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A Relevância Da Escola Dominical-Palestra

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  A Relevância da Escola DominicalPara a Igreja na Pós-modernidadeINTRODUÇÃOA fs!o dos mndos# con$em%orâneo e moderno de srcem ao &e os sociólogos c'amam de %ós-modernidade( A%esar do $)$lo dessa nossa re*e+!o ser ma o,viedade as $end.ncias mndiais valora$ivas# da %ós-modernidade $.m nos sr%reendido e mi$as ve/es n!o $emos fndamen$a0!o $eórico-,),lica %ara ref$armos os modismos e se%ararmos o joio do $rigo# o seja nos $ornamos e+$remamen$e modernos# %ara algmas 1reas minimalis$as e %erif2ricas e nos es&ecemos de &es$3es ar$eriais de %rimeira grande/a(Em $odas as 2%ocas e em &al&er organi/a0!o o civili/a0!o o ensino  jamais foi des%re/ado e es&ecido essa regra se deve ao fa$o de &e o scesso o inscesso de &al&er ma delas de%ende dire$amen$e da edca0!o dos ses mem,ros o %ovos(A edca0!o %ara os jdes era ma das &es$3es ,asilares mesmo %or&e ela foi ins$i$)da %or Des4 5ardai-os %ois e fa/ei-os %or&e es$a ser1 a vossa sa,edoria e o vosso en$endimen$o %eran$e os ol'os dos %ovos &e ovir!o $odos esses es$a$$os e dir!o4 6ó es$e grande %ovo 2 gen$e s1,ia e in$eligen$e# 7D$ 8(9:(No vers)clo s%ra o,serva-se a %reoc%a0!o# de Des em a$rair o$ras na03es a$rav2s dos %rinc)%ios edcacionais &e visavam regimen$ar e com%or$amen$ali/ar a vida do se %ovo nas esferas4 es%iri$al religiosa social moral afe$iva e$c(; im%or$an$e frisar &e a edca0!o desde a&ela 2%oca se dividia em dois %rinci%ais momen$os4 Informal 7D$ 9(9-< =>-=?: e formal 7D$ @(? B>(@> B@( @@-@B:( Edca0!o informal C 6rgi %rimeiro ocorre es%on$aneamen$e 2 a &e mais nos ensina %ois 2 oni%resen$e#( A&i en$ra a nossa %reoc%a0!o o seja informalmen$e nós nossa fam)lia e a igreja somos edcados# nas conversas no col2gio na facldade nos relacionamen$os di1rios 7com cren$es e n!o cren$es#: a$rav2s do r1dio $elevis!o e in$erne$ nas lei$ras de jornais revis$as livros e$c( Enm o meio am,ien$e nos 2 a%resen$ado com ma grande sala de ala# e se n!o so,ermos 7%ermi$a-me a re%e$i0!o: se%arar o joio do $rigo# com cer$e/a os nossos %adr3es religiosos e familiares ser!o 7se 2 &e j1 n!o es$!o: degenerados(  Edca0!o formal C Fom%reende o ensino laico e o religioso( No nosso caso es$amos nos referindo a Edca0!o Fris$! e ses %rinci%ais locais de difs!o4 6emin1rios facldades $eológicas e a Escola Dominical( 6endo es$a Gl$ima o o,je$o do nosso es$do vis$o &e 2 o local onde $odos C cren$es e  n!o cren$es# C sem dis$in0!o de idade o n)vel escolar encon$ram o ensino da Palavra de Des acess)vel ao se en$endimen$o(Nessa o%or$nidade enfocaremos somen$e 7%ossi mi$o mais: oi$o relevan$es dimens3es de a$a0!o da Escola Dominical den$ro do con$e+$o de algmas das %rinci%ais $end.ncias mndiais da %ós-modernidade(@I H REEJANTE PORKUE ; UL DEFRETO DE DEU6Relevan$e 2 $do a&ilo &e se des$aca den$ro de m mesmo as o seja m $ema 2 im%or$an$e mas e+is$e ma de sas %ar$es &e se so,ressai &e2 salien$e# di/emos en$!o &e es$a %ar$e 2 relevan$e(Den$ro da Edca0!o Fris$! segndo a nossa vis!o a Escola Dominical 2 relevan$e %or&e cm%re ca,almen$e o decre$o do 6en'or e se %rinci%al ideal conjgando as das maiores ordenan0as dadas %or Mess Fris$o as &ais s!o4 evangeli/ar e ensinar 7cf( L$ =(@<=> Lc @?(@?@9:( E nesse as%ec$o nen'ma ins$i$i0!o de ensino religioso da face da $erra es$1 mais 'a,ili$ada do &e a Escola Dominical ela 2 a %rinci%al ag.ncia de Edca0!o Fris$! &e a Igreja dis%3e con$em%lando $odas as %essoas indis$in$amen$e( Alg2m %oder1 di/er4 Las a Escola Dominical n!o %ossi mais de ==8 anos e como %ode ser m decre$o de Des#A res%os$a 2 sim%les( Pas$or An$onio 5il,er$o di/ &e a Escola Dominical como a $emos a$almen$e 2 ma ins$i$i0!o moderna mas $em sas ra)/es a%rofndadas na an$igidade do An$igo Tes$amen$o nas %rescri03es dadas %or Des aos %a$riarcas e ao %ovo de Israel( Por$an$o a Escola Dominical nos moldes &e a %oss)mos 'oje n!o 'avia mesmo mas 'avia o %rinc)%io fndamen$al C o do ensino ,),lico de$erminado %or Des aos 2is e aos %ovos ao se redor( 6em%re %eso so,re o %ovo de Des a res%onsa,ilidade de ensinar a lei divina#(Dessa forma a Escola Dominical 2 sim%lesmen$e a fase a$al da ins$r0!o ,),lica milenar &e sem%re carac$eri/o o %ovo de Des# 7An$onio 5il,er$o @<<<:(A ordem de Mess Fris$o foi o,edecida e %ra$icada %ela Igreja %rimi$iva4 E $odos os dias no $em%lo e nas casas n!o cessavam de ensinar e de annciar a Mess Fris$o# 7A$ ?(8= grifo me:( Todo o scesso da Igreja %rimi$iva es$ava consignado na o,edi.ncia a ordemdo 6en'or %ois nada 2 mel'or do &e segir a risca# o %lano do Les$re(No Gl$imo $rimes$re do ano =>>> a,ordamos esse assn$o em m ar$igo %,licado na revis$a Ensinador Fris$!o 7FPAD: N8 e $ranscrevemos m $rec'o %ara a nossa re*e+!o4 De%ois do manda$o do nosso 6en'or Mess Fris$o Q 5rande Fomiss!o 7da &al e e voc. fa/emos %ar$e:4 Por$an$o ide ensinai $odas as na03es ,a$i/ando-as em nome do Pai do il'o e do Es%)ri$o 6an$o ensinando-as a  gardar $odas as coisas &e e vos $en'o mandado e eis &e es$o convosco $odos os dias a$2 a consma0!o dos s2clos( Am2mS# L$ =(@<=> co s,en$endido &e os disc)%los s!o ensinadores( Inde%enden$emen$e dos diferen$es dons concedidos %elo 6%remo Les$re 7Ef 8(@@: a 5rande Fomiss!o deve ser 'omog.nea na $r)%lice $arefa de evangeli/ar disci%lar 7ensinar: e ,a$i/ar( Es$e $ri%2 n!o 2 %ara a Igreja algoo%cional 2 ma ordem im%era$iva e com%lsória( 7(((: A %ar$e a# do vers)clo => di/ ensinando-as a gardar $odas as coisas &e vos $en'o mandado(((# As coisas# Qs &ais o 6en'or Mess se refere $ra$am de Do$rinas da 6alva0!o &e s!o as mais f1ceis de se en$ender 75lória a Des %or isso:( Por2m '1 algmas coisas &e merecem ser analisadas an$es de sairmos a disci%lar( Den$ro dessa lin'a de do$rina e+is$em o$ras ramica03es &e formam a 6o$eriologia 7es$do sis$em1$ico das verdades ,),licas &e $ra$am da salva0!o regenera0!o js$ica0!o ado0!o e san$ica0!o do ser 'mano com ,ase na o,ra vic1ria de Fris$o:( Na a$al realidade 2 invi1vel ocomissionado sair %ara sa miss!o sem an$es se %re%arar e o,$er o devido con'ecimen$o do %lano de salva0!o es$i%lado %or Des desde a &eda do 'omem 7=>>> %(@=:(II H REEJANTE PORKUE PROLOJE A FOE6ÃO DOUTRINRIAEs$e 2 m assn$o de &in$a-ess.ncia %ois dele de%ende n!o só a s,sis$.ncia da comnidade evang2lica mas $am,2m a sa %ró%ria salva0!o(A igreja de Forin$o vivia dissens3es de n)veis e %ro%or03es diferen$es no en$an$o a de maior in$ensidade es$ava relacionada a &es$3es do$rin1riaso seja cada m via as coisas de se jei$o 7@ Fo @(@-B@ =(@-@9 B(@-=> e 8(?:(O mesmo assn$o 2 inferido em o$ros dois vers)clos &e se encon$ram na segnda e%)s$ola aos For)n$ios( O crioso 2 &e a mesma %alavra de recomenda0!o &e o a%ós$olo d1 no in)cio da %rimeira e%)s$ola 2 rei$erado no an$e%enGl$imo vers)clo da segnda car$a isso indica a im%or$ância do assn$o4 Rogo-vos %or2m irm!os %elo nome de nosso 6en'or Mess Fris$o&e digais $odos ma mesma coisa e &e n!o 'aja en$re vós dissens3es an$es sejais nidos em m mesmo sen$ido e em m mesmo %arecer# 7@ Fo @(@> grifo me:( Kan$o ao mais irm!os rego/ijai-vos sede %erfei$os sede consolados sede de m mesmo %arecer vivei em %a/ e o Des de amor e de %a/ ser1 convosco# 7= Fo @B(@@ grifo me:(Ning2m a&i es$1 sgerindo &e $odos devam ser igais o %ró%rio a%ós$olo Palo recon'ecia &e deveria 'aver diversidade en$re os irm!os 7@ Fo @=(@=-=: n!o o,s$an$e a%ós e+em%licar o valor dos mem,ros do  cor%o m)s$ico# assevera %ara &e n!o 'aja divis!o no cor%o mas an$es $en'am os mem,ros igal cidado ns dos o$ros# 7@ Fo @=(=?:( A Gnica forma de sermos $odos de m mesmo %arecer 2 nos renir e a%lanarmos as ares$as das nossas diferen0as do$rin1rias e isso só se consege &ando es$damos a V),lia %ala$inamen$e is$o 2 $oda a igreja disc$indo concomi$an$emen$e na mesma 'ora o mesmo assn$o( Um dos grandes %ro,lemas enfren$ado a$almen$e refere-se aos mega-even$os( Pregadores &e na em%olga0!o emi$em de$erminada %alavra no af! de ver o %ovo vi,rar e a%ós rece,erem ses vl$osos cac'.s# v!o em,ora dei+ando o ras$ro de ses aleij3es do$rin1rios( A %osi0!o de lideran0a oc%ada %or m %regador 2 de e+$rema im%or$ância e como $al ele %assa a ser m formador de o%ini3es &e nor$ear!o a vida de mi$as %essoas( Desnecess1rio seria di/er &e nem sem%re o %regador avivalis$a dei+a de conjec$rar o &e %ara o mem,ro menos avisado 7%rinci%almen$e se ele admira o %regador: %ode soar como verdade ,),lica casando n!o %ocos %rej)/os a s! do$rina( Fom esse e+em%lo &eremos di/er &e a &es$!o em a%re0o só %ode ser resolvida com mi$o amor e %aci.ncia mas ao mesmo $em%o com de$ermina0!o e rigorosidade 7Ef 8(@8:( No %lano ,),lico jamais devemos acei$ar %lralidade do$rin1ria acerca de m mesmo assn$o( 6e a,rirmos m!o dessa %ecliaridade es%ecial logo nosdescarac$eri/aremos $ransformando-se em Va,el# indecifr1vel onde ning2m mais se en$ender1( Em no$a e+%lica$iva da V),lia de Es$do Pen$ecos$al 7FPAD: Donald 6$am%scomen$a so,re o segin$e $e+$o4 Andar!o dois jn$os se n!o es$iverem de acordo# 7Am B(B: escreve o $eólogo4 Nen'ma comn'!o gen)na %ode e+is$ir en$re das %essoas no $erreno es%iri$al a n!o ser &e am,as concordem en$re si &an$o as verdades fndamen$ais( N!o %odemos %or$an$o $er &al&er relacionamen$o a$.n$ico com Des sen!o acei$armos a sa %alavra e concordarmos com ela( ; im%oss)vel alg2m se di/er cren$e e ao mesmo $em%o n!o crer na Palavra de Des# 7@<<< %(@B>>:( III H REEJANTE PORKUE WAVIITA O FRENTE PARA O 6ERJIÇO FRI6TÃO A Escola Dominical ao con$r1rio do &e mi$a gen$e %ensa 2 ma ins$i$i0!o dinâmica onde o cren$e 2 incen$ivado a fa/er miss3es(Kando o a%ós$olo Palo fala de cinco minis$2rios dados %or Des Q Igreja 7Ef 8(@@: ele nos esclarece &e esses s!o necess1rios n!o a%enas %ara servir mas %rinci%almen$e %ara formar o %ovo de Des %ara m %ro%ósi$o es%ecial 7Ef 8(@=:( O Gl$imo minis$2rio 7do$ores o mes$res: es$1 dire$amen$e relacionado com a Escola Dominical e $.m em vis$a m o,je$ivo
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