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A IMPORTÂNCIA DO PIBID E DE SEUS PROJETOS PARALELOSNA EDUCAÇÃO AMBIENTAL. Lenora Bezerra Radis (UEL bolsista PIBID/ CAPES)

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Resumo A IMPORTÂNCIA DO PIBID E DE SEUS PROJETOS PARALELOSNA EDUCAÇÃO AMBIENTAL. Lenora Bezerra Radis (UEL bolsista PIBID/ CAPES) Virginia Iara de Andrade Maistro (UEL- coordenadora PIBID/ CAPES) O programa
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Resumo A IMPORTÂNCIA DO PIBID E DE SEUS PROJETOS PARALELOSNA EDUCAÇÃO AMBIENTAL. Lenora Bezerra Radis (UEL bolsista PIBID/ CAPES) Virginia Iara de Andrade Maistro (UEL- coordenadora PIBID/ CAPES) O programa do governo federal, PIBID, é uma grande ferramenta na formação de professores. Além disso, articula conteúdos teóricos com a prática, com o objetivo de levar para a sala de aula métodos diferente para construir o conhecimento. A atuação do PIBIDem sala de aulaé muito importante, no entanto sua atuação fora de sala também é essencial no processo de aprendizagem. O sucesso do PIBIDdeve-se também a projetos paralelos criados, oficinas, parcerias organizadas com museus, zoológicos, jardins botânicos e outros espaços nãoformais da educação. Este relato de experiência explica como essa parceria entre um jardim botânico e PIBIDcontribuiu para a construção de conhecimentos e a importância de se discutir educação ambiental. Palavras-chave:PIBID; Educação ambiental; Espaços não-formais Formação de professores e o projeto PIBID A atuação de professores,independente de ser em rede particular ou publica, vem sendo discutida interruptamente em âmbito nacional e internacional, já que aatuação e a formação de professores são eixos dependentes e analisados de forma associada e, ao buscar referencias na literatura, percebe-se claramente que os autores apontam como desafios a serem vencidos para a melhoria da formação inicial de professores, principalmente de ciências (PEREIRA, 2000): a dicotomia entre a pesquisa e o ensino, a valorização do bacharelado em detrimento da licenciatura, a desvalorização do magistério e, com maior ênfase, a dicotomia entre a teoria e a prática docente. Dentro desse contexto o Programa de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) tem sido uma aposta do governo federal para promover uma mudança de cultura da formação e na atuação de professores no Brasil por envolver ações em prol da 2029 valorização e reconhecimento das licenciaturas para o estabelecimento de um novo status para os cursos de formação e como política de incentivo à profissão de magistério. O PIBID é um programa da CAPES cujos objetivos são: Incentivar a formação de docentes em nível superior para a educação básica; Contribuir para a valorização do magistério; Elevar a qualidade da formação inicial de professores nos cursos de licenciatura, promovendo a integração entre a educação superior e a educação básica; Inserir os licenciandos no cotidiano de escolas da rede pública de educação, proporcionando-lhes oportunidades de criação e participação em experiências metodológicas, tecnológicas e práticas docentes de caráter inovador e interdisciplinar que busquem a superação de problemas identificados no processo de ensino Aprendizagem; Incentivar escolas públicas de educação básica, mobilizando seus professores como conformadores dos futuros docentes e tornando-as protagonistas nos processos de formação inicial para o magistério; Contribuir para a articulação entre teoria e prática necessárias à formação dos docentes, elevando a qualidade das ações acadêmicas nos cursos de licenciatura. (Portaria CAPES nº 260, ) O programa, além dos objetivos principais propostos pela CAPES, estimula a docência pelo fomento de ações práticas, projetos, oficinas a serem desenvolvidas nas escolas públicas da educação básica por alunos das licenciaturas em conjunto com os professores dessas instituições e os docentes das universidades. Portanto, o PIBID faz parte de um grande movimento nas políticas públicas com vistas a suprir a defasagem de formação e de valorização do trabalho docente (SCHEIBE, 2010, p. 996), principalmente com a iniciativa de estimular os alunos de licenciatura por meio da concessão de bolsas, que têm como objetivo de estímuloàopçãopela carreira docente, permitindo a construção da identidade profissional desde o início do curso, aumentando a experiência em sala de aula e entendendo os desafios que serão enfrentados quando começarem a carreira de magistério. Segundo Tardif (2002, p. 82), oinício na carreira docente representa uma fase crítica em relação às experiências anteriores e o confronto inicial com a dura e complexa realidade do exercício da profissão, à desilusão e ao desencanto dos primeiros tempos de profissão. 2030 Segundo Canário (1998), a escola é o lugar que mais colabora para aprendizagem do professor, pois constitui o espaço real de construção da sua identidade profissional. O autor analisa a questão da capacitação individual versus a capacitação coletiva, lembrando que é impossível dissociar a mudança dos modos individuais de pensar e agir dos processos coletivos que se dão no contexto das mudanças organizacionais. Desta forma, podemos entender que o PIBIDé um instrumento articulador que produz movimento na escola. De acordo com Vasconcellos (2001, p. 41), todo o trabalho em sala de aula que fazemos com o conhecimento, tanto em termos de forma quanto de conteúdo, deve estar vinculado a esta finalidade maior da escola que é compromisso com a humanização. É por meio das experiências que podemos refletir nossa aprendizagem, durante a construção do conhecimento, que não é dado nem na bagagem hereditária nem nas estruturas dos objetos: é construído, na sua forma e no seu conteúdo, por um processo de interação radical entre o sujeito e o meio, processo ativado pela ação do sujeito, mas de forma nenhuma independente da estimulação do meio. O que se quer dizer é que o meio, por si só, não constitui estímulo. E o sujeito, por si só, não se constitui sujeito sem mediação do meio; meio físico e social. É nesta direção que vai a concepção piagetiana de aprendizagem: sem aprendizagem o desenvolvimento é bloqueado, mas só a aprendizagem não faz o desenvolvimento. O desenvolvimento é a condição prévia da aprendizagem; a aprendizagem, por sua vez, é a condição do avanço do desenvolvimento. (BECKER 1993, p. 25) Carvalho e Gil-Pérez (2000, p. 11) destacam alguns saberes que consideram importantes para o ensino de ciências: o conhecimento da matéria a ser ensinada, os conhecimentos teóricos sobre a aprendizagem das ciências, saber preparar atividades capazes de gerar aprendizagem efetiva, saber orientar o trabalho dos alunos e avaliá-los. Os autores também destacam outros aspectos que, muitas vezes, não são levados em consideração na formação inicial de professores de ciências, mas são considerados como desafios para as instituições formadoras: a ruptura com visões simplistas sobre o ensino de ciências, o questionamento sobre as ideias docentes de senso comum sobre o ensino e a aprendizagem das ciências, saber analisar criticamente o ensino tradicional e adquirir a formação necessária para associar ensino e pesquisa didática. 2031 PIBID atuando dentro e fora de sala de aula O PIBID é um programa que atua principalmente em sala de aula, transformando aulas, introduzindo ideias e práticas, além de projetos e oficinas. Sabe-se que a principal atuação do PIBID é no espaço escolar, entretanto, existem outras possibilidades de se trabalhar o ensino de ciências fora da escola. Essas atividades realizadas fora da escola pertencem à educação não-formal, que ocorre quando existe a intenção de determinados sujeitos em criar ou buscar determinados objetivos fora da instituição escolar. Assim, a educação não-formal pode ser definida como a que proporciona a aprendizagem de conteúdos da escolarização formal em espaços como museus, centros de ciências, jardins botânicos,zoológicos ou qualquer outro em que as atividades sejam desenvolvidas de forma bem direcionada, com um objetivo definido. O espaço não-formal, por sisó, não leva um estudante à educação científica, e nem sempre o professor está apto a realizar uma atividade significativa em um ambiente como este. O processo não é simples, mas envolve desde a formação do educador até a metodologia utilizada no ambiente, que deve diversificar da realizada em sala de aula. Ao utilizar um ambiente não-formal, o planejamento da prática necessita estabelecer os objetivos e metas a serem alcançadas com a visita. O planejamento é um dos primeiros passos a ser dado e deve ser criterioso. Levando em consideração as perspectivas da turma aliadas aos temas trabalhados na escola. Ao professor cabe motivar osestudantes a uma postura investigativa, conduzindo as observações dos estudantes aos conteúdos escolares trabalhados na escola. Desta forma torna-se importante que os profissionais da educação conhecerem as características dos espaços não formais de sua comunidade, para assim, ao utilizar este ambiente possam explorar juntamente com os alunos, todo o espaço ali disponível para a prática e suas riquezas naturais. Assim, a atividade educativa interativa e concreta, ajudará o estudante a visualizar os conceitos estudados em sala, levando-o a uma postura participativa dentro das situações reais de sua comunidade. Segundo Vasconcelos e Souto (2003, p ), ao ensinar ciências não devemos priorizar ou privilegiar apenas a memorização, mas sim promover situações-problema que envolvam e provoquem a formação de uma bagagem cognitiva no aluno, o que vai ocorrer por meioda compreensão de fatos e conceitos de forma gradual. Os espaços não-formais em quese 2032 procuram transmitir os conteúdos de ciênciaspodem contribuir na aquisição da bagagem cognitiva. Importância do Jardim botânico para a educação ambiental Nos dias de hoje, o meio ambiente é tema de grandes discussões mundiais que buscam soluções para a preservação. O Brasil possui uma política nacional específica para a Educação Ambiental, que é a Lei N 9.795, na qual o Art. 2 afirma que a educação ambiental é um componente essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não-formal. Sendo assim, essa temática deve permear o espaço escolar em sua amplitude, pois, através dos ensinamentos em sala de aula, podem-se desenvolver estratégias e conhecimentos que facilitem o entendimento dos alunos sobre a necessidade de preservar o meio em que vivem, seja ele meio urbano ou meio rural (REIS, 2004). Reigota (2002, p. 64) alerta que a educação ambiental praticada dentro das escolas precisa incorporar elementos sociais e políticos, de forma que promova uma reflexão, por parte dos sujeitos envolvidos; sobre os problemas socioambientais afirma que [...] mais que a sensibilização, é imprescindível a mobilização, incorporando as questões ambientais na vida cotidiana e atuando, na luta política, na conquista de uma nova sociedade que valorize o equilíbrio (dinâmico) com a natureza e a justiça social Para Sabbatini (2003), museus e centros de ciências se destacam como instituições capazes de conectar os avanços e as questões relacionadas com a ciência, sendo que o objetivo principal dessas instituições é aumentar a consciência sobre o papel e a importância da ciência na sociedade, proporcionando experiências educativas para que os alunos compreendam princípios científicos e tecnológicos edespertemo interesse pela ciência. A maior importância dos espaços não-formais é a promoçãodo conhecimento cientifico sem cair na banalização ou reducionismo dos conteúdos, capacitando os cidadãos de discursarem livremente sobre ciências, com o mínimo de noção sobre os processos e situações que estão associados e que ocorrem no cotidiano. 2033 Um jardim botânico é, normalmente, uma área em meio ao espaço urbano, destinada ao cultivo, manutenção, conservação e divulgação de vegetação (autóctone e exótica), além de empreender pesquisas em Botânica. Além disso,oferece situações que aguçam a curiosidade do estudante e estimulam o aprendizado, colocando-o em contato direto com a natureza. Os alunos, de uma maneira geral, vivem num ambiente urbano e são raras as oportunidades de contemplar a natureza e refletir sobre a diversidade que o cerca. Desta forma, o jardim botânico éum ambiente natural de entretenimento onde os visitantes podem contemplar fauna regional e as belezas naturais existentes. No jardim botânico, temos uma variedade de trilhas com placas informativas sobre determinado assunto, assim como uma imensa diversidade de espécies de plantas nativas e fenômenos naturais que podem ocorrer na ocasião da visita. O jardim botânico é um local propício para o Ensino de Ciências, por oferecer uma gama de recursos naturais a serem explorados. Através deste ambiente, o professor pode utilizar diferentes recursos para propiciar a apreensão e reflexão dos conteúdos abordados em sala de aula; ou então encontrar diversas vantagens ao visitar um ambiente como este com os estudantes:uma delas, é o contato com o ambiente natural e seus fenômenos, proporcionando ao estudante uma sensibilização ecológica e uma busca ao conhecimento científico, quando esta é bem planejada. Assim, nos diz Cachapuz et al. (2005, p. 09), há uma necessidade de uma educação científica para todos os cidadãos, [...] propondo um ensino que vá além da tradicional transmissão de conhecimentos científicos. Para Rocha e Fachín-Terán (2010), a educação científica ganhará muito a partir da participação da escola nesses espaços, tendo em vista que a educação não-formal como processo educacional, com objetivos definidos, mantém uma flexibilidade com relação ao tempo, aos objetivos e conteúdos propícios da aprendizagem. É através destas atividades que cumprem sua missão educativa (MARANDINO, 2002) Educação ambiental realizada pelo PIBID em Londrina No presente relato de experiência, o objeto de discussão é a atuação do PIBID no Jardim Botânico de Londrina, no Paraná, quefoi criado em março de 2006, pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, e é uma das mais importantes unidades de pesquisa e conservação de espécies nativas e exóticas no Paraná, contendo mais de 1 milhão 2034 de metros quadrados de mata nativa, nascentes e rios. As finalidades do Jardim Botânico de Londrina são: Realizar intercâmbio científico e cultural com entidades nacionais e estrangeiras; Desenvolver a pesquisa, a conservação, a preservação, a educação e o lazer ambiental; Implantar e manter bancos de germoplasma de espécies exóticas e reserva genética deespécies nativas; Realizar, de forma sistemática e organizada, registros e documentação de plantas; Desenvolver ações e estratégias para promover a biodiversidade e o desenvolvimento sustentável. No início do ano letivo de 2015 o PIBID de Ciências, coordenado pela professora Virginia Maistro, recebeu um convite de parceria entre o Jardim Botânico e o projeto do PIBID. Ao longo do ano letivo, o Jardim recebia de quartas, quintas e sextas-feiras, alunos tanto da rede pública quando da rede particular de escolas de Londrina. Atendia em média 150 alunos por semana, totalizando de 4 a 5 escolas.o objetivo do PIBID neste projeto foi realizar a monitoria das trilhas do jardim botânico, levando os alunos para conhecer e, ao mesmo tempo, dando aulas de ciências e conteúdos interdisciplinares. Foi notado que a construção e solidificação dos conhecimentos de ciências foi muito maior no espaço do jardim botânico do que dentro de sala de aula, por motivos talvez óbvios demais: em um espaço fora da escola.os alunos internalizam e compreendem as informações de maneira diferente. A monitoria das trilhas foi de grande impacto tanto para os monitores (estagiários do PIBID) quanto para os alunos que visitavam. Foi uma experiência incrível poder trazer os conteúdos de ciências e mostrá-los na prática. Foram abordados eixos tanto do ensino de ciências quanto de biologia, já que havia alunos de ensino fundamental e médio. A trilha principal durava 60 e 90 minutos, e era o tempo que tínhamos para conseguir trabalhar diversos eixos e conteúdos interdisciplinares. Alguns dos assuntos abordados durante a monitoria foram: Tipos de solos; Chuva, clima e condições do ar; Poluição; 2035 Efeito estufa, chuva ácida entre outros; Relações ecológicas: parasitismo, mutualismo, protocooperação, predação, entre outros; Entender como ocorrem espécies especificas de plantas, relação dos dispersores de semente com a vegetação local; Aspectos da Mata Atlântica e importância de se manter fragmentos de mata; Importância da preservação de espécies (tanto de vegetação quanto de animais); Quais são as espécies nativas e quais as exóticas (tanto vegetação quanto de animais); O nosso papel no meio ambiente e porque devemos falar de educação ambiental. Além desses temas que sempre eram abordados, o que os alunos traziam de dúvidas ou curiosidades também era discutido e respondido. A grande diferença de uma aula fora do ambiente em que eles se sentem presos é que possuem a liberdade de pensamento e de questionamento, já que fora de sala conseguemvisualizar melhor como a teoria e a prática estão relacionadas, e o que eles têm a ver com tudo isso. Durante as monitorias, percebemos maior interesse nos assuntos de ciências e biologia, principalmente que estar em contato com a natureza e suas relações ecológicas desperta o interesse, a imaginação e a curiosidade, fazendo com que alguns assuntos fossem discutidos por muito mais tempo do que outros, e, assim, construíamos pouco a pouco o conhecimento. Sabe-se que espaços não-formais são de grande importância para a construção do conhecimento cientifico, social e cultural, portanto é essencial que escolas e instituições como museus, zoológicos, parques entre outros façam parcerias para que haja aulas, palestras, oficinas, projetos envolvendo os alunos em ambientes que estejam fora do espaço físico da sala de aula. Promover essa iniciativa, assim como o Jardim Botânico de Londrina e o PIBID fizeram, só traz ganhos e melhorarias na educação, afinal que aluno não quer sair da sala, da escola, que aluno não quer discutir biologia dentro de um zoológico ou de um parque onde eles consigam visualizar o que aprendem nos livros. É extremamente importante ligar a teoria à prática, já que o conhecimento, ou seja, tudo o que ensinamos e que está escrito em livros, não é imutável. Para que o aluno compreenda um assunto, somente leitura e memorização não são efetivas no processo de aprendizagem, mas é necessária também a prática, o fazer, colocar as mãos na massa. Por 2036 mais aulas longe das carteiras da sala, por mais aulas em queo professor desperte no aluno questionamentos, dúvidas, interesse e curiosidade. O conhecimento não se constrói sozinho, porémprecisa da relação professoraluno, entre os alunos e da teoria com a prática. Essas três vertentes são a base da aprendizagem. Escola sem alunos não é escola, mas aquela que prende, sufoca e limita é uma escola que mata aos poucos os sonhos, as vontades e a esperança que cada aluno e professor possuem, impede que a educação aconteça, que as interações ocorram e que as pessoas pensem. REFERÊNCIAS BECKER, F. Modelos pedagógicos e modelos epistemológicos. In: Paixão de Aprender. Porto Alegre, n. 5. Out CACHAPUZ, António. et. al. A necessária renovação do Ensino de Ciências. São Paulo: Cortez, CANÁRIO, R. Gestão da escola: como elaborar o plano de formação? Lisboa: Instituto de Inovação Educacional, CARVALHO, A. M. P. de; GIL-PÉREZ, D. Formação de professores de ciências. São Paulo: Cortez, p. DINIZ-PEREIRA, Júlio E., Formação de professores: Pesquisas, representações e poder. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, MARANDINO, Martha. A biologia nos museus de ciências: a questão dos textos em bioexposições. In: Ciência e Educação. v. 8, n. 2, p , REIGOTA, Marcos. Meio Ambiente e representação social. 5. ed. São Paulo, Cortez, REIS, P. G. R. Controvérsias sócio-científicas: discutir ou não discutir? Percursos de aprendizagem na disciplina de ciências da terra e da vida f. Tese (Doutorado em Didáctica das Ciências) - Faculdade de Ciências, Universidade de Lisboa, Lisboa, ROCHA, Sônia Claudia Barroso da; TERÁN, Augusto Fachin. O uso dos espaços nãoformais como estratégia para o Ensino de Ciências. Manaus, PPGEECA, SABBATINI, Marcelo. Museus e centros de ciência virtuais: uma nova frontei
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