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A INFLUÊNCIA DAS RELAÇÕES ENTRE PROFESSOR ALUNO NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM

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UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES AVM FACULDADE INTEGRADA PÓS - GRADUAÇÃO LATO SENSO ESPECIALIZAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR A INFLUÊNCIA DAS RELAÇÕES ENTRE PROFESSOR ALUNO NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM
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UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES AVM FACULDADE INTEGRADA PÓS - GRADUAÇÃO LATO SENSO ESPECIALIZAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR A INFLUÊNCIA DAS RELAÇÕES ENTRE PROFESSOR ALUNO NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM Jucilene Pereira de Lima Farias Brasília, Jucilene Pereira de Lima Farias A INFLUÊNCIA DAS RELAÇÕES ENTRE PROFESSOR ALUNO NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM Monografia apresentada a Universidade Cândido Mendes AVM Faculdade Integrada, como requisito parcial para obtenção do título de Especialista em Administração Escolar. Professor orientador: Prof. Dr. Vilson Sérgio de Carvalho Brasília, Jucilene Pereira de Lima Farias A Influência das Relações entre Professor Aluno no Processo de Ensino Aprendizagem Monografia apresentada a Universidade Cândido Mendes AVM Faculdade Integrada, como requisito parcial para obtenção do título de Especialista em Administração Escolar. Professor orientador: Prof. Dr. Vilson Sérgio de Carvalho Aprovado pelos membros da banca examinadora em / /, com menção ( ). Banca Examinadora 3 AGRADECIMENTO Agradeço a Deus e a Virgem Maria, por todas as graças e bênçãos em minha vida; minha filha Sofia e meu filho Eitor, por serem a razão dos meus sonhos, ao meu esposo João por sua presença e incentivo e a minhas irmãs e amigas que sempre me incentivaram a vencer os obstáculos com amor e dedicação. Infinitamente, obrigada! 4 DEDICATÓRIA Dedico a todos os professores e alunos que constroem nas relações de sala de aula um espaço de interação e respeito. 5 [...] quem forma se forma e re-forma ao formar e quem é formado forma-se e forma ao ser formado. É neste sentido que ensinar não é transferir conhecimentos, conteúdos, nem formar é ação pela qual um sujeito criador dá forma, estilo ou alma a um corpo indeciso e acomodado. Não há docência sem discência, as duas se explicam e seus sujeitos apesar das diferenças que os conotam, não se reduzem à condição de objeto, um do outro. Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender (PAULO FREIRE, 1996, p.2). RESUMO O presente trabalho tem como principal objetivo estudar as influências que as relações construídas em sala de aula entre professor e aluno e como influenciam no processo de ensino e aprendizagem. Tendo como base o estudo bibliográfico de grandes autores precursores do tema. A conclusão inicial leva-nos a constatar que dependendo da relação construída pode ser instaurados sucessos e fracassos no 6 processo ensino-aprendizagem, nesse contexto; o administrador escolar tem grande importância como mediadores nos conflitos que podem surgir em sala de aula, principalmente se forem influenciados por representações sócio culturais. Daí a importância do tema, pois, tendo conhecimento do poder dessa relação, é possível a transformação de tais relações e o professor terá condições de reverter o fracasso e promover o sucesso de seus alunos e certamente do trabalho docente. Palavras chaves: Professor Aluno Relações Ensino Aprendizagem. Abstract The present work has as main objective to study the influences that built relationships in the classroom between teacher and student and how they influence in the process of teaching and learning. Based on the bibliographical study of great authors forerunners of theme. The initial conclusion leads us to conclude that depending on the relationship built can be instituted successes and failures in the teaching-learning process in this context; the school administrator has great importance as mediators in conflicts that can arise in the classroom, especially if they 7 are influenced by social and cultural representations. Hence the importance of the subject, because, having knowledge of the power of this relationship, it is possible the transformation of such relationships and the teacher will be able to reverse the failure and promote the success of its students and faculty will work. Key words: Teacher - Student - relations Teaching Learning. METODOLOGIA A pesquisa terá como base o estudo bibliográfico tipo qualitativo, com referenciais teóricos, no que se refere ao professor e ao aluno como sujeitos individuais e sociais, culturais e históricos. Também será preciso, a compreensão da base das relações como, emoções, afetos, desafetos, empatia e apatia. Para compreensão do sucesso e do fracasso no ensino aprendizagem é essencial à fundamentação teórica desse processo incluindo as influencias da instituição escolar e o administrador 8 escolar, por isso buscaremos referencial teórico nos estudos de Trigo, Tacca, Mosquera, Gonzaga e outros contemporâneos. O estudo será desenvolvido por meio da pesquisa bibliográfica de caráter teórico qualitativo. Embasados teoricamente, teremos subsídios para uma analise das relações e conclusão dos estudos. Sumário INTRODUÇÃO CAPÍTULO I FUNDAMENTOS DAS RELAÇÕES EM SALA DE AULA Reflexões a respeito do processo ensino-aprendizagem CAPÍTULO II OBSERVAÇÕES A RESPEITO DO PROFESSOR E DO ALUNO O Ser humano professor O Ser humano aluno CAPÍTULO III AS EXPECTATIVAS PROFESSOR-ALUNO NA DINÂMICA INSTITUCIONAL O diretor escolar sujeito oculto no processo de ensino-aprendizagem Os reflexos das representações na relação professor-aluno no processo de ensino-aprendizagem CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS INTRODUÇÃO O presente estudo sobre A influência das relações entre professor e aluno no processo de ensino aprendizagem ; busca uma compreensão das relações estabelecidas entre o professor e o aluno no processo de ensino aprendizagem em sala de aula e como as representações construídas nessas relações podem influenciar em cada sujeito envolvido. 10 A questão central parte da reflexão: pode o professor e o aluno conviver em sala de aula sem construírem uma relação de afeto ou desafeto? E ainda, a relação construída entre esses sujeitos pode influenciar nas ações e interesses um do outro no processo ensino aprendizagem? No Capítulo I, buscamos fundamentar as relações em sala de aula com algumas reflexões a respeito do ensino e aprendizagem, apresentando assim a importância do tema, pois, qualquer tipo de educação envolve relações e relacionarse não é apenas estarmos presentes no mesmo ambiente e sim convivermos, interagirmos, compartilharmos, ou seja, influenciar e ser influenciado por meio de interações objetivas e subjetivas. A sala de aula é o espaço escolar mais propenso à construção de relações, pois, envolve a complexidade do sujeito professor e do sujeito aluno, que certamente já trazem para sala de aula, uma imagem préconstruída um do outro. Diante da complexidade dos sujeitos envolvidos no processo ensino aprendizagem percebemos a importância de uma fundamentação em estudos bibliográficos, para conhecimento e analise dos processos de construção do sujeito professor e do sujeito aluno, relacionando a visão que cada um traz do outro. Assim apresentamos no Capítulo II, algumas observações a respeito do professor e do aluno, pois de acordo com Abreu e Masetto, apud Aquino (1996, p. 22), que consideram essa relação é à base do processo educativo, acreditamos que dependendo do rumo dessa relação poderá sucesso ou fracasso dos sujeitos envolvidos. Esse estudo contagia e envolve-nos na pesquisa, pois parte do conhecimento prévio de que de que em qualquer relação humana estabelecida há o envolvimento por meio do afeto e das emoções e principalmente da compreensão do processo social, histórico e cultural que formam e transformam as pessoas. Nosso principal objetivo é investigar se a representação que o aluno faz do professor e o professor faz do aluno, influência nas ações desses sujeitos contribuindo no sucesso ou no fracasso do processo de ensino - aprendizagem em que estão inseridos. Com isso o estudo tem como objetivo específico contribuir na qualidade do ensinar e do aprender e colaborar tanto com o professor como com o 11 aluno para que percebam quando e como seus sentimentos e emoções no ambiente de sala de aula estão contribuindo ou não no seu desempenho no ensino e na aprendizagem. Ainda desenvolver uma prática educativa prazerosa e cheia de sucesso para esses sujeitos envolvidos. Partindo da certeza de que em todos os momentos da nossa vida é comum sermos protagonistas de situações inusitadas que não se limitam ao nosso controle ou compreensão; desempenhamos diversos papéis complementares ou contraditórios, mas que são à base de várias relações como; pais e filhos, médicos e pacientes, esposo e esposa, colegas de trabalho e são claro, professores e alunos. Em cada situação em que essas relações acontecem há a interação de valores, sentimentos, comportamentos que diferencia e torna cada um único. A interação dessas diferenças torna as relações mais complexas e subjetivas, pois as representações construídas nessas relações estão sujeitos interferências afetivas e sociais. A relação professor aluno, assim como qualquer outra, não se estabelece por acaso e nem está centrada em si e isolada da sociedade. É antes de tudo uma relação historicamente constituída. Com isso, apresentamos no Capítulo III, algumas expectativas da relação professor aluno na dinâmica da instituição escolar, analisando também o diretor escolar como sujeito oculto nesse processo ensino aprendizagem. O estudo terá como base a pesquisa bibliográfica de caráter teórico qualitativo sobre o tema, fundamentando de onde vem à base dessas relações? Que espaço é esse que gera sucesso e fracasso? Qual a influencia das relações construídas no contexto escolar? Com base nesses e em outras perguntas, faremos o estudo do que acontece na sala de aula e como acontece analisando um espaço anterior a ela, ou seja, a própria sociedade. Acreditamos que o que acontece dentro de uma sala de aula ilustra um contexto histórico social, por isso se há algo nessa relação que influencie no sucesso ou no fracasso, não se originou ali. Acreditamos então que com a pesquisa teremos ao final a resposta a nossa questão central e assim nossos objetivos alcançados. 12 CAPÍTULO I FUNDAMENTOS DAS RELAÇÕES EM SALA DA AULA Em todos os momentos da nossa vida é comum sermos protagonistas de situações inusitadas que não se limitam ao nosso controle ou compreensão. Durante a vida o ser humano desempenha diversos papéis complementares ou 13 contraditórios, mas que são à base de várias relações como; pais e filhos, médicos e pacientes, esposo e esposa, colegas de trabalho e são claro, professores e alunos. Em cada situação em que essas relações acontecem há a interação de valores, sentimentos, comportamentos que diferencia e torna cada um único. A interação dessas diferenças torna as relações mais complexas e subjetivas, pois as representações construídas nessas relações estão sujeitos interferências afetivas e sociais. A escola cada vez mais se torna núcleo observação e construção da representação individual e do outro como ser humano e essas representações construídas na escola por meio das relações poderá ser benéfica ou não. A sala de aula pode ser considerada um palco onde podemos observar a construção da representação que cada personagem, nesse caso professor e aluno constroem de si e do e do outro e também a influencia que essas representações exercem na relação entre eles. Durante toda história da educação, professor e aluno sofreram grandes transformações na estrutura de sua atuação em sala. Desde o poder absoluto conferido ao professor e a submissão social e intelectual do aluno, até chegarmos ao sujeito mediador do processo de construção do conhecimento de um aluno visto como um sujeito que contribui e participa ativamente. Questões ligadas à relação professor e aluno são discutidas por vários teóricos que, em épocas diferentes da história da educação que destacaram peculiaridades, muito significativas, detalhes que podem possibilitar uma visão mais específica de como ela se estabelece. Dentre os diversos teóricos que discutiram a dinâmica da relação professor e aluno no que se refere ao sentido e significado nos processos de aprendizagem, temos Tacca, (2005) que afirma: Essas conceituações e compreensões relativas aos sentidos e aos significados são muito pertinentes, esclarecedoras e enriquecedoras para a análise dos processos de ensino-aprendizagem na escola (...). Assim, os conteúdos são objetivados e o aluno percebido objetivamente apenas como sendo um aluno a mais, ou como ocupante de um espaço delimitado na sala de aula. As questões relativas ao modo como o aluno participa das atividades e constrói significados a partir dos conteúdos culturalmente construídos, bem como a verificação de quais sentidos pessoais estão 14 emergindo na situação de ensino, ficam à margem das preocupações e, portanto, do próprio ensino. (TACCA, 2005, p. 234) Para a questão da prática profissional, do desenvolvimento dos papéis docentes, Tardif (2002), propõe uma epistemologia da prática de ensino profissional, como o estudo do conjunto dos saberes utilizado realmente pelos profissionais em seu espaço de trabalho cotidiano, para desempenhar todas as suas tarefas (p.255). Tardif (2002), ainda dá ao termo saber um sentido que engloba os conhecimentos, as competências, as habilidades e as atitudes, isto é, aquilo que muitas vezes foi chamado de saber/fazer e saber/ser. Para esse autor, a epistemologia da prática profissional visa compreender a natureza desses saberes, assim como o papel que desempenham tanto no processo de trabalho docente quanto em relação à identidade profissional dos professores. De acordo com Gimeno (2000), o professor além de contribuir para a configuração do autoconceito geral da criança, vai determinar o desenvolvimento de um de seus aspectos específicos, o autoconceito acadêmico, referindo-se às características e capacidades que o aluno acha que possui, em relação ao trabalho acadêmico e ao rendimento escolar. O professor com um elevado sentimento de eficácia, segurança em suas execuções e pouca ansiedade, fomenta nos alunos o desenvolvimento de percepções positivo a respeito deles mesmo e de seus colegas, incrementando a qualidade da interação em aula. Tanto as relações que mantém com as crianças, como os modelos gerais de atuação que apresenta em aula, possuem um impacto positivo no êxito acadêmico e no autoconceito dos alunos. Os vínculos estabelecidos na relação com a criança são ações de ordem emocional, pois a emoção é a promotora da formação de alguns espaços sociais, como a escola, em que a aprendizagem se estabelece por uma emoção na conquista do conhecimento. Conforme Almeida (1999), (...) as emoções revelam-se como o elo entre o indivíduo e o ambiente concreto como também o indivíduo e outros indivíduos. São as emoções que possibilitam aos indivíduos se agregarem em uma forma primitiva de comunhão e comunidade. As mudanças por elas estabelecidas diminuem os 15 seus meios de expressão, os transformando em formas sociais cada vez mais especializadas (Wallon, apud Kohl, 1999). González Rey (2003) diz que a emoção evidencia o estado do sujeito mediante a ação, ou melhor, as emoções e as ações não se separam. Por meio das ações o sujeito se relaciona com o social, participando do cenário cultural. Por isso, a emoção está presente em qualquer atividade que o sujeito realize. Maturana (2000) reafirma essa ideia ao dizer que toda ação humana está ligada a uma emoção que possibilita o ato. Ele conclui, então que não é a razão que promove a ação, mas a emoção. Enfim, o vínculo emocional é o agente determinante da vida social do sujeito, estimulando-o a se aproximar do outro e a iniciar uma relação, ou qualquer outra ação que realize. Esse papel da emoção garante à criança sua participação no espaço social e no desenvolvimento da cultura e da educação. O referencial histórico/cultural representa uma nova maneira de entender a relação entre sujeito e objeto no processo de construção do conhecimento. Na concepção de Vygotsky, apud Kohl (1999), o indivíduo constrói conhecimentos a partir de relações intra e interpessoais. É na troca com os outros indivíduos e consigo próprio que se vão internalizando conhecimentos, papéis e funções sociais, o que permite a constituição de conhecimentos e da própria consciência. Trata-se de um processo que caminha do plano social relações interpessoais para o plano individual interno relações intrapessoais. Vygotsky apud Kohl (1999) argumenta que as crianças não conseguem escapar das suposições preconceituosas que a sociedade de classes lhes transmite, as quais, modelando suas atitudes e comportamentos, acabam por perpetuar a discriminação e a injustiça social. Ora, a produção e reprodução do sistema de valores em nosso contexto social não se perpetuam automaticamente; portanto, a questão da educação não pode ser encarada de maneira ingênua. Assim a tarefa da educação é agir no sentido de superar ou transcender positivamente o processo de alienação a que o homem é submetido cotidianamente no campo de suas relações sociais, afetivas, culturais e econômicas. 16 Diante do grande numero de estudos a respeito da relação professor aluno, percebemos a complexidade dos aspectos que constroem e influenciam nessa relação polemica e dinâmica. A relação professor aluno, assim como qualquer outra, não se estabelece por acaso e nem está centrada em si e isolada da sociedade. É antes de tudo uma relação historicamente constituída. A escola tem papel fundamental na construção do conhecimento, pois é a instituição social responsável sistematização do saber e de sua socialização. Segundo Trigo, 1986, escola pode construir relacionamentos humanos profundos, interacionais e permanentes envolvendo os sujeitos em todas as suas potencialidades. Sendo assim dentro dela criam-se laços afetivos e até mesmo relações desarmoniosas entre professor e aluno e entre outros sujeitos. O professor e o aluno são os sujeitos sociais que convivem diretamente, por isso para compreensão desses sujeitos e dos aspectos que os envolve segundo Kohl, Piaget diz que afirmar que o homem é um ser social ainda não significa optar por uma teoria que explique como este ser social interfere no desenvolvimento e nas capacidades da inteligência humana. Então de onde vem à base dessas relações? Que espaço é esse que gera sucesso e fracasso? Qual a influencia das relações construídas no contexto escolar? O ser social, dos indivíduos envolvidos influenciam e são influenciados pela sociedade? Com base nesses e em outras perguntas, faremos o estudo do que acontece na sala de aula e como acontece analisando um espaço anterior a ela, ou seja, a própria sociedade. Acreditamos que o que acontece dentro de uma sala de aula ilustra um contexto histórico social, por isso se há algo nessa relação que influencie no sucesso ou no fracasso, não se originou ali. 1.1 Reflexões a respeito do Ensino e da Aprendizagem O processo ensino aprendizagem ocorre nas relações professor aluno, aluno professor e aluno - aluno; assim como esses sujeitos, o ensino e a 17 aprendizagem não acontecem isoladamente e nem da mesma forma em diferentes tempos e ambientes. As relações dentro da sala de aula ocorrem de acordo com as expectativas que os sujeitos envolvidos possuem do ensino e da aprendizagem. Comecemos por entender o que ensinar e o que aprender, porém esses conceitos não são tão simples, pois nos levam a compreensão das diferentes épocas que se desenvolveram como também compreender sua mudança no decorrer da história, o que nos leva mais uma vez ao questionamento de que homem pretendeu formar. Pois, o ensino e a aprendizagem estão diretamente relacionados aos sujeitos do processo de ensino-aprendizagem que são professor e aluno. O processo de ensino-aprendizagem tem sido historicamente caracterizado de formas diferentes que vão desde a representação do professor como transmissor de conhecimento, até as concepções atuais que concebem o processo de ensinoaprendizagem com um todo integrado que destaca o papel do educando. Lembrando o que está na LDB. 9394/96 TÍTULO I, ART. 1º que afirma que a aprendizagem ocorre em todo momento e em qualquer lugar, podemos entender que o ensino ocorre da
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