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a-auditoria-e-a-deteccao-de-fraudes.doc

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1 Resumo O presente artigo tem por finalidade levantar questionamentos referentes à detecção de fraudes no decorrer dos trabalhos de auditoria independente. Constata-se que, apesar de se encontrar erros ou fraudes, o objetivo principal da auditoria independente é o de emitir opinião sobre a adequação das demonstrações contábeis os Princípios Fundamentais de Contabilidade, tal como definido na legislaçã
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  Resumo O presente artigo tem por finalidade levantar questionamentos referentes à detecção defraudes no decorrer dos trabalhos de auditoria independente. Constata-se que, apesar de seencontrar erros ou fraudes, o objetivo principal da auditoria independente é o de emitir opinião sobre a adequação das demonstraçes cont!beis os rinc#pios $undamentais deContabilidade, tal como definido na legislação profissional e doutrina cont!bil. %o entanto,as e&pectativas dos usu!rios, normalmente, e&trapolam o objetivo principal da auditoria,cabendo então aos contadores, uma refle&ão sobre o cen!rio atual e o futuro da auditoria. 'car(ncia por ética pela qual passa a sociedade, bem como a responsabilidade social doauditor, são pontos relevantes e que demandam atenção especial por parte desses profissionais. )  1.Introdução ' auditoria ainda não é bem compreendida pela maioria dos seus usu!rios, talve* pela poucadivulgação ou quem sabe até porque suas necessidades vão além dos objetivos do trabalhodo auditor.+m fato de suma importncia e que precisa ser considerado é a e&pectativa que a maioria das pessoas tem em relação a detecção de fraudes por parte do auditor.entro da classe cont!bil entende-se perfeitamente que esse não é o objetivo principal daauditoria, podendo vir a ser detectados no decurso dos trabalhos, como conseq(ncia dasaveriguaçes de controles internos e demais procedimentos técnicos. orém, fora da classe profissional, essa questão ainda é bastante controversa.O que compete realmente ao auditor é, ao se deparar com sinais que o alertem para poss#veiserros ou fraudes despender todos os esforços necess!rios a averiguação do assunto e, aoconstatar erros relevantes ou fraude, dever! então emitir relat/rio e informar à administraçãoda entidade, inclusive sugerindo correçes.'inda sob esse aspecto, surge a refle&ão acerca do papel da auditoria e sua responsabilidadesocial, principalmente diante do quadro econ0mico e social pelo qual passa a humanidade. 2.Noções Históricas da Auditoria  %o que se refere a contabilidade, sabe-se que surgiu h! milhares de anos e em decorr(ncia danecessidade do homem em controlar o patrim0nio, sendo tal afirmativa comprovada pelasdescobertas arqueol/gicas que v(m acontecendo até os dias atuais.1uanto a srcem da auditoria, 2! 3)445, p!g. 6)7 afirma que 89ambém antes de Cristoe&istem normas de auditoria inseridas como te&tos do livro 'rthasastra, de :autil;a, na<ndia.=, o que é bastante coerente pois, onde h! controle patrimonial também e&iste anecessidade de inspeção e verificação do patrim0nio.'ssim como o homem e a contabilidade evolu#ram, a auditoria como a conhecemos hoje,também sofreu alteraçes, buscando sempre suprir as necessidades de seus usu!rios eacompanhar a evolução econ0mica mundial. 6  Cardo*o em 8Origens e Conceitos de 'uditoria= relata que a auditoria da atualidade 8...nasceu no >eino +nido no século passado, ap/s in?meros processos de fal(ncia deempreendimentos que captavam dinheiro do povo, para aplicação em neg/cios altamenteespeculativos e, na maior parte das ve*es, pouco sérios.=, o que ressalta a importncia doauditor, sua responsabilidade social e a e&pectativa do usu!rio e&terno em relação ao seutrabalho. %o @rasil, a profissão cont!bil foi legalmente reconhecida, em 6A de maio de )4B, atravésdo ecreto - Dei 4.64E que instituiu o Conselho $ederal de Contabilidade - C$C e osConselhos >egionais de Contabilidade - C>Cs, entidades que fiscali*am o e&erc#cio profissional. F, somente em )4A), através da >esolução G)A do C$C, foi reconhecido oHnstituto de 'uditores Hndependentes do @rasil e que posteriormente transformou-se noHbracon I Hnstituto @rasileiro de Contadores. 3.Definições e Objetios da Auditoria e acordo com as %ormas @rasileiras de Contabilidade, especificamente, a %@C 9 )),aprovada pela >esolução C$C nJ 56K de )A de de*embro de )44A, e que trata da auditoriaindependente das demonstraçes cont!beisL 8' auditoria das demonstraçes cont!beisconstitui o conjunto de procedimentos técnicos que tem por objetivo a emissão de parecer sobre a sua adequação, consoante os rinc#pios $undamentais de Contabilidade e as %ormas@rasileiras de Contabilidade e, no que for pertinente, a legislação espec#fica.=' partir desse conceito v(-se que o objetivo principal de um trabalho de auditoria é o dee&pressar uma opinião independente acerca da fidedignidade das demonstraçes cont!beis deuma empresa. !. raba#$o da Auditoria e a Im%ort&ncia dos 'ontro#es Internos ara a e&ecução do trabalho de auditoria são reali*ados procedimentos técnicos queobjetivam a obtenção de evid(ncias que servirão de base para a formação da opinião doauditor quanto às demonstraçes cont!beis da empresa.'ssim sendo é importante ressaltar, que dentro desse trabalho, o estudo e a avaliação doscontroles internos devem ser reali*ados com o maior rigor, pois a dimensão do trabalho est!intrinsecamente ligada ao grau de confiabilidade desses controles. G  Cardo*o 3>@C nM )A7 define 8O controle interno compreende o plano de organi*ação e oconjunto de métodos e medidas adotados pela empresa para proteger seu patrim0nio,verificar a e&atidão e o grau de confiança de seus dados cont!beis, bem como promover aefici(ncia operacional.=Complementando a definição do autor, é importante que a administração se lembre quecontroles internos precisam possuir qualidade j! que uma de suas funçes é a de prevenir contra erros e fraudes.' avaliação dos controles internos est! normati*ada na >esolução C$C nJ 56KN4A, sendoimportante que se destaque que, apesar de ser de responsabilidade da administração daempresa, compete ao auditor sugerir melhorias caso considere necess!rio, j! que é acontinuidade da entidade que est! em jogo.'inda segundo a >esolução C$C n.M 56KN4A, o auditor deve efetuar o estudo e avaliação dosistema cont!bil e de controles internos da entidade, como base para determinar a nature*a,oportunidade e e&tensão da aplicação dos procedimentos de auditoria, considerandoLa7o tamanho e comple&idade das atividades da entidade b7os sistemas de informação cont!bil, para efeitos tanto internos quanto e&ternosc7as !reas de risco de auditoriad7a nature*a da documentação, em face dos sistemas de informati*ação adotados pela entidadee7o grau de envolvimento da auditoria interna, se e&istente.'lguns pesquisadores sugerem que, ao avaliar controles internos os auditores utili*emquestion!rios que poderão servir de roteiro para a reali*ação dessa tarefa. $ranco 36KKK, p!g.6G7 apresenta dois modelos 8Peral, abrangendo questes para diversos setores. estina-se àaplicação em empresas pequenas e médias... Fspec#fico, contém questes para empresas de porte acima de médio.=, cabendo, evidentemente, ao auditor a decisão de utili*ar tal procedimento ou não.Os principais pontos a serem observados pela auditoria, conforme aquela >esolução, sereferem a avaliação do ambiente de controle e&istente e a avaliação dos procedimentos decontrole adotados, devendo o auditor levantar respostas para algumas questes, tais comoL asrelacionadas com a integridade e compet(ncia da administração sua estruturaorgani*acional e&ist(ncia de segregação de funçes e pol#tica de pessoal e&ist(ncia detransaçes anormais a forma de e&ecução das tarefas dentro da entidade, incluindo a# a B
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