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A CONJUGALIDADE NA VIDA DE FÉ EM PESSOAS SOLTEIRAS EVANGÉLICAS BRASILEIRAS EM MISSÕES TRANSCULTURAIS: UMA ANÁLISE FENOMENOLÓGICA

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Anais do V Congresso da ANPTECRE Religião, Direitos Humanos e Laicidade ISSN: Licenciado sob uma Licença Creative Commons A CONJUGALIDADE NA VIDA DE FÉ EM PESSOAS SOLTEIRAS EVANGÉLICAS BRASILEIRAS
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Anais do V Congresso da ANPTECRE Religião, Direitos Humanos e Laicidade ISSN: Licenciado sob uma Licença Creative Commons A CONJUGALIDADE NA VIDA DE FÉ EM PESSOAS SOLTEIRAS EVANGÉLICAS BRASILEIRAS EM MISSÕES TRANSCULTURAIS: UMA ANÁLISE FENOMENOLÓGICA Mariluce Emerim de Melo August Doutoranda em Teologia PUCPR CAPES (Bolsista) ST 11 PSICOLOGIA DA RELIGIÃO Resumo: Neste trabalho aponta-se, através de pesquisa bibliográfica, a eficácia do método fenomenológico para a compreensão dos efeitos do contato de pessoas missionárias evangélicas solteiras com outras culturas, e seu impacto na vida de fé com relação à intenção de casamento não resolvida. O método fenomenológico para a investigação e comparação de diferentes culturas é aqui descrito a partir da proposta de Husserl e Edith Stein de realizar uma análise das vivências como um terreno privilegiado para explorar as questões da subjetividade e da intersubjetividade, bem como compreender as estruturas do mundo-da-vida. O modo com o qual outras culturas lidam com a conjugalidade pode afetar a compreensão de fé e das emoções decorrentes do fator conjugalidade. Ao se evidenciar as questões da conjugalidade com suas tensões, suas consequências para o/a missionário/a e seu campo e as formas de enfrentamento por parte do/a missionário/a e de sua igreja/ agência, possibilitar-se-á a produção de um material que ilumine as vivências pastorais dos sujeitos envolvidos. Haverá também uma possibilidade de compreensão da subjetividade das pessoas solteiras e ajuda em suas questões de sentido na vida e na fé. Conclui-se que a fé que move a autodoação de missionários/as solteiros/as pode estar seriamente comprometida se as igrejas e organizações apoiadoras não compreenderem as dinâmicas de vivência de fé que movem seus/suas enviados/as e suas subjetividades. E pode acontecer o mesmo onde são confrontadas com outros tipos de fé, especialmente na área da conjugalidade não resolvida. O método fenomenológico caracteriza-se por colocar entre parênteses a tendência a objetivação própria da cultura ocidental e, desse modo, focalizando sua atenção na dimensão das vivências que constituem o mundo-da-vida permite o exame das experiências e, por conseguinte, é excelente instrumento para os trabalhos que se colocam na linha de uma comparação cultural. Palavras-chave: Vida de fé; Intersubjetividade; Pessoas Missionárias Solteiras; Fenomenologia. INTRODUÇÃO Como a religiosidade e a fé em diferentes culturas afetam e são afetadas em relação à conjugalidade? Qual é o valor atribuído à conjugalidade numa cultura diferente da ocidental, como por exemplo, uma cultura africana? Quais são as semelhanças e diferenças? Estas são perguntas que requerem análise cuidadosa e são essenciais para uma verdadeira compreensão da questão da conjugalidade de pessoas solteiras em campos missionários. A pesquisa de campo que originou o livro Dilemas do Estado Civil compreendendo pessoas solteiras apontou que as pessoas solteiras percebem que a tratativa de pessoas casadas em relação às solteiras, sob a ótica do imperativo do casamento na cultura ocidental e em contexto protestante, tem gerado sentimentos de inferioridade (AUGUST, 2013, p. 175). Como o casamento não tem sido o modo de vida preferido por muitas pessoas, algumas são despertadas para trabalhos missionários. Mas o desejo de casar continua em aberto para as pessoas que não assumem o celibato como estilo e vocação de vida, gerando tensões profundas que afetam até mesmo sua vida de fé. Muitas formas de apoio de agências missionárias são no sentido de ajudar a pessoa a se resolver, encontrar alguém e não em compreender as reais e mais profundas motivações da pessoa solteira. Portanto, é necessário que se examine a fundo essas questões não resolvidas de sua cultura de origem e se compreenda a cultura de seu campo missionário em seus valores atribuídos à conjugalidade, e suas implicações para a saúde emocional e espiritual do missionário ou missionária. E aí, encontra-se a fenomenologia na forma como expõe Ales Bello, a se apresentar como ferramenta adequada para este tipo de investigação. Ales Bello usa o termo fenomenologia no sentido usado por Husserl em sua corrente filosófica que diz respeito à leitura dos fenômenos culturais e religiosos. Ela considera que o método fenomenológico se mostra eficaz pela sua capacidade de remontar até às origens dos fenômenos e, portanto, não só descrevê-los na sua manifestação exterior, mas também evidenciar as fontes que os produziram. Ainda salienta que, de modo genial, Husserl descobriu a origem das várias maneiras de pensar o mundo nas experiências vivenciais, isto é, nas formas em que se configuram interiormente tais experiências. O espírito realista da fenomenologia destaca a importância e a centralidade daquilo que se manifesta. A investigação é orientada pela percepção do sentido (ALES BELLO, 1998, p. 12, grifo nosso). Conforme Ales Bello (1998, p. 14), a fenomenologia torna possível uma verdadeira comparação de diferentes culturas. Neste sentido, este trabalho se propõe a analisar porque a fenomenologia se mostra como um método adequado de investigação quando se necessita comparar as vivências em relação ao tema proposto da conjugalidade e fé em diferentes culturas, e em especial, culturas africanas. Para isso serão esclarecidas as ferramentas de análise comumente utilizadas na fenomenologia e sua relação com o objeto de estudo. 1 AS FERRAMENTAS DA ARQUEOLOGIA FENOMENOLÓGICA O desafio da fenomenologia é fazer uma busca de elementos que ajudem numa leitura de compreensão das expressões culturais/ religiosas em questões que se desejam investigar, como o caso das maneiras de se lidar com a conjugalidade em culturas diferentes e as implicações disso para as pessoas solteiras missionárias em campos transculturais em sua vida de fé. A Arqueologia fenomenológica torna-se uma ferramenta útil neste processo de busca. Na definição de Husserl, é a indagação regressiva envolvendo as operações voltadas a determinar o sentido de qualquer coisa até reconduzi-las às fontes últimas. Por se tratar de um trabalho de busca é possível estabelecer uma analogia com a escavação do arqueólogo, que tenta descobrir e reconstruir o caminho através do qual o material ficou sedimentado (ALES BELLO, 1998, p. 18). O primeiro passo desse itinerário regressivo, segundo Ales Bello (1998, p. 19, 20) é constituído pela redução do mundo e da natureza à nossa experiência de mundo e da natureza. A regressão remete à dimensão que Husserl, em outros contextos, chama de esfera da consciência. Trata-se de evidenciar o significado daquilo que é percebido e em seguida submeter à análise crítica. A primeira redução que ele propõe é a redução eidética, ou redução à essência. Os fenomenólogos ressaltam que a descrição essencial de sua proposta relativa às operações fundamentais da nossa consciência propicia uma base teórica para a demonstração de estruturas representadas em primeiro lugar pelas experiências vivenciais que são características do ser humano. Um termo dos escritos de Husserl, erlebnis, foi traduzido como experiência vivencial ou o que se vive. São atos da consciência, da interioridade do ser humano, que vão desde a percepção até a recordação, a imaginação, o pensamento e assim por diante. Com base nas peculiaridades desses atos é possível identificar três dimensões do ser humano: a dimensão corpórea, a psíquica e a espiritual (ibid, p. 25). Pode-se afirmar que as experiências vivenciais que representam as operações fundamentais da consciência, quando investigadas, interpretam a realidade que pode ser comparada ao mesmo tipo de experiência em outra cultura como no caso da conjugalidade e a pressão gerada para o casamento em pessoas solteiras, com tudo o que a isso implica. Ales Bello (1998, p. 36) cita a dupla direção da descrição fenomenológica: uma para o interior do sujeito analisando as experiências vivenciais e a vida da consciência, e a outra é aquela que através da investigação da intersubjetividade leva à análise das concepções do mundo. As concepções de mundo e o modo como se vive, ou seja, a subjetividade vão adquirindo forma desde a infância, de acordo com o que se experimenta e se vivencia no contexto cultural. Na cultura ocidental há modos de viver que diferenciam as pessoas solteiras das casadas. Isto ficou visível na pesquisa, antes citada, com pessoas solteiras protestantes. E, em outras culturas, como é essa diferenciação? Como expressa Nardi (2006, p. 133), os modos de viver, os processos de subjetivação, constituem-se nas diferentes formas pelas quais os sujeitos se constroem e são construídos a partir de suas experiências de vida. Para Brakemeier (2002, p. 83), as pessoas precisam de reconhecimento pessoal e a condição de criatura aparentemente não basta para justificar o seu ser. Segundo ele, a sociedade diferencia entre seus membros. Como isso se dá em culturas como as da África? É necessária a utilização de ferramentas de investigação como a arqueologia sob a ótica da fenomenologia para encontrar caminhos de compreensão. 2 AS CULTURAS E A ARQUEOLOGIA FENOMENOLÓGICA Husserl indica o mundo no qual vivemos como umwelt, mundo circunstante. Com esta expressão, aflora outra: Lebenswelt, o mundo-da-vida, que é o mundo em que vivemos e que é o mundo para nós (ALES BELLO, 1998, p. 3). Com relação à cultura, o seu conceito conecta-se com a vida humana na sua totalidade, tanto individual como também comunitária, em cujo interior se desenvolve o que é individual. Manuscritos de Husserl demonstram seu interesse pela análise comparativa das várias culturas e por uma compreensão mais profunda das diferenças delas. Ele pesquisa nesta direção pelo desenvolvimento de seu próprio método fenomenológico (ALES BELLO, 1998, p. 45). O que Husserl deseja é que se possa comparar os diversos mundos e levar a termo uma crítica mediante a qual se chegue a uma verdade válida universalmente, de modo a conduzir à unidade aquilo que é múltiplo, à união de um mundo humano com muitos mundos familiares, em que se constitui o mundo verdadeiro. Obtém-se aí, um duplo resultado: o de compreender aquilo que é estranho e o de esclarecer cada vez mais as estruturas do mundo da experiência. Segundo Husserl, isso é possível porque como cientista, pelo fato de pertencer à cultura ocidental, conseguiu elaborar um método que permite captar as estruturas do mundo-da-vida. Trata-se, portanto, de uma ciência descritiva do mundo circunstante, realizada com base naquilo que é pré-dado, obtida através de uma observação controlada teoricamente. É um método que capta as estruturas do mundo da experiência (ALES BELLO, 1998, p. 81). Nos itinerários metodológicos da investigação descritiva de Husserl, procede-se a escavação nas estruturas do mundo da vida utilizando sua proposta de uma arqueologia fenomenológica, que procura nas sedimentações culturais as camadas mais profundas para levá-las a um conhecimento consciente. A análise de culturas mais antigas 1 é útil para compreender a própria cultura ocidental, diferente, mas de alguma maneira ainda ligada a ela através da presença de experiências vivenciais que perderam a sua significação originária. Porém, na cultura ocidental aconteceu um processo de intelectualização que tem privilegiado o momento noético, e isso implicou não só a distinção, mas também a separação dos níveis, aspectos e domínio do saber. Por isso é difícil reconstruir a concepção mais antiga do mundo, que em grande parte perdeu-se, mas que, graças ao método fenomenológico, pode-se, trazer novamente à luz (ALES BELLO, 1998, p. 92). Um bom exemplo seria o de compreender as fortes raízes do pensamento sobre a inferioridade de pessoas solteiras com relação às casadas e sua aparente dívida para com a normalidade do grupo. Uma vez que essa prática está presente nas mais diversas culturas, é possível ser investigada através da arqueologia fenomenológica. No entender de pessoas solteiras protestantes ocidentais, as pessoas que não casam são anormais ou problemáticas, imaturas, menos capacitadas, não dignas de confiança, infelizes, egoístas, fracassadas, inferiores, incompetentes (AUGUST, 2012, p. 89). Como é isso para culturas africanas? A que preço acontece a necessidade normal de aceitação no grupo? Para Rogers (1981, p. 283), psicólogo, criador da linha teórica conhecida como Abordagem Centrada na Pessoa, compreender a fundo as ideias e os sentimentos de outra pessoa, com o significado que esta experiência tem para ela, e, inversamente, ser profundamente compreendido por essa outra pessoa é uma das experiências mais humanas e mais compensadoras e, ao mesmo tempo, uma das experiências mais raras. Por conseguinte, o método fenomenológico caracteriza-se por colocar entre parênteses a tendência a objetivação própria da cultura ocidental e, desse modo, focalizando sua atenção na dimensão das vivências que constituem o mundo-da-vida, permite o exame das experiências e, desta forma, é excelente instrumento para os trabalhos que se colocam na linha de uma comparação cultural. E as pessoas solteiras 1 O termo culturas mais antigas é utilizado neste trabalho em substituição ao traduzido do italiano de Alles Bello por cultura primitiva ou arcaica, se referindo às culturas africanas. missionárias inseridas em outras culturas precisam encontrar meios de ajuda para compreender seus dilemas sobre a conjugalidade e fé. 7 A FÉ E A RELIGIÃO PARA A CULTURA A filosofia deve reconhecer que a ideia de Deus se descobre num contexto natural, no qual ela é gerada. E Ales Bello (1998, p. 103) confirma que Husserl considera a religião como a característica cultural fundamental dos povos, bem como a marca do seu comportamento prático. As religiões constituem a manifestação exterior da consciência religiosa que se pode captar através dos atos e lugares de culto, e através das doutrinas que são vez por vez elaboradas e aquelas que podem ser deduzidas de forma indireta das narrativas e das crenças. Enquanto narrativa, a história das religiões representa um caminho ou um processo em que são identificáveis etapas que se entrelaçam com outras manifestações culturais. (ibid, p. 121). Segundo Ales Bello (1998, p. 123), em culturas antigas, toda ação da vida cotidiana está ligada à sacralidade, assim como qualquer empreendimento requer um rito para que possa se realizar. Para descobrir os momentos que dão suporte a esse tipo de mentalidade, e justificá-la, é necessário remontar às experiências vivenciais que estão na base daquela cosmovisão, ou em termos fenomenológicos, é preciso descobrir aquelas configurações particulares do mundo-da-vida e estudar a sua estrutura. Um exemplo disso é que, com base nos estudos antropológicos e etnográficos, é possível constatar nas sociedades antigas a fundamental não-distinção entre espiritual e material, entre físico e psíquico, entre sujeito e objeto, entre teoria e prática, entre espaço e tempo (ibid, p. 124). Em relação à conjugalidade, é possível reconhecer não distinções entre formas de se viver solteiro/a e casado/a. Em culturas africanas no geral não há essa distinção do estado civil, uma vez que a pessoa solteira, divorciada ou viúva, principalmente a mulher, é imediatamente inserida em outra família poligâmica como uma das esposas. Assim, a questão social do amparo às viúvas, por exemplo, é resolvida. É importante ainda, levar em conta a religiosidade para o estudo proposto de missionários cristãos solteiros em outras culturas. Muitas dessas pessoas têm sonhos de casamento ainda latentes e atribuem à Deus, em sua forma de vivenciar a fé, estes sonhos. A pesquisa com pessoas solteiras, já citada neste trabalho, ilustra essa afirmação com as seguintes falas das pessoas entrevistadas: Deus já deixou claro que o homem não deve viver só ; Não é bom que o homem fique só (Gênesis 3: 18). É clara aqui a presença de uma fé cristã ocidental. E como a fé em outras culturas influencia o modo de vida das pessoas na África em relação à conjugalidade? Em que se baseiam suas crenças? Como se evidenciam? Deve-se ainda levar em consideração que a importância dada ao casamento é uma prática normal da humanidade. Isso pode explicar porque parece tão anormal alguém não casar-se. É necessário considerar que nas culturas da África Negra existe a valorização da tradição. Na experiência religiosa africana é evidente a falta de elaboração reflexa que se possa chamar de filosófica, por causa da forte presença da tradição. Mas, uma caminhada cansativa em busca da identidade está sendo feita por estudos ocidentais, sobretudo por missionários, sobre costumes, língua e religião da África e pelos próprios africanos sobre suas expressões próprias (ALES BELLO, 1998, p. 155). Se a pessoa não casada não é alguém em culturas africanas, quem ou o que será a pessoa que entra nessa cultura como missionária ocidental solteira? Qual é o valor de sua voz? Quais as possibilidades de aceitação da pessoa que está se doando, e da mensagem que ela quer entregar? Desta forma, é fundamental investigar este afetamento na vida em campo missionário. CONCLUSÃO Segundo Ales Bello (1998, p. 171), o ponto de vista fenomenológico é importante e preliminar, e dele pode surgir uma abertura a respeito de outras culturas, permitindo a seguir a tomada de posição prática de aceitação dos pontos de vista diferentes. É possível também uma tomada de posição avaliativa. A arqueologia fenomenológica é uma resposta fenomenológica à questão relativa às formas de comportamento do ser humano nas suas expressões culturais e estuda tanto a sobrevivência física como o destino. Ela tem condições de compreender diferenças entre culturas, principalmente no aspecto social e religioso, de onde surgem as questões a serem respondidas no âmbito da conjugalidade. Uma das questões a serem respondidas é: Como é ser pessoa solteira e missionária cristã em contexto africano não cristão? Como é o roteiro cultural de casamento na cultura africana? Existe ali algum tipo de pressão para as pessoas solteiras locais e para as que vêm como missionárias de outras culturas como as ocidentais cristãs? Portanto, é necessário investigar através de comparação, os modos de vida, de ser e de agir nas diversas culturas para tentar compreender os níveis de afetamento em pessoas que estão solteiras, não celibatárias em campos missionários transculturais. E o método fenomenológico, da forma como Ales Bello interpreta dos escritos de Husserl, apresenta-se como extremamente adequado a esta modalidade de investigação. Referenciais ALES BELLO, Angela. Culturas e Religiões: uma leitura fenomenológica. Bauru-SP: EDUSC, AUGUST, Mariluce Emerim de Melo. Curitiba, Processos de subjetivação de pessoas adultas solteiras de comunidades protestantes. 161 f. Dissertação de Mestrado. Programa de pós-graduação em Teologia Stricto Sensu. PUCPR Pontifícia Universidade Católica do Paraná. AUGUST, Mariluce Emerim de Melo. Dilemas do estado civil. Compreendendo pessoas solteiras. Curitiba: Esperança, BÍBLIA. Português. Bíblia Sagrada: Nova Versão Internacional. São Paulo: Vida, BRAKEMEIER, Gottfried. O ser humano em busca de identidade. São Leopoldo: Sinodal. São Paulo: Paulus, MOSER, Antonio. Casado ou solteiro - você pode ser feliz. 2 ed. Petrópolis-RJ: Vozes, NARDI, Henrique C. Ética, Trabalho e Subjetividade. Porto Alegre: UFRGS editora, ROGERS, Carl R. Tornar-se pessoa. Trad. Manoel José Ferreira. 5.ed. São Paulo: Martins Fontes, 1981.
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