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A Conclusão da Transição Demográfica no Brasil e suas Implicações

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A Conclusão da Transição Demográfica no Brasil e suas Implicações Eduardo L.G. Rios-Neto Desafios do Desenvolvimento Brasileiro: Seminário em homenagem a Albert Fishlow IEPE/CdG, 3 de julho de 2015 SUMÁRIO
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A Conclusão da Transição Demográfica no Brasil e suas Implicações Eduardo L.G. Rios-Neto Desafios do Desenvolvimento Brasileiro: Seminário em homenagem a Albert Fishlow IEPE/CdG, 3 de julho de 2015 SUMÁRIO DA APRESENTAÇÃO: 1. Introdução 2. A Transição Demográfica no Brasil e Projeção Futura 3. As Consequências Econômicas da Estrutura Etária: O Dividendo Demográfico 4. Projeção Educacional do Núcleo da População em Idade Ativa 5. O Impacto na Renda Total da Interação entre Estrutura Educacional, Idade, Taxa de Ocupação e Renda por estes Atributos 6. Considerações Finais I- Introdução TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA Fato Estilizado Central ou Conceito Central para o Estudo da Dinâmica Demográfica. Estudado exaustivamente pela demografia na segunda metade do Século XX. Teorias associadas com fecundidade e mortalidade. Países Desenvolvidos já completaram e vários países em desenvolvimento próximos a completar. TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA E POSSÍVEIS IMPLICAÇÕES ECONÔMICAS Economistas da Unified Framework: Transição Demográfica e Crescimento Sustentado via Virtuosidade do Capital Humano. Economistas da Estrutura Etária Richard Easterlin como pioneiro e versão mais recente do Dividendo Demográfico com David Bloom. Economistas da Estrutura Etária com Implicações nas Transferências Intergeracionais e no Gasto Público Ronald Lee e National Transfer Accounts (NTA). Economistas da Estrutura Etária com Implicações na Economia do Envelhecimento Populacional. As Grandes Tendências e Transições. A transição demográfica. A transição epidemiológica. A transição nutricional. A transição urbana. A transição de mobilidade migratória. A democratização e sua consolidação. Da Transição Demográfica para Transições Derivadas TRANSIÇÕES DERIVADAS: Transição Epidemiologica Transição Nutricional Transição Urbana Transição Migratória As quatro fases da transição demográfica de Malmberg (AS ONDAS NA ESTRUTURA ETÁRIA) FASE 1 FASE DA CRIANÇA: Abundância de crianças Pobreza Exploração de Recursos Naturais Disponibilidade de Terras (Fronteiras) Dependencia do Capital Estrangeiro PHASE 2 FASE DO JOVEM ADULTO: Modernização Emigração Urbanização Industrialização Movimentos Populacionais Queda nas Taxas de Natalidade Aspectos Positivos e Negativos no Mercado de Trabalho As quatro fases da transição demográfica de Malmberg (AS ONDAS NA ESTRUTURA ETÁRIA) FASE 3 MATURIDADE POPULACIONAL : Aumento da Participação dos Grupos Maduros Intermediários Entrada no Mundo Desenvolvido Fase de Maturidade no sentido de Rostow Participação Feminina na Força de Trabalho Industrializado FASE 4 ENVELHECIMENTO POPULACIONAL : Aumento da participação da população acima de 60 anos Crescimento Econômico Declinante Capacidade e Produtividade Declinante Aumento Substancial no Gasto Público A Transição Demográfica Brasileira praticamente se concluiu. Não temos mais uma Transição Incompleta (Bacha e Klein, 1986). AS TRANSIÇÕES NO BRASIL SÃO INCONCLUSAS OU TRUNCADAS? Será que as outras transições derivadas serão truncadas? A PRINCIPAL RAZÃO PARA A TRUNCAGEM PARECE SER POBREZA, DESIGUALDADE SOCIAL E DE RENDA. HISTORICAMENTE, a ausência de políticas sociais, principalmente na área de educação e redistribuição de renda, e nas políticas urbanas parecem estar na raiz da truncagem. DESAFIO: O Brasil pode chegar na FASE MADURA sem desatar o nó. Aí não teria mais jeito. Turra and Queiroz: BEFORE IT IS TOO LATE! II- A Transição Demográfica no Brasil e Projeção Futura QUEDA DA MORTALIDADE E AUMENTO DA ESPERANÇA DE VIDA AO NASCER Esperança de Vida ao Nascer - Ambos os Sexos Brasil Esperança de Vida ao Nascer 41,53 45,51 51,64 53,46 62,8 65,78 66,9 70,4 73,8 QUEDA DA FECUNDIDADE NO BRASIL EM 2010 JÁ ABAIXO DO NÍVEL DE REPOSIÇÃO Taxa de Fecundidade Total - Brasil - Observada e Projetada Tx. Fecundidade Total Obs 6,16 6,21 6,28 5,76 4,35 2,89 2,38 1,90 Tx. Fecundidade Total Projetada 1,83 1,74 1,68 1,63 PROJEÇÃO POPULACIONAL POR IDADE BRASIL Idade a a a a a a a a a a a a a a a a a a TOTAL PIRÂMIDES ETÁRIAS OBSERVADAS E PROJETADAS PARA O BRASIL a a a a a a a a a 49 Homens Mulheres a a a a a a a a a 44 Homens Mulheres a a a a a a a a a a a a a 14 5 a 9 5 a 9 0 a 4 0 a 4 0,0600 0,0400 0,0200 0,0000 0,0200 0,0400 0,0600 0,0600 0,0400 0,0200 0,0000 0,0200 0,0400 0, a a a a 79 Homens 70 a 74 Mulheres 70 a 74 Homens Mulheres 65 a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a 14 5 a 9 5 a 9 0 a 4 0 a 4 0,0600 0,0400 0,0200 0,0000 0,0200 0,0400 0,0600 0,0600 0,0400 0,0200 0,0000 0,0200 0,0400 0,0600 III- As Consequências Econômicas da Estrutura Etária: O Dividendo Demográfico O Fim do Dividendo Demográfico em 2025 Razões de Dependência Infantil, Idosa e Total 80,0% 70,0% O FIM DO DIVIDENDO DEMOGRÁFICO??? 60,0% 50,0% 40,0% 30,0% 20,0% 10,0% 0,0% Infantil 66,2% 62,5% 58,6% 52,6% 46,0% 42,1% 38,0% 34,1% 31,1% 28,8% 26,9% Idosa 7,0% 7,1% 7,2% 7,9% 8,4% 9,3% 9,8% 10,9% 12,5% 14,8% 17,4% Total 73,2% 69,6% 65,8% 60,5% 54,4% 51,5% 47,8% 45,1% 43,7% 43,5% 44,3% O Decréscimo na Variação da População em Idade Ativa (PIA) a partir de 2010, e variação da População Idosa maior do que da PIA entre 2025 e Variação Absoluta da População em Idade Ativa e Idosa Brasil ( ) _85 85_90 90_95 95_00 00_05 05_10 10_15 15_20 20_25 25_30 D D O Decréscimo da Variação Absoluta da População Entre 0 e 29 anos a partir de 2010 Variação Absoluta da População em Grupos Etários Especiais por Quinquênio - Brasil ( ) _85 85_90 90_95 95_00 00_05 05_10 10_15 15_20 20_25 25_30 D D D D 30,0% 25,0% Fase 2 de Malmberg Estrutura Etária da População em Idade Ativa (PIA) BRASIL ( ) Fase 3 de Malmberg Início da Fase 4 de Malmberg 20,0% 15,0% 10,0% 5,0% ,0% ,4% 10,6% 10,0% 10,1% 10,5% 9,5% 8,8% 8,4% 7,8% 7,3% 6,8% ,6% 18,6% 18,6% 17,8% 17,6% 18,6% 18,2% 16,9% 16,1% 15,4% 14,5% ,6% 17,3% 18,8% 20,8% 21,8% 21,2% 21,9% 23,3% 24,0% 23,7% 22,8% ,0% 10,3% 10,5% 11,2% 12,2% 14,0% 15,5% 16,6% 17,3% 18,5% 20,2% ,1% 2,1% 2,4% 2,4% 2,7% 2,8% 3,3% 3,8% 4,3% 4,8% 5,0% Considerações sobre a Estrutura Etária e o Dividendo Demográfico Em termos estritos, o dividendo demográfico chega ao fim em Seu maior declínio foi observado entre 1980 e 2000, embora a queda fosse ainda razoável até A despeito do fim do dividendo demográfico, a razão de dependência infantil continua caindo até após O mesmo ocorrendo com o grupo de 15 a 29 anos. Isso representa uma importante oportunidade (talvez a última) para se realizar uma mudança radical na educação. Considerações sobre a Estrutura Etária e o Dividendo Demográfico A redução na variação da população de 15 a 29 anos em termos absolutos, a partir de 2010, denota uma escassez na mão-de-obra não qualificada. Conjuntamente com o aumento na escolaridade, isto pode representar o fim do excedente estrutural de mão-de-obra. Há um amadurecimento na estrutura etária da População em Idade Ativa (PIA). No início essa tendência é positiva em termos de produtividade, mas no final vira um potencial problema de queda da produtividade com o envelhecimento da PIA. IV Projeção Educacional do Núcleo da População em Idade Ativa Projeção Educacional O nível de instrução é uma das características do indivíduo que é tipicamente construída nas idades mais jovens e posteriormente mantida ao longo da vida. Propõe-se neste estudo uma abordagem demográfica multidimensional (sexo, idade, educação), que permite confirmar a evidência global dos níveis agregados de retorno à educação (BARRO; LEE, 1993, 2001) e estudar a mudança social (LUTZ, 2013). Projeção Educacional Foco do trabalho na população com idade entre 20 e 59 anos: Fechamento do ciclo de escolarização; Taxa de participação na PEA é mais estável; Exclui-se aposentados por tempo de serviço e por idade (60+). Projeção da estrutura educacional, Brasil, Homens, 20 a 29 anos Projeção da estrutura educacional, Brasil, Homens, 30 a 39 anos 100% 80% 60% 40% 20% 0% E MAIS 9 A 11 4 A 8 0A3 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% E MAIS 9 A 11 4 A 8 0A3 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% Projeção da estrutura educacional, Brasil, Homens, 40 a 49 anos % 90% 80% 70% 12 E MAIS 60% 9 A 11 50% 4 A 8 40% 30% 0A3 20% 10% 0% Projeção da estrutura educacional, Brasil, Homens, 50 a 59 anos E MAIS 9 A 11 4 A 8 0A3 Projeção da estrutura educacional, Brasil, Mulheres 20 a 29 anos Projeção da estrutura educacional, Brasil, Mulheres 30 a 39 anos 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% E MAIS 9 A 11 4 A 8 0A3 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% E MAIS 9 A 11 4 A 8 0A3 Projeção da estrutura educacional, Brasil, Mulheres 40 a 49 anos Projeção da estrutura educacional, Brasil, Mulheres 50 a 59 anos 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% % 90% 80% 70% 12 E MAIS 60% 9 A 11 50% 4 A 8 40% 30% 0A3 20% 10% 0% E MAIS 9 A 11 4 A 8 0A3 Considerações sobre a Projeção Educacional: As projeções parecem trazer boas notícias quando são comparadas com o passado de analfabetismo e baixa escolaridade no país, uma vez que a maioria da população possuirá pelo menos o Ensino Médio Incompleto. Essas notícias não são tão boas ao se considerar que a porcentagem da população com Ensino Superior incompleto ou completo é bem menor do que aquela encontrada no Ensino Médio (incompleto e completo). V- O Impacto na Renda Total da Interação entre Estrutura Educacional, Idade, Taxa de Ocupação e Renda por estes Atributos Taxa de ocupação projetada, 0 a 3 anos de estudo. Brasil, Homens Taxa de ocupação projetada, 4 a 8 anos de estudo. Brasil, Homens 1 0,9 0,8 0,7 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 0, ,9 0,8 0,7 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 0, Taxa de ocupação projetada, 9 a 11 anos de estudo. Brasil, Homens Taxa de ocupação projetada, 12 anos de estudo ou mais. Brasil, Homens 1 0,9 0,8 0,7 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 0, ,9 0,8 20 0,7 0,6 30 0,5 40 0,4 50 0,3 0,2 0, Taxa de ocupação projetada, 0 a 3 anos de estudo. Brasil, Mulheres Taxa de ocupação projetada, 4 a 8 anos de estudo. Brasil, Mulheres 1 0,9 0,8 0,7 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 0, ,9 0,8 0,7 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 0, Taxa de ocupação projetada, 9 a 11 anos de estudo. Brasil, Mulheres Taxa de ocupação projetada, 12 anos de estudo ou mais. Brasil, Mulheres 1 0,9 0,8 0,7 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 0, ,9 0,8 20 0,7 0,6 30 0,5 40 0,4 50 0,3 0,2 0, Total de Ocupados por Escolaridade e Total Brasil a Fase da Transição Incompleta Fase da Transição Truncada O a 3 4 a 8 9 a e mais Total O a a a e mais Total Uma Implicação da Projeção Educacional e da Taxa de Ocupação por Escolaridade Avaliar o peso da interação entre Estrutura Etária, Estrutura Educacional, Taxa de Ocupação por Escolaridade na Produtividade de Oferta ou Potencial da economia. Mecanismo de Operação: Calcular a Massa de Rendimentos por período e o Rendimento Médio por período. INDEXADOR: Equação Minceriana Discreta do Censo Demográfico de 2010. Rendimento Médio Por Idade - Homens Rendimento Médio Por Idade - Mulheres , , , a 3 4 a 8 9 a ou , , ,00 0 a 3 4 a 8 9 a ou + 500, a29 30a39 40a49 50a59 0 a a a ou ,00 20a29 30a39 40a49 50a59 0 a 3 502,24 522,07 544,87 578,79 4 a 8 543,44 616,57 675,40 731,56 9 a ,29 834, , ,77 12 ou , , , ,33 O Que Dizer da Minceriana Discreta? A Minceriana Discreta mostra basicamente duas coisas: 1. O rendimento no nível de escolaridade superior (completo e incompleto) é muito maior do que nos demais níveis, incluindo o segmento do ensino médio. 2. O retorno à experiência (medido por idade) é muito maior no nível de escolaridade superior (completo e incompleto) do que nos demais níveis. Taxa de Crescimento Anual da Massa Salarial 10,00% 9,00% 8,00% 7,00% 6,00% 5,00% 4,00% 3,00% 2,00% Massa Salarial Total Massa Salarial Homens Massa Salarial Mulheres 1,00% 0,00% 1970/ / / / / /30 Massa Salarial Total 5,35% 3,67% 2,92% 3,76% 3,72% 2,12% Massa Salarial Homens 4,24% 3,34% 2,31% 2,79% 3,90% 1,95% Massa Salarial Mulheres 9,33% 4,55% 4,28% 5,49% 3,42% 2,38% M/TOTAL 17,7% 26,3% 28,7% 32,9% 39,1% 38,0% 39,0% Taxa de Crescimento Anual da População Ocupada 8,00% 7,00% 6,00% 5,00% 4,00% 3,00% 2,00% População Ocupada Total População Ocupada Homens População Ocupada Mulheres 1,00% 0,00% 1970/ / / / / /30 População Ocupada Total 4,05% 2,90% 2,07% 2,47% 2,45% 0,86% População Ocupada Homens 2,96% 2,39% 1,20% 1,96% 2,68% 0,63% População Ocupada Mulheres 7,35% 4,05% 3,66% 3,25% 2,10% 1,19% M/TOTAL 20,8% 28,9% 32,4% 38,0% 41,1% 39,7% 41,1% Rendimento Médio da População Ocupada Rendimento Médio Total Rendimento Médio Homens Rendimento Médio Mulheres Rendimento Médio Total Rendimento Médio Homens Rendimento Médio Mulheres M/TOT 85,1% 91,0% 88,6% 86,5% 95,1% 95,7% 94,9% M/H 81,8% 87,9% 84,0% 79,9% 92,0% 93,0% 91,7% Taxa de Crescimento Anual do Rendimento Médio da População Ocupada 2,50% 2,00% 1,50% 1,00% Rendimento Médio Total Rendimento Médio Homens Rendimento Médio Mulheres 0,50% 0,00% 1970/ / / / / /30 Rendimento Médio Total 1,30% 0,77% 0,85% 1,30% 1,27% 1,26% Rendimento Médio Homens 1,27% 0,95% 1,11% 0,84% 1,22% 1,33% Rendimento Médio Mulheres 1,98% 0,50% 0,61% 2,25% 1,32% 1,19% Considerações sobre o Impacto da Dinâmica Demográfica e Educacional na Ocupação e no Rendimento Médio Sob o ponto de vista da dinâmica demográfica, educacional e ocupacional, o crescimento ocupacional se dá em ritmos decrescentes, com uma queda na ocupação jovem de baixa escolaridade. A partir de 2010 o segmento mais importante é a ocupação com ensino médio (completo e incompleto), seguido do ensino superior (completo e incompleto). Em 2030 os ocupados com ensino médio ainda serão maiores em cerca de 15 milhões de pessoas do que os ocupados com nível superior. Considerações sobre o Impacto da Dinâmica Demográfica e Educacional na Ocupação e no Rendimento Médio O crescimento anual do rendimento médio pode ser considerado o ganho de produtividade decorrente da dinâmica demográfica, educacional e ocupacional. Este crescimento apresenta taxas em torno de 0,8% entre 1980 e 2000, mas as taxas são em torno de 1,3% entre 2000 e 2030. VI Considerações Finais Considerações Finais: O término da transição demográfica no Brasil não representou uma mudança definitiva para a fase do crescimento sustentado e a inserção no clube dos países desenvolvidos. Parte das explicações para este insucesso está na economia. A desigualdade educacional ainda existente na sociedade parece estar correlacionada com esta limitação ou insucesso. No caso, o aumento na cobertura da população com ensino superior seria desejável. Caso o presente cenário persista até depois de 2030, é possível que mudanças estruturais na direção de um alto desenvolvimento sejam inatingíveis, uma vez que os problemas da fase madura do envelhecimento populacional teriam maior peso. OBRIGADO!!!!!!
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