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A FEA segundo seus. alunos de graduação. Assimetrias da sociedade internacional. SP2040: projeto pensa a cidade que queremos

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ano 08_edição 72_nov/dez_2011 uma publicação mensal da FEAUSP Os alunos de graduação têm orgulho de estudar na FEAUSP e recomendariam seus cursos para amigos e parentes, apesar de estarem insatisfeitos
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ano 08_edição 72_nov/dez_2011 uma publicação mensal da FEAUSP Os alunos de graduação têm orgulho de estudar na FEAUSP e recomendariam seus cursos para amigos e parentes, apesar de estarem insatisfeitos com alguns aspectos de seus cursos e da faculdade. É o que mostra a quinta Pesquisa de Satisfação, Opinião e Imagem, realizada durante o período de matrícula do segundo semestre do ano letivo de 2011 por uma equipe supervisionada pelo professor André Luiz Fischer, do Departamento de Administração. A FEA segundo seus alunos de graduação Esta foi a quinta edição da pesquisa, que contou com edições anteriores em 2003, 2004, 2005 e O levantamento das opiniões e percepções dos alunos representa um importante feedback para a direção da escola, chefias de departamento e coordenações de graduação dos cursos de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária, que levam em conta a visão dos estudantes para manter ou desenvolver um ambiente coerente com a imagem de excelência que a FEA possui no meio acadêmico. (CONTINUA NA PÁGINA 8) ANÁLISE & OPINIÃO Assimetrias da sociedade internacional PAINEL FEA FUNCIONÁRIOS SP2040: projeto pensa a cidade que queremos p.02 Encontro destaca realizações do ano e metas para 2012 p.04 p.12 E AINDA... FEA ESPECIAL p.03 FEA PROFESSORES p.07 FEA ALUNOS p.08 FEA MIX p.16 ANÁLISE & OPINIÃO O ciclo de conferências tratou das assimetrias da sociedade internacional do ponto de vista da Economia, da Ciência Política, do Direito e das Relações Internacionais. #02 Assimetrias da sociedade internacional Gerson Damiani Uma das principais missões da Universidade é promover a construção de um espaço comum de reflexão, análise e discussão entre as diversas disciplinas do conhecimento. A conclusão do primeiro ciclo de Conferências USP sobre os Desafios da Globalidade, idealizado pelo professor Marco Antônio Zago, pró-reitor de Pesquisa e realizado na FEA e na Faculdade de Direito do Largo São Francisco entre 26 de setembro e 26 de outubro, significou um passo decisivo em direção a tal objetivo. O ciclo tratou das assimetrias da sociedade internacional do ponto de vista da Economia, da Ciência Política, do Direito e das Relações Internacionais. A comissão organizadora do evento foi composta pelos professores Pedro Dallari (FD e IRI), Marta Arretche e André Singer (FFLCH DCP), sob a coordenação do professor Nicolau Reinhard (FEA) e secretário-executivo Gerson Damiani (IRI). A crescente participação dos países menos desenvolvidos na distribuição de riquezas vem alterando significativa- Repartição Global do PIB (em %) em Paridade de Poder de Compra Fonte: Apresentação de Otaviano Canuto, vice-presidente do Banco Mundial, nas Conferências USP em 26/10/2011. IMF (WEO, Abril 2010). mente o eixo de poder entre o centro e a periferia. Durante sua participação no ciclo de conferências, o professor Otaviano Canuto, vice-presidente do Banco Mundial, diagnosticou que vivenciamos hoje uma troca de locomotivas na economia global, observada no remanejamento do PIB mundial (ver gráfico). Questiona-se, porém, se a repartição global do PIB darse-á de maneira equânime. O professor Adam Przeworski, conferencista convidado da New York University, sustentou que vem observando desde 1978 um aumento na desigualdade da redistribuição de riqueza global. Destarte, a criação de mecanismos a favor da redução da pobreza apesar de difícil elaboração e gestão torna-se cada vez mais relevante. O debate em torno da sustentabilidade do planeta vis-à-vis os desafios hodiernos da sociedade internacional, foi apresentado inicialmente pelo professor Celso Lafer, da Faculdade de Direito, que defendeu o papel diligente do Brasil no encaminhamento e na solução dos grandes temas ambientais, entre eles as mudanças climáticas. Em continuidade ao debate, o professor Jacques Marcovitch (FEA e IRI) ilustrou por um lado a responsabilidade do Brasil na governança global na véspera da Conferência Rio + 20 e, de outro lado, defendeu a importância da contribuição da Universidade, como centro de desenvolvimento de tecnologias limpas. O evento contou paralelamente com a apresentação das pesquisas sobre Assimetrias da Globalidade desenvolvidas nas quatro unidades relacionadas pelos presidentes das comissões de pesquisa das respectivas áreas: os professores Maria Sylvia Macchione Saes (FEA), Amâncio de Oliveira (IRI), Ana Elisa Bechara (Faculdade de Direito) e Fernando Limongi (Ciência Política). Com o intuito de desenvolver o debate e a cooperação científica, a iniciativa terá continuidade nos anos de 2012 e 2013, com os temas Regimes Internacionais e Governança Global. Nicolau Reinhard, Vice-diretor da FEAUSP Gerson Damiani, Instituto de Relações Internacionais FEA ESPECIAL Quanto mais aprimorarmos a ideia de um único relatório que gere todos os dados, é melhor para todos. Comunidade Tycho se reúne na FEA #03 Iniciativa da Comissão de Pesquisa da FEA, o projeto para verificar e aprimorar o uso do Currículo Lattes motivou a organização do primeiro encontro da Comunidade Tycho o ComTycho Mas o que é o Sistema Tycho? O nome homenageia o dinamarquês Tycho Brahe, astrônomo, astrólogo e alquimista. O sistema tem o objetivo de apoiar a avaliação e a gestão institucional da USP tendo como princípio básico a integração das atividades de coleta de dados, avaliação, diagnóstico e planejamento já existentes. O sistema integra indicadores considerando as metas da Universidade e indicadores locais dos departamentos, das Pró-Reitorias e da Comissão Permanente de Avaliação (CPA), por exemplo. Dessa forma, o Tycho facilita o uso desses indicadores de acordo com diversos interesses e segmentos da universidade, tais como: avaliação das atividades; gestão acadêmica; concessão de recursos financeiros; e planejamento da infraestrutura. A coleta de informações utiliza a base de dados corporativos existentes nos sistemas centrais mantidos pelo Departamento de Informática da Reitoria (DI), do Currículo Lattes e dos Grupos de Pesquisa do CNPq. Os desenvolvedores do Tycho acreditam que ele poderá ser efetivo para a avaliação e a gestão institucional da USP, integrando as atividades que já existem. A ideia do encontro de colaboradores do Sistema surgiu depois que Rosemeire Batista, secretária das Comissões de Pesquisa e de Cultura e Extensão da FEA, teve contato com o Tycho e percebeu que, para que as informações fossem geradas corretamente, seria necessário não apenas que o Lattes estivesse preenchido de maneira correta, mas com uma forma padronizada de cadastro, na fonte de onde são extraídas as informações para gerar os relatórios. Depois de diversas reuniões com Gisele Lopes Batista, uma das integrantes da equipe de desenvolvedores do Tycho, e Silvio de Paula, coordenador técnico do sistema, deu-se início ao projeto piloto da FEA: promover uma verificação no Lattes dos docentes e elaborar um documento que sirva como referencial para o preenchimento. Quando o professor e vice-reitor Hélio Nogueira da Cruz tomou conhecimento da iniciativa da FEA, sugeriu que fosse feito um encontro com os usuários de todas as unidades, para que outras pudessem apresentar suas iniciativas para gerar relatórios. Prof. Maria Sylvia Saes O ComTycho 2011 aconteceu no Auditório da FEA e contou com a presença do vice-reitor e dos professores Maria Sylvia Macchione Saes, Luiz Natal Rossi e Vicente Gomes. Tudo se inicia com a necessidade de se ter informação. Percebemos que o Tycho não puxava informações adequadamente pela falta de padronização do Lattes, e assim não é possível ter uma visão exata do que a USP faz. Quanto mais aprimorarmos a ideia de um único relatório que gere todos os dados, é melhor para todos, comenta a professora Maria Sylvia Macchione Saes, presidente da Comissão de Pesquisa da FEA. Por essa razão, o tema central do ComTycho 2011 foi o Relatório de Atividades. A próxima etapa do projeto piloto da FEA é concluir a conferência e padronização das informações, e gerar relatórios por meio do Tycho verificando quais ajustes serão necessários. Paralelamente, os desenvolvedores, Gisele e Silvio de Paula, vão continuar aperfeiçoando o sistema e promovendo encontros para aproximar as unidades em prol do desenvolvimento do Tycho. Além disso, Gisele quer efetivar o blog como um canal de comunicação direto com aqueles que utilizam o sistema. Queremos um canal onde será possível trocar ideias, sugestões, relatar possíveis bugs, criar grupos de discussão, entre outras coisas. A ideia é tirar o rótulo 'usuário' das pessoas que são nossos colaboradores, diz. Saiba mais sobre o Tycho no blog: PAINEL Outras grandes cidades como Londres, Chicago e Tóquio têm planos estratégicos como esse que está sendo desenvolvido para São Paulo. #04 Projeto pensa a São Paulo que queremos Como será a cidade de São Paulo em 2040? É possível prever e planejar o seu futuro? Essas indagações serão respondidas pelo SP2040, plano de longo prazo que vai orientar as escolhas de políticas e projetos que serão realizados na cidade nas próximas décadas. A iniciativa é da prefeitura de São Paulo, que convocou especialistas de várias áreas para diagnosticar, analisar e propor diretrizes para a organização social, econômica, urbana e ambiental da cidade com o horizonte de A colaboração da sociedade também é muito importante. Além das oficinas públicas realizadas nas subprefeituras, o site do projeto (www.sp2040.net.br) conta com um espaço aberto para receber as manifestações da população. A FEA lidera esse projeto, que será desenvolvido com a metodologia do Programa de Estudos do Futuro (Profuturo). Com mais de 25 anos de experiência em previsões de mercado, o Profuturo auxilia empresas e instituições públicas a aprimorar seus processos de planejamento e gestão estratégica, capacitando-as para lidar da melhor forma com as transformações do ambiente. Esse é um projeto grande, ambicioso e inovador. Outras grandes cidades como Londres, Chicago e Tóquio têm planos estratégicos como esse que está sendo desenvolvido para São Paulo. Pela primeira vez, a cidade será analisada como um todo. As expectativas da sociedade serão consolidadas e vão compor diretrizes de longo prazo. Trinta anos pode parecer muito tempo, mas quando pensamos em uma reorientação da cidade é um prazo relativamente curto para obter resultados, explica o professor James Wright, do Departamento de Administração da FEA e coordenador do Profuturo e do SP2040. Transformar São Paulo na cidade que os seus habitantes querem é o desafio que os especialistas convidados abraçaram. São arquitetos, urbanistas, engenheiros e economistas de diversas áreas da USP e também consultores de outras universidades das principais metrópoles do mundo. O diagnóstico preliminar elegeu cinco eixos para nortear os trabalhos: Mobilidade e Acessibilidade, Coesão Social, Desenvolvimento Urbano Sustentável, Oportunidades de Negócios e Meio Ambiente e Qualidade de Vida. As propostas iniciais estão sendo debatidas nas oficinas públicas, em contato direto com a população. É importante lembrar que São Paulo é a única metrópole tropical que tem ao mesmo tempo uma população gigante, uma atividade empresarial estabelecida de grande porte, um nível tecnológico muito avançado e grandes problemas como, por exemplo, enchentes. Apesar da riqueza produzida, não somos ricos e temos também grandes problemas sociais. São Paulo conta com uma base tec- São Paulo já é uma cidade de negócios. Cada vez mais a produção industrial cede espaço para a produção intelectual, para a inovação e para os serviços. nológica, acadêmica e empresarial e todas as condições necessárias para desenvolver propostas específicas que atendam as nossas demandas. Soluções que podem ser adotadas por outras cidades tropicais, comenta o professor Wright. Para quem duvida da eficácia de planos estratégicos, o coordenador explica que o SP2040 será o fio condutor de planos setoriais detalhados. Não será detalhista, nem uma camisa de força. Precisamos decidir se São Paulo será mesmo a sede dos negócios da América Latina, o elo de ligação do Brasil com o mundo. Nesse caso, o que devemos fazer? Onde investir prioritariamente? Que tipo de empregos serão criados e quais qualificações profissionais serão necessárias? Por outro lado, não podemos continuar a tapar buracos com soluções de curto prazo. Se retiramos pessoas de áreas de risco, precisamos alocá-las resolvendo problemas do futuro. Podemos desenvolver soluções para os nossos problemas que são um pouco diferentes e até compartilhá-las com cidades que têm características similares, afirma professor Wright. A FEA está envolvida também com o eixo Oportunidades de Negócios, que tem a coordenação do professor Reinaldo Guerreiro, diretor da Faculdade, e conta com a colaboração do professor Heleno Martins Pioner (Departamento de Economia). O objetivo desse eixo é aprofundar a análise sobre a vocação da cidade e conseguir assim enxergá-la no longo prazo. São Paulo já é uma cidade de negócios. Cada vez mais a produção industrial cede espaço para a produção intelectual, para a inovação e para os serviços. Dessa forma, a visão de futuro tem que privilegiar a educação e a capacitação. As vantagens competitivas da cidade virão de uma população mais qualificada e do apoio a setores ligados ao centro de comando da economia nacional e ao centro de articulação de espaços regionais e nacionais com os mercados externos, comenta professor Reinaldo Guerreiro. Coesão Social e Desenvolvimento Urbano são os eixos que contam com a participação de professores da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP. A participação da FAU não é institucional. Os convites foram pessoais e eu aceitei na hora. Estamos trabalhando em dois grupos, em áreas muito importantes, que são coesão social e desenvolvimento urbano. Elas envolvem habitação, lazer, saúde e cultura, afirma professor Marcelo Romero, diretor da FAU e coordenador do eixo Coesão Social. Com ele trabalham os professores Alfredo Behrens (Fundação Instituto de Administração) e Valter Caldana (Universidade Mackenzie). Na sua avaliação, o SP2040 é o plano estratégico que vai subsidiar as decisões #05 Prof. James Wright Prof. Marcelo Romero Prof. José Roberto Cardoso PAINEL É possível apontar a direção e prever o futuro. Não se trata de mera especulação, mas de uma técnica científica. É o que a metodologia do Profuturo mostra. #06 futuras. O plano destaca a inclusão social e a redução das desigualdades de renda, territorial e de acesso aos serviços públicos. Desenvolvimento urbano, por exemplo, implica diretamente em densidade populacional. A cidade pode ficar cada vez mais compacta ou se dispersar. Até onde será preciso levar transporte, energia elétrica e outros serviços? No fundo, tudo está muito ligado e é necessário dar um sentido ao movimento, à evolução. Precisamos definir se vamos construir outros Hospitais das Clínicas e onde; implantar outros Parques Ibirapuera, outros museus e centros culturais. Até 2040, as decisões serão tomadas com base em uma lógica. Independente dos governos e governantes, o plano é a estrutura dorsal que vai permanecer e nortear as soluções. Isso porque o plano consolida aspirações da sociedade e tem a chancela de especialistas. Além disso, os técnicos que compraram a ideia e estão envolvidos no SP2040, esses permanecem. O que eles puderem executar, será feito segundo as diretrizes traçadas, comenta professor Marcelo. O núcleo de Desenvolvimento Urbano é coordenado pelo professor Pedro Taddei Neto (FAU-USP), e conta com a participação das professoras Marta Dora Gorstein e Regina Maria Prosperi Meyer (FAU-USP). A Escola Politécnica da USP está participando dos eixos Meio Ambiente e Mobilidade. Historicamente, os processos de industrialização e de urbanização impactaram negativamente os componentes básicos dos ecossistemas água, ar e solo e estão na base dos desequilíbrios estruturais e ambientais. Nesse sentido, a principal meta ambiental para São Paulo em 2040 é controlar a poluição ambiental e cuidar da sustentabilidade nas ações previstas para a cidade e que interfiram com o ambiente. Esse grupo é coordenado pelo professor Mário Thadeu Lemes de Barros (POLI-USP) e também conta com a participação dos professores José Goldemberg (IEE-USP), Marco Antônio Palermo (POLI-USP), Maria Cecília Loschiavo (FAU-USP), Mônica Ferreira do Amaral Porto (POLI-USP) e Oswaldo Lucon (IEE-USP). A questão da mobilidade está sendo tratada por um grupo de especialistas da Poli, os professores Orlando Strambi, Mario Garcia e José Roberto Cardoso. O objetivo básico é aproximar as pessoas das oportunidades e das suas atividades cotidianas, como estudo, trabalho, consumo, lazer e entretenimento. E mudar um sistema que se caracteriza pela alta demanda por deslocamentos de longa distância; grande dependência de meios de transporte motorizados e sistema de transporte coletivo insuficiente e nem sempre devidamente integrado. Este é um projeto relevante para os acadêmicos da Engenharia. Ter a oportunidade de desenvolver perspectivas para a sociedade da região a partir dos cenários traçados. Vale destacar o impacto dessas perspectivas na própria escola. A transformação será profunda. O avanço tecnológico dos próximos dez anos será comparável ao do século passado. A Universidade como um todo terá que se adaptar para receber uma geração que já nasceu com o domínio da tecnologia. A tecnologia de ensino será muito diferente do que se tem hoje. Nada substitui o professor, mas a forma de transmitir o conhecimento terá que ser muito diferente, analisa professor e diretor da Poli, José Roberto Cardoso. Pensar a região metropolitana de São Paulo é um desafio! A cidade não está perdida. É possível apontar a direção e prever o futuro. Não se trata de mera especulação, mas de uma técnica científica. A metodologia do Profuturo mostra isso e eu, particularmente, estou muito entusiasmado com essa ferramenta, comenta professor Cardoso. Mais informações: acesse Participe! FEA PROFESSORES As pesquisas são importantes para todos. Acredito que difundir o conhecimento é compromisso de uma universidade pública. I Escola de Verão #07 Entre os dias 6 e 10 de fevereiro de 2012, alunos de mestrado e doutorado matriculados em programas de pós-graduação stricto sensu em Economia e demais Ciências Sociais terão a oportunidade de participar da I Escola de Verão em Economia do Desenvolvimento FEAUSP, uma iniciativa inédita do Programa de Pós- Graduação em Economia da FEA. Os participantes terão a oportunidade de aperfeiçoar seus estudos, de conhecer as pesquisas dos professores da FEA e dos estudantes de pósgraduação da faculdade e de conviver durante uma semana com pesquisadores e estudantes interessados nos grandes temas do processo de desenvolvimento econômico. O professor Renato Perim Colistete, coordenador da Escola de Verão ao lado do professor Gilberto Tadeu Lima, explica que o objetivo do evento é apresentar pesquisas de ponta das áreas estudadas. É fundamental criar um espaço onde os professores de pós apresentem suas pesquisas para um público mais amplo. Não podemos ficar restritos à USP ou aos congressos; as pesquisas são importantes para todos. Acredito que difundir o conhecimento é compromisso de uma universidade pública, diz. O objetivo principal da I Escola de Verão é atrair alunos de fora da USP visando promover o relacionamento entre acadêmicos, complementando a formação com minicursos, palestras e painéis sobre temas relacionados ao desenvolvimento econômico que têm sido pesquisados pelos docentes e alunos de pós- Professores Renato Perim Colistete e Gilberto Tadeu Lima: coordenadores da I Escola de Verão em Economia do Desenvolvimento graduação do Departamento de Economia. Os trabalhos ficarão expostos nas salas de aula e os pesquisadores da FEA ficarão disponíveis para esclarecer dúvidas. Nos primeiros 15 dias do processo de inscrições, a procura ultrapassou as expectativas dos organizadores, com mais de 100 inscritos de todo o Brasil. É inédito reunir especialistas de vários estados em temas nã
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