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A Integração de Conceitos Bioclimáticos

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arquitetura e construção
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  PEDRO MANUEL MACHADO DA SILVA FARIA A INTEGRAÇÃO DE CONCEITOS BIOCLIMÁTICOS NO PLANEAMENTO E NA CIDADE Tese apresentada para a obtenção de grau de Doutor no curso de Doutoramento em Urbanismo, conferido pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologia Orientador: Prof. Doutor Mário Canova Moutinho Co-Orientador: Prof. Doutor António Santa-Rita Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologia Faculdade de Ciências Sociais e Humanas Lisboa 2012  Pedro Manuel Machado da Silva Faria A integração de conceitos bioclimáticos no planeamento e na cidade Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologia, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas 1 Compact cities tend to be more sustainable than sprawling cities. Urban form can be important in determining land and energy use and the cost of infrastructure and municipal  services. (World Bank, p. ix, 2009)    Pedro Manuel Machado da Silva Faria A integração de conceitos bioclimáticos no planeamento e na cidade Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologia, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas 2 Agradecimentos Professor Doutor Mário Canova Moutinho Professor Doutor António José Marques Vieira de Santa-Rita Sem eles não saberia o que é uma tese. Engenheiro Ernesto Peixeiro Ramos Engenheiro Rolf Nordlinder Professor Doutor Jeff Raven Pela experiência e noções científicas da química física. Eva António Sem eles, nada teria sido feito. ADENE - Agência para a Energia, INE – Instituto Nacional de Estatística Pela informação prestada.  Pedro Manuel Machado da Silva Faria A integração de conceitos bioclimáticos no planeamento e na cidade Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologia, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas 3 Resumo Temas como «sustentabilidade» e «bioclimática» têm-se tornado cada vez mais  populares no século XXI, à escala global. Estas questões têm sido abordadas de diversas formas e perspetivas, por vezes sem consciência das srcens dos conceitos e dos seus significados concretos.  No âmbito do Urbanismo, o conceito de bioclimática é relativamente novo e no  presente trabalho pretende introduzir-se instrumentos necessários para estabelecer novos indicadores na gestão e no planeamento urbano. A bioclimática está associada diretamente ao aproveitamento dos recursos que a natureza providencia, mas também ao conforto do ser humano no seu próprio habitat. Se no interior de edifícios de habitação ou de serviços os níveis de conforto se encontram definidos por instituições como a ASHRAE – American Society of Heating, Refrigerating and Air-Conditioning Engineers – no espaço urbano existem outras condicionantes cuja importância depende, antes de mais, do clima existente. A densidade urbana e o tipo de volumetria dos quarteirões e corpos de edifícios podem conduzir a perdas energéticas significativas, além da despesa inerente gerada, sobretudo nas infraestruturas e equipamentos públicos, conforme o relatório LGDB 2009 –  Little Green Data Book   – do Banco Mundial. O ser humano continua a polarizar a atenção em termos bioclimáticos nos aglomerados urbanos, mas existem outros fatores que podem ser também fundamentais à sanidade e bem-estar da própria cidade, como todo o seu ecossistema urbano, de árvores a  pássaros e insetos. Significa que, por um lado, existe grande preocupação no processo de racionalização de energia, podendo esta ser eficazmente alcançada através da volumetria dos edifícios, pela composição de quarteirões e materiais utilizados; por outro lado, confere-se mais atenção à qualidade de vida do cidadão, o que tende no momento presente a ser subestimado por via de cortes em despesas, por vezes precipitados, quando considerados apenas politicamente eficientes e não necessariamente com resultados eficazes. Deste modo, os instrumentos referidos seguem três fatores essenciais: a envolvente climática, os materiais de construção e a forma ou volumetria. A cidade sofrerá  provavelmente uma reestruturação do seu próprio desenho urbano, sendo possível a tendência  progressiva de encolhimento ou abandono das zonas periféricas da cidade – eventualmente
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