Documents

A Nova Era e a Revolução Cultural Introdução Geral à Trilogia

Description
1
Categories
Published
of 5
All materials on our website are shared by users. If you have any questions about copyright issues, please report us to resolve them. We are always happy to assist you.
Related Documents
Share
Transcript
  A Nova Era e a Revoluo Cultural: Introduo geral Trilogia �� �� � INTRODUO GERAL TRILOGIA �� � MANUAL DO USURIO � de O Imbecil Coletivo: Atualidade Inculturai !raileira e do volume ue o antecederam: A Nova Era e a Revoluo Cultural: #rit$o% Ca&ra ' Antonio Gramci e O �� (ardim da A%lie: De E&icuro Reurreio de Car Enaio obre o �� � �� � � Materialimo e a Religio Civil) � Te*to lido no Lanamento de O Imbecil Coletivo) #aculdade da Cidade+ Rio de � (aneiro+ ,, de agoto de -../)O Imbecil Coletivo encerra a trilogia iniciada com A Nova Era e a Revoluo �� Cultural 0 -..1 2 e &roeguida com O (ardim da A%lie 0 -..3 2) �� Cada um do tr livro &ode er com&reendido em o outro doi) O ue no e &ode � � + &or um  dele+ ca&tar o %undo do &enamento ue orienta a trilogia inteira) � � A %uno de O Imbecil Coletivo na coleo batante e*&lcita e %oi declarada no �� �� � � 4re%cio: decrever+ mediante e*em&lo+ a e*teno e a gravidade de um etado de � � coia atual e braileiro do ual A Nova Era dera o alarma e cu$a &recia � � locali5ao no con$unto da evoluo da idia no mundo %ora diagnoticada em O �� �� � (ardim da A%lie) �� O entido da rie + &ortanto+ nitidamente+ o de ituar a cultura braileira de � � 6o$e no uadro maior da 6itria da idia no Ocidente+ num &erodo ue vai de � � � E&icuro at a Nova Retrica de C6aim 4erelman) 7ue eu aiba+ ningum %e5 ante um � � � � � e%oro de &enar o !rail nea ecala) Meu nico anteceore &arecem ter ido � � Darc8 Ribeiro+ Mrio 9ieira de Mello e Gilberto #re8re+ o &rimeiro com a tetralogia � iniciada com O 4roceo Civili5atrio+ o egundo com Deenvolvimento e Cultura+ o � terceiro com ua obra inteira) Se&arome dele+ no entanto+ &or di%erena � eenciai: Ribeiro em&rega uma ecala muito maior+ ue comea no ;omem de � Neandert6al+ ma ao memo tem&o &rocura abranger ee imeno territrio dede o � &rima de uma determinada cincia em&rica+ a Antro&ologia+ e %undado numa bae � � %ilo%ica dece&cionantemente etreita+ ue o mar*imo nu e cru) 9ieira de Mello+ � � com muito mai envergadura %ilo%ica+ no e aventura a remontar alm do &erodo � � � � da Revoluo #rancea+ com alguma incure at o Renacimento e a Re%orma) 7uanto �� � � a Gilberto+ o ciclo ue l6e interea o ue e inicia com a grande navegae) � �� De modo geral+ o etudioo da identidade braileira deram &or &reu&oto ue+ tendo entrado na ;itria no &erodo c6amado moderno+ o !rail no tin6a &or ue � � � � � tentar en*ergare num e&el6o tem&oral mai am&lo) Etou+ &ortanto+ o5in6o na $ogada+ e &oo alegar em meu %avor o temvel mrito da originalidade) � � Temvel &or ue srcinalidade ingularidade+ e a mente 6umana et mal e ui&ada � � � &ara &erceber a ingularidade como tai: ou a e*&ele logo do crculo de ateno+ � �� &ara evitar o incmodo de ada&tare a uma %orma decon6ecida+ ou a a&reende � omente &ela analogia &arciai e de u&er%cie ue &ermitem aimilla � � erroneamente a alguma clae de ob$eto con6ecido) Entre a re$eio ilencioa e o �� engano lo ua5+ min6a trilogia no tem muita c6ance de er bem com&reendida) � Ma a ingularidade+ nela+ no et  no aunto) Et tambm no &otulado � � � � � %ilo%ico ue a %undamentam e na %orma literria ue ecol6i &ara a&reentla+ � � � ou ante+ ue em ecol6a me %oi im&ota &ela nature5a do aunto e &ela circuntncia do momento) � 7uanto %orma+ o leitor 6 de re&arar ue di%ere no tr volume) O &rimeiro � � � com&ee de doi enaio de taman6o mdio+ colocado entre dua introdue+ � � �� vrio a&ndice+ um &un6ado de nota de roda& e uma concluo) O todo d � � � � � �  &rimeira vita a idia de te*to de origen divera $untado &ela coincidncia � � %ortuita de aunto) A um e*ame mai detal6ado+ revela a unidade da idia � ub$acente+ encarnada no mbolo ue %i5 im&rimir na ca&a: o montro bblico � � !e6emot e Leviat+ na gravura de <illiam !la=e+ o &rimeiro im&erando &eadamente � obre o mundo+ o macio &oder de ua &ana %irmemente a&oiado obre a uatro � � &ata+ o egundo agitandoe no %undo da gua+ derrotado e temvel no eu rancor � � im&otente) No uei a gravura de !la=e &or bonite5a+ ma &ara indicar ue atribuo a � ee mbolo e*atamente o entido ue l6e atribuiu !la=e) Detal6e im&ortante+ � &or ue ea inter&retao no nen6uma alegoria &otica+ ma+ como ainalou �� � � � >at6leen Raine em !la=e and Tradition+ a a&licao rigoroa do &rinc&io do �� � imbolimo crito) Na !blia+ Deu+ e*ibe !e6emot a (+ di5endo: Ei !e6emot+ ue � � � � criei contigo 0 (+ 1?:-? 2) A&roveitando a ambigidade do original 6ebraico+ � � � !la=e tradu5 o contigo &or %rom t6ee+ de ti+ indicando a unidade de encia � � � � � entre o 6omem e o montro: !e6emot a um tem&o um &oder macrocmico e uma %ora � � � latente na alma 6umana) 7uanto a Leviat+ Deu &ergunta: 4orventura &oder &u* � � � � lo com o an5ol e atar ua lngua com uma corda@ 0 (+ 1?:,- 2+ tornando evidente � � � ue a %ora da revolta et na lngua+ ao &ao ue o &oder de !e6emot+ como e di5 � � � em 1?:--+ reide no ventre) Maior clare5a no &oderia 6aver no contrate de um � &oder & uico e de um &oder material: !e6emot o &eo macio da neceidade � � � natural+ Leviat a in%ranature5a diablica+ invivel ob a gua o mundo � � � � � � & uico ue agita com a lngua) � � � O entido ue !la=e regitra nea %igura no uma inter&retao+ na ace&o � � � �� � �� negativa ue Suan Sontag d a eta &alavra: + como deve er toda boa leitura de � � te*to acro+ a traduo direta de um imbolimo univeral) 4ara !la=e+ embora �� !e6emot re&reente o con$unto da %ora obediente a Deu+ e Leviat o e&rito de � � � negao e rebelio+ ambo o igualmente montro+ %ora cmica �� � � � � de&ro&orcionalmente u&eriore ao 6omem+ ue movem combate uma outra no cenrio � � do mundo+ ma tambm dentro da alma 6umana) No entanto no ao 6omem+ nem a � � � !e6emot+ ue cabe ub$ugar o Leviat) S o &r&rio Deu &ode %a5lo) A iconogra%ia � � � � crit motra (eu como o &ecador ue &u*a o Leviat &ara %ora da gua+ � � � &rendendo ua lngua com um an5ol) 7uando+ &orm+ o 6omem e %urta ao combate � � interior+ renegando a a$uda do Crito+ ento e deencadeia a luta detrutiva entre � a nature5a e a %ora rebelde antinaturai+ ou in%ranaturai) A luta tran%eree � da e%era e&iritual e interior &ara o cenrio e*terior da ;itria) aim ue a � � � gravura de !la=e+ in&irada na narrativa bblica+ no ugere com a %ora inttica � � � de eu imbolimo uma inter&retao meta%ica uanto srcem da guerra+ �� � � revolue e cattro%e: ela re%letem a demio do 6omem ante o c6amamento da �� � � vida interior) #urtandoe ao combate e&iritual ue o amedronta+ ma ue &oderia vencer com a a$uda de (eu Crito+ o 6omem e entrega a &erigo de ordem material no cenrio angrento da ;itria) Ao %a5lo+ movee da e%era da 4rovidncia e da � � � � Graa &ara o mbito da %atalidade e do detino+ onde o a&elo a$uda divina $ no � � � � � &ode urtir e%eito+ &oi a $ no e en%rentam a verdade e o erro+ o certo e o � � � errado+ ma a&ena a %ora cega da neceidade im&lacvel e da rebelio � � � im&otente) No &lano da ;itria mai recente+ ito + no ciclo ue comea mai ou � � � meno na &oca do Iluminimo+ ea dua %ora aumem claramente o entido do � � rgido conervadorimo e da 6bri revolucionria) Ou+ mai im&le ainda+ direita � � � e e uerda)O drama inteiro a decrito &odee reumir iconogra%icamente no e uema em cru5 � ue colo uei de&oi em O (ardim da A%lie+ ma ue $ et ubentendido em A �� � � Nova Era e a Revoluo Cultural+ &oi contitui a etrutura mema do en%o ue �� analtico &elo ual &rocuro a a&reender a igni%icao da dua corrente de � � �� idia mencionada no ttulo: o 6olimo neoca&italita de #rit$o% Ca&ra e o � � em&reendimento gramciano de devatao cultural) �� Nee &rimeiro volume+ a %orma adotada inicialmente no &odia er mai clara e %oi � im&ota &ela nature5a mema do aunto: uma introduo+ um ca&tulo &ara Ca&ra+ �� � outro &ara Gramci+ um retro&ecto com&arativo e uma concluo ineca&vel: a � �  ideologia+ uai uer ue %oem+ etavam em&re limitada dimeno 6ori5ontal do � � tem&o e do e&ao+ o&un6am o coletivo ao coletivo+ o nmero ao nmero &erdida a � � � vertical ue unia a alma individual univeralidade do e&rito divino+ o ingular � � ao Singular+ &erdiae $unto com ela o entido de ecala+ o eno da &ro&ore e �� da &rioridade+ de modo ue a ideologia tendiam a ocu&ar totalitariamente o cenrio inteiro da vida e&iritual e a negar ao memo tem&o a totalidade meta%ica � � e a unidade do indivduo 6umano+ reinter&retando e ac6atando tudo no molde de uma � comovio unidimenional) � A nota e a&ndice+ ue a&arentemente colocam alguma deordem na %orma do � con$unto+ ervem a a doi &ro&ito o&oto e com&lementare: de um lado+ indicar � � a bae mai gerai ue o argumento conervava im&lcita+ motrando ao leitor ue � a anlie de Ca&ra e Gramci era a&ena a &onta vivel de uma invetigao muito � � �� mai am&la ue+ uela altura+  meu aluno con6eciam atrav da aula e � � � a&otila do Seminrio de #iloo%ia+ ma ue+ na condie de uma vida � �� anormalmente agitada+ eu no etava certo de &oder redigir &or com&leto algum dia � de outro lado+ indicar ue min6a anlie no &airavam do cu da mera teoria+ � � � ma ue e a&licavam com&reeno de %ato &oltico ue e deenrolavam na cena � � � braileira na 6ora mema em ue eu ia ecrevendo o livro da a areta &olmica � � � ue do a trec6o dee enaio uma a&arncia de $ornalimo de combate) Se algun � � leitore no viram no livro mai ue ea u&er%cie como outro no vero em O � � � � � Imbecil Coletivo eno a crtica de ocaio a certo %igure do dia e em O (ardim � � � � da A%lie um ata ue ao etabli6ment u&iano + no &oo di5er ue &erderam �� � � nada+ &oi o retante e o mel6or do ue e contm nee livro no %oi %eito � � realmente &ara ee leitore e bom memo ue &ermanea invivel ao eu ol6o) � � � Se no &rimeiro volume &ermiti ue a idia central %oe a&ena eboada em � � %ragmento+ um tanto maneira minimalita+ &ara ue o leitor+ ante &reentindoa � do ue &ercebendoa+ tivee o trabal6o de ir bucla no %undo de i memo em ve5 � de im&lemente &egla na u&er%cie da &gina+ no egundo+ O (ardim da A%lie+ � � � �� egui a etratgia invera: er o mai e*&lcito &ovel e dar e*&oio o � � � � �� m*imo de unidade+ obrigando o leitor a eguir uma argumentao cerrada+ em alto � �� ou interru&e+ ao longo de uatrocenta &gina) Ma+ &ara no dar a iluo de �� � � � ue ea %orma com&leta abrangee a totalidade do meu &enamento a re&eito do tema+ e&al6ei ao longo do te*to centena de nota de roda& ue indicavam o � &reu&oto terico im&lcito+ a &oibilidade de a&ro%undamento &or reali5ar � � 0 ou $ reali5ado  oralmente em aula 2+ e mil e uma emente de deenvolvimento � � &ovei e intereante+ ue eu reali5aria e tivee uma vida em %im+ ma ue � o leitore inteligente bem &odem ir reali5ando &or ua conta) A unidade de argumentao de O (ardim da A%lie+ ue na min6a inteno+ con%irmada &or algun �� �� �� leitore+ d a ee livro no obtante &eadimo e com&le*o a legibilidade de um � � � romance &olicial+ motra aim no er a unidade cerrada de um itema+ ma a � unidade de um 6olon+ como diria Art6ur >oetler: algo ue+ vito de um lado+ um � todo em i+ e+ de outro lado+ &arte de um todo mai vato) Eta 6omologia de � &arte e todo re&etee+ &or ua ve5+ na etrutura interna do livro+ onde o evento a&arentemente inigni%icante ue l6e erve de &onto de &artida $ contm+ na ua � � ecala microcmica+ ou microc&ica+ a lin6a gerai da inter&retao global da � � �� 6itria do Ocidente+ ue a&reentada no ca&tulo retante) A uele leitore � � � ue e uei*aram de ue um livro to ubtancioo comeae &elo comentrio � � � &olmico de um acontecimento menor+ motraram no com&reender bem uma da menagen � � &rinci&ai do livro+ ue a de ue+ lu5 de uma meta%ica da ;itria+ no 6 � � � � � � &ro&riamente acontecimento menore o grande e o &e ueno eto coerido na � � unidade orgnica de um Sentido ue tudo &ervade) A uilo ue nada &ea na ordem � caual &ode muito revelar na ordem da igni%icao) �� E+ na verdade+ e 6ouvee acontecimento &er%eitamente inigni%icante+ ue nada mereceem eno o de&re5o e o ilncio+ o terceiro volume da rie+ O Imbecil � � � Coletivo+ no &oderia e uer ter ido ecrito: &oi o ue nele a&reento um � � motrurio comentado de banalidade culturai ue muito igni%icam &reciamente na �  medida em ue no valem nada) E+ e decidi reunila num volume+ dandol6e a � dignidade de erem lembrada uando eu autore $ nada mai %orem eno ombra � � no ;ade+ ue o e&ulcro do irrelevante+ %oi &reciamente &or ue entendi ue+ � &artindo de cada uma dela+ e girando em crculo concntrico cada ve5 mai � � am&lo+ e &oderia c6egar a vie de ecala univeral emel6ante uela em ue+ � � &artindo de uma &icuin6a cultural ocorrida no Mueu de Arte de So 4aulo em -..?+ � motrei ao leitore de O (ardim da A%lie o combate de Leviat e !e6emot no �� � 6ori5onte inteiro da 6itria Ocidental) E+ no &odendo re%a5er taman6o e%oro � � � 6ermenutico a cada nova baba uice cultural ue lee no $ornai+ decidi reunir � alguma e o%erecla ao leitore como amotra &ara %in de e*erccio) O Imbecil � � Coletivo + &ortanto+ o livro de tare%a ue acom&an6a o te*tobae tra5ido em O � (ardim da A%lie+ %icando A Nova Era como abreviatura &ara &rinci&iante) 7uem �� leia aim O Imbecil Coletivo+ bucando ali a lie de caa &ara recontituir+ �� dede tr de5ena de e*em&lo+ o lineamento da vio da ;itria e do mtodo � � � � inter&retativo e*&oto no volume anteriore+ e bucando em&re a unidade orgnica � entre a &arte e o todo+ entre a vio %ilo%ica de uma cultura milenar e a � � amotra da incultura momentnea de um &a e uecido margem da ;itria+ ee � � � � ter con uitado &ara i a mel6or &arte do ue l6e dei) 4oi aim ue e lem o � � � livro do %ilo%o+ memo uando e trate a&ena de um %iloo%in6o como ete ue � l6e %ala)Admito ue+ e em ual uer do tr livro tivee adotado uma %orma e*&oitiva � mai ao goto acadmico+ eu no &reciaria etar agora c6amando a ateno &ara uma � � �� unidade de &enamento ue tran&areceria &rimeira vita) Ma ea viibilidade � cutaria a &erda de toda a re%erncia vida autntica e o a&riionamento do meu � � � dicuro numa redoma lingtica ue no combina nem com o meu tem&eramento nem com �� � a regra ue me im&u algun ano atr+ de nunca %alar im&eoalmente nem em nome � de alguma entidade coletiva+ ma em&re diretamente em meu &r&rio nome a&ena+ em � ual uer retaguarda mai re&eitvel ue a im&le 6onorabilidade de um animal � racional+ bem como de nunca me dirigir a coletividade abtrata+ ma em&re e unicamente a indivduo de carne e oo+ de&ido da identidade &roviria ue o � � cargo+ a &oio ocial e a %iliao ideolgica u&er&em uela com ue naceram e �� �� � � � com a ual 6o de com&arecer+ um dia+ ante o Trono do Altimo) Etou � � &ro%undamente &eruadido de ue omente nee nvel de dicuro e &ode %iloo%ar � autenticamente)Ademai+ e*ite algum mrito &edaggico em no er bem arrumadin6o+ em &oder di&or � � � o dado no na ordem mai cotumeira em ue o dee$aria o e&ectador &reguioo+ � � ma em dearrumlo inteligentemente de modo a obrigar o leitor a tomar &arte � ativa na invetigao) E 6 um &ra5er imeno em miturar o gnero literrio �� � � � uando e autor de um livreto ue ante o ditinguiu e catalogou com re uinte � de rigide5 %ormal-)Etou imenamente ati%eito de ter &odido concluir eta trilogia e de &oder etar a ui 6o$e+ neta celebrao ue &ara mim meno a do lanamento de um livro ue a �� � � da concluo de uma &arte+ de uma eta&a da tare%a ue me cabe neta vida) Tare%a � ue + em encia+ a de rom&er o crculo de limitae e contrangimento ue o � � � �� dicuro ideolgico tem im&oto  inteligncia dete &a+ a de vincular a noa � � � � cultura  corrente milenare e mai alta da vida e&iritual no mundo+ a %a5er em � uma com ue o !rail+ em ve5 de e ol6ar omente no e&el6o etreito da modernidade+ imaginando ue uatro culo o a 6itria inteira do mundo+ coniga � � � e en*ergar na ecala do drama 6umano ante o univero e a eternidade) Tare%a ue + � no eu mai elevado e ambicioo intuito+ a de remover o obtculo mentai ue � 6o$e im&edem ue a cultura braileira receba uma in&irao mai %orte do e&rito �� � divino e &oa %lorecer como um dom magn%ico a toda a 6umanidade) � ,,B?B./NOTAS
Search
Tags
Related Search
We Need Your Support
Thank you for visiting our website and your interest in our free products and services. We are nonprofit website to share and download documents. To the running of this website, we need your help to support us.

Thanks to everyone for your continued support.

No, Thanks