajuda a conquistar os seus próprios instrumentos de libertação, de realização do que ela projeta. Graças a ela, vai adquirir uma consciência  profissional, política, social, religiosa; vai forjar seu trabalho, sua cultura e seu desenvolvimento. Pela educação, que decisivamente será conscientização, o homem adquire uma atitude nova diante das coisas, diante dos outros, diante das estruturas, atitude de compreensão e de luta para se libertar dos out  ros”. (E  TAVE, 1971, p. 12 ). Nesta perspectiva, não se pode pensar uma educação para opressão, mas para a autonomia e libertação, fazendo o indivíduo “emerge da esfera da ingenuidade para a esfera  da crítica; da passividade à militância; da dor a esperança; da resignação à utopia. Convencidos (...) de que são igualmente capazes”. (FREIRE, 1996).  Deve-se reconhecer também, numa retrospectiva breve, que se é construtor desse cenário histórico, registra-se os momentos de queda e ascensão humana, enquanto se registra sua passagem humana pela vida terrena, logo, a educação se constrói e se reconstrói a cada novo momento das vidas humanas, como numa continuidade na Terra e ninguém melhor que Paulo Freire para expressar tal posicionamento: “gosto de ser homem, de ser gen te, por que não está dado como certo, inequívoco, irrevogável que sou ou serei decente, que testemunharei sempre gestos puros, que respeitarei os outros, que não mentirei escondendo o seu valor porque a inveja de sua presença no mundo me incomoda e me enraivece. Gosto de ser homem, de ser gente, porque sei que a minha passagem pelo mundo não é predestinada, preestabelecida. Que o meu „destino‟ não é um dado mas algo que precisa ser feito e de cuja responsabilidade não posso me eximir. Gosto de ser gente porque a História em que me faço com os outros e de cuja feitura tomo parte é um tempo de possibilidades e não de determinismos. Daí que insista tanto na problematização do futuro e recuse sua inexorabilidade”. (FREIRE, 1996, p. 52  -53). Pode-se, então, fundamentado nos preceitos acima, afirmar que:   educação é, em linha gerais, o ato de conscientização e evolução humana, seja no âmbito social ou coletivo;   seus objetivos são: - educar, ensinar e auto-educar o indivíduo; - preparar o homem para ser um ser pensante; - estender o conhecimento até a fonte de ignorância, não permitindo que o homem se torne escravo da natureza, da ignorância, tampouco, do próprio homem; - reconhecer o homem, não somente como portador de intelecto, raciocínio e conhecimento, mas ajudando-o a ser feliz, criativo, participativo e crítico; - evitar as explorações diversas, a avareza, a ganância, o orgulho e a violência, seja individual ou coletiva. 2. PEDAGOGIA, O QUE É.  Pedagogia é a ciência de bem conduzir o modo de ser e viver; de pensar e agir. Etimologicamente, pedagogia vem do grego e significa  pais, paidos  = criança e, ago  = conduzir, guiar orientar. Logo, é o ato pelo de guiar, orientar, conduzir algo ou alguém pelas mãos, feito que ocorre na Grécia Antiga, praticado pelos escravos da época por guiarem ou conduzirem os filhos dos senhores pelas mãos, aos espaços escolares. Daí, “ a pedagogia (...) é atividade de conduzir crianças”. (...) estando “ligada ao ato de conduzir ao saber. E, de fato, a pedagogia tem, até hoje, a preocupação com os meios, com as formas e maneiras de levar o indivíduo ao conhecimento. Assim, a pedagogia vincula-se aos problemas metodológicos relativos ao como ensinar; ao que ensinar e também ao quando ensinar e para quem ensinar. Ou seja, a pedagogia consubstancia- se no pólo teórico da problematização educacional”. (GHIRALDELLI JUNIOR, 1996, P. 8-9). Vendo por essa ótica, Abbagnano acrescenta: “(...) à pedagogia compete a tarefa de coordenar a contribuição das diversas ciências auxiliares e técnicas didáticas, e impedir que se caia em receitas fixas, de evitar que se cristalizem valores(...)”. (ABBAGNANO, 1987, p. 15)   E Viana conclui:  
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