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A INDUSTRIALIZAÇÃO BRASILEIRA

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1. ESCOLA DE REFERENCIA EM ENSINO MÉDIO PREFESSOR TRAJANO DE MENDONÇA GEOGRAFIA MARCÍLIO BEIJAMIM (2º E) A INDUSTRIALIZAÇÃO BRASILEIRA RECIFE 2015 2. ESCOLA DE…
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  • 1. ESCOLA DE REFERENCIA EM ENSINO MÉDIO PREFESSOR TRAJANO DE MENDONÇA GEOGRAFIA MARCÍLIO BEIJAMIM (2º E) A INDUSTRIALIZAÇÃO BRASILEIRA RECIFE 2015
  • 2. ESCOLA DE REFERENCIA EM ENSINO MÉDIO PREFESSOR TRAJANO DE MENDONÇA GEOGRAFIA MARCÍLIO BEIJAMIM A INDUSTRIALIZAÇÃO BRASILEIRA Trabalho Apresentado à Disciplina de Geografia, Regida Pelo Prof. Georgos Assunção, Como Parte das Exigências Para Composição da N1. RECIFE 2015
  • 3. INTRODUÇÃO O Brasil é considerado um país subdesenvolvido, mas apesar disso está muito atrasado industrialmente e tecnologicamente em relação a outros países, isso por causa de toda a sua trajetória industrial até chegar onde está. Durante todo o seu desenvolvimento industrial o Brasil passou por muitos períodos “altos” da sua economia como o favorecimento de guerras, crises externas e investimentos estrangeiros e “baixos” como, mal uso de reservas cambias, desvalorização da moeda, aumento da inflação e da dívida externa. Ao longo que o processo de industrialização ia crescendo, a urbanização e o êxodo rural o acompanhavam, isso resultaria futuramente em um grande problema para o governo que se estende até os dias atuais. Hoje podemos ver a má distribuição industrial, onde a maior parte das indústrias está localizada na região sudeste, e regiões como o Norte, não apresenta nem a metade de indústrias em relação ao sudeste.
  • 4. SUMÁRIO 1 ORIGENS DA INDUSTRIALIZAÇÃO BRASILEIRA.................................................... 4 2 O GOVERNO VARGAS E A POLÍTICA DE “SUBSTITUIÇÃO DE IMPORTAÇÕES”.. 6 3 O GOVERNO DUTRA (1946-1951)............................................................................ 9 4 O RETORNO DE GETÚLIO E DA POLÍTICA NACIONALISTA ................................ 10 5 JUSCELINO KUBITSCHEK E O PLANO DE METAS............................................... 11 6 O GOVERNO JOÃO GOULART E A TENTATIVA DE REFORMAS......................... 13 7 O PERÍODO MILITAR.............................................................................................. 14 8 O PLANO REAL....................................................................................................... 19 9 INDUSTRIALIZAÇÃO NOS DIAS DE HOJE............................................................. 19 10 CONCLUSÃO........................................................................................................... 22 11 REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS ......................................................................... 23
  • 5. 4 1 ORIGENS DA INDUSTRIALIZAÇÃO BRASILEIRA Embora a industrialização brasileira tenha começado de forma incipiente na segunda metade do século XIX, período em que se destacaram importantes empreendedores, como o barão de Mauá, no eixo São Paulo- Rio de Janeiro, e Delmiro Gouveia, em Pernambuco, foi principalmente a partir da Primeira Guerra Mundial (1914- 1918) que o país passou por um processo significativo de desenvolvimento industrial e de maior diversificação do parque fabril (observe a tabela ao lado). Isso porque houve uma redução da entrada de mercadorias estrangeiras no Brasil por causa do conflito na Europa. Em 1919, as fábricas de tecidos, roupas, alimentos, bebidas e fumo (indústrias de bens de consumo não duráveis) eram responsáveis por 70% da produção industrial brasileira; em 1939, no início da Segunda Guerra Mundial, essa porcentagem havia sido reduzida para 58% por causa do aumento da participação de outros produtos, como aço, máquinas e material elétrico. Contudo, a industrialização brasileira ainda contava, predominantemente, com indústrias de bens de consumo não duráveis e investimentos de capital privado nacional. Apesar da importância do desenvolvimento do setor industrial e do setor agrícola na economia brasileira, as atividades terciárias (como serviços, comércio, energia, transportes e sistema bancário) apontavam índices de crescimento econômico superiores aos das atividades agrícolas e industriais. Isso porque é no comércio e nos serviços que circula toda a produção agrária e industrial. A agricultura cafeeira – principal atividade econômica nacional até então – exigia a implantação de uma eficiente rede de transportes, e assim as ferrovias foram se
  • 6. 5 desenvolvendo no país para escoar a produção do interior para os portos. Também se estabeleceu um sistema bancário integrado à economia mundial e um comércio para atender às necessidades crescentes nas cidades. Apesar de ter passado por importantes períodos de crescimento como o da Primeira Guerra, a industrialização brasileira sofreu seu maior impulso a partir de 1929, com a crise econômica mundial decorrente da quebra da Bolsa de Valores de Nova York. Principalmente na região Sudeste do Brasil, essa crise se refletiu na redução do volume de exportações de café e na perda da importância dessa atividade no cenário econômico, o que contribuiu para a diversificação da produção agrícola brasileira. Outro acontecimento que contribuiu para o desenvolvimento industrial foi a Revolução de 1930, que desalojou a oligarquia agroexportadora paulista do poder e abriu novas possibilidades político- administrativas em favor da industrialização, uma vez que o grupo que tomou o poder com Getúlio Vargas era nacionalista e favorável a tornar o Brasil um país industrial. Apesar disso, a agricultura continuou responsável pela maior parte das exportações brasileiras até a década de 1970. A partir da crise de 1929, as atividades industriais passaram a apresentar índices de crescimento superiores aos das atividades agrícolas, como fica evidente na observação do gráfico ao lado. O colapso econômico mundial diminuiu a entrada de mercadorias estrangeiras que poderiam competir com as nacionais, incentivando o desenvolvimento industrial. É importante destacar que o café permitiu a acumulação de capitais que serviram para implantar toda a infraestrutura necessária ao impulso da atividade
  • 7. 6 industrial. Os barões do café, que residiam nos centros urbanos, sobretudo na cidade de São Paulo, para cuidar da comercialização da produção nos bancos e investir na Bolsa de Valores, aplicavam enorme quantidade de capital no sistema financeiro, capital esse que ficou em parte disponível para a implantação de indústrias e infraestrutura. Todas as ferrovias, construídas com a finalidade principal de escoar a produção cafeeira para o porto de Santos, interligavam-se na capital paulista e constituíam um eficiente sistema de transporte. Havia também grande disponibilidade de mão de obra imigrante que foi liberada dos cafezais pela crise ou que já residia nas cidades, além de significativa produção de energia elétrica. Além desses fatores, o colapso econômico mundial causou a diminuição da entrada de mercadorias estrangeiras, que poderiam competir com as nacionais. A associação desses fatores constituiu a semente do processo de industrialização, que passou a germinar notadamente na cidade de São Paulo, onde havia maior disponibilidade de capitais, trabalhadores qualificados e a infraestrutura básica a que nos referimos. Regiões dos estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais também intensificaram seus processos de industrialização. Na instalação de novas indústrias predominava, com raras exceções, o capital de origem nacional, acumulado nas atividades agroexportadoras. A política industrial comandada pelo governo federal era a de substituir as importações, visando à obtenção de um superavit cada vez maior na balança comercial* e no balanço de pagamentos, para permitir um aumento nos investimentos nos setores de energia e transportes. 2 O GOVERNO VARGAS E A POLÍTICA DE “SUBSTITUIÇÃO DE IMPORTAÇÕES” Getúlio Vargas, que governou o país pela primeira vez de 1930 a 1945, foi o presidente empossado pela Revolução de 1930, de cunho modernizador. Até então, o mundo capitalista acreditava no liberalismo econômico, ou seja, que as forças do mercado deveriam agir livremente para promover maior desenvolvimento e crescimento econômico. Com a crise, iniciou- se um período em que o Estado
  • 8. 7 passou a intervir diretamente na economia para evitar novos sobressaltos do mercado. Essa prática de intervencionismo estatal na economia seguiu o modelo proposto pelo keynesianismo. De 1930 a 1956, a industrialização no país caracterizou- se por uma estratégia governamental de implantação de indústrias estatais nos setores de bens de produção e de infraestrutura: siderurgia (Companhia Siderúrgica Nacional – CSN), extração de petróleo e petroquímica (Petrobras) e bens de capital (Fábrica Nacional de Motores – FNM, que, além de caminhões e automóveis, fabricava máquinas e motores), e também da extração mineral (Companhia Vale do Rio Doce – CVRD) e da produção de energia hidrelétrica (Companhia Hidrelétrica do São Francisco – Chesf). A implantação desses setores industriais e de infraestrutura estratégica necessitava de investimento inicial muito elevado. Como essas atividades na época eram pouco atraentes ao capital privado, fosse ele nacional ou estrangeiro, porque o retorno do capital investido era muito lento, o Estado se incumbiu de realizar esses investimentos. Portanto, nesse período, a ação do Estado foi decisiva para impulsionar e diversificar os investimentos no parque industrial do país, combatendo os principais obstáculos ao crescimento econômico. Além de fornecer os bens de produção e os serviços de que os industriais privados necessitavam em suas indústrias de bens de consumo, o Estado os fornecia a preços mais baixos do que os cobrados pelas empresas privadas, fossem elas nacionais ou estrangeiras. Essa medida visava ao fortalecimento do parque industrial brasileiro. Era uma política fortemente nacionalista. Foram criados órgãos estatais de regulamentação da atividade econômica, encabeçados pelo Conselho Nacional de Economia (CNE); e indústrias em setores estratégicos. A intervenção estatal no setor de base da economia foi priorizada. Embora a expressão substituição de importações possa ser utilizada desde que a primeira fábrica foi instalada no país, permitindo substituir a importação de determinado produto, foi o governo Getúlio Vargas que iniciou a adoção de medidas fiscais e cambiais que caracterizaram uma política industrial voltada à produção interna de mercadorias que até então eram importadas.
  • 9. 8 As duas principais medidas adotadas foram a desvalorização da moeda nacional (réis até 1942 e, a seguir, cruzeiro) em relação ao dólar, o que tornava o produto importado mais caro (desestimulando as importações), e a implantação de leis e tributos que restringiam, e às vezes proibiam, a importação de bens de consumo e de produção que pudessem ser fabricados internamente. Em 1934, Getúlio Vargas promulgou uma nova constituição, que incluiu a regulamentação das relações de trabalho. Entre as principais medidas que beneficiaram o trabalhador figuravam a criação do salário mínimo, as férias anuais e o descanso semanal remunerado. Com essa atitude, que garantia o apoio da classe trabalhadora, e com o apoio das elites agrária e industrial, Vargas conseguiu aprovar uma nova constituição em 1937, que o manteve no poder como ditador até o fim da Segunda Guerra, em 1945, período que ficou conhecido como Estado Novo. Nessa época foram criados órgãos estatais de regulamentação da atividade econômica, encabeçados pelo Conselho Nacional de Economia (CNE) e por indústrias em setores estratégicos, visando combater os obstáculos ao crescimento econômico. A intervenção estatal no setor de base da economia (petroquímica, siderurgia, energia elétrica e indústria de cimento, por exemplo) foi priorizada. Juros, câmbio e tributos Você já ouviu falar em política monetária, política cambial, política fiscal? Conhece suas consequências para a indústria e outros setores econômicos? Por exemplo: • Quando o Banco Central aumenta as taxas de juros, a política monetária beneficia o setor bancário (que empresta dinheiro) e prejudica os setores agrícola e industrial (que contraem empréstimos). • Se o real se desvaloriza em relação ao dólar, a política cambial torna as mercadorias importadas mais caras, o que diminui a concorrência no mercado interno, e os exportadores recebem mais ao vender suas mercadorias. • Por meio da política fiscal, os governos podem manipular o sistema tributário e o volume de empréstimos de bancos oficiais para beneficiar algum setor da economia em detrimento dos demais, entre outras ações.
  • 10. 9 Graças a essa intervenção do Estado, houve grande crescimento da produção industrial, com exceção do período da Segunda Guerra. Durante os seis anos desse conflito armado, em razão da carência de indústrias de base e das dificuldades de importação, o crescimento industrial brasileiro foi de 5,4%, uma média inferior a 1% ao ano. A atuação do Estado revelou-se, então, importante para estimular a produção industrial. Observe na tabela ao lado que houve significativo crescimento na produção interna em diversos setores que sofreram restrições durante a guerra, mas o setor de transportes, cuja expansão não poderia ocorrer sem a importação de veículos, máquinas e equipamentos, sofreu forte redução. 3 O GOVERNO DUTRA (1946-1951) Graças à afinidade ideológica de Getúlio Vargas com o nazifascismo, que foi derrotado na Segunda Guerra, as oposições liberais se fortaleceram e, em 1945, o presidente foi deposto. Vargas retornou ao poder em 1951, dessa vez eleito pelo povo. Com sua saída, assumiu a Presidência o general Eurico Gaspar Dutra, em 1946, que instituiu o Plano Salte, destinando investimentos aos setores de saúde, alimentação, transportes, energia e educação. Até 1950, quando terminou seu mandato, o Brasil passou por grande incremento da capacidade produtiva. Durante a Segunda Guerra, o país exportou diversos produtos agrícolas, industriais e minerais para os países europeus em conflito, obtendo enorme saldo positivo na balança comercial. Esse saldo, porém, foi utilizado no decorrer do governo Dutra, com a importação de máquinas e equipamentos para as indústrias têxteis e mecânicas, o reequipamento do sistema de transportes e o incremento da extração de minerais metálicos, não metálicos e energéticos. Além disso, houve forte mudança na política econômica do país com a abertura à importação de bens de consumo, o que contrariava os interesses da indústria nacional. Os empresários nacionais defendiam a reserva de mercado, isto
  • 11. 10 é, que o governo adotasse medidas que tornassem as mercadorias importadas mais caras ou mesmo proibissem sua entrada no país. Boa parte das reservas cambiais acumuladas ao longo da Segunda Guerra foi utilizada na importação de cremes dentais, geladeiras, chocolates, brinquedos, artigos decorativos e muitos outros produtos que agradavam à classe média. Ao utilizar as reservas, essa mudança obrigou o governo a desvalorizar o cruzeiro em relação ao dólar e emitir papel-moeda, o que provocou inflação e consequente queda de poder aquisitivo dos salários. 4 O RETORNO DE GETÚLIO E DA POLÍTICA NACIONALISTA Ao retornar à Presidência em 1951, eleito pelo povo, Getúlio Vargas retomou seu projeto nacionalista: passou a investir em setores que deram suporte e impulsionaram o crescimento econômico – sistemas de transportes, comunicações, produção de energia elétrica e petróleo – e restringiu a importação de bens de consumo. Apoiado por um grande movimento nacionalista popular, Getúlio dedicou- se à criação da Petrobras (1953) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES (1952). No confronto entre os getulistas, defensores da política nacional- desenvolvimentista, e os defensores da fórmula neoliberal, que preferiam promover a abertura da economia aos produtos e capitais estrangeiros, o projeto de Getúlio acabou sendo derrotado. Os liberais argumentavam que, com a economia fechada, a modernização e a expansão do parque industrial nacional ficavam dependentes do resultado da exportação de produtos primários. Qualquer crise ou queda de preço desses produtos, particularmente do café, resultava em crise na modernização e expansão do parque industrial.
  • 12. 11 5 JUSCELINO KUBITSCHEK E O PLANO DE METAS Durante o governo de Juscelino Kubitschek (1956- -1961), houve um grande crescimento econômico em consequência da implantação do chamado Plano de Metas. Tratava-se de um amplo programa de desenvolvimento que previa maciços investimentos estatais em diversos setores da economia – agricultura, saúde, educação, energia, transportes, mineração e construção civil –, tornando o Brasil um país atraente aos investimentos estrangeiros. Embalado por uma ideologia desenvolvimentista, o governo divulgava o objetivo de fazer o país crescer “50 anos em 5”, e buscava interiorizar a ocupação do território, integrando espaços com domínios naturais e ocupados pela agricultura e pecuária aos grandes centros urbano-industriais. Foi nessa época que a capital federal foi transferida do litoral para o interior com a construção de Brasília, inaugurada em 1960. Seu projeto urbanístico e a arquitetura materializaram a busca de modernização do país, que à época ainda era dominado por estruturas econômicas e políticas herdadas do período agrário-exportador. Na execução desse plano, 73% dos investimentos dirigiram-se aos setores de energia e transportes. Isso permitiu grande aumento da produção de hidroeletricidade e de carvão mineral, forneceu o impulso inicial ao programa nuclear, elevou a capacidade de prospecção e refino de petróleo, pavimentação e construção de rodovias (14 970 km), além de melhorias nas instalações e serviços portuários, aeroviários e reaparelhamento e construção de pequena extensão de ferrovias (827 km). Paralelamente, em virtude dos investimentos estatais em obras de infraestrutura e incentivos do governo, houve expressivo ingresso de capital estrangeiro, responsável por grande crescimento da produção industrial, principalmente nos setores automobilístico, químico-farmacêutico e de eletrodomésticos. O parque industrial brasileiro passou, assim, a contar com significativa produção de bens de consumo duráveis, o que sustentou e deu continuidade à política de substituição de importações. Ao longo do governo JK consolidou-se o tripé da produção industrial nacional, formado pelas indústrias:
  • 13. 12 • de bens de consumo não duráveis, que desde a segunda metade do século XIX já vinham sendo produzidos, com amplo predomínio do capital privado nacional; • de bens de produção e bens de capital, que contaram com investimento estatal nos governos de Getúlio Vargas; • de bens de consumo duráveis, com forte participação de capital estrangeiro, como vimos anteriormente. Entretanto, o sucesso do Plano de Metas resultou num significativo aumento da inflação e da dívida externa, contraída para financiar seus investimentos. Além disso, a opção pelo transporte rodoviário, sistema não recomendável em países territorialmente extensos como o nosso, marcou economicamente o Brasil de forma duradoura, diminuindo a competitividade dos produtos brasileiros no mercado internacional, com consequências até os dias atuais. A política do Plano de Metas acentuou a concentração do parque industrial na região Sudeste, agravando os contrastes regionais. Com isso, as migrações internas intensificaram-se, provocando o crescimento acelerado e desordenado dos grandes centros urbanos, principalmente São Paulo e Rio de Janeiro. Os problemas decorrentes da falta de planejamento urbano permanecem até hoje e também abrangem aglomerações urbanas que não abrigam grande parque industrial. A concentração do parque industrial no Sudeste determinou a implementação de uma política federal de planejamento econômico para o desenvolvimento das demais regiões. Em 1959, foi criada a Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), e, nos anos seguintes, dezenas de outros órgãos, como a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), a Superintendência do Desenvo
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