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A crise ambiental na perspectiva da relação entre ser humano, tecnologia e natureza 1

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A crise ambiental na perspectiva da relação entre ser humano, tecnologia e natureza 1 Introdução: Wall-E, do Texto ao Contexto Philippe Pomier Layrargues O filme longa-metragem de animação infantil da Pixar, conta a história de um solitário, sujo e desengonçado, mas incrivelmente sensível e carismático robô. Numa insólita trama sentimental entre dois robôs, a história se desenvolve no ano de 2.805: setecentos anos depois de a Terra ter sido abandonada pelos seres humanos após ter se tornando um planeta soterrado por montanhas de lixo, provocado pelo insustentável estilo de vida proporcionado pelo consumismo excessivamente estimulado pela única empresa existente, a Buy n Large (BnL). A previsão inicial era de que os humanos esperariam apenas cinco anos vagando no espaço a bordo de uma espaçonave, a Axioma, enquanto que robôs autônomos de serviço, programados para compactar e empilhar o lixo na Terra, chamados Wall-E (Waste Allocation Load Lifters Earth- Class), se encarregariam da limpeza. Assim que o serviço estivesse concluído, a humanidade poderia voltar à Terra. Porém, esses robôs não suportaram as precárias condições de trabalho, e apenas uma única máquina manteve-se ativa, e sozinha, executou sua tarefa durante 700 anos; período que acabou desenvolvendo consciência, capacidade de comoção e muita personalidade. Com esses atributos, Wall-E despertou curiosidade e interesse pela civilização humana. Um dia, acompanhado por sua barata de estimação (Hal), Wall-E presencia a chegada de uma espaçonave trazendo um robô-sonda de uma geração mais avançada, a EVA (Examinadora de Vegetação Alienígena), programada para encontrar sinais de vida, o que significaria o retorno da vida sustentável no planeta Terra. Coincidentemente, Wall-E encontra uma muda de planta enquanto EVA estava na Terra e a entrega de presente, momento que sua programação se completa e ela entra em hibernação aguardando o retorno da espaçonave para buscá-la. Ao entrar na nave espacial Axioma, Wall-E trava contato com os humanos, que se encontram numa forma de alienação absurdamente idiotizada, onde são todos completamente sedentários e obesos, consumistas e dependentes dos robôs à sua disposição. A essa altura Wall-E já estava apaixonado por EVA, e segue-a na nave espacial, quando acaba se envolvendo numa trama envolvendo outros robôs que tentam impedir o retorno à Terra devido a um comando enviado há quase 700 anos pelo presidente da BnL, mas que não havia sido informado ao capitão da espaçonave. Enquanto lutava para garantir que a nave retornasse à Terra, Wall-E se danifica seriamente, até que EVA consegue repor suas peças sobressalentes guardadas na sua casa. Contudo, com a nova configuração das peças repostas, Wall-E volta a ser um mero robô de serviço programado para limpar o lixo, perdendo sua personalidade, até que EVA segura sua mão o seu maior desejo, e como num passe de mágica, Wall-E recobra consciência e recupera sua identidade. E com aquela muda de planta e os humanos de volta à Terra, a vida se regenera; mas com a ajuda dos robôs que trabalham harmoniosamente em parceria com os 1 In: FERREIRA, A.A., FREITAS, E. de S.M. (Orgs.) Meio ambiente em Cena. Belo Horizonte: RHJ p humanos, ambos cuidando do planeta, imagens contempladas apenas pelos espectadores que assistem até o final da apresentação dos créditos do filme. O filme muito bem recebido pela crítica reflete o espírito do tempo em que foi produzido, e traz uma mensagem ecológica apresentando uma análise crítica da sociedade contemporânea, mesmo que tenha sido por meio de uma abordagem sutil, como pano de fundo dessa história de amor robotizada: uma crise ambiental definitiva, fortemente associada à idéia do consumismo e da alienação humana. Logo no início do filme, a primeira imagem traz um problema que os astrônomos vêm denunciando que é o lixo espacial orbitando a Terra, composto por satélites e foguetes espaciais e seus minúsculos fragmentos. A seguir, apresenta a Terra no futuro, exatamente na mesma perspectiva que os catastrofistas alardeiam: insustentável e entulhada de lixo. Mas não problematiza os fatores que levaram a tal situação, deixa apenas entrever, pela propaganda nos outdoors, que se tratava de uma sociedade altamente propensa ao consumismo. Ainda nesse momento inicial do filme, a câmara percorre o chão da cidade e é possível ver notas de dinheiro espalhadas pelo chão, o que poderia representar a inutilidade daquilo que um dia foi visto como o elemento mais central das economias atuais. O filme trata a questão ambiental com certo otimismo, não apenas porque a vida na Terra se regenera, como também porque os humanos despertam da alienação que se encontravam e se animam a entrar na cruzada pela recuperação ambiental. Contudo, mesmo que o filme traga a questão ambiental como pano de fundo, sugerindo nas entrelinhas uma convocação a todos indistintamente a se somar à proteção da Natureza, ele se presta também à tarefa do desenvolvimento da Tecnofilia, quer seja, o desenvolvimento da afetividade humana positiva para com a tecnologia. Enquadramento conceitual do dualismo entre Ser Humano e Natureza Para iniciar a reflexão sobre a relação entre o Ser Humano e a Natureza numa perspectiva analítica que envolva a Tecnologia, é necessário antes de tudo assinalar quais são os enquadramentos conceituais necessários à tarefa. O primeiro e mais estruturante enquadramento conceitual envolve o processo histórico de distanciamento do Ser Humano perante a Natureza, que culmina na cristalização da visão de mundo antropocêntrica, ou seja, na forma de pensamento que concebe a realidade unicamente a partir da perspectiva humana, pois o Ser Humano encontra-se na condição de centralidade do universo. Essa visão se materializa na percepção da superioridade humana que legitimaria a apropriação, domínio e exploração da Natureza pelo Ser Humano. Esse processo histórico que abrange a sociedade moderna atual não teve uma origem única, e nem é tão recente assim: iniciase com o período da filosofia grega pré-socrática, momento em que pela primeira vez na história humana o Ser Humano se coloca na posição de Sujeito e concebe a Natureza como seu Objeto, na medida em que indaga filosoficamente, qual era a essência da Physis. Valendo-se única e exclusivamente da Razão, livre de mediações de qualquer natureza, este foi o primeiro passo civilizatório em direção ao antropocentrismo. É neste momento que o Ser Humano começa a se ver como um elemento dissociado da Natureza. A jornada prossegue com um segundo e longo passo em direção ao antropocentrismo, com a substituição do paganismo, o conjunto das antigas religiões européias que se baseavam na Natureza, pelo monoteísmo judaico-cristão, promovendo uma longa tarefa de aniquilação da doutrina religiosa da cultura celta, o druidismo. E posteriormente expande-se para os demais continentes, como as Américas e a África, aniquilando suas respectivas expressões religiosas indígenas. O paganismo dá lugar agora a uma doutrina religiosa que na época apresentava um ethos de superioridade humana absoluta sobre o mundo natural. É neste momento que o Ser Humano começa a se ver como um elemento diferente e distante da Natureza, agora dessacralizada. O terceiro passo, ainda promovido no contexto europeu, já é um pouco mais conhecido e recente em termos históricos. Refere-se ao período da Revolução Científica, momento em que a relação entre Ser Humano e Natureza já não é mais mediada unicamente pela Razão, mas também pela criação e uso de instrumentos e métodos científicos. É neste momento que o Ser Humano começa a se ver como um Sujeito com condições de entender os segredos mais íntimos da Natureza, agora um Objeto a desvendar. O quarto passo promovido pelo Ser Humano nessa trajetória civilizatória de distanciamento da Natureza ocorre no período da Revolução Industrial, o glorioso momento em que se consagra o divórcio entre Sujeito e Objeto. A distância entre Ser Humano e Natureza se amplia na mesma medida que as máquinas industriais realizam a árdua e repetitiva tarefa do trabalho humano na transformação da matéria-prima em produtos e bens de consumo. A Natureza, agora com seus mistérios conhecidos e traduzidos em fórmulas matemáticas, físicas e químicas, fica carregada de intencionalidades e pode finalmente ser apropriada e utilizada a serviço dos interesses humanos. A partir daqui ocorre uma ruptura concreta, onde se percebem os primeiros sinais de degradação ambiental manifestados pela poluição atmosférica. É neste momento que o Ser Humano começa a se ver com um elemento com plenas condições de dominar e usar a Natureza de acordo com seus caprichos e interesses econômicos. E como neste momento rompe radicalmente com a noção primitiva e tradicional de pertencimento a uma entidade organicamente indissociada, passa a ignorar a já frágil capacidade de prever a ocorrência de impactos ambientais diante do crescente ritmo de exploração da Natureza. Por fim, o quinto passo do processo de distanciamento do Ser Humano e Natureza, o momento histórico em que estamos atualmente imersos, se refere à Revolução Tecnológica, que se inicia a partir de 1950, basicamente com a incorporação da informática, eletrônica, automação e engenharia genética no processo produtivo. Aqui a estrutura mediadora da relação entre o Ser Humano e a Natureza não é apenas a máquina, mas o conjunto tecnológico, apesar da máquina ainda manter forte centralidade, mesmo sendo uma máquina de outra geração com relação às máquinas da Revolução Industrial. E ao contrário do que ocorreu no período anterior, aqui a intervenção antrópica na Natureza não ocorre mais unicamente por meio da degradação ambiental; mas especialmente, por meio da alteração da Natureza: promove-se a mudança da essência da Natureza, desde sua artificialização/tecnificação até a mudança do seu mais íntimo elemento que é o código genético. A cada um desses cinco passos, as estruturas mediadoras da relação entre o Ser Humano e a Natureza no projeto civilizatório moderno foram se adensando de tal forma que proporcionaram as condições de surgimento de paradigmas associados ao antropocentrismo, que foram responsáveis pelo surgimento e consolidação dessa visão de mundo dissociativa, onde o Ser Humano se vê fora e acima da Natureza, gozando de todas as prerrogativas para adotar uma postura de domínio daquilo que julga ter o direito de usufruir de acordo com seu próprio interesse, sem a menor preocupação com quaisquer conseqüências dessa atitude. É aqui que desponta um novo paradigma derivado do antropocentrismo, que até então não estava em cena em toda trajetória histórica do Ser Humano: o perfeccionismo, ou seja, a busca obstinada pela perfeição ou pela eliminação daquilo que se julga ser naturalmente defeituoso e que, portanto, precisa ser aprimorado pelo gênio humano. O fundamento último que movimenta essa perspectiva civilizatória é a crescente insatisfação do Ser Humano com aquilo que ele julga ser uma imperfeição ou defeito da Natureza nessa nova fase do antropocentrismo. A Natureza já não é mais tão perfeita e útil como se viu desde o primórdio da vida humana no planeta. O grau de rigor e exigência do Ser Humano chega a um ponto que a opressão humana exercida na Natureza não se resume a condicioná-la ao controle, domesticação e escravidão de acordo com seu grau de utilidade. Estamos ensaiando os primeiros esboços de insatisfação tanto com as limitações da Natureza diante de nossas necessidades e dos interesses econômicos, como com a própria instabilidade e imprevisibilidade da Natureza, reveladas pelas mudanças climáticas. É nessa conjuntura que emerge o segundo enquadramento conceitual necessário para a presente análise. Ele se refere especificamente aos fenômenos que testemunham a nova relação que o Ser Humano vem estabelecendo com a Natureza no contexto da atual Revolução Tecnológica, com toda centralidade que a tecnologia moderna possui no papel de compreensão e de intervenção no mundo. Grosso modo, podemos dizer que existem duas tendências do desenvolvimento tecnológico: por um lado há as tecnologias que criam máquinas que reproduzem funções eminentemente intelectuais ou biológicas, por outro lado as tecnologias que recriam ou reproduzem a essência da Natureza. Mas de onde vem tal necessidade? De onde parte essa percepção que começa a ver a Natureza imperfeita? Podemos captar alguns elementos que atestam o surgimento de um novo paradigma, em 1939, por exemplo, com a A Reforma da Natureza, de Monteiro Lobato. Nesta obra de literatura infantil, o autor apresenta a famosa personagem, Emília, querendo alterar a natureza das coisas, para corrigir e melhorar a Natureza. Já está no ar a semente do estranhamento que impulsiona o Ser Humano à tentação de modificar a essência das coisas. Até que chegamos num momento histórico, em 2001, de ver agricultores japoneses começando a produzir melancias quadradas, valendo-se de uma técnica muito simples, mas que se analisada rigorosamente, simboliza com exatidão o significado da palavra opressão : os frutos da Citrullus vulgaris são aprisionados em caixas quadradas e transparentes, e são obrigados a crescer oprimidos na forma imposta pelo Ser Humano. Tiveram que literalmente se enquadrar... Eles são condicionados a não mais obedecer a sua própria natureza, tudo isso para atender à necessidade humana de aprimorar o armazenamento das melancias. Da intenção manifestada numa obra literária de reformar a Natureza ao gesto de realmente alterá-la para melhor atender as necessidades humanas, foi apenas o momento do paradigma se instalar no Ser Humano moderno, guiando a partir de então uma visão e uma prática no mundo. E parece que a moda pegou mesmo: outros produtos agrícolas já foram condicionados a se submeter aos caprichos humanos, como morangos de um produtor australiano que a partir de 2008 os oprimiu a assumir o formato de um coração, para atender um segmento específico do mercado, os casais apaixonados... Cabe-nos nesse momento, analisar os inúmeros exemplos cotidianos que dão o testemunho fiel da presença das tecnologias atuais e seus significados como estruturas mediadoras da relação entre o Ser Humano e a Natureza. Tecnologias criadoras de máquinas reprodutoras das funções eminentemente biológicas e intelectuais Aqui encontramos aquilo que é mais convencional quando se menciona a Revolução Tecnológica: a criação de máquinas, mas diferentes daquelas criadas no período da Revolução Industrial. Aqui elas aparecem com dois novos atributos: primeiro, com a inclusão de complexos sistemas de informação capazes de reproduzir funções intelectuais; segundo, com a capacidade de terem componentes móveis, articulados, que realizam movimentos para executarem tarefas, a exemplo dos robôs. Como máquinas com a função eminentemente intelectual não podemos deixar de reconhecer o papel que o computador desempenha no cotidiano humano. Os computadores foram as primeiras máquinas criadas com o propósito de imitar a razão humana, mas com a ambição de atingir a perfeição do raciocínio, livre dos perigos da emotividade, da dúvida e do erro (já dizia o ditado popular, que errar é humano...), e dentro do confortável reino da neutralidade; livre dos equivocados juízos de valor e ganho de certeza e objetividade científica. Na mesma medida que na Revolução Industrial a máquina de certa forma se propõe a liberar o Ser Humano do penoso trabalho braçal, o computador na Revolução Tecnológica é criado para liberar o Ser Humano do trabalho intelectual. Presta-se à máquina, agora, a função de executar penosas e difíceis operações intelectuais. Porém, não podemos deixar de mencionar a disputa simbólica que permeia a aventura humana nesse processo de diferenciação: a pergunta que não quer calar é se afinal de contas, o Ser Humano estaria abrindo outra ferida narcísica no antropocentrismo, perdendo o status de ser o único e exclusivo portador de elevada capacidade de raciocínio, comparativamente falando com relação a outros seres vivos. Em 1997, o Deep Blue, um supercomputador criado pela IBM venceu o então campeão mundial de xadrez, Garry Kasparov, no segundo confronto entre os dois depois de algumas atualizações no programa. Esse episódio histórico serviu como o balizador dos tempos, inaugurando a era que o Ser Humano se rendeu à eficiência do computador e delegou a esta máquina as funções intelectuais a ponto de atualmente o mundo moderno estar saturado de computadores sem que sequer percebamos. Tarefas de cálculo são realizadas em todas as instâncias sociais, das mais triviais até aquelas no campo científico que exigem robustos programas de análise das modernas equações e fórmulas matemáticas aplicadas nas mais variadas áreas da ciência. O passo seguinte na segmentação dessa tendência de criação de máquinas com função eminentemente intelectual foi a criação da Inteligência Artificial. Trata-se de uma área de atuação da Ciência da Computação que se iniciou a partir de 1956, que aprofunda significativamente o desenvolvimento da capacidade de raciocínio eletrônico. Por sua vez, as tecnologias criadoras de máquinas com funções biológicas apresentam forte expressão com os Cyborgs, um termo criado nos anos 60 por Manfred Clynes e Natan Kline, escritores de ficção científica, para designar as qualidades fisiológicas e psíquicas que seriam necessárias ao ser humano, agora aperfeiçoado, viver no espaço. Essa perspectiva representa uma alternativa original de se criar outras possibilidades para além das que vinham sendo ensaiadas pelas agências espaciais da época, que visavam replicar a atmosfera terrestre imitando as condições naturais. A idéia aqui não era de se moldar o meio às necessidades vitais do ser humano, mas ao contrário, adaptar o ser humano às condições do espaço. Originalmente o Cyborg seria um ser constituído pela fusão de partes orgânicas e partes mecânicas, e estas teriam a função de viabilizar a vida humana longe da Terra, em gravidade zero e na ausência do oxigênio. Mas o termo se popularizou e a expressão foi resignificada para um autêntico híbrido, mas sem portar mais essa conotação espacial. Um bom exemplo do Cyborg é Steve Austin, o personagem principal do seriado televisivo intitulado O Homem de Seis Milhões de Dólares, que foi exibido entre 1974 a Seu braço direito, suas pernas e seu olho esquerdo foram destroçados durante um acidente e foram substituídos por implantes biônicos, e assim, seu braço adquiriu uma força descomunal, sua acuidade visual ampliou-se consideravelmente e a velocidade de sua corrida poderia chegar a 90 km/hora. Outro exemplo de Cyborg é Alex Murphy, o personagem principal do filme de ficção científica RoboCop, o Policial do Futuro, lançado em O policial que aparentemente teria morrido durante uma perseguição de suspeitos por assaltar um banco, tem várias partes de seu corpo transformadas mecanicamente: seu corpo recebe uma placa quase indestrutível de titânio, sua mente recebe um implante de chips eletrônicos para obter um ajuste computadorizado da mira de seus armamentos, seu punho recebe um sistema que permite uma conexão direta com computadores. Na mesma direção, a série de desenho animado Inspetor Bugiganga, lançada em 1983, conta a história de um guarda de segurança que sonha em ser o maior policial do mundo, mas é rejeitado na academia de política e acaba passando por um acidente que o leva a uma experiência científica que o transforma num policial biônico, com nada menos do que apetrechos úteis implantados no corpo. Mas o princípio que dá identidade a um Cyborg não ficou restrito ao universo da literatura e ficção científica: os transplantes biônicos já estão presentes no cotidiano, embora de maneira sutil e despercebida, a exemplo dos órgãos mecânicos como o coração e o pulmão artificial em pacientes que precisam urgentemente de um transplante de órgãos. Já estão em curso pesquisas para o desenvolvimento de um olho biônico, que possa proporcionar aos deficientes visuais a oportunidade de, por enquan
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