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Os riscos e as estratégias de Trump e Hillary no primeiro frente-a-frente DOSSIER Centrais

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Os riscos e as estratégias de Trump e Hillary no primeiro frente-a-frente DOSSIER Centrais HOJE 26 0 C/34 0 C Fonte SMG Administrador José Rocha Diniz Director Sérgio Terra Nº 5092 Terça-feira, 27 de Setembro
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Os riscos e as estratégias de Trump e Hillary no primeiro frente-a-frente DOSSIER Centrais HOJE 26 0 C/34 0 C Fonte SMG Administrador José Rocha Diniz Director Sérgio Terra Nº 5092 Terça-feira, 27 de Setembro de PATACAS FOTO JTM Entidade ligada à 7ª arte vai gerir Cinemateca A Cinemateca Paixão vai passar a ser gerida por uma entidade cinematográfica qualificada, avançou o Instituto Cultural ao JORNAL TRIBUNA DE MACAU, ressalvando, porém, que continuará a supervisionar a actividade do espaço. A decisão é bem vista pelo sector, mesmo por quem optou por não participar no concurso. As instalações da Cinemateca estão agora a ser alvo de reparações, com conclusão prevista para o próximo mês, devido a infiltrações no telhado. Pág. 3 Jogo enfraqueceu na semana passada As receitas brutas do jogo em Macau foram mais fracas do que o esperado entre os dias 19 e 25, reflectindo um enfraquecimento derivado sobretudo do mercado VIP, adiantou ontem a consultora Sanford C. Bernstein, revelando que a facturação média diária atingiu 557 milhões de patacas, contra 571 na semana precedente e 663 milhões nos primeiros 11 dias de Setembro. Até ao dia 25, a receita acumulada ascendeu a cerca de 15,2 mil milhões de patacas, fruto de uma média diária de 608 milhões, montante idêntico ao da globalidade de Agosto. Assumindo que, nos restantes dias do mês, a média diária possa oscilar entre 510 e 560 milhões de patacas, a consultora prevê que as receitas totais cresçam entre 4% e 5% em Setembro, face aos milhões contabilizados no mesmo mês de Coronel Mesquita já não terá torre até 50 metros Pág. 2 Actualizar parquímetros demora dois anos Pág. 5 Cartas viciadas em burla superior a 24 milhões Alunos de Macau campeões de Excel e PowerPoint Pág. 4 Pág. 9 02 JTM LOCAL Terça-feira, 27 de Setembro de 2016 PROJECTO VAI PELA SEGUNDA VEZ A CONSULTA PÚBLICA Coronel Mesquita já não terá torre de 50m A planta de Condições Urbanísticas do terreno na Avenida do Coronel Mesquita que poderia albergar uma torre de 50 metros de altura vai novamente a consulta pública. A nova proposta estabelece o limite de 20,5 metros de altura e o construtor é obrigado a manter os elementos arquitectónicos da fachadas e o muro de vedação existente Liane Ferreira Mais de um ano depois de ter sido discutido e rejeitado o projecto de um edifício com altura máxima de 51,6 metros num terreno na Avenida do Coronel Mesquita, foi ontem divulgada a nova versão da planta de condições urbanísticas (PCU). De acordo com as informações disponibilizadas na página electrónica da Direcção dos Serviços de Solos, Obras Públicas e Transportes (DS- SOPT), o novo prédio só poderá ter uma altura máxima de 20,5 metros. Para além disso, é necessário seguir a referência do parecer do Instituto Cultural (IC) relativamente à manutenção do muro de vedação existente, área não edificada destinada a espaços ao ar livre, bem como devem ser mantidos os elementos arquitectónicos da fachada principal efectuando um tratamento adequado e entregar-lhes para conservação. Segundo a explicação do projecto da PCU, o IC deve ser ouvido na fase de anteprojecto e depois na fase de arquitectura terá de ser consultado o Instituto para os Assuntos Cívicos e Municipais, que também ficará a cargo da transplantação das árvores existentes no terreno. O lote, de propriedade privada, tem 786 metros quadrados e uma finalidade não industrial, estando localizado numa zona próxima das casas de estilo colonial que são propriedade do Governo de Macau. No projecto, discutido em Junho de 2015, consta que o piso ao nível do pódio deve acolher também espaços verdes e de lazer, enquanto a parte inferior da torre será destinada a instalações comuns ou FOTO JTM/ARQUIVO a um clube. O lote em causa confina com a Avenida do Coronel Mesquita e a Rua de Pedro Coutinho. O projecto de arquitectura da torre, intitulada ACM, está a cargo do atelier Cheungvogl com escritórios em Hong Kong, China e Alemanha. A ideia era que a torre apresentasse diferentes ângulos consoante o local de onde fosse vista, pelo que o atelier esperava que se viesse a tornar numa marco do skyline da zona. Os andares no topo estavam reservados a apartamentos de luxo, enquanto o rés-do-chão, destinado a retalho, tinha uma forte predominância de vidros para potenciar a ideia de contemporaneidade. O prédio pretendia dar resposta às necessidades do Prédio na Avenida do Coronel Mesquita já só poderá ter uma altura máxima de 20,5m mercado de luxo, novos designs e tecnologia do território. Este projecto estará em consulta pública até 11 de Outubro, juntamente com outros oito. Um deles também bastante polémico é o da Rua das Lorchas nº 87-91, que vai ser submetido pela quarta vez a consulta. O terreno inserido no Plano da Almeida Ribeiro tem 99 metros quadrados e finalidade não industrial, contendo já uma habitação visualmente comum na zona do Porto Interior. A revisão do projecto sugere que a altura máxima seja 20,5 metros de altura para todo o prédio, quando no projecto anterior era sugerido que uma zona do edifício mantivesse a altura existente, enquanto outra poderia ter 20,5 metros. Das revisões anteriores surgiram alterações como o facto da altura e forma da arcada deverem corresponder com as do edifício existente ou contíguo. Por outro lado, a construção deve ser uma continuidade das características das colunas das varandas, tomando como referência o estilo de construção original ou do prédio nº 97. O anteprojecto também fica sujeito ao parecer do IC. Na consulta anterior foram recolhidas 43 opiniões, maioritariamente centradas na altura do edifício e mais tarde na reunião do CPU estiveram em causa os critérios que presidem à decisão de preservar varandas tradicionais. FOTO CHEUNGVOGL PREÇO PESA 48% NA DECISÃO DA EMPREITADA Caução de 10 milhões para Centro de Estágio O projecto de construção de fundações do Centro de Formação e Estágio de Atletas vai a concurso público a 12 de Outubro, tendo sido estabelecida uma caução provisória de 10 milhões de patacas e outra definitiva. O centro terá uma área de metros quadrados Poucos dias após o presidente do Instituto do Desporto (ID), Pun Weng Kun, ter afirmado que o centro de alto rendimento que deveria ter sido inaugurado em 2012, poderá estar concluído em três anos, o Governo anunciou a abertura de concurso público para o projecto de fundações. De acordo com informações disponíveis na página electrónica do Gabinete para o Desenvolvimento de Infra- estruturas (GDI), a primeira fase de trabalhos passa pela construção das fundações e dos maciços de encabeçamento de estacas no terreno onde está o parque de estacionamento da Nave Desportiva dos Jogos da Ásia Oriental de Macau junto à Rua de Ténis, no COTAI. O Centro de Formação e Estágio de Atletas terá uma área de cerca de m² e a obra inicial em causa tem um prazo máximo de execução de 310 dias de trabalho. De acordo com o regulamento do concurso, foi incluída uma caução provisória de dez milhões de patacas, a prestar mediante depósito em dinheiro, garantia bancária ou seguro-caução. Além desta, foi fixada ainda uma caução definitiva de 5% do preço total da adjudicação. O concurso não tem preço base e as entidades concorrentes devem estar inscritas na Direcção dos Serviços de Solos, Obras Públicas e Transportes. A entrega de propostas vai decorrer até 11 de Outubro, seguindo-se no dia seguinte o acto público de concurso na sede do GDI. Os critérios de apreciação atribuem ao preço da obra 48% da nota, seguido da experiência e qualidade da construção com 22%. Prazo de execução e plano de trabalhos correspondem a 12% e 18%, respectivamente. No passado fim-de-semana, Pun Wen Kun declarou que o projecto do centro estava na última fase de elaboração, tendo mesmo dito que esperava que numa fase posterior pudesse ter condições para receber atletas estrangeiros. L.F. JORNAL TRIBUNA DE MACAU Propriedade: Tribuna de Macau, Empresa Jor na lística e Editorial, S.A.R.L. Administrador: José Rocha Diniz Director: Sérgio Terra Redacção: Catarina Almeida, Inês Almeida, Liane Ferreira e Viviana Chan Correspondentes: Helder Almeida (Portugal) e Rogério P. D. Luz (Brasil) Colaboradores: Fátima Almeida, Helder Fernando, Raquel Carvalho, Pedro André Santos e Vitor Rebelo Colunistas: Albano Martins, Carlos Frota, Daniel Carlier, Francisco José Leandro, João Botas, João Figueira, Jorge Rangel e Luíz de Oliveira Dias Grafismo: Suzana Tôrres Secretário da Redacção : Alex Sampaio Serviços Administrativos e Publicidade: Joana Chói Agências: Serviços Noticiosos da Lusa, Xinhua e Rádio ONU Impressão: Tipografia Welfare, Ltd Administração, Direcção e Redacção: Calçada do Tronco Velho, Edifício Dr. Caetano Soares, N os 4, 4A, 4B - Macau Caixa Postal (P.O. Box): 3003 Telefone: (853) Fax: (853) (serviço geral) Terça-feira, 27 de Setembro de 2016 JTM LOCAL 03 ABERTURA DE PROPOSTAS NO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2017 Cinemateca será gerida por entidade ligada à 7ª arte A Cinemateca Paixão vai passar a ser gerida por uma entidade ligada ao cinema, avançou o Instituto Cultural ao JORNAL TRIBUNA DE MACAU, ressalvando, porém, que continuará a supervisionar a actividade do espaço. As instalações estão a ser alvo de reparações, com conclusão prevista para o próximo mês, devido a infiltrações no telhado Inês Almeida O Instituto Cultural (IC) está a levar a cabo a reparação de infiltrações no telhado da Cinemateca Paixão, cuja conclusão está prevista para Outubro. No que respeita ao concurso público para prestação de serviços de operação, a sua avaliação já foi concluída, passando-se agora ao procedimento administrativo de acompanhamento da Cinemateca. A abertura das propostas ao público deverá acontecer no primeiro trimestre do próximo ano, garantiu o IC numa resposta ao JORNAL TRIBUNA DE MACAU. Assim, o espaço passará a ser gerido por uma entidade cinematográfica qualificada. É expectável que a Cinemateca abra ao público no primeiro trimestre do próximo ano. A entidade seleccionada ficará sujeita à supervisão do IC. A decisão é bem vista pelo sector. A Cult Ltd Company foi uma das entidades a apresentar uma proposta. Basicamente, vamos ter sessões de filmes regulares, tanto com trabalhos locais, como películas temáticas de alguns festivais, além de conversas relacionadas com o gosto pelo cinema e a realização cinematográfica, explicou um responsável da empresa ao JORNAL TRIBUNA DE MACAU. Outros projectos incluem workshops de Verão e um programa para aumentar o gosto pelo cinema, tanto para estudantes como para o público em geral, adiantou Albert Iao. Mesmo entidades que optaram por não entrar no concurso, mostram-se entusiasmadas com a ideia de uma gestão mais ligada à área. A nossa associação não apresentou uma proposta para este concurso mas é sem- pre bom abrir mais espaços de uso público e, considerando que está a emergir uma tendência de gosto pelas idas ao cinema entre a população de Macau e que o desenvolvimento do cinema em Macau é datado dos anos 50, era essencial haver um arquivo de filmes, frisou um representante da Associação de Cultura e Produções de Filmes e Televisão de Macau. Euris salienta que tal seria essencial para guardar tudo o que foi feito na indústria. Ao mesmo tempo, a localização da Cinemateca Paixão é óptima, situando-se numa zona onde muitos turistas se concentram, no coração do Centro Histórico. Dado o seu potencial, segundo frisou, a Cinemateca necessita de estratégias e uma planificação apropriada, para que possa ser útil para a indústria, sendo que a gestão do espaço requere comunicação activa com o Governo com o objectivo de explorar a melhor estratégia em termos de posicionamento. A nossa associação está optimista quanto ao futuro desenvolvimento da Cinemateca, garantiu Euris. A Cinemateca começou a primeira fase de funcionamento experimental em Setembro de 2015 e uma segunda em Janeiro deste ano. Durante este período, indicou o IC, foi lançado o Programa de Arrendamento Temporário de Espaços da Cinemateca que permitiu a membros da indústria cinematográfica local, realizadores e associações reservar a bilheteira e a sala de exibições para apresentar diferentes géneros de filmes. Além disso, realizaram-se palestras sobre películas e workshops para entusiastas do cinema e o público em geral. O IC recorda ainda que alguns espaços dos edifícios da Travessa da Paixão, imediatamente ao lado da Cinemateca, estão planeados para a exibição de equipamentos tradicionais de projecção de filmes. Actualmente está a proceder-se ao planeamento espacial do interior e à disposição e organização de exposições, referiu o organismo. A Cinemateca reabrirá quando essas intervenções estiverem concluídas. FOTO ALEX SAMPAIO 04 JTM LOCAL BREVES Idoso electrocutado por lanterna festiva Um homem de 65 anos de idade foi electrocutado numa lanterna decorativa do Festival da Lua, na Praça de Tap Seac. O cidadão foi transportado para o hospital, e segundo os bombeiros sofreu queimaduras de segundo grau no polegar da mão direita e sangrava no pé esquerdo, mas está estável. De acordo com as autoridades, o homem alegou que passava junto da escultura quando a mão entrou em contacto com fios de metal soltos da lanterna. Após investigação, o Corpo de Bombeiros concluiu que havia fuga de electricidade do fio em questão e desligou a fonte de energia. O Instituto para os Assuntos Cívicos e Municipais foi notificado da situação e selou as lanternas no local. Trabalhador ferido nas bancadas do GPM Os preparativos para o Grande Prémio já estão a decorrer com a montagem das bancadas na curva do Hotel Lisboa, na Avenida da Amizade. Apesar dos trabalhos estarem numa fase inicial, já se registou um acidente laboral com a queda de 4 a 5 metros de altura de um trabalhador não residente. O Corpo de Bombeiros explicou que o homem, de 45 anos de idade, sofreu ferimentos na cabeça e terá partido a mão esquerda, quando foi enviado para o hospital para tratamento, encontrando-se plenamente consciente. O gerente de uma sala VIP de um casino no NAPE foi detido pela Polícia Judiciária (PJ) por suspeitas de ter burlado o seu local de trabalho, com a ajuda de três bate-fichas, também interceptados no fim-de-semana. O estabelecimento de jogo perdeu, em apenas meia hora, um total de 24 milhões de dólares de Hong Kong. De acordo com a PJ, o crime foi bem planeado, já que os quatro envolvidos dividiram tarefas, sendo o gerente o responsável por roubar o baralho de cartas, enquanto os cúmplices fizeram as marcas. Quando o baralho voltou às mesas do casino na sexta-feira, dois dos suspeitos fizeram-se passar por jogadores, enquanto outro distribuía as cartas, alegadamente, viciadas. Terça-feira, 27 de Setembro de 2016 CASO ENVOLVE GERENTE DO ESPAÇO Burla de 24 milhões em sala VIP No espaço de meia hora, uma sala VIP de um casino sofreu um prejuízo avaliado em 24 milhões de dólares de Hong Kong, numa burla que terá sido organizada pelo gerente do espaço, com ajuda de três bate-fichas. A Polícia Judiciária já deteve os quatro suspeitos e indicou que o baralho de cartas usado para cometer o crime foi viciado Rima Cui Os detidos apostaram um milhão de dólares de Hong Kong em cada jogada, conseguindo arrecadar 24 milhões no espaço de apenas 30 minutos. A polícia está agora à procura dos lucros desviados, tendo já encaminhado os suspeitos Operários debatem proibição de jogo para funcionários Baralho de cartas foi viciado para o Ministério Público. Na mesma operação, a PJ fez ainda referência à existência de pessoas que jogam às escondidas valores mais elevados do que o normal, fugindo ao pagamento de impostos. A Federação das Associações dos Operários de Macau realizou ontem um colóquio para discutir a proposta que prevê a proibição dos funcionários do jogo de entrar nos casinos fora do horário laboral. Uma das conclusões foi a de que há croupiers que concordam com essa medida, dada a frequente ocorrência de casos de burla ou furto de fichas praticados por trabalhadores dos casinos, sugerindo, ainda assim, um tecto máximo para a multa. Pelo contrário, Zeng Zhonglu, professor do Instituto Politécnico, manifestou-se contra a medida por entender que será quase impossível pô-la em prática. FOTO PJ Edital n.º Processo n.º Assunto Local Direcção dos Serviços de Solos, Obras Públicas e Transportes EDITAL : 122/E-BC/2016 : 1642/BC/2010/F : Demolição de obras não autorizada pela infracção às disposições do Regulamento de Segurança Contra Incêndios (RSCI) : Rua de S. Lourenço n.º 24, Edf. Veng Kwong, terraço sobrejacente à fracção 5.º andar A (CRP:A5), Macau. Cheong Ion Man, subdirector da Direcção dos Serviços de Solos, Obras Públicas e Transportes, no uso das competências delegadas pelo Despacho n.º 12/SOTDIR/2015, publicado no Boletim Oficial da Região Administrativa Especial de Macau (RAEM) n.º 38, II série, de 23 de Setembro de 2015, faz saber que ficam notificados os donos das obras ou seu(s) mandatário(s) e os utentes do local acima indicado, cujas identidades se desconhecem, do seguinte: 1. Na sequência da fiscalização realizada pela DSSOPT, apurou-se que no local acima indicado realizaram-se as seguintes obras não autorizadas: Obra Instalação de suporte metálico no terraço do edifício. Instalação de tubo de abastecimento de água no terraço do edifício. Infracção ao RSCI e motivo da demolição Infracção ao n.º 4 do artigo 10.º, obstrução do caminho de evacuação. Infracção ao n.º 4 do artigo 10.º, obstrução do caminho de evacuação. 2. De acordo com o n.º 1 do artigo 95.º do RSCI, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 24/95/M, de 9 de Junho, foi realizada, no seguimento de notificação por edital publicado nos jornais em língua chinesa e em língua portuguesa de 7 de Janeiro de 2016 e pelo ofício n.º 00111/DURDEP/2016, a audiência escrita dos interessados, mas estes não apresentaram qualquer resposta no prazo indicado e não foram carreados para o procedimento elementos ou argumentos de facto e de direito que pudessem conduzir à alteração do sentido da decisão de ordenar a demolição das obras não autorizadas acima indicadas. 3. Sendo as escadas, corredores comuns e terraço do edifício considerados caminhos de evacuação, devem os mesmos conservar -se permanentemente desobstruídos e desimpedidos, de acordo com o disposto no n.º 4 do artigo 10.º do RSCI. Assim, nos termos do n.º 1 do artigo 88.º do RSCI e no uso das competências delegadas pela alínea 6) do n.º 1 do Despacho n.º 12/SOTDIR/2015, publicado no Boletim Oficial da RAEM n.º 38, II série, de 23 de Setembro de 2015, e por meu despacho de 15 de Setembro de 2016 exarado sobre a informação n.º 07499/DURDEP/2016, ordeno aos donos da obra ou seu(s) mandatário(s) que procedam, por sua iniciativa, no prazo de 8 dias contados a partir da data da publicação do presente edital, à demolição das obras acima indicadas e à reposição do local afectado, bem como aos interessados e aos utentes que procedam à remoção de todos os materiais e equipamentos nele existentes e à desocupação do local acima referido, devendo, para o efeito e com antecedência, apresentar nesta DSSOPT o pedido da demolição das obras ilegais, cujos trabalhos só podem ser realizados depois da sua aprovação. A conclusão dos referidos trabalhos deverá ser comunicada à DSSOPT para efeitos de vistoria. 4. Findo o prazo estipulado, não será aceite qualquer pedido de demolição das obras acima mencionadas. De acordo com o n.º 2 do artigo 139.º do Código do Procedimento Administrativo, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 57/99/M, de 11 de Outubro, notifica-se ainda que nos termos dos n.os 1 e 2 do artigo 89.º do RSCI, findo o prazo referido, a DSSOPT, em conjunto com outros serviços públicos e com a colaboração do Corpo de Polícia de Segurança Pública, procederá à execução dos trabalhos acima referidos, sendo as despesas suportadas pelos infractores. Além disso, findo o prazo da demolição e da desocupação voluntárias, a DSSOPT dará início aos trabalhos de demolição e de desocupação, os quais, uma vez iniciados, não podem ser cancelados. Os materiais e equipamentos deixados no local acima indic
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