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A Corrente da Vida - Walcyr Carrasco (1).pdf

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DADOS DE COPYRIGHT Sobre a obra: A presente obra é disponibilizada pela equipe Le Livros e seus diversos parceiros, com o objetivo de oferecer conteúdo para uso parcial em pesquisas e estudos acadêmicos, bem como o simples teste da qualidade da obra, com o fim exclusivo de compra futura. É expressamente proibida e totalmente repudiável a venda, aluguel, ou quaisquer uso comercial do presente conteúdo Sobre nós: O Le Livros e seus parceiros disponibilizam conteú
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  DADOS DE COPYRIGHTSobre a obra: A presente obra é disponibilizada pela equipe  Le Livros  e seus diversos parceiros,com o objetivo de oferecer conteúdo para uso parcial em pesquisas e estudosacadêmicos, bem como o simples teste da qualidade da obra, com o fimexclusivo de compra futura.É expressamente proibida e totalmente repudiável a venda, aluguel, ou quaisquer uso comercial do presente conteúdo Sobre nós: O  Le Livros  e seus parceiros disponibilizam conteúdo de dominio publico e propriedade intelectual de forma totalmente gratuita, por acreditar que oconhecimento e a educação devem ser acessíveis e livres a toda e qualquer  pessoa. Você pode encontrar mais obras em nosso site:  LeLivros.site  ou emqualquer um dos sites parceiros apresentados neste link . Quando o mundo estiver unido na busca do conhecimento, e não mais lutando por dinheiro e poder, então nossa sociedade poderá enfim evoluir a um novonível.    1. Amigo, nome e apelido Chamava-se Nelson. Mas ainda me lembro dele pelo apelido: Nel. Ele nãogostava muito, é verdade. Achava estranho. Reclamava que seu nome estavasendo cortado pela metade. — Nome é nome — dizia. — É como se fosse a marca registrada da gente.Eu brincava. Respondia que existem pessoas com nomes pavorosos, e preferem mudar. Ele não se abalava. — Cada caso é um caso, cada pessoa tem sua cabeça — teimava. — Gosto deser Nelson. É o nome do meu pai.Em seguida ficava de um jeito triste, pois o pai morrera há muito tempo. Nemse lembrava bem como ele era.Mas por que estou falando tudo isso? Talvez porque sempre seja tão bom melembrar de Nel, ou Nelson, como ele preferia. Dos momentos bonitos quevivemos juntos. Repare: eu não estou falando de acontecimentos felizes,absolutamente felizes. As pessoas valorizam apenas a alegria, como se a tristezanão tivesse sua importância. Claro que é bom estar contente. Dar boas risadas, sedivertir. Mas o ser humano não é um robô programado para dar risadas o tempotodo. Não! A gente tem tristezas, melancolias, horas de sofrimento e ansiedade.Tudo faz parte da vida.Quando a tristeza chega, não acho que a gente deva fugir dela. Contar piadas para disfarçar. Tentar esquecer. Eu aprendi a viver a tristeza como se vive aalegria. Enfrentar as dificuldades têm uma beleza que nem dá pra explicar comsimples palavras. Deixar o sentimento brotar como água da fonte. Chorar eaceitar que nem tudo na vida é como se quer, traz um alívio. Um sentimento derealização que é um tipo de felicidade. Por isso quero falar de Nel, de Nelson.eo. New. Neo. Eu brincava tanto com seu nome, e escrevia de tantas maneiras!É assim que vou começar. Falando dele. Contando o quanto foi importante naminha vida.Tudo começou de forma tão casual! Até hoje me espanto quando lembro amaneira como as coisas foram acontecendo, uma depois da outra. Na escola,estávamos na mesma turma. Gostava de fazer trabalhos em grupo com ele.Tinha quem dissesse que éramos namorados. Nunca fomos, realmente. Nem sei
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