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A Eutanásia Trabalho

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  Curso de Teologia Professor: Luciano Ribeiro Aluna: Maria Lúcia da Costa Alves Silva TrabalhoSobreEutanásia   A Eutanásia consiste na conduta de abreviar a vida de um aciente em estadoterminal ou !ue este a su eito a dores e intoleráveis sofrimentos f#sicos ous#!uicos$ A ideia base da rática da eutanásia % !ue todo o indiv#duo tem o direito a &r fim ' sua vida( caso este a enfrentando alguma das situa)*es descritasanteriormente$Etimologicamente( este termo se srcinou a artir do grego eu + thanatos ( !ueode ser tradu+ido como ,boa morte- ou ,morte sem dor-$ A eutanásia % um tema ol.mico$ E/istem a#ses com uma legisla)0o definidaesecificamente sobre a sua rática( en!uanto !ue outros a refutamcategoricamente or diversos motivos( rincialmente religiosos e culturais$1e modo geral( a eutanásia imlica numa morte suave e indolor( evitando orolongamento do sofrimento do aciente$ Mas( or outro lado( a eutanásiatamb%m ode ser interretada como o ato de matar uma essoa ou a uda2la acometer o seu suic#dio$ 3 motivo de ol.mica consiste ustamente no confrontoentre essas duas constata)*es$ A eutanásia ode ocorrer or vários motivos: vontade do doente4 or!ue osdoentes reresentam uma amea)a ara a sociedade 5eutanásia eug.nica64 ouor!ue o tratamento da doen)a imlica numa grande desesa financeira ara afam#lia( !ue or sua ve+ n0o tem condi)*es de arca2la 5eutanásia econ&mica6$ Aesar de algumas culturas aceitarem a eutanásia( a maior arte n0o admiteessa atividade$E/istem vários argumentos a favor e contra a eutanásia( sendo !ue osdefensores alegam rincialmente !ue cada indiv#duo deve ter direito a escolhaentre viver ou morrer com dignidade$Por outro lado( !uem condena a eutanásia utili+a fre!uentemente o argumentoreligioso de !ue somente 1eus 5o ,Criador do 7niverso-6 teria o direito de dar ou tirar a vida de algu%m e( ortanto( o m%dico n0o deve interferir neste,rocesso sagrado-$ A vida humana % um dom sagrado de 1eus e deve ser reseitada3s Asilos na Alemanha est0o se convertendo em abrigo ara idosos !ue fogemda 8olanda com medo de serem eutanasidados a edido da fam#lia$ S0o!uatro mil casos de eutanásia or ano( sendo um !uarto sem arova)0o doaciente$ 5htt:99$d$de9not#cias9s2;<<<6$ A facilidade da lei dei/a os m%dicos de m0os livres ara raticar a eutanásia deacordo com a sua r=ria interreta)0o do te/to legal( na oini0o de Eugen>r?sch( residente do Movimento Alem0o 8osice( !ue % voltado araassist.ncia a acientes em fase terminal( sem ossibilidades tera.uticas$ 3sidosos erderam a confian)a na medicina na 8olanda$   A lei determina !ue a eutanásia s= ossa ser ermitida or uma comiss0oconstitu#da or um urista( um esecialista em %tica e um m%dico$ @a falta deum tratamento ara melhorar a situa)0o do aciente( o m%dico % obrigado aedir a oini0o de um colega$ Mas na rática a realidade % outra( segundo oscr#ticos da eutanásia e o resultado da análise !ue a 7niversidade de Bttingenfe+ de sete mil casos de morte assistida na 8olanda$ A gre a Cat=lica( !ue tem o senso de Cristo( defende !ue a vida humana % umdom sagrado de 1eus !ue deve ser reseitada desde a conce)0o at% a mortenatural$Ela n0o !uer !ue se fa)a a obstina)0o tera.utica( isto %( manter o acientevivo com custos e recursos e/traordinários( !uando ele á n0o tem maiscondi)*es de viver4 mas n0o se ode imor2lhe a morte( subtraindo recursos emedicamentos ordinários$Se am !uais forem os motivos e os meios( a eutanásia direta consiste em &r fim ' vida de essoas deficientes( doentes ou moribundas$ D moralmenteinadmiss#vel$ 5;;6 Assim( uma a)0o ou uma omiss0o !ue( em si ou na inten)0o( gera a morte afim de surimir a dor( constitui um assassinato gravemente contrário adignidade da essoa humana e ao reseito elo 1eus vivo( seu Criador$ Mesmo !uando a morte % considerada iminente( os cuidados comumentedevidos a uma essoa doente n0o odem ser legitimamente interromidos$ 3emrego de analg%sicos ara aliviar os sofrimentos do moribundo( ainda !ue orisco de abreviar seus dias ossa ser moralmente conforme a dignidadehumana se a morte n0o % dese ada( nem como fim nem como meio( massomente revista e tolerada como inevitável$ 3s cuidados aliativos constituemuma forma rivilegiada de caridade desinteressada$ Por esta ra+0o devem ser encora ados$ 5;F6@o >rasil( a eutanásia % um crime revisto em lei como assassinato( noentanto( e/iste um atenuante !ue % verificado no caso do ato ter sido reali+adoa edido da v#tima e tendo em vista o al#vio de um sofrimento latente einevitável( !ue redu+ a ena ara a reclus0o de G a H anos$3s debates sobre o assunto s0o geralmente encabe)ados or membrosde organi+a)*es religiosas( !ue argumentam !ue a   vida % uma dádivadivina   sobre a !ual nenhum ser humano tem direito ou o oder devoluntariamente cessá2la( e or alguns rofissionais da saúde !ue argumentam!ue as enfermidades !ue acarretam em sofrimento rologando seriamredu+idas caso os governantes investissem mais em formas de assist.ncia desaúde de maior !ualidade$ A!ueles !ue lutam ela sua legali+a)0o se autam  no direito da escolha individual , indeendente de cren)a religiosa( no !ue di+reseito ' sua r=ria vida( tendo semre em vista a dignidade humana e odireito de acabar com o sofrimento !uando n0o e/iste alternativa$Iontes: htt:99iadrn$blogsot$com$br9J<K9J<9elesia2e2sua2etimologia2chamados2ara$htmlhtt:99cate!uesecristacatolica$blogsot$com$br9J<9J<9eutanasia$htmlhtt:99blog$cancaonova$com9feliea!uino9J<9<J9N9a2covardia2da2eutanasia9
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