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A Missão de Esmirna Em Apocalipse

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Pregação expositiva da carta de Apocalipse a Esmirna.
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   A Missão de Esmirna em Apocalipse: Perseverar sem temer Texto: Ap. 2.8-11 INTRODUÇÃO (contexto de Esmirna) O exemplo de Policarpo (de Esmirna). A recusa em oferecer incenso à imagem do imperador, ou seja, a não participação no culto cívico dos deuses salvadores do império. Instado a jurar pelo gênio de César e retratar- se, Policarpo recusou: “Andas muito enganado se esperas que jure pelo gênio de César. Já que decides ignorar quem sou, escuta minha declaração: Eu sou cristão” . Muitos cristãos forma martirizados em Esmirna nos séculos seguintes. - Resistiu por mais tempo juntamente com Filadélfia aos ataques turcos; - Antiga, poderosa e tinha o culto ao imperador. Disputava a posição com Éfeso, mas era inferior. - Conhecida por sua beleza. - A pequena, mas fiel Esmirna tinha em sua cidade uma grande população judaica em Esmirna e muitos possuíam cidadania romana. - Os cristãos foram expulsos das sinagogas e traídos pelos judeus (por odiarem a Cristo ou simplesmente para também fugirem da perseguição romana), alguns negaram a Cristo para retornarem as sinagogas, outros eram tentados a cederem a idolatria (culto ao imperador p/ salvar a própria vida e os empregos). A disputa era entre ser fiel a Cristo ou ao César! EXPLICAÇÃO 1. (V.8a)  E ao anjo da igreja que está em Esmirna, escreve: 2. (V.8b)  Isto diz aquele que: - (1.17) “  o primeiro e o último ”   ( ou Alfa e Ômega )   é Senhor eterno da história (pas., pres. e fut.,- cf.1.17) - (1.18) “  que foi morto, e reviveu: ”     é Senhor da vida e da morte (cf. 1.18-chaves da morte e do inferno). O Filho Ouçam o Deus eterno que tem poder sobre a história e a vida. 3. (V.9)   Conheço as tuas obras, ( as 3 formam uma unidade )   - e T ribulação, (“perseguição”). Esta qualidade de Esmirna é considerada hoje como problema ou tragédia, mas a igreja primitiva entendia isto como participação nos sofrimentos de Cristo (Fp. 3.10) e isto era um privilégio imenso, pois como resultado Deus se agradou dela e a abençoou mais. A pobreza e a blasfêmia  são os modos que foi perseguida: - e Pobreza (mas tu és rico): destruição de seus bens, classes mais baixas, compartilhar mesmo em necessidade e a perda de empregos. Eles são pobres economicamente, mas ricos espiritualmente. São elogiados por serem ricos aos olhos de Deus. A perseguição levou-os para mais perto de Deus, - e a Blasfêmia: blasfêmia significa calúnia ou difamação. É dizer que algo bom é mal, e algo mal é bom. A igreja, o povo de Deus, era denunciada como criminosa (pecadora) ao império romano (hostil a novas religiões e que não adoram ao César) pelos judeus (c/ ciúmes), mas eles eram justos e bon s, já os judeus nem mesmo podem ser considerados povo de Deus (“d os que se dizem, e não o são ”), pois são aliados do império romano (sinagoga de Satanás, o Adversário , o falso acusador, difamador) contra o verdadeiro povo de Deus. O simples fato de expulsar da sinagoga já era um perigo, pois fora da sinagoga não havia proteção para aqueles que não adorassem ao César. ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 4. “ Tenho porém contra ti ”     não tem, ou seja, Esmirna é plenamente elogiada (assim como Filadélfia) -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------  5. “Ordem para arrepender  - se”   não tem, mas tem para perseverar (V. 10)  Deste verso extraímos duas ordens:  1. Nada temas das coisas que hás de padecer (cf. Dn. 1.8-15) Não devemos ter medo de nada que virá (futuro), mesmo aquele sofrimento inevitável prestes a acontecer (profecia e encorajamento). Prestem atenção ao que virá! Vocês serão presos pelo Diabo (p/ serem julgados ou executados) para serem provados para saber quem é de Deus (ou de Satanás-apostasia). A provação será intensa, mas terá um limite fixo (10 dias): um período igual ao de Daniel, mas assim como ele, estes cristãos que forem fieis até a morte (martírio) não se contaminarão com os ídolos e por isto terão vida. Daniel e seus amigos tiveram mais desta vida (saúde), mas estes cristãos vitoriosos serão recompensados com a vida eterna! A prova deles foi maior, mais também maior sua vitória. 2. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida A provação será parecida com a de Daniel, mas diferente de Daniel e seus amigos, estes cristãos que forem fieis até a morte (martírio) ao não se contaminarão com os ídolos terão vida eterna. Daniel e seus amigos tiveram mais desta vida (saúde), mas estes cristãos vitoriosos serão recompensados com a vida eterna! A prova deles foi maior, mais também maior sua vitória. Ser fiel neste texto é colocar a lealdade a Cristo acima da lealdade a César, era obedecer a Deus e não aos homens, mesmo diante da morte. A recompensa destes que forem fieis é a conquista da vida. Não era César que receberia a coroa, mas os fiéis a Deus. 6. (V.11a)   Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: “Quem tem ouvidos, ouça” e uma advertência profética contra a idolatria   7. (V.11b)  O que vencer não receberá o dano da segunda morte. De quem Cristo é (doutrina), extraímos nossa prática: “NÃO TEMAS”   e “SÊ FIEL ATÉ A MORTE”  (discipulado radical/obediência ou lealdade a Deus). Por que? Porque sabemos quem Cristo é e assim não tememos (corajosos) e somos fieis (obedientes). Se somos seu povo e sabemos que Ele é temos a certeza do seu cuidado ao longo da história das nossas vidas e por isto temos coragem e obedecemos. Também sabemos da nossa recompensa: a vida eterna (“a coroa do vencedor” metáfora militar e esportiva) ! Estes são os motivos que nos fazem perseverar sem temer: saber quem Cristo é e a nossa recompensa! Devemos ter fé nisto! Ambos formam uma unidade, o Senhor da vida e da história é aquele que recompensa com vida eterna ao que vencer! Não há promessa de uma vida fácil nas Escrituras. Em lugar disso, há promessas de conforto e bênção divinos em meio ao sofrimento (por pouco tempo, muito tempo ou durante toda esta vida). Deus extrairá vitória de uma aparente derrota temporária (a morte). Somos desafiados a vencer (perseverar sem temer) e aquele que vencer é dado uma certeza/garantia: o não recebimento da segunda morte (recebimento da coroa da vida)! Assim como Cristo ressuscitou, nós ressuscitaremos e teremos acesso a nova criação. Os perdedores são os condenados a segunda morte. Em Éfeso é reforçado a qualidade dela, o fato de odiarem e denunciarem os falsos mestres (2x), aqui em Esmirna não é ressaltado nenhum defeito, mas é reforçado a necessidade de perseverar e a certeza da recompensa que virá como resultado (2x).  APLICAÇÃO: Dirigida a tempos difíceis (sofrimentos diversos) // Identificação com os crentes que sofrem //Concessões que fazemos para evitar perseguição (no trabalho ou faculdade). A questão político-ideológica de muitos cristãos hoje.  
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