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A atualidade dos últimos conselhos de Tiago

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1. A ATUALIDADE DOS ÚLTIMOS CONSELHOS DE TIAGO 3º Trimestre de 2014 Lição 13 Pr. Moisés Sampaio de Paula 2. TEXTO ÁUREO Pr. Moisés Sampaio de Paula 2…
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  • 1. A ATUALIDADE DOS ÚLTIMOS CONSELHOS DE TIAGO 3º Trimestre de 2014 Lição 13 Pr. Moisés Sampaio de Paula
  • 2. TEXTO ÁUREO Pr. Moisés Sampaio de Paula 2 "Confessai as vossas culpas uns aos outros e orai uns pelos outros, para que sareis; a oração feita por um justo pode muito em seus efeitos" (Tg 5.16).
  • 3. VERDADE PRÁTICA Pr. Moisés Sampaio de Paula 3 Se vivermos os princípios da Epístola de Tiago teremos uma vida cristã que agradará ao nosso Deus.
  • 4. OBJETIVOS Após esta aula, o aluno deverá estar apto a: • Compreender o valor da paciência e da proibição de juramento. • Saber a respeito do real significado da unção dos enfermos. • Conscientizar-se da importância da conversão de um irmão. Pr. Moisés Sampaio de Paula 4
  • 5. Palavra chave Pr. Moisés Sampaio de Paula 5
  • 6. Esboço da Lição I. O VALOR DA PACIÊNCIA E A PROIBIÇÃO DO JURAMENTO (Tg 5.7-12) 1. O valor da paciência e da perseverança (vv.7,8). 2. O valor da tolerância de uns para com os outros (v.9). 3. Aflição, sofrimento e juramento (vv.10-12). II. - A UNÇÃO DE ENFERMOS E COMO DEUS OUVIU A ELIAS (Tg 5.13-18) 1. Oração e cânticos (Tg 5.13). 2. A oração da fé (vv. 14,15). 3. Oração e confissão (v.16-18). III. A IMPORTÂNCIA DA CONVERSÃO DE UM IRMÃO (Tg 5.19,20) 1. O cuidado de uns para com os outros (v.19). 2. A proximidade do ensino de Tiago com o de Jesus. Pr. Moisés Sampaio de Paula 6
  • 7. INTRODUÇÃO • Depois de estudarmos os principais assuntos da Epístola de Tiago, nessa última lição do trimestre, chegamos às seções finais da carta (vv.7- 20). • Nessa ocasião, analisaremos os ensinos práticos e atuais que o meio-irmão do Senhor escreveu para os seus leitores. Pr. Moisés Sampaio de Paula 7
  • 8. INTRODUÇÃO • São conselhos bíblicos Práticos, Perenes e Necessários ao nosso relacionamento com Deus e a uma boa convivência na igreja local bem como em sociedade. Pr. Moisés Sampaio de Paula 8
  • 9. I. O VALOR DA PACIÊNCIA E A PROIBIÇÃO DO JURAMENTO (Tg 5.7-12) • 1. O valor da paciência e da perseverança (vv.7,8). • 2. O valor da tolerância de uns para com os outros (v.9). • 3. Aflição, sofrimento e juramento (vv.10-12). Pr. Moisés Sampaio de Paula 9
  • 10. I. O VALOR DA PACIÊNCIA E A PROIBIÇÃO DO JURAMENTO (Tg 5.7-12) • No versículo sete Tiago evoca uma imagem agrícola para exemplificar o valor da paciência e da perseverança. Tal imagem é comum aos destinatários de sua época. Pr. Moisés Sampaio de Paula 10 1. O valor da paciência e da perseverança (vv.7,8). “Sede pois irmãos, pacientes até a vinda do Senhor. Eis que o lavrador espera o preciso fruto da terra, aguardando com paciência, até que receba a chuva temporã e serôdia.” Tg 5:7
  • 11. Uma pergunta Qual a definição de paciência e perseverança? Pr. Moisés Sampaio de Paula 11
  • 12. Definição • Paciência <Gr. Hupomone - significa literalmente “permanecer ou ficar embaixo”. > É a qualidade de quem não se rende às circunstâncias ou sucumbe às provas. É o oposto do desalento e está associado à esperança. É a capacidade de suportar e mudar as circunstâncias. Virtude de quem suporta males e incômodos sem queixumes nem revolta. Pr. Moisés Sampaio de Paula 12
  • 13. Definição • Perseverança <Gr. Hupomone> 1. Ação ou efeito de perseverar; 2. Qualidade do que persevera: Persistência; 3. Firmeza, consistência, tenacidade, obstinação, pertinácia, constância. 4. Permanecer, ficar em um lugar com esperança, obtendo uma conquista. 5. Não desistir, "lutar com unhas e dentes". 6. Capacidade de aguentar ou mater-se firme em face de dificuldades. E não somente isso, mas exultemos enquanto em tribulações, visto que sabemos que tribulação produz perseverança. ROMANOS 5:3 Pr. Moisés Sampaio de Paula 13
  • 14. I. O VALOR DA PACIÊNCIA E A PROIBIÇÃO DO JURAMENTO (Tg 5.7-12) • Ele nos ensina que tanto a paciência quanto a perseverança são valores que devem ser cultivados, não em alguns momentos, mas durante a vida toda. Precisaremos da paciência e da perseverança para vencermos : 1. As dificuldades, 2. Privações, 3. Inquietações e 4. Sofrimentos da existência terrena Pr. Moisés Sampaio de Paula 14 1. O valor da paciência e da perseverança (vv.7,8).
  • 15. I. O VALOR DA PACIÊNCIA E A PROIBIÇÃO DO JURAMENTO (Tg 5.7-12) • Essas características também estão relacionadas à nossa esperança na vinda do Senhor. • Sejamos pacientes e perseverantes em aguardá-la, pois ela, conforme nos diz as Escrituras, está próxima (Fp 4.5; Hb 10.25,37; 1 Jo 2.18; Ap 22.10,12,20). Pr. Moisés Sampaio de Paula 15 1. O valor da paciência e da perseverança (vv.7,8).
  • 16. I. O VALOR DA PACIÊNCIA E A PROIBIÇÃO DO JURAMENTO (Tg 5.7-12) • Mais uma vez a Palavra do Senhor reitera o cuidado com a língua, pois se não soubermos usá-la acabaremos por cometer falsos julgamentos contra as pessoas. Pr. Moisés Sampaio de Paula 16 2. O valor da tolerância de uns para com os outros (v.9).
  • 17. I. O VALOR DA PACIÊNCIA E A PROIBIÇÃO DO JURAMENTO (Tg 5.7-12) • No versículo nove, Tiago adverte-nos acerca do dia do juízo divino. • O Juiz está às portas! Ele sim julgará com retidão e, justamente por isso, não podemos nos ocupar emitindo opiniões e comentários falsos contra quaisquer pessoas, quer sejam estas parte da igreja, quer não. Pr. Moisés Sampaio de Paula 17 2. O valor da tolerância de uns para com os outros (v.9).
  • 18. I. O VALOR DA PACIÊNCIA E A PROIBIÇÃO DO JURAMENTO (Tg 5.7-12) • O ensino desses três versículos, primeiramente, alude à aflição e a paciência dos profetas que falaram em nome do Senhor. • De igual modo, posteriormente, trata da paciência de Jó e o fim que o Senhor lhe concedeu após tamanha aflição e sofrimento (Ez 14.14,20; Hb 11.23-38). Pr. Moisés Sampaio de Paula 18 3. Aflição, sofrimento e juramento (vv.10-12).
  • 19. I. O VALOR DA PACIÊNCIA E A PROIBIÇÃO DO JURAMENTO (Tg 5.7-12) • Os crentes a quem Tiago escreveu sentiam-se orgulhosos por ser comparados aos personagens do Antigo Testamento. • Ao experimentar as aflições, eles sabiam que assim como Deus concedera graça a Jó (Jó 42.10- 17), da mesma forma daria a eles. Pr. Moisés Sampaio de Paula 19 3. Aflição, sofrimento e juramento (vv.10-12).
  • 20. I. O VALOR DA PACIÊNCIA E A PROIBIÇÃO DO JURAMENTO (Tg 5.7-12) • No versículo doze Tiago admoesta-nos a que não caiamos no erro de jurar pelo céu ou pela terra. • Nossas palavras não são poderosas para garantir o juramento. Não! • Tudo depende de Deus e da sua vontade. Pr. Moisés Sampaio de Paula 20 3. Aflição, sofrimento e juramento (vv.10-12).
  • 21. I. O VALOR DA PACIÊNCIA E A PROIBIÇÃO DO JURAMENTO (Tg 5.7-12) • Tiago nos ensina que não devemos fazer tais juramentos, pois a palavra do discípulo de Jesus deve se resumir ao sim ou ao não (Mt 5.33-37). Pr. Moisés Sampaio de Paula 21 3. Aflição, sofrimento e juramento (vv.10-12). Isto deve ser suficiente!
  • 22. I. O VALOR DA PACIÊNCIA E A PROIBIÇÃO DO JURAMENTO (Tg 5.7-12) Pr. Moisés Sampaio de Paula 22 3. Aflição, sofrimento e juramento (vv.10-12). “Mas, sobretudo, meus irmãos, não jureis, nem pelo céu, nem pela terra, nem façais qualquer outro juramento; mas que a vossa palavra seja sim, sim, e não, não; para que não caiais em condenação.” Tiago 5:12
  • 23. SINOPSE DO TÓPICO (1) Pr. Moisés Sampaio de Paula 23 Como cristãos devemos cultivar a paciência e a perseverança até a volta de Jesus.
  • 24. Perguntas Pr. Moisés Sampaio de Paula 24 1. No versículo nove, Tiago adverte-nos acerca do quê? R. No versículo nove, Tiago adverte-nos acerca do dia do juízo divino. O Juiz está às portas!
  • 25. Perguntas Pr. Moisés Sampaio de Paula 25 2. Como se sentiam os crentes a quem Tiago escreveu? R. Os crentes a quem Tiago escreveu sentiam-se orgulhosos por ser comparados aos personagens do Antigo Testamento.
  • 26. II. -A UNÇÃO DE ENFERMOS E COMO DEUS OUVIU A ELIAS (Tg 5.13-18) • 1. Oração e cânticos (Tg 5.13). • 2. A oração da fé (vv. 14,15). • 3. Oração e confissão (v.16-18). Pr. Moisés Sampaio de Paula 26
  • 27. II. -A UNÇÃO DE ENFERMOS E COMO DEUS OUVIU A ELIAS (Tg 5.13-18) • Diante das adversidades, ou nos períodos de bonança, a Bíblia nos recomenda a adorar a Deus. Pr. Moisés Sampaio de Paula 27 1. Oração e cânticos (Tg 5.13).
  • 28. II. -A UNÇÃO DE ENFERMOS E COMO DEUS OUVIU A ELIAS (Tg 5.13-18) • Se estivermos tristes e angustiados, devemos buscar o Senhor em oração; Pr. Moisés Sampaio de Paula 28 1. Oração e cânticos (Tg 5.13).
  • 29. II. -A UNÇÃO DE ENFERMOS E COMO DEUS OUVIU A ELIAS (Tg 5.13-18) • Se estivermos alegres, devemos cantar louvores a Deus. Pr. Moisés Sampaio de Paula 29 1. Oração e cânticos (Tg 5.13).
  • 30. II. -A UNÇÃO DE ENFERMOS E COMO DEUS OUVIU A ELIAS (Tg 5.13-18) • Em ambas as situações, Deus deve ser adorado! Pr. Moisés Sampaio de Paula 30 1. Oração e cânticos (Tg 5.13).
  • 31. II. -A UNÇÃO DE ENFERMOS E COMO DEUS OUVIU A ELIAS (Tg 5.13-18) • Como é bom sermos acolhidos pelo Senhor. • Se tivermos de chorar, choremos na presença dEle; se tivermos de cantar, entoemos louvores diante dEle. • Dessa maneira, seremos maravilhosamente consolados pelo Criador. Pr. Moisés Sampaio de Paula 31 1. Oração e cânticos (Tg 5.13).
  • 32. II. -A UNÇÃO DE ENFERMOS E COMO DEUS OUVIU A ELIAS (Tg 5.13-18) Pr. Moisés Sampaio de Paula 32 2. A oração da fé (vv. 14,15). “Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e orem sobre ele, ungindo-o com azeite em nome do Senhor; E a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados. Tiago 5:14-15
  • 33. II. -A UNÇÃO DE ENFERMOS E COMO DEUS OUVIU A ELIAS (Tg 5.13-18) • A orientação de se chamar os presbíteros, ou anciãos da comunidade cristã, para orar por um enfermo e ungi-lo com azeite, denota a ideia de respeito que os crentes tinham com esses ministros. • Os presbíteros serviam ao povo de Deus com alegria. Pr. Moisés Sampaio de Paula 33 2. A oração da fé (vv. 14,15).
  • 34. II. -A UNÇÃO DE ENFERMOS E COMO DEUS OUVIU A ELIAS (Tg 5.13-18) Pr. Moisés Sampaio de Paula 34 2. A oração da fé (vv. 14,15). • Isso também indica que a atitude de ungir o enfermo com o óleo não deve ser banalizada em nosso meio. • Hoje, as pessoas ungem bens materiais, bairros e até cidades. Isso é esoterismo!
  • 35. II. -A UNÇÃO DE ENFERMOS E COMO DEUS OUVIU A ELIAS (Tg 5.13-18) • A base bíblica em o Novo Testamento fala do acolhimento ao enfermo para que ele seja curado. • É a "oração da fé" que, além de curar o doente, faz com que ele sinta igualmente o perdão dos seus pecados. Pr. Moisés Sampaio de Paula 35 2. A oração da fé (vv. 14,15).
  • 36. II. -A UNÇÃO DE ENFERMOS E COMO DEUS OUVIU A ELIAS (Tg 5.13-18) • Esse é um texto maravilhoso, mas infelizmente, desprezado por muitos. Ele ressalta a "confissão entre os irmãos". • É um incentivo a koinonia, ou seja, à união e ao amor fraternal entre os salvos. Pr. Moisés Sampaio de Paula 36 3. Oração e confissão (v.16-18).
  • 37. II. -A UNÇÃO DE ENFERMOS E COMO DEUS OUVIU A ELIAS (Tg 5.13-18) • Como todos somos pecadores justificados, em vez de acusarmo-nos uns aos outros, devemos realizar confissões públicas para ajudarmo-nos mutuamente. • Uma vez confessada a nossa culpa e tendo orado uns pelos outros, seremos sarados. Pr. Moisés Sampaio de Paula 37 3. Oração e confissão (v.16-18).
  • 38. Confissões públicas não são confissões auriculares • Doutrina da confissão auricular • Doutrina da igreja Romana segundo a qual os fieis católicos devem confessar os seus pecados ao padre pelo menos uma vez por ano. Este, por sua vez, tem poder para perdoar os pecados, ainda que o próprio padre esteja em estado de pecado mortal. • Eles se baseiam em versículos como João 20:22-23 para estabelecer as bases desse ensinamento Pr. Moisés Sampaio de Paula 38 Fonte: http://heresiascatolicas.blogspot.com.br/2014/08/a-confissao-auricular-e-biblica.html
  • 39. Confissões públicas não são confissões auriculares • O texto não está falando nada sobre confessar o pecado ao sacerdote em específico, mas sim sobre confessar “uns aos outros”, ou seja, entre nós mesmos. • Tiago não disse: “confessem seus pecados ao sacerdote”, mas sim: “confessem seus pecados uns aos outros”. Se o termo “uns aos outros” deve ser entendido como sendo “somente ao sacerdote”, então deveríamos entender também que João queria que amássemos somente os sacerdotes quando disse: “amem uns aos outros” (1Jo.4:7). Pr. Moisés Sampaio de Paula 39 “Portanto, confessem os seus pecados uns aos outros e orem uns pelos outros para serem curados. A oração de um justo é poderosa e eficaz” (Tiago 5:16) Fonte: http://heresiascatolicas.blogspot.com.br/2014/08/a-confissao-auricular-e-biblica.html
  • 40. Confissões públicas não são confissões auriculares • Há uma diferença enorme entre uma coisa em outra. O resumo do que a Bíblia ensina sobre isso é o seguinte: 1. • Pecados secretos e pessoais só precisam ser confessados para Deus. 2. • Pecados que envolvem alguma outra pessoa devem ser confessados a Deus e também a esta pessoa (ex: alguém que adulterou tem que confessar seu pecado à sua esposa). 3. • Pecados que envolvem toda uma comunidade devem ser confessados diante de toda a comunidade, e o perdão e punição dependem do voto da maioria quanto a ele, e não do sacerdote em especial. Pr. Moisés Sampaio de Paula 40 Fonte: http://heresiascatolicas.blogspot.com.br/2014/08/a-confissao-auricular-e-biblica.html
  • 41. Confissões públicas não são confissões auriculares Se teu irmão pecar contra ti - "Se teu irmão pecar contra ti, vai, e repreende-o entre ti e ele só; se te ouvir, ganhaste a teu irmão;” Se não te ouvir – “mas, se não te ouvir, leva ainda contigo um ou dois, para que pela boca de duas ou três testemunhas toda a palavra seja confirmada.” Se persistir no erro – “E, se não as escutar, dize-o à igreja;” Se não escutar a igreja – “e, se também não escutar a igreja, considera-o como um gentio e publicano” (Mateus 18:15-17) Pr. Moisés Sampaio de Paula 41 Fonte: http://heresiascatolicas.blogspot.com.br/2014/08/a-confissao-auricular-e-biblica.html
  • 42. O que disseram os antigos Agostinho - (354-430) • "O que devo fazer com os homens para que devam ouvir minhas confissões, como se pudessem curar minhas enfermidades? A raça humana é muito curiosa para conhecer a vida das outras pessoas, mas muito preguiçosa para corrigi-la.“ Pr. Moisés Sampaio de Paula 42 Fonte: http://heresiascatolicas.blogspot.com.br/2014/08/a-confissao-auricular-e-biblica.html
  • 43. O que disseram os antigos João Crisóstomo - (347-407) • "Não pedimos que confesse seus pecados a qualquer um de seus semelhantes, mas apenas a Deus... Você não precisa de testemunhas para sua confissão. Reconheça secretamente seus pecados e permita que Deus somente ouça a confissão." Pr. Moisés Sampaio de Paula 43 • "O que devíamos mais admirar não é que Deus perdoa nossos pecados, mas que não os expõe para ninguém, nem deseja que façamos isso. O que requer de nós é que confessemos nossas transgressões a ele somente para obtermos o perdão.“ Fonte: http://heresiascatolicas.blogspot.com.br/2014/08/a-confissao-auricular-e-biblica.html
  • 44. II. -A UNÇÃO DE ENFERMOS E COMO DEUS OUVIU A ELIAS (Tg 5.13-18) • Tiago lança ainda mão do conhecido profeta Elias, para mostrar que até mesmo um homem como ele, que foi usado poderosamente por Deus, era igual a nós e sujeito às mesmas paixões. Pr. Moisés Sampaio de Paula 44 3. Oração e confissão (v.16-18). Todavia, o profeta orou e Deus ouviu o seu clamor. De fato, a oração de um justo pode muito em seus efeitos.
  • 45. SINOPSE DO TÓPICO (2) Pr. Moisés Sampaio de Paula 45 Precisamos acolher os enfermos com nossas interseções e orações.
  • 46. Perguntas Pr. Moisés Sampaio de Paula 46 3. Diante das adversidades, ou nos períodos de bonança, o que a Bíblia nos recomenda? R. A Bíblia nos recomenda adorar a Deus.
  • 47. Perguntas Pr. Moisés Sampaio de Paula 47 4. O que denota a orientação de se chamar os presbíteros, ou anciãos da comunidade cristã, para orar por um enfermo e ungi-lo com azeite? R. A orientação de se chamar os presbíteros, ou anciãos da comunidade cristã, para orar por um enfermo e ungi-lo com azeite, denota a ideia de respeito que os crentes tinham com esses ministros.
  • 48. III. A IMPORTÂNCIA DA CONVERSÃO DE UM IRMÃO (Tg 5.19,20) • 1. O cuidado de uns para com os outros (v.19). • 2. A proximidade do ensino de Tiago com o de Jesus. Pr. Moisés Sampaio de Paula 48
  • 49. III. A IMPORTÂNCIA DA CONVERSÃO DE UM IRMÃO (Tg 5.19,20) • Nos versículos finais da epístola, a conversão é ilustrada como literalmente retornar à verdade original da qual alguém um dia se afastou. Pr. Moisés Sampaio de Paula 49 1. O cuidado de uns para com os outros (v.19).
  • 50. III. A IMPORTÂNCIA DA CONVERSÃO DE UM IRMÃO (Tg 5.19,20) • A mensagem é bem clara: • Para ir precisamos exercer um cuidado especial e amoroso de uns para com os outros (Fp 2.4). Pr. Moisés Sampaio de Paula 50 1. O cuidado de uns para com os outros (v.19). Só podemos alcançar quem se desviou da verdade se formos em busca de tal pessoa.
  • 51. III. A IMPORTÂNCIA DA CONVERSÃO DE UM IRMÃO (Tg 5.19,20) 2. A proximidade do ensino de Tiago com o de Jesus. • É importante ressaltarmos que o ensino da Epístola de Tiago encontra-se em plena harmonia com o Evangelho de Jesus (Mc 12.30,31). Pr. Moisés Sampaio de Paula 51
  • 52. III. A IMPORTÂNCIA DA CONVERSÃO DE UM IRMÃO (Tg 5.19,20) 2. A proximidade do ensino de Tiago com o de Jesus. • Com muita clareza percebemos que o fio condutor que perpassa toda a epístola é justamente o da Lei do Amor: Pr. Moisés Sampaio de Paula 52 “Amarás o Senhor teu Deus de todo o coração" e o "o teu próximo como a ti mesmo".
  • 53. SINOPSE DO TÓPICO (3) Pr. Moisés Sampaio de Paula 53 Precisamos buscar aqueles que se desviaram e cuidar destes para que se reconciliem com o Senhor e sejam restaurados
  • 54. Perguntas 5. Como a conversão é ilustrada nos versículos finais da Epístola de Tiago? Pr. Moisés Sampaio de Paula 54 R. Nos versículos finais da epístola, a conversão é ilustrada como literalmente retornar à verdade original da qual alguém um dia se afastou.
  • 55. Conclusão • Chegamos ao fim do estudo panorâmico e conciso da Epístola de Tiago. • Que cada professor e, igualmente cada aluno, não importando a idade, cresça mais e mais em Cristo, para a glória e o louvor de Deus Pai. • O nosso desejo é que a Igreja do Senhor cresça diariamente no temor de Deus, em sua santidade, demonstrando a fé em Cristo Jesus através das boas obras, pois esta é a vontade do nosso Pai (Tg 1.22,23,25). Pr. Moisés Sampaio de Paula 55
  • 56. Subsídio Bibliológico Pr. Moisés Sampaio de Paula 56 A U X Í L I O B I B L I O G R Á F I C O I Subsidio Bibliológico "A paciência de Jó (5.10,11) Esses versos marcam a transição dos ensinamentos de Tiago sobre a nossa responsabilidade por aqueles que estão fora da comunidade da Igreja, para com os que estão dentro dela, à luz do julgamento de Deus. Faz essa transição através de dois exemplos que os crentes devem seguir; 'os profetas que falaram em nome do Senhor' (v. 10) e a fidelidade de Jó em suas adversidades (v. 11). Nos dois exemplos, o ponto que Tiago deseja enfatizar é que devemos considerar aqueles que perseveram como abençoados. Por saberem que 'o Senhor é muito misericordioso e piedoso', Jó e os profetas foram pacientes frente às aflições que sofreram. Os crentes precisam imitar o exemplo da perseverança de Jó sem se 'desviarem da verdade' (5.19) de que Deus é a imutável fonte de 'toda boa dádiva e de todo dom perfeito' (1.17). Precisam imitar o exemplo dos profetas falando 'em nom
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