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A Importancia Do Estudo Da Lingua Hebraica

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    ZIX¥A¦R L£[ Q¥XhW CURS SHEL YVRYT CURSO DE HEBRAICO MORÉH: Pr. SANDRO G. G. NOGUEIRADiretor Geral   Pastor da Igreja Batista Vida Abundante em Santa Maria DF.Mestrado em Teologia pela fatesp  –  São Paulo.Juiz Arbitral pelo TJAEM - Tribunal de Justiça Arbitral e Mediação dos EstadosBrasileiros.Teólogo e Professor na FATADEB - Faculdade Teológica da Assembléia de Deus deBrasília.Professor na FAETEB - Faculdade de Educação Teológica de Brasília.Professor na FATEN - Faculdade Teológica Nacional de Luziânia - GO.Professor no STEMM - Seminário Teológico Evangélico de Missões Mundiais.Registrado no CFT - Conselho Federal de Teólogos do Brasil - N° 000.083/061.Registrado no COPEV - DF - Conselho de Pastores Evangélicos do Distrito Federal.Registrado na ORMIBAN -DF - Ordem dos Ministros Batistas do Distrito Federal.Registrado na C.B.N  –  Convenção Batista Nacional  –  DFRegistrado no CFECH  –  DF - Conselho Federal Evangélico de Capelania Hospitalar doDF.Membro da Academia Nacional de Doutores, Mestres e Teólogos do Brasil.ContatosWWW.ULPAN.COM.BRE-mail: ulpanbrasil@yahoo.com.brFone: (61) 30452188 ou (61) 96221288 / 86220402    SE VOCÊ PENSA QUE NÃO HÁ IMPORTÂNCIA NOESTUDO DA LÍNGUA HEBRAICA ENTÃO LEIA! Tem pessoas que pensam não ser importante estudar as línguas srcinais das EscriturasSagradas, e é por isso que o pensamento Pós-Moderno está esvaziando o seio docristianismo histórico, e semelhante a um cupim, está deteriorando os alicerceshistóricos do cristianismo ortodoxo, favorecendo o analfabetismo bíblico, onde oensino das Escrituras está sendo substituído nos cultos por livros e estratégias deapóstolos e bispos. A Pós-Modernidade, está causando uma ruptura no pensamentoteológico histórico, e no uso das Escrituras Sagradas, dando ao fenômenoneopentecostal a alcunha de religião da lábia, do engano e da corrupção, onde tudo érelativo e sem culpa gerando um cristianismo sincretista, cheio de feitiçaria ''cristã'' eapropriação indébita por parte dos líderes, daquilo que é da igreja, pois foi compradocom dízimos e ofertas dos membros e não pertence a nenhum Apóstolo, Bispo, Pastor,Ancião ou Patriarca e o pior, tudo isso firmado em citações bíblicas.O pensamento Pós-Moderno, paulatinamente está enraizando misticismo e superstiçãona alma evangélica brasileira. Hoje, há um crescimento espantoso, entre setoresevangélicos, do uso de relíquias com poderes sobrenaturais, toque de shofar parachamar o Espírito Santo, pagamento de primícias em dinheiro para o líder e em trocaganha a salvação dos familiares e a colocação do nome do ofertante no talit ungido(xalede oração judaico) do apóstolo, bíblia de 911 reais, aparições de anjos, Moisés, Elias,objetos ungidos e santificados, lascas da cruz de Cristo, água benta, copo com água,água do Jordão, rosa ungida, sal grosso, descarrego, pulseiras abençoadas, lençomolhado com o suor do missionário milagreiro, carnê do céu, oração violenta dosrevoltados, pentes santos do kit de beleza da rainha Ester, peças de roupas de entesqueridos, oração no monte do fogo puro para a revelação do sucesso, óleos de oliveirasde Jerusalém, sal do Vale do Sal, trombetas de Gideão, cajado de Moisés, cimento dacasa própria, martelão da fé, garrafada do poder, pó consagrado, perfume ungido paracasamento instantâneo, shows, estrelas, pop stars, cerveja e danceteria gospel, sites comcurso que forma pastores em três meses, egocentrismo do tipo, ''dez passos para fazersucesso'', ''oito passos para ficar rico'', sorteios de brindes com rifas para chamarem aspessoas ao templo, pois Deus já não é mais suficiente, festas idólatras do tipo arraiásanto, e pasmem até tiro profético com revólver calibre 38 dentro do templo para mataro diabo, estão fazendo... e assim segue o supermercado evangélico, onde nada disso é degraça, tudo é cobrado com ofertas que vão de dez à um milhão de reais, é infindável esem limites a imaginação dos apóstolos, patriarcas, bispos, pastores e líderes, queexploram a miséria e a credulidade medíocre dos apátridas denominacionais. Essefenômeno só pode ser explicado, pela falta de estudos sérios das línguas srcinais dasEscrituras Sagradas, em especial a língua Hebraica, pois um dos problemas maissurpreendentes da atualidade no seio cristão é o desinteresse e o descaso peloconhecimento do hebraico e do grego , línguas srcinais da Bíblia (sem falar doaramaico). É de conhecimento geral que a Palavra de Deus surgiu no contexto históricodo povo judeu. A verdade bem conhecida é que cerca de três quartos da Bíblia foram    escritos na língua hebraica. E apesar de quase todo restante das Escrituras ter sidoescrito em grego koinê, o raciocínio subjacente à ampla maioria dos documentos doNovo Testamento é nitidamente hebraico. Isso quer dizer que embora as palavras sejamgregas, o pensamento é semítico, hebraico. Portanto, sem dúvida alguma, se há umalíngua e cultura importante para os estudos bíblicos conscientes e mais profundos, trata-se do hebraico clássico e moderno. Podemos inclusive afirmar que, sem o conhecimentodas línguas srcinais, não é possível construir uma boa teologia Cristocêntrica eexegética das Escrituras Sagradas.Diante dessa realidade indisfarçável, temos de reconhecer que existe motivo de sobrapara que o cristão de hoje procure conhecer o hebraico bíblico e Moderno. Nossoobjetivo é relacionar nesse espaço pelo menos as razões mais importantes, para vocêescolher o Ulpan como centro de referência acadêmica para o aprendizado da LínguaHebraica: 1. Conhecer o hebraico significa entender os termos teológicos das EscriturasSagradas Esse conhecimento é muito importante para que não sejam ensinados conceitos malelaborados e equivocados presentes até mesmo nas igrejas evangélicas. Os vocábuloshebraicos muitas vezes não possuem correspondentes adequados em português.O campo semântico das palavras é muito particular e até mesmo chega a parecerestranho para nós. Mais uma vez, deve-se destacar que uma tradução totalmente literalda Bíblia não teria sentido em português. Uma das palavras muito importantes doAntigo Testamento, por exemplo, é o termo Sheol, traduzido por Hades no grego doNovo Testamento. A tradução uniforme do termo não é adequada. Sheol refere-se de fato ao “mundo dos mortos” e, em muitos contextos do Antigo Testamento, o termo se refere concretamente à sepultura, já em outros textos a ideia é profundezas; há contextospoéticos onde o sentido é morte; mas em muitos textos a ideia de Sheol é mundo dosmortos (no NT Hades pode significar inferno em certos textos). Esse exemplo mostracomo devemos ser criteriosos e cautelosos para concluir apressadamente muitas ideiassobre a Bíblia. É preciso ter base linguística adequada. Quem poderia imaginar, sem odevido estudo, que a palavra Shalom, tão conhecida, significa muito mais do que paz. Averdade é que Shalom quer dizer também prosperidade, vida plena, segurança. Em cadacontexto específico, a palavra pode ter uma nuança específica e deve ser traduzida demodo distinto.A ideia de paz subjetiva e psicológica não é o que predomina no hebraico. Emportuguês essas associações não são claras. Quando um judeu cumprimenta o outro, ele  pergunta: “Como vai a tua paz?” Paz, portanto, não é um termo simplesmente psicológico e emotivo, mas sim um termo concreto em relação à vida.Diante de tais considerações, não há dúvida de que a Igreja Evangélica de hoje deve dara devida atenção ao estudo das línguas srcinais da Bíblia, particularmente o hebraicoclássico e moderno . Especialmente em nossos dias quando muitos conceitos    equivocados e mistificados são disseminados por quem conhece pouco do assunto, émais do que necessário ampliar o conhecimento do povo de Deus no campo das línguassrcinais da Bíblia. 2. Conhecer o hebraico é aprender a pensar de modo diferente. Dentre as tantas curiosidades da língua dos antigos patriarcas de Israel, vamos descobrirque o hebraico também é muito diferente do português e das demais línguas latinas porpossuir um jeito e uma ordem de frase distintos. Geralmente a ordem é primeiro o verboe depois o sujeito. Essa é a razão da inversão frasal presente nas traduções antigas daBíblia em português. Outra característica interessante da língua hebraica é o seu aspectoconciso. A antiga língua dos hebreus usava poucas palavras para dizer muito. Os verbosde ligação são dispensados, os pronomes pessoais estão embutidos na maioria dasformas verbais e algumas preposições e sufixos de posse aparecem anexadas aossubstantivos. Diz-se muito com poucas palavras. Outra questão que merece atençãoespecial é o verbo do hebraico. Estamos muito acostumados com a ideia de tempoverbal em português. Dividimos tudo em presente, passado e futuro. Para muitos ésurpreendente descobrir que o que caracteriza o verbo no hebraico não é principalmenteo tempo do verbo, mas sim o modo da ação. O que mais importa é se a ação é acabadaou não. Em muitas passagens bíblicas somente o contexto determinará se o verbo deveser traduzido no futuro, no presente ou no passado. Por isso, estranhamos traduçõesdiferentes do tempo verbal da literatura poética do Antigo Testamento. Um exemplodessa diferença pode ser visto no Salmo 15.2. Veja a tradução literal comparada comuma tradução contemporânea como a Nova Versão Internacional. 3. Conhecer o hebraico significa conhecer uma cultura muito diferente. Como já mencionamos, as línguas humanas não possuem apenas palavras diferentespara as mesmas coisas. Na verdade, as palavras são uma expressão da cultura e do modode ser peculiar de um povo. Algumas particularidades do enfoque semítico chamam aatenção. No hebraico, por exemplo, não existe gênero neutro como acontece no inglês.Tudo é dividido entre masculino e feminino; existe até mesmo o pronome você(masculino) e você (feminino). O verbo é conjugado de modo diferente se é um homemou uma mulher que está falando. Se eu perguntar a um homem se ele fala hebraico, tereide dizer: atá medaber yvrit? Se a mesma pergunta for dirigida a uma mulher, deverá serdito o seguinte: at medaberet yvrit? Ideias abstratas, comuns em línguas ocidentaiscomo o alemão e o grego, são muito raras. O aspecto concreto prevalece no hebraico. A expressão bíblica “fazer uma aliança”, por exemplo, é literalmente “cortar uma aliança” em hebraico, fazendo referência à prática de cortar um animal ao meio quando se faziaum acordo ou aliança na antiguidade. É por isso que é impossível fazer uma traduçãototalmente literal da Bíblia. Isso não faz o menor sentido! 4. Conhecer o hebraico é lidar com um tesouro linguístico inestimável. O conhecimento do hebraico bíblico (clássico) e moderno nos permite, com bastantesegurança, falar as mesmas palavras e frases que os antigos profetas e homens de Deus
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