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A. F. Ballenger - Poder Para Testemunhar

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A. F. BALLENGER Digitalizado : Karmitta http://semeador.forumeiros.com/ Semeadores da Palavra 1. A Preparação................................................................9 2. Alguma Coisa Para Contar.........................................11 3. Perdão de Pecados......................................................13 4. Vós Sois Minhas Testemunhas..................................16 5. Arrependimento e Perdão..........................................20 6. O Espírito Exige Confissão........................................24 7. O Espírito Pede a Restituição....................................28 8. Justiça, Depois Poder.................................................31 9. Pronta Libertação.......................................................39 10. O Poder Preservador do Espírito Santo.....................45 11. A Humildade, Depois a Glória...................................50 12. O Espírito na Santificação..........................................54 13. O Pecado que Não Tem Perdão..................................58 14. O Segredo do Regozijo na Tribulação.......................61 15. Primeiro Uma Igreja Santa, Depois o Espírito Santo........................................67 16. Um Crente Cheio do Espírito Numa Igreja sem a Plenitude................................70 17. Os Milagres e o Pecado Contra o Espírito Santo.........................................72 18. Plenitude e Sentimento..............................................74 19. O Espírito Exige Consagração...................................78 20. "O Espírito Prometido"..............................................81 21. Como Achar a Fé.......................................................85 22. O Espírito Santo, o Vigário de Cristo.........................88 23. O Espírito Santo É um Dom......................................95 24. Pedindo o Espírito......................................................97 25. A Imposição das Mãos...............................................99 26. "Crede que Recebestes"...........................................102 27. A Fé Ilustrada...........................................................106 28. Testemunho Pessoal.................................................110 29. Experiência no Testemunho.....................................112 30. Fruto Antes dos Dons...............................................118 31. Como Buscar os Dons Espirituais............................121 32. Milagres de Cura......................................................124 Prefácio Se o leitor, a exemplo dos atenienses do tempo de Paulo, estiver procurando as "últimas novidades" ou "novas doutrinas", ficará sem dúvida decepcionado com o presente volume, que é lançado mais na qualidade de uma orientação que leve à ação diligente do que como uma discussão de doutrina. Nenhuma dificuldade terá em conhecer a doutrina, aquele que quiser praticar essa doutrina. "Se alguém quiser fazer a vontade dele, conhecerá a respeito da doutrina." (Jo 7.17.) Já que o livro é antes uma exortação à prática do que uma exposição de doutrina, tomamos a liberdade de nos dirigirmos pessoalmente ao leitor. O autor nada mais faz do que descrever duas fases de sua própria experiência, ao afirmar que, aquele que se envergonha de sua esperança encontrará dificuldade no evangelismo pessoal, pois será mais de seu gosto falar dela em termos de generalidades. Por outro lado, aquele, cuja "esperança não confunde", se sentirá constrangido a apresentá-la aos outros, com insistência, através do testemunho pessoal. A mensagem deste livro é a resposta do Espírito ao clamor do coração do autor, pelo poder para a vida e o trabalho cristãos. E através dos seus contatos, no trabalho evangelístico, mantidos com crentes de quase todos os estados e territórios dos Estados Unidos, o autor 7 verificou que o clamor de porém é necessário que seu próprio coração era continuemos a ministrar apenas uma de um coro de leite às crianças em Cristo. vozes de cristãos sinceros, Se não o fizermos, em todas as terras, vozes insistindo em oferecer o estas que serão ouvidas por alimento mais sólido antes Aquele em cujas mãos está do tempo, poderemos ficar a solução. decepcionados ao ver a A única razão para multidão seguindo aquele dedicarmos tanto espaço a que está ministrando o leite. princípios básicos, é a de Este livro é para o povo. haver para eles tanto espaço Se cair na mão de alguém na experiência das pessoas. que tem uma experiência Pouco importa sua cultura mais ampla que a que o ou o seu talento; o tempo, livro apresenta, que o passe muito ou pouco, durante o a alguma alma mais qual vêm pregando ou necessitada. professando. Se têm necessidade de "leite e não de alimento sólido", necessário se faz que tomem leite até que se tornem mais fortes. Assim sendo, nem aquele que administra o leite, nem aquele a quem é oferecido, deverá fugir da necessidade dessa forma de alimentação. O plano de Deus é que os pastores, tanto quanto os demais crentes, "cresçam na graça e no conhecimento da verdade". A medida que crescemos, nosso desejo é de ensinar verdades profundas e empolgantes, CAPÍTULO 1 pronto agora mesmo a testificar dessa verdade em seu lar, aos vizinhos ou na A Preparação igreja? Caso contrário, sua necessidade é mais de ter alguma coisa para contar, "Mas recebereis poder, do que ter poder. ao descer sobre vós o Multidões estão Espírito Santo, e sereis sobrecarregadas com a minhas testemunhas tanto culpa do pecado. Suas vidas em Jerusalém, como em não apresentam esperanças. toda a Judéia e Samaria, e Muitos, desesperados, se até aos confins da terra." suicidam. Deus quer que (At 1.8.) este grande mundo pecador Leitor, recebeu você conheça sua prontidão para este poder para perdoá-lo, dar-lhe "uma testemunhar? Se não o coroa em vez de cinzas, recebeu, está buscando-o? óleo de alegria em vez de Ou tem-no buscado em pranto, veste de louvor em vão? Está realmente vez de espírito angustiado". desejoso de receber o Quer que você testifique de Espírito Santo e por ele que ele faz tudo isso. Você tornar-se poderosa está apto para fazê-lo? Está testemunha de Cristo? certo de que realmente ele o O que é que você sabe e faz? de que deseja testificar, que A responsabilidade de o leva a ter tanto desejo de uma testemunha se limita ao receber poder? Sabe que, depoimento daquilo de que mediante os méritos de tem conhecimento. Você Cristo, Deus lhe perdoa os fica impaciente ante pecados? Trata-se de uma provações difíceis? É para experiência pessoal? Está contar isso 8 9 "aos confins da terra" que você deseja poder? Você é vaidoso, ou invejoso, ou ciumento, ou egoísta, ou ambici- oso, ou irascível, ou crítico? É dado a maus juízos ou a falar mal dos outros? Você ama ao mundo e seus prazeres? É escravo de seus apetites ou da concupiscência? Você dá lugar a pensamentos impuros? Ama os bens deste mundo? É cobiçoso? É dado a frivolidades? É impetuoso ou temerário? Jesus Cristo é o poder de Deus para libertação de todos esses males. Você o conhece como tal? Se não, o que é que o torna tão empenhado em que Deus lhe dê poder? Você não acha que já tem poder suficiente para anunciar suas fraquezas ao mundo? Caso o Senhor lhe desse o poder do Espírito Santo para testificar, sendo que conhece tão pouco do seu poder salvador, estaria fazendo de você uma poderosa testemunha contra ele. O poder lhe daria destaque; conseqüentemente, o que estaria em realce seria o pecado que o tem escravizado. Na mesma proporção, você se tornaria uma poderosa testemunha falsa, contra Cristo e sua promessa de salvação completa. Enquanto Salomão era humilde, o Senhor lhe concedeu grande poder, tornando-se ele testemunha de Deus até aos confins da terra. "Todo mundo procurava ir ter com ele para ouvir-lhe a sabedoria, que Deus lhe pusera no coração." (1 Rs 10.24.) Mas quando Salomão caiu em pecado todo o mundo tomou conhecimento do fato e ele se tornou a mais poderosa testemunha em "todo o mundo"contra o Senhor. Havia muitos outros cultuado-res de ídolos em Israel no tempo de Salomão, mas seu poder de propagar o mal nem se comparava com o de Salomão. Se o Senhor concedesse a você o poder do alto, enquanto seu caráter se conserva fraco e falho em algum ponto, o resultado seria a manifestação dessa fraqueza, ao mundo. O Espírito Santo veio sobre os discípulos no dia de Pentecoste, não para induzi-los a vencer o egoísmo ou as desavenças. Pedro não passou a manhã de Pentecoste confessando ter negado a Cristo, ter mentido ou blasfe- mado: essa obra de arrependimento, o Espírito já havia operado nele. A primeira coisa que Pedro fez após 10 receber o poder foi exatamente testificar daquilo que ele já conhecia e experimentara do poder de Deus. Portanto, está claro que ninguém pode participar da "chuva serôdia", ou da plenitude do poder do Espírito Santo para testificar, enquanto não conhecer na própria experiência, não só que Deus perdoa pecados, mas também que ele concede a vitória sobre cada pecado que nos escraviza. Primeiro, é necessário que haja plenitude de vitória, e depois a plenitude do poder para testificar. Alguma coisa para contar, e depois o poder para contá-la. CAPÍTULO 2 Alguma Coisa Para Contar "Que faremos?" foi a pergunta da multidão no dia de Pentecoste. "Arrependei-vos" foi a resposta de Pedro. Ora, se Pedro mesmo não se tivesse arrependido, não poderia ter testificado da necessidade do arrependimento. Quem quiser ser testemunha de que Deus perdoa e concede o Espírito Santo, precisa primeiro testificar de que Deus concede o arrependimento. Se não for genuíno seu arrependimento, será fraco o seu testemunho. Eis a razão por que há entre nós muitos fracos e doentes. O arrependimento é humilhante, e muitos fazem todo o possível para escapar dessa humilhação, não sabendo que, assim agindo, estão-se desqualificando para o testemunho poderoso. Queremos que o leitor considere a seguinte verdade: o testemunho do perdão dos pecados e o dom do Espírito Santo, têm de ser precedidos por uma experiência pessoal de arrependimento. É o que revela a Escritura: "O Deus de nossos pais ressuscitou a Jesus, a quem vós matastes, pendurando-o num madeiro. Deus, porém, com a sua destra, o exaltou... a fim de conceder a Israel o arrependimento e a remissão de pecados. Ora, nós somos testemunhas destes fatos. (At 5.30-31.) 11 Assim os apóstolos declaram que são testemunhas de que Deus concede o arrependimento. Leitor, você é testemunha de que Deus concede o arrependimento? Essa experiência é fundamental para todo testemunho. Você está preparado para contar em seu próprio lar, a seus vizinhos e até mesmo na igreja, que Deus concede o arrependimento? Se não está, a primeira coisa a fazer é arrepender-se. Bastam o arrependimento e o perdão dos pecados, para receber o Espírito Santo, pois o Espírito é concedido a fim de testificar de que é verdadeiro o testemunho que você dá. Veja os termos da Escritura: "Deus, porém, com a sua destra, o exaltou... a fim de conceder a Israel o arrependimento e a remissão de pecados. Ora, nós somos testemunhas destes fatos, e bem assim o Espírito Santo, que Deus outorgou aos que lhe obedecem." O Senhor, pois, dá o Espírito aos que lhe obedecem, para que ele una o seu testemunho ao deles — testemunho de que Deus concede o arrependimento e a remissão de pecados, por Jesus Cristo. "De que havemos de nos arrepender?" Do pecado. Que é pecado? "O pecado é a transgressão da lei." O arrependimento é medido de acordo com o pecado; e o pecado só se mostra sobremaneira maligno quando o Espírito Santo projeta sobre ele a luz da lei espiritual. "A fim de que, pelo mandamento, o pecado se mostrasse sobremaneira maligno." (Rm 7.13.) "Eu não teria co- nhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça, se a lei não dissera: Não cobiçarás." (Rm 7.7.) "Sobreveio a lei para que avultasse a ofensa; mas onde abundou o pecado, superabundou a graça." (Rm 5.20.) O verdadeiro arrependimento, o perdão dos pecados e o dom do Espírito Santo só se evidenciam onde há o engrandecimento da Lei, pela qual o pecado se "avulta" na vida e se "mostra sobremaneira maligno". Mas tudo isso o Senhor se encarrega de fazer. A obra do Espírito Santo é a de "convencer o mundo do pecado", e podemos contar com ele para realizar sua obra. Mas você já se arrependeu? "Tão-somente reco- 12 nhece a tua iniqüidade" — os pecados de que você tem consciência — e o Senhor se encarregará de levá-lo ao arrependimento. É inútil pedir ao Senhor que lhe revele novos pecados, se você se recusa a reconhecer e abandonar aqueles que já lhe foram revelados. Há pessoas que se queixam da falta de convicção, mas, se ao menos correspondessem à convicção que atua nelas, receberiam convicção de outros pecados tão rápido quanto a pudessem suportar. O Senhor "ilumina a todo homem". "Andai enquanto tendes a luz, para que as trevas não vos apanhem." "Andai na luz e tereis comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo vos purifica de todo pecado." CAPÍTULO 3 Perdão de Pecados O perdão de pecados, como o arrependimento, é algo que o Senhor concede e que cabe a nós apenas receber. "Deus... o exaltou a Príncipe e Salvador, a fim de conceder a Israel o arrependimento e a remissão de pecados." (At 5.31.) Para que uma pessoa possa receber do alto o poder para testemunhar, é necessário que primeiro possa dar testemunho de que Deus perdoa os pecados. Ninguém, entretanto, pode testificar disso, a não ser que o tenha experimentado. O Espírito Santo não dará poder para tornar convincente o testemunho de alguém, quando o fruto da sua vida contradiz o fruto de seus lábios. Se o testemunho não for vivo, se não se basear na experiência e no gozo do perdão, o Espírito Santo não o apoiará, porque a própria testemunha não está em condições de testificar. E é essa a razão por que muitos que testificam, quer seja do púlpito ou de entre a congregação, são tão fracos em seu testemunho. Não falam como quem tem autoridade mas como os escribas. Se eles testemunhas- 13 sem com verdade, teriam que contar que vivem ainda sob a condenação de pecado. Mas por que viver sob contínua condenação, quando o Senhor anela conceder-nos o perdão? Certa ocasião, fui convidado a visitar o lar de uma senhora de meia-idade, para ajudá-la a se encontrar com o Senhor. A conversa transcorreu mais ou menos assim: — Quero ter certeza de que meus pecados foram perdoados, disse ela. — A senhora já confessou seus pecados? — Já, centenas de vezes. — A senhora se confessa crente? — Sim, sou membro da igreja há quarenta anos. — Sem nunca saber que seus pecados foram perdo- ados? — Sim. — Vamos ajoelhar-nos aqui mesmo e pedir mais uma vez a Deus que a perdoe. Vamos orar com fé. Ajoelhamo-nos e oramos. Sua oração foi contrita, sua confissão veio do coração. Quando nos levantamos, a conversa prosseguiu: — Alegro-me pelo fato de o Senhor ter perdoado seus pecados. — Espero que o tenha feito. — Mas então a senhora não sabe que o Senhor a perdoou? Não lhe confessou os pecados? — Confessei, sim. — E o Senhor não promete que, se confessarmos os pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar e nos purificar de toda injustiça? — Sim, promete. — E a senhora confessou seus pecados? — Sim, confessei. — Então, de acordo com a palavra do Senhor, está perdoada, não está? — É justamente isso que, por quarenta anos, tenho desejado dizer. — A senhora não crê na Bíblia? — Sem a menor dúvida. — Pois então, a Bíblia não diz que, se confessarmos os pecados, Deus é fiel e justo para nos perdoar? 14 — Diz, sim. — E a senhora crê na Escritura? — Creio. — Já confessou seus pecados? — Sim, vezes após vezes. — Então, segundo a palavra do Senhor, está perdoada, não está? — É isso que tenho receio de dizer. — Mas o Senhor não diz que, se confessarmos os pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados? — É isso mesmo que ele diz. — E a senhora, que diz? Tem coragem de afirmar que o que ele diz não é verdade? Tem coragem de dizer que não está perdoada? — Não, isso não me atrevo a dizer. — Mas receia dizer que está perdoada? E vive nessa dúvida há quarenta anos? — É verdade. — A senhora tem a certeza de ter confessado todos os seus pecados? — Confessei todos de que tenho conhecimento. — Confessaria mais um pecado se lhe fosse revelado? — Confessaria sim, sem a menor hesitação. — Mas não sabe que é pecado a sua recusa de crer na Palavra de Deus? A Palavra diz: "Aquele que não dá crédito a Deus, o faz mentiroso." (1 Jo 5.10.) Agora deixe de chamar a Deus de mentiroso e creia que ele lhe perdoa os pecados. Permita-me ajudá-la a vencer essa dúvida que a atormenta há quarenta anos. Repita comigo: "O Senhor me perdoou os pecados." — O Senhor me... Tenho medo. — Comecemos de novo. O Senhor me per... — Tenho medo. — Mas é crer em Deus ou perecer. Vamos começar outra vez: o Senhor me... — Não consigo prosseguir; vamor orar. De novo nos ajoelhamos, pedindo ardentemente a libertação do pecado e da incredulidade, pois o caso era desesperador. Depois nos levantamos, e mais uma vez, repeti com ela as mesmas palavras. Desta vez me acom- 15 panhou até o fim, irrompendo então em lágrimas de alegria pelo perdão recebido — alegria que ela poderia ter experimentado quarenta anos antes, não fosse a incredulidade. Alguém exprimiu o caso de maneira clara e simples: "Não podes expiar os pecados que cometeste; não podes transformar teu próprio coração; não podes tornar-te santo. Mas Deus promete fazer tudo isso para ti através de Cristo. Crê nessa promessa. Confessa teus pecados e entrega-te a Deus. Decide-te a servi-lo. E tão certo quanto fazes isso, Deus cumpre sua palavra a ti dirigida. Se crês na promessa — crês que és perdoado e purificado — Deus cumpre a realidade: és curado, tal como Cristo deu ao paralítico o poder para andar quando o homem creu que estava curado. Se crês, é verdade. "Não esperes sentir que estás curado, porém dize: 'Creio, e é certo, não porque eu o sinta, mas porque Deus prometeu." CAPÍTULO 4 Vós Sois Minhas Testemunhas Uma vez expulso o demônio do homem que morava entre os sepulcros, este quis entrar no barco e acompanhar seu grande Libertador. O Mestre, porém, lhe disse: "Volta para casa e conta aos teus tudo o que Deus fez por ti. Então foi ele anunciando por toda a cidade todas as cousas que Jesus lhe tinha feito." Cristo havia deixado o lugar porque o povo lhe pediu que fosse embora. Mas ele deixou atrás de si uma testemunha viva de seu poder e compaixão. Sabia que o povo ouviria esse homem, porque o conheciam antes de sua libertação e podiam ver que grandes coisas o Senhor lhe fizera. O plano de Deus é salvar pecadores através do testemunho de seus semelhantes. Deus quis que fosse 16 assim porque é essa a melhor maneira. Uma das razões disso foi esclarecida por alguém, assim: "Muitos se acham perplexos pelas dúvidas, carregados de enfermidades, fracos na fé e incapazes de conceber o invisível; mas um amigo a quem eles vêem, e que deles se aproxima em nome de Cristo, pode servir de ligação para fixar em Deus a sua fé vacilante." A razão de termos tão poucos testemunhos em nossas reuniões é que poucas pessoas têm uma experiência que valha a pena contar. É também essa a razão por que muitos se queixam do embaraço que sentem quando convidados a dar testemunho de Cristo. Quem não tem experiência para contar, de que vai testemunhar? Se você não tem uma experiência que valha a pena contar, procure adquirir uma. E se já a tem, então conte-a. "Sois minhas testemunhas, diz o Senhor." Conte-a primeiro "em casa", depois aos vizinhos. Deus quer usar-lhe o testemunho para salvá-los. Seu testemunho alcançará pecadores que a Bíblia não alcança. "Mulheres, sede vós, ig
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