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A EVOLUÇÃO DOS CONTINENTES: TEORIAS DE MOVIMENTAÇÃO DE CROSTA E TECTÔNICA DE PLACAS

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CURSO PRÉ-VESTIBULAR TRIU A EVOLUÇÃO DOS CONTINENTES: TEORIAS DE MOVIMENTAÇÃO DE CROSTA E TECTÔNICA DE PLACAS Geografia IU Professor: Thiago Manhães Tiago Pires DERIVA CONTINENTAL O conceito de deriva
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CURSO PRÉ-VESTIBULAR TRIU A EVOLUÇÃO DOS CONTINENTES: TEORIAS DE MOVIMENTAÇÃO DE CROSTA E TECTÔNICA DE PLACAS Geografia IU Professor: Thiago Manhães Tiago Pires DERIVA CONTINENTAL O conceito de deriva continental movimentos de grande proporção sobre o globo existe há muito tempo. No final do século XVI e no século XVII, cientistas europeus notaram o encaixe do quebra-cabeças das linhas costeiras em ambos os lados do Atlântico, como se as Américas, a Europa e a África tivessem estado juntas em uma determinada época e, depois, se afastado por deriva. (PRESS et al, 2006, p. 48) O encaixe quebra-cabeças dos continentes que bordejavam o Oceano Atlântico construídos com base na Teoria da deriva continental de Alfred Wegener. Proposta de Wegener Evidências da deriva continental a) Feições geomorfológicas contíguas (Serra do Baco na África do Sul e Sierra de la Ventana na Argentina); b) Presença de fósseis de Glossopteris e do Mesosaurus em regiões do Brasil e África; c)evidências de Glaciação há aproximadamente 300 milhões de anos; d) Contiguidade de faixas de jazidas minerais. Fósseis do réptil Mesosaurus, com idade de 300 milhões de anos, foram encontrados apenas na América do Sul e na África. O interior da Terra EXPANSÃO DO ASSOALHO OCEÂNICO A partir da década de 1920, os cientistas descobriram a existência da convecção do manto terrestre. Em 1928, o geólogo britânico Arthur Holmes esteve perto de expressar as noções modernas da deriva continental e da expansão do assoalho oceânico, quando propôs que as correntes de convenção arrastaram as duas metades do continente original à parte, como consequente formação de montanhas na borda onde as correntes estão descendo e desenvolvimento de assoalho oceânico no lugar da abertura, onde as correntes estão ascendendo Continentes à deriva: A dinâmica das Placas Tectônicas A evolução natural da Terra acontece numa escala geológica de tempo (bilhões/milhões de anos) A configuração do mosaico atual e dos tipos de limites de placas. PLACAS TECTÔNICAS TIPO DE LIMITES a) Convergente b) Divergente c) Conservativos ou Transcorrentes PROCESSOS ATUANTES a) Obducção b) Subducção c) Formação de Rifts d) Arco de Ilhas LIMITES DIVERGENTES Separação de Placas nos Oceanos Tipos de Limites Divergentes Separação de Placas nos Continentes Separação de Placas nos Oceanos No limite, encontra-se a Dorsal Mesoceânica Fenômenos Associados Vulcanismo Ativo Terremotos Rifteamento Separação de Placas nos Oceanos A Dorsal Mesoatlantica, um limite de placa divergente, aflora acima do nível do mar na Islândia. O vale em rifte com forma de fratura preenchido com rochas vulcânicas novas indica que as placas estão sendo afastadas. Separação de Placas nos Continentes No limite, encontra-se a Zona de Riftes Fenômenos Associados Vulcanismo Ativo Terremotos Abertura de mares Separação de Placas nos Continentes Mar Vermelho divide para formar o Golfo de Suez (à esquerda) e o Golfo de Aqaba (à direita) Golfo da Califórnia LIMITES CONVERGENTE Convergência oceanooceano Tipos de Limites Convergente Convergência oceanocontinente Convergência Continente-continente LIMITES CONVERGENTE Obducção Mecanismos Subducção Convergência Oceano-Oceano A litosfera oceânica da placa que está em subducção afunda na astenosfera e é por fim reciclada pelo sistema de convecção do manto; Esse encurvamento para baixo produz uma longa e estreita fossa de mar profundo; Convergência Oceano-Oceano fluído causa fusão do manto, produzindo uma cadeia de vulcões, denominada arco de ilhas, no fundo oceânico atrás da fossa; Os terremotos que podem ocorrer em profundidade que chegam a até 600 km abaixo desses arcos de ilhas delineiam as placas frias da litosfera à medida que elas se afundam no manto. Convergência Oceano-Continente Se uma placa tem uma borda continental, ela cavalga a placa oceânica, porque a crosta continental é mais leve e subduz mais dificilmente que a crosta oceânica; A borda continental fica enrugada e é soerguida num cinturão de montanhas aproximadamente paralelo à fossa de mar profundo. Convergência Oceano-Continente As enormes forças de colisão e subducção produzem grandes terremotos ao longo da interface de subducção; Ao longo do tempo, os materiais raspados da placa descendente e incorporados nas montanhas adjacentes, deixando aos geólogos um complexo (e frequentemente confuso) registro do processo de subducção; A água carregada para baixo da placa oceânica mergulhante causa a fusão da cunha do manto e a formação de vulcões nos cinturões de montanhas atrás das fossas. Convergência Continente-Continente Duas placas continentais se fundem, pois com o movimento convergente, o assoalho oceânico será refusionado e ambas as placas continentais irão colidir; Uma placa cavalga a outra criando uma espessura dupla da crosta e formando uma cordilheira; Nessas zonas de colisão continente-continente, ocorrem terremotos violentos na crosta que está sofrendo enrugamento Limite de Falhas Transformantes As placas deslizam uma em relação à outra, a litosfera não é nem criada e nem destruída; Esses limites são falhas transformantes: fraturas ao longo das quais ocorre um deslocamento relativo à medida que o deslizamento horizontal acontece entre blocos adjacentes; Limite de Placas, Terremotos e Vulcões
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