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Os Números Da Economia Britânica Melhoraram Após o Brexit - e Isso Atordoa as Elites Políticas

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   IBOVESPA -1,18%   S&P 500 +0,10%   SHANGHAI +0,40%   OURO +0,36%   DÓLAR COM +0,00%   EURO   log in clube doar   ARTIGOS  artigo do dia economia   George Pickering sábado, 28 jan 2017       Os números da economia britânicamelhoraram após o Brexit - e isso atordoa aselites políticas Ao contrário das previsões catastrofistas, os números e asperspectivas mudaram para melhor   19 votos SOBRE O AUTOR   George Pickering é graduando de HistóriaEconômi ca na LondonSchool of Economics. VISITANTE       home > loja   por autor home > agenda   cursoshome > multimídia   biblioteca home > podcast   principal home > ensino   cursos acadêmicos home > blog   último posthome > artigos   homesou novo em escola austríaca  Convert webpages to pdf online with PDFmyURL  Atualização em 28/01/2017Atualização em 28/01/2017 A economia do Reino Unido pós-Brexit, contrariando todas as expectativas das elitespolíticas, continua robusta.No quarto trimestre de 2016, a economia cresceu mais rapidamente do que oseconomistas haviam previsto, continuando a desafiar as expectativas de que o Brexittraria efeitos negativos.Em termos trimestrais, o crescimento foi de 0,6% — acima dos 0,5% previstos — erepresenta o 16º trimestre consecutivo de crescimento. Comércio e serviçoscontinuaram os setores mais robustos. O setor de serviços cresceu 0,8% no trimestree o setor industrial, 0,7%.Já em 2016, a economia britânica se expandiu 2%, o maior crescimento do mundodesenvolvido, superando Alemanha e Estados Unidos. Nada mau para um país já ricoe que, segundos os especialistas , entraria em colapso após o Brexit.O índice FTSE 100 (o Ibovespa britânico), que lista as 100 maiores empresas comcapital aberta na bolsa de valores de Londres, acelerou ainda mais após o voto pelasaída. Já o desemprego caiu. A mídia, no entanto, segue alertando que haverá uma desaceleração até o fim de2017. É plausível. Aliás, é esperado. Mas isso não altera o fato de que mídia e todasas elites políticas estavam erradas ao prever uma grande retração econômica emdecorrência do Brexit (ver artigo abaixo). Os eleitores britânicos já perceberam oquão mal fundamentado era todo aquele alarde contra o Brexit.O fato é que, por ora, a experiência britânica revelou ao resto da Europa Ocidentalque não há nenhum risco econômico mensurável em se deixar a União Europeia.Mesmo que haja uma desaceleração econômica no fim do ano, ou até mesmo umarecessão, o fenômeno provavelmente será mundial, atingindo a Europa e os EUA,tornando difícil para a turma anti-Brexit criar uma hipótese plausível de causa eefeito. Se os países que permanecerem na União Europeia também sofrerem umarecessão, então a saída do Reino Unido não será considerada uma causa significativapara uma eventual recessão britânica.Tudo isso pode insuflar novos movimentos de saída da UE. Isso é uma ótima notíciapara a liberdade e uma péssima notícia para os globalistas.  Perfeito. Você foi aprovado comlouvor.  Ah, agora você finalmente chegou aocerne da questão:...Os sindicatos não conseguem garantir melhores salários aos... A necessidade do trabalhador e a ganância do empregador ... Partindo-se do que temos de informação aqui, respondo:  Manoel, em um país decente os empregados que crescem...excelente debate!  Na prática, o comportamento dos sindicatos de hoje em nada se...Olá Tulio, ARTIGOS - ÚLTIMOS 7 DIAS O parasitismosindical éoutra praga...Karl Marx e adiferençaentre...As máquinascontinuarãosubstituindo... SILVIOSILVIO   disse 1 min1 min CHAVESCHAVES   disse 6 min6 min RECRUTARECRUTA   disse 11 min11 min SANTANASANTANA   disse 13 min13 min ADRIANO TORRESADRIANO TORRES   disse 29 min29 min CARLOS NETOCARLOS NETO   disse 2 horas2 horas CARLOS NETOCARLOS NETO   disse 2 horas2 horas CARLOS NETOCARLOS NETO   disse 2 horas2 horas DEMPSEY RAMOSDEMPSEY RAMOS   disse 3 horas3 horas Convert webpages to pdf online with PDFmyURL  O artigo abaixo, publicado em setembro de 2016, já antecipava toda esta tendência. _______________________________________________________ Nos meses que antecederam o referendo do Brexit, que ocorreu no dia 23 de junho,os cidadãos britânicos foram impiedosamente bombardeados por uma série dealertas, crescentemente aterrorizantes, sobre as consequências de um voto pelasaída da União Europeia.A campanha alarmista, orquestrada pelas elites defensoras da União Europeia ecuidadosamente construída para gerar temor na população britânica, variou doridículo ao cômico: disse que o Reino Unido poderia ser excluído do concurso anualde músicas Eurovisão e avisou que uma saída da UE poderia desencadear a Terceira Guerra Mundial.Muito mais comum, no entanto, foi a aparentemente infindável procissão de alertasde que um voto pela saída da União Europeia geraria uma profunda recessão naeconomia britânica.Durante o primeiro semestre de 2016, raramente houve uma semana em que umaproeminente figura do establishment — desde o ministro da fazenda (que, no ReinoUnido, detém o pomposo título de 'Chanceler do Exchequer') George Osborne,passando pelo FMI, e culminando em George Soros — não viesse a público fazer tétricas previsões sobre a profunda recessão que inevitavelmente se abateria sobre aGrã-Bretanha caso o povo britânico optasse por sair da União Europeia.Com efeito, o senhor Osborne chegou até mesmo a publicar o esboço de um orçamento de emergência , o qual ele disse que seria necessário caso o Brexit fosseconfirmado. Segundo ele, o Brexit resultaria na perda de meio milhão de empregospara os britânicos. Adicionalmente, ele ameaçou que o governo sofreria uma brutalqueda nas receitas da ordem de 30 bilhões de libras, sendo que esse buraco negro teria de ser contrabalançado por meio de corte de gastos com o  National HealthService  , o serviço de saúde estatal britânico, famosamente descrito pelo chanceler deMargaret Thatcher, Nigel Lawson, como a coisa mais próxima que os ingleses têm deuma religião .A imprensa britânica prestou particular atenção nos alertas seguidamente emitidospelo presidente do Banco Central da Inglaterra, Mark Carney, que repetitivamente  Afinal, aexpansão datecnologia...O antídotopara as maispopulares...Como a NovaZelândiareduziu o... Convert webpages to pdf online with PDFmyURL  dizia estar prevendo profundos impactos negativos sobre o emprego e a taxa decrescimento resultantes de um eventual Brexit. Quem não embarcou na onda terroristaQuem não embarcou na onda terrorista Este site, por sua vez, disse que nada de especial ocorreria caso os britânicosoptassem pela saída da União Europeia. Vale a pena citar o que foi dito neste artigo: [...] assim como o comércio entre o Reino Unido e a União Europeia continuaráindependentemente do resultado do referendo de quinta-feira, também os fluxosde investimento continuarão inalterados. Os EUA não fazem parte da UE,tampouco sua moeda é a libra ou o euro, mas os fluxos de investimento do ReinoUnido para os EUA são maiores do que os de qualquer outro país. O investimento sempre migra para onde ele é bem recebido e bem tratado, e isso não mudará casoos eleitores britânicos optem por deixar a UE. Tanto o Reino Unido quanto a União Europeia continuarão sendo destinosatrativos para investimentos, independentemente de qual seja o resultado de 23de junho. E, dado que eles continuarão sendo atrativos, é seguro dizer que osinvestimentos entre os agora divorciados não irão acabar. Falando mais amplamente, Londres continuará sendo um dos principais centros financeiros do mundo, não importa o que aconteça amanhã. Consequentemente,os bancos de investimento do Reino Unido continuarão atendendo aos interessesdos atuais e futuros empreendimentos da União Europeia. Os principais negócios sediados na União Europeia não irão abrir mão da expertise financeira oferecida pela City londrina por causa de uma votação. Alguns negócios serão negativamente afetados pela saída? Sem dúvidas. Assimcomo alguns contadores perderiam seus empregos caso os governos facilitassem oscódigos tributários, certamente há consultores no Reino Unido que perderão seusempregos caso as empresas britânicas não mais tenham de cumprir comas intrincadas regulamentações impostas pela União Europeia. E certamente hálobistas britânicos que hoje ganham muito dinheiro por causa de sua habilidade em influenciar as decisões dos burocratas de Bruxelas. Essas pessoas seriam, nocurto prazo, prejudicadas. Mas, obviamente, não é função dos cidadãosbritânicos manter esses empregos artificiais.  Além do mais, uma saída do Reino Unido não significa que as empresas do Reino Convert webpages to pdf online with PDFmyURL
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