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A TERRITORIALIDADE DO SERVIDOR NEGRO DA UFV

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    UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA GEO 484  –   MONOGRAFIA Tuwile Jorge Kin Braga A TERRITORIALIDADE DO SERVIDOR NEGRO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA VIÇOSA  –   MG 2014    TUWILE JORGE KIN BRAGA A TERRITORIALIDADE DO SERVIDOR NEGRO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA Monografia apresentada ao Curso de Graduação em Geografia como parte dos requisitos para obtenção do grau de Bacharel em Geografia pela Universidade Federal de Viçosa. Orientadora: Maria Isabel de Jesus Chrysostomo Co-orientadora: Janete Regina de Oliveira VIÇOSA  –   MG 2014    Tuwile Jorge Kin Braga A TERRITORIALIDADE DO SERVIDOR NEGRO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA Monografia apresentada ao Curso de Graduação em Geografia como parte dos requisitos para obtenção do grau de Bacharel em Geografia pela Universidade Federal de Viçosa. BANCA EXAMINADORA  ___________________________________________________________________ Maria Isabel de Jesus Chrysostomo (DGE) - Orientadora  ___________________________________________________________________ Janete Regina de Oliveira (DGE)  –   Co-orientadora  ___________________________________________________________________ Marilda Teles Maracci (DGE ) - Examinadora  ___________________________________________________________________ Adélcio de Souza Cruz (DLA) - Examinador    AGRADECIMENTOS Gostaria de iniciar meus agradecimentos aos meus Orixás que, com todo axé, iluminaram minha caminhada para que pudesse enfrentar as dificuldades imateriais que se apresentam em nossos caminhos. Agradeço a professora Lídia Lúcia Antongiovanni que trouxe nas reuniões do grupo de estudos de desenvolvimento territoriais (Observaterra), o discurso contra hegemônico da descolonialidade do saber, que consequentemente foram determinantes no desenvolvimento de minha leitura espaciais. Ao Seu Castelo e Vanda, da ASAV, que com suas simplicidades trouxeram saberes negligenciados nos livros oficias da Biblioteca Central da UFV para articulação dos saberes entre os servidores. . O Agradecimento aos meus amigos do Núcleo de estudos Afrobrasileiros (NEAB)  pelas reuniões que varavam a noite aprofundando o debate sobre o negro e a negra brasileira, e ao mesmo tempo, enegrecendo o discurso espacial, que tanto procurava. Obrigado por me fazer beber da luta do povo negro. Gratidão ao projeto Grafias Negras, que trouxe ao meu ensino em Geografia, múltiplas leituras sobre a diáspora negra. Grafando a resistência afrobrasileira e ressignificando o discurso sobre África dentro e fora da sala de aula. Ao Daniel, companheiro de curso, desde 2008, que facilitou a materialização da racialização do campus através do Mapa. Aos meus amigos do PCG (Primeiro Coletivo Geográfico) que, com as intervenções para a construção de uma Geografia de fato libertária influenciaram na minha forma de escrita e leitura do mundo. Aos meus amigos Rafael e Mariana que lapidaram nos últimos minutos as  palavras encontradas no presente trabalho. Á Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas pelos dados referentes ao quadro geral dos servidores na instituição. A professora Maria Isabel de Jesus Chrysostomo   do departamento de Geografia da UFV, que aceitou o desafio de orientar a trajetória da monografia. Suas orientações contundentes alinharam meu olhar, costurando os detalhes para conseguir alcançar meu objetivo. Agradeço a Professora Janete Regina de Oliveira que acreditou no trabalho e lutou junto comigo, desde o início, para que a ele se tornasse realidade. Finalmente ele vive!      Agradeço a meu pai Milton e a minha mãe Maria, que fortaleceram as bases de minha estrutura nos momentos mais difíceis, dando o axé e o apoio necessário para continuar a batalha. À minha irmã Tainara e meu cunhado, Alberto, que dotados dos meios técnicos fizeram com que os momentos de quantificação tornassem as tabelas e seus valores mais concretos. A minha companheira Ana que trouxe a prova que Geografia é Amor. Orientando e participando junto da construção do trabalho, permitiu a tranquilidade para que conseguisse chegar à finalização e assim, trazer para o mundo o sonho de uma Universidade mais plural e de uma sociedade mais justa.
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