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A INTEGRAÇÃO DA ALFABETIZAÇÃO INFORMACIONAL (ALFIN) NA FORMAÇÃO DO ESTUDANTE UNIVERSITÁRIO: ANÁLISE DE INICIATIVAS NO BRASIL E NA ESPANHA

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Powered by TCPDF (www.tcpdf.org) A INTEGRAÇÃO DA ALFABETIZAÇÃO INFORMACIONAL (ALFIN) NA FORMAÇÃO DO ESTUDANTE UNIVERSITÁRIO: ANÁLISE DE INICIATIVAS NO BRASIL E NA ESPANHA Maria da Graça Gomes Almeida (UFBA)
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Powered by TCPDF (www.tcpdf.org) A INTEGRAÇÃO DA ALFABETIZAÇÃO INFORMACIONAL (ALFIN) NA FORMAÇÃO DO ESTUDANTE UNIVERSITÁRIO: ANÁLISE DE INICIATIVAS NO BRASIL E NA ESPANHA Maria da Graça Gomes Almeida (UFBA) - Resumo: Este trabalho tem como finalidade analisar, descrever e apreciar como a Alfabetização Informacional (ALFIN) está sendo implementada em bibliotecas de universidades públicas no Brasil e na Espanha e como ela pode ser integrada à formação do estudante universitário. Este estudo é fundamentado por um quadro teórico articulado com a pesquisa de campo em 33 bibliotecas de universidades públicas federais do Brasil e em 28 universidades públicas da Espanha. A análise dos dados empíricos realiza-se por meio de uma abordagem quantitativa, aliada à qualitativa. Apesar de diferentes autores terem a mesma opinião de que a integração da ALFIN na formação do estudante universitário deve ser por meio do currículo acadêmico, os resultados sugerem que as universidades e suas bibliotecas estão encontrando dificuldade para implantar a educação para a ALFIN, de forma sistemática e, mais ainda, de forma escalonada em diferentes níveis, integrada com as disciplinas acadêmicas. Palavras-chave: Alfabetização informacional. Competências informacionais. Integração curricular. Espanha. Brasil. Universidade. Educação superior. Área temática: Eixo 2 - Responsabilidade Política, Técnica e Social Subárea temática: Educação de usuários e competências informacionais 1 1 INTRODUÇÃO O objetivo deste estudo foi compreender a Alfabetização Informacional (ALFIN) e, mais especificamente, como implantá-la de forma estável, progressiva e de amplo alcance na formação do estudante universitário. Com a finalidade de contribuir com o processo educacional das universidades e de suas bibliotecas, propondo um conjunto de diretrizes e recomendações para apoiar o desenvolvimento das competências informacionais durante a etapa universitária do aluno. A Alfabetização Informacional, tradução literal do termo em inglês Information Literacy, é amplamente difundida como um processo de aquisição e desenvolvimento de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores em relação ao procedimento de acessar, avaliar, organizar, interpretar e utilizar, de maneira crítica e ética, a informação (ACRL, 2000). A ALFIN surge com base em múltiplos fatores sociais e tecnológicos e incide, principalmente, na formação do estudante, uma vez que é um elemento propulsor para a compreensão do universo informacional e para o desenvolvimento do pensamento crítico e do processo de pesquisa. Por um lado, os alunos estão chegando à universidade com muitas carências em relação à busca, avaliação e ao uso da informação científica como mostram os estudos de Marzal García-Quismondo e Calzada-Prado, 2003; González Rivero e Santana Arroyo, 2008; Head e Eisenberg, 2010; Connaway e Dickey, 2010, entre outros. Por outro lado, a biblioteca universitária já atua na formação de seus usuários, oferecendo capacitação para o uso da biblioteca, de seus serviços e de seus recursos informacionais. Porém, a capacitação de usuários oferecida pela biblioteca para a busca e uso da informação nas universidades, geralmente, ofertada de maneira opcional, em muitos casos, por meio de esforços dispersos da biblioteca, não alcança a todos os estudantes e não lhes dar a oportunidade de praticar de forma contínua as competências informacionais. Considerando-se que a universidade e sua biblioteca devem dar igualdade de oportunidades a todo estudante de formar-se com competências informacionais, neste trabalho procurou-se investigar e encontrar respostas para as seguintes perguntas: Como as universidades e suas bibliotecas estão integrando a ALFIN em seus currículos e/ou formação de seus usuários? Quais são as principais estratégias e/ou formatos utilizados? Que requisitos ou fatores conduzem a um entorno favorável e/ou são necessários para integrar a ALFIN no currículo acadêmico? Quais são as principais limitações e como superá-las para lograr sua efetiva integração na universidade? Ressalta-se que esta comunicação é uma síntese dos principais resultados obtidos na pesquisa originalmente apresentada como uma tese, intitulada La Integración de la Alfabetización Informacional (ALFIN) en la Formación del Estudiante Universitario: análisis de iniciativas en Brasil y España, defendida em abril de 2014, no Programa de Doutorado em Documentação: arquivos e bibliotecas no entorno digital, da Universidade Carlos III de Madri, na Espanha. 2 METODOLOGIA A pesquise foi desenvolvida no contexto da educação superior e seu recorte incidiu no âmbito das bibliotecas de universidades públicas e presenciais do Brasil e da Espanha. Trata-se de 2 uma pesquisa exploratória e descritiva que teve como finalidade analisar, descrever e compreender o processo de integração da ALFIN na formação do estudante universitário. Como procedimento para a análise dos dados empíricos, adotou-se uma abordagem quantitativa e qualitativa, ou seja, a forma híbrida. Também foi utilizado o método comparado, com vistas a verificar as similitudes e divergências entre os fenômenos estudados no Brasil e na Espanha, assim como na teoria exposta por meio da revisão da literatura. Foram enviados 59 questionários para as bibliotecas universitárias brasileiras, dos quais, retornaram 33 (55,9%) e, na Espanha, foram enviados 47 e retornaram 28 (59,6%), compreendendo uma porcentagem superior a cinquenta por cento em ambos países. O questionário foi estruturado em três partes, a primeira abordou os aspectos generais da formação de usuários na biblioteca; a segunda tratou sobre a organização e execução de programas ou atividades específicas de ALFIN na universidade e a terceira destacou as barreiras e retos que limitam a implantação da ALFIN universidade. Com a finalidade de complementar os dados obtidos por meio dos questionários, realizou-se uma entrevista semiestruturada e em profundidade em três universidades espanholas que lograram, no momento de revisão curricular, integrar a educação da ALFIN de forma institucional em todos os cursos de graduação. 3 REVISÃO DA LITERATURA A ALFIN no contexto da universidade é difundida por meio das bibliotecas universitárias. A biblioteca universitária tem investido na formação de seus usuários para o uso da biblioteca, de seus recursos e serviços. Porém, a educação para o desenvolvimento de competências informacionais, mediante atividades opcionais, não sistemáticas, de curta duração e não alinhadas formalmente com qualquer disciplina ou titulação não chega a todos os estudantes. Bernhard (2002) argumenta que, em virtude de seu caráter optativo, as atividades de ALFIN oferecidas pelas bibliotecas e de escolha do estudante não chegam a mais de que uma proporção relativa do alunado. Assim, é necessária uma formação formal que assegure que todos os estudantes se beneficiem dessa formação. McGuinness (2007) destaca que a natureza ad hoc e não estruturada da educação da ALFIN, que ocorre por meio de sessões desenhadas para satisfazer uma necessidade de informação particular, identificada pelo professor em sua classe, não garante a viabilidade de manter essa oportunidade de formação em longo prazo. Complementando essa ideia, MacDonald, Rathemacher, Burkhardt (2000) sinalizam que, apesar de que esse modelo de instrução personalizada chegue a um grande número de estudantes, nessas sessões curtas de ALFIN, a informação pode ser pouco assimilada pelos estudantes. Também pode ocorrer que seja duplicada/repetida para alguns alunos, outros podem receber somente uma formação mínima e outros nenhuma. São muitas as críticas na literatura de que a educação da ALFIN desde a biblioteca universitária tem sido pouco abrangente e que a formação não contempla o momento da necessidade de informação do estudante em seu contexto de aprendizagem. Dudziak (2005, p.70) argumenta que a falta de engajamento e a não adaptação ao contexto são fatores que levam ao fracasso muitos programas de competências informacionais implementados por bibliotecários mesmo com o apoio dos docentes. Curzon (2004) sinaliza que os programas de ALFIN fracassam porque na maioria das universidades são implantados de forma isolada pela biblioteca. 3 Nessa perspectiva, a oferta da ALFIN deve ocorrer por meio do currículo acadêmico. Esse enfoque é apoiado por várias instituições e autores individuais, por exemplo ACRL (1999, 2000), Rockman et al. (2004), Lau e Cortés (2006) e Area Moreira (2007). A ACRL (1999) recomenda que a biblioteca deve promover a educação da ALFIN relacionada e integrada com as disciplinas acadêmicas. Bernhard (2002) destaca a conveniência de uma formação ofertada de forma progressiva ao largo de toda a carreira universitária. Sharma (2007) aponta que a falta de oportunidades contínuas de aprendizagem das competências informacionais fragmenta o processo de ALFIN na universidade. Assim, para promover a formação em ALFIN, autores, em diferentes países, têm destacado distintas estratégias formativas. Area Moreira (2007, p ) menciona quatro possibilidades: a oferta de disciplina específica de ALFIN comum a todas os cursos da universidade; a oferta de disciplinas ou seminários opcionais com valor de créditos acadêmicos; a oferta de conteúdos específicos da ALFIN distribuídos transversalmente entre distintas disciplinas de uma mesma titulação, assim como a oferta de cursos pontuais. Gómez Hernández e Benito Morales (2001, p.14) recomendam introducir la ALFIN como contenido de aprendizaje y evaluación dentro de las distintas asignaturas de los planes de estudio. Basulto Ruíz (2008, p.33) destaca que a inserção no currículo por meio de uma disciplina é a opção de maior consenso na literatura [ ] porque motiva el aprendizaje de las habilidades en los estudiantes a partir de la necesidad de resolver un problema o tarea académica. A sua vez, Wang (2011, p.704) utiliza os termos: extracurricular (um curso fora do currículo acadêmico, ou seja, não alinhado com qualquer unidade ou curso), intercurricular (sessões, cursos ou conferências programadas dentro da unidade curricular de uma titulação acadêmica), intracurricular (integrada em uma titulação através da colaboração entre professores e bibliotecários) e stand-alone (um curso independente dentro dos planos de estudo). Enquanto Dudziak (2009) destaca as seguintes modalidades: genérica (ações voluntárias, extracurriculares, independentes), paralela (atividades complementarias às disciplinas ou titulações específicas) e integrada (atividades que são parte integrante do currículo/curso/disciplina). Porém, as bibliotecas universitárias enfrentam muitas dificuldades para integrar a formação em ALFIN ao currículo acadêmico. A pesquisa de McGuinness (2009) realizada em universidades irlandesas destaca que, em sua maioria, a formação da ALFIN é implantada de forma independente pelas bibliotecas e elas utilizam os modelos tradicionais, que não são integrados no currículo acadêmico. Outra pesquisa realizada por Jiyane e Onyancha (2010) em bibliotecas universitárias e em departamentos de Biblioteconomia e Documentação, na África do Sul, destaca que as bibliotecas têm dificuldades para atrair os estudantes para os programas de formação, uma vez que os programas não são formais, tampouco obrigatórios. Julien, Tan e Merillat (2013) detectaram muitas barreiras, entre elas, as dificuldades de integração da ALFIN no currículo, a falta de comunicação com o corpo docente, a falta de apoio institucional e a falta de tempo dos bibliotecários. Implantar e manter um programa de ALFIN na formação do estudante ainda representa um grande reto para as universidades e suas bibliotecas. Mas, a educação para a ALFIN deve ser um objetivo a ser alcançado, uma vez que, nos dias de hoje, ela é essencial e sempre aporta benefícios para o aluno. Julien e Boon (2004) realizaram uma investigação com o objetivo de 4 identificar os resultados da formação em ALFIN tanto para os estudantes como para as universidades e destacaram como resultados importantes a diminuição da ansiedade e um aumento da confiança, quer dizer, a aquisição de um maior domínio pessoal sobre o universo informacional. Em outro estudo realizado na Universidade de Granada, para avaliar e diagnosticar os níveis de competências e habilidades em informação em estudantes de graduação, os autores destacaram que [ ] probablemente cuanto más se entrene al alumnado en una competencia determinada y mayor nivel vayan adquiriendo en ella, mayor será la importancia y el valor que le den a la misma (PUERTAS VALDEIGLESIAS; PINTO MOLINA, 2009, p.10). A incorporação da ALFIN por meio do currículo acadêmico é destacada na literatura como uma das formas mais adequadas para que o aluno desenvolva e pratique as competências informacionais durante sua etapa universitária. Porém, essa forma de integração depende de políticas institucionais que reconheçam a ALFIN como uma prioridade de aprendizagem institucional e da estreita colaboração entre professores e bibliotecários, valorizando o trabalho interdisciplinar. 4 A ALFABETIZAÇÃO INFORMACIONAL NA FORMAÇÃO DO ESTUDANTE UNIVERSITÁRIO NO BRASIL E NA ESPANHA Adotando o modelo de Centro de Recursos para a Aprendizagem e a Informação (CRAI), as bibliotecas espanholas integram a Rede Espanhola de Bibliotecas Universitárias (REBIUN), enquanto as bibliotecas universitárias brasileiras, em nível nacional, ainda não estão agrupadas por meio de uma rede formalizada. Contam com o apoio da Comissão Brasileira de Bibliotecas (CBBU), a qual tem, entre outras atribuições, a missão de representar as bibliotecas universitárias juntamente aos organismos governamentais e à comunidade científica brasileira. Com relação à oferta formativa, tanto no Brasil como na Espanha, as bibliotecas universitárias oferecem as tradicionais atividades de formação de usuários (visitas guiadas, cursos especializados, aulas e/o conferências em disciplinas a pedido do professor e palestras sobre os serviços da biblioteca). Porém, em relação aos cursos e/ou sessões específicas de ALFIN (determinar o alcance, acessar, avaliar, organizar e utilizar a informação), na Espanha, a grande maioria (96,4%) das bibliotecas oferta esse tipo de atividade, enquanto as brasileiras ainda são uma minoria (48,5%). A ALFIN está presente nas linhas do plano estratégico de 15 (45,5%) bibliotecas brasileiras das 33 que participaram da pesquisa, enquanto das 28 bibliotecas espanholas, 82,1% (23) especificaram as competências informacionais em seus planos estratégicos. Ressalta-se que a ALFIN na Espanha está concebida como uma competência genérica recomendada pela Conferência de Reitores das Universidades Espanholas (CRUE) para ser integrada com a alfabetização informática, na formação de todos os estudantes universitários. Com relação às estratégias utilizadas para integrar as atividades de ALFIN na formação dos estudantes, em ambos países, são similares: 5 Quadro 1 - Tipos de atividades de ALFIN Tipos de actividades Número de universidades - Número de Universidades - España Brasil Sesiones cortas dentro de 5 22 asignaturas Participan en asignaturas 8 8 específicas de ALFIN Curso sin reconocimiento de créditos Curso con reconocimiento de 6 16 créditos Fonte: Almeida, 2014, p.301 Porém, as bibliotecas universitárias espanholas já estão significativamente mais adiantadas em relação a oferta dessas atividades. Das 33 bibliotecas brasileiras participantes da pesquisa, 48,5% (16) oferecem alguma atividade de ALFIN, embora somente 11 planificam de forma específica por meio de um plano ou programa. Na Espanha, das 28 universidades participantes, 96,4% (27) estão oferecendo algum tipo de atividade e, entre elas, 20 (71,4%) possuem um programa definido para o desenvolvimento das competências informacionais dos estudantes. A implantação da ALFIN no currículo acadêmico é um processo dificultoso. Mesmo as bibliotecas espanholas que estão investindo esforços para desenvolver as competências informacionais de seus estudantes, por um lado, um número significativo delas ainda não conseguiu implantar ações formais por meio do currículo. Por outro lado, são destacáveis as poucas iniciativas institucionais, ou seja, três universidades oferecem ALFIN, em nível básico, de forma transversal e obrigatória para todos os alunos de graduação de primeiro semestre. Ressalta-se que, entre as bibliotecas brasileiras pesquisadas, não foram detectados indícios de iniciativas de ALFIN com as características de uma estratégia de carácter institucional, obrigatória para todos os cursos de graduação. Para ajudar a superar as carências informacionais dos estudantes, a formação em ALFIN deve estar articulada por meio do marco curricular e deve contar com o apoio dos órgãos de governo da universidade, tanto políticos como administrativos. Essa afirmação está em consonância com o que explicitaram os participantes desta pesquisa em ambos países quando, em sua maioria, sugerem que a forma mais eficaz de implantar a ALFIN na universidade seria através do currículo acadêmico. Defendem como estratégia de integração, tanto no Brasil (60,6%) como na Espanha (57,1%), disciplinas específicas e/ou cursos integrados ao projeto pedagógico do aluno. A educação para a ALFIN por meio do currículo é fundamental porque capacita praticamente cem por cento dos alunos, ajuda a obter uma relação mais fluida entre professores, coordenadores e bibliotecários, assim como a trabalhar mais próximos dos estudantes e detectar mais facilmente suas necessidades, assim como indicaram os participantes desta pesquisa que implantaram a ALFIN de forma institucionalizadas em suas universidades. Como amplamente mostra a literatura publicada e as iniciativas de ALFIN implantadas nas universidades espanholas, podem-se destacar várias modalidades de integração da ALFIN que dependem diretamente do apoio institucional, tais como: uma disciplina específica e transversal a todos os cursos, uma disciplina específica integrada em um determinado curso, 6 cursos breves integrados formalmente como parte de disciplinas obrigatórias, sessões integradas formalmente como parte de uma ou várias disciplinas obrigatórias e cursos com reconhecimento de créditos acadêmicos. Referente ao conteúdo da formação em ALFIN, nas bibliotecas brasileiras, as temáticas estão relacionadas com o domínio de conhecimentos acerca da busca da informação, particularmente do uso das fontes e da recuperação da informação, além dos conhecimentos sobre a biblioteca universitária, suas instalações, recursos e serviços. Enquanto as temáticas identificar a necessidade de informação e avaliar a informação são menos ofertadas. Nas bibliotecas espanholas, todas as temáticas relativas à ALFIN, em maior ou menor grau, estão contempladas na maioria das bibliotecas pesquisadas. Os temas apresentação de citações e referências, seleção de recursos de informação, fontes de informação e recuperação da informação online ou impressa, planificação de estratégias de busca, são ofertados por mais de 80% das bibliotecas, enquanto identificação da necessidade de informação, critérios de avaliação da informação e uso ético da informação foram sinalados por mais de 70% das bibliotecas. A principal modalidade de oferta das atividades de ALFIN nas bibliotecas brasileiras é a presencial (93,8%), enquanto nas espanholas combinam a presencial com a virtual (74,1%). Em relação ao lugar onde a formação é oferecida, tanto no Brasil como na Espanha, as bibliotecas utilizam espaços variados como a sala de formação da biblioteca, a aula de informática e as salas de aula convencionas. Com relação ao número de horas de formação, o total geral em cada curso/titulação na maioria das bibliotecas brasileiras é de menos de cinco horas. Na maioria das bibliotecas espanholas, a duração média aproximada está entre menos de cinco horas e entre cinco e dez. No que diz respeito ao perfil dos participantes da capacitação, em ambos países, a maioria das bibliotecas oferece formação para os alunos
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