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A VARA, A VELA E O REMO: TRABALHO E TRABALHADORES NOS RIOS E PORTOS DO RECIFE OITOCENTISTA RECIFE 2017

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    UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO  –   UFPE CENTRO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA DAVI COSTA AROUCHA A VARA, A VELA E O REMO: TRABALHO E TRABALHADORES NOS RIOS E PORTOS DO RECIFE OITOCENTISTA RECIFE 2017    UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO  –   UFPE CENTRO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA DAVI COSTA AROUCHA A VARA, A VELA E O REMO: TRABALHO E TRABALHADORES NOS RIOS E PORTOS DO RECIFE OITOCENTISTA Dissertação elaborada como requisito parcial para obtenção do título de Mestre em História no Programa de Pós-graduação em História da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Orientador: Prof. Dr. Cristiano Luís Christillino. RECIFE 2017      Catalogação na fonte Bibliotecária Maria do Carmo de Paiva, CRB4-1291 DAVI COSTA AROUCHA   A771v Aroucha, Davi Costa. A vara, a vela e o remo : trabalho e trabalhadores nos rios e portos do Recife oitocentista / Davi Costa Aroucha.  –   2017. 272 f. : il. ; 30 cm. Orientador: Prof. Dr. Christiano Luís Christillino. Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Pernambuco, CFCH. Programa de Pós-graduação em História, 2017. Inclui referências. 1. Pernambuco - História. 2. Recife (PE)  –   Séc. XIX. 3. Portuários  –   Recife (PE)  –   Séc. XIX. 4. Trabalho escravo. 5. Cabotagem (Transporte de carga)  –   Recife (PE)  –   Séc. XIX. I. Christillino, Christiano Luís (Orientador). II. Título 981.34 CDD (22. ed.) UFPE (BCFCH2017-260)    A VARA, A VELA E O REMO: TRABALHO E TRABALHADORES NOS RIOS E PORTOS DO RECIFE OITOCENTISTA  Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Pernambuco (PPGH-UFPE), como requisito parcial para a obtenção do título de Mestre em História. Aprovada em: 30/08/2017 . BANCA EXAMINADORA ________________________________________ Profº. Dr. Cristiano Luís Christillino (Orientador) Universidade Federal de Pernambuco  _________________________________________ Profª. Drª. Christine Paulette Yves Rufino Dabat (Examinador Interno) Universidade Federal de Pernambuco  _________________________________________ Profª. Drª. Juliana Alves de Andrade (Examinador Externo) Universidade Federal Rural de Pernambuco    AGRADECIMENTOS Escrever essa dissertação foi uma das coisas mais difíceis que fiz nos meus curtos vinte e seis anos de existência. Para que pudesse iniciar o mestrado e, principalmente, concluir, precisei do apoio e cuidado de várias pessoas, dentro e fora da Universidade, sem as quais jamais teria conseguido terminar este bendito texto que, somente agora, aos cinquenta e um do segundo tempo, sou capaz de entregar. Qualquer leitor(a) mais ou menos crítico(a) notará que o texto não é perfeito, tem alguns lapsos documentais aqui e ali e, certamente, já nasce incompleto. Estas faltas são minha responsabilidade e culpa da minha falta de tempo e organização ao longo desses mais de dois anos e meio de empreitada acadêmica. As pessoas que enumero a seguir contribuíram, cada uma a seu modo, para que este trabalho tivesse o máximo de qualidade de escrita, riqueza documental e debate teórico que me foi possível atingir. Agradeço, em primeiro lugar, a meu orientador, o prof. Dr. Cristiano Luís Christillino. Quando iniciei o mestrado, eu conhecia-o muito pouco. O contato anterior que tínhamos se deu apenas durante a conclusão da minha graduação, na UFPE, quando Cristiano integrou a banca julgadora da minha monografia de conclusão de curso. Iniciando o mestrado, ele se mostrou, desde cedo, um pesquisador e professor jovem e atualizado e um orientador exigente e extremamente competente e cirúrgico nos comentários e observações que fazia. Esta dissertação tem o dedo dele em vários pontos: no recurso à narrativa como estratégia de ambientação histórica, na ênfase à participação do “homem livre pobre” na sociedade brasile ira oitocentista, na própria influência que a chamada “Escola do Rio”  (que tem como principal locus o Departamento de História da Universidade Federal Fluminense [UFF], onde Cristiano fez seu doutorado) exerceu na elaboração dos problemas deste trabalho. Mais que isso, nos vários momentos em que precisei (e não foram poucos), Cristiano também se mostrou um acadêmico extremamente humano e dotado de empatia e respeito. Em alguns momentos, pensei em desistir e deixar o mestrado para lá e os conselhos dele foram fundamentais para me manter nos trilhos. Em segundo lugar, agradeço à professora Dra. Christine Rufino Dabat. Christine me acompanhou de perto como orientadora ao longo de mais de quatro anos de graduação e me observou, de longe, durante o mestrado. Não preciso falar da excelência acadêmica que ela
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