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A Verdade Ao Amanhecer - Ernest Hemingway

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Emest Hemingway VERDADE AO AMANHECER Introdução de Patrick Hemingway Tradução de José Lima 2.a Edição Igilliffiff,,-OES DOM QUIXOTE Biblioteca Nacional - Catalogação na publicação Verdade ao amanhecer (Ficção universal; 255) ISBN 972-20-1922-8 CDU 821.111(73)-31 IT Publicações Dom Quixote, Lda. Rua Cintura do Porto Urbanização da Marinha, Lote A - 2.- C 1900-649 Lisboa - Portugal Reservados todos os direitos de acordo com a legislação em vigor 0 Hentingway Foreigri, Rights Trust 0 2000, Publi
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  Emest Hemingway VERDADE AO AMANHECER Introdução de Patrick HemingwayTradução de José Lima2.a Edição Igilliffiff,,-OES DOM QUIXOTE  Biblioteca Nacional - Catalogação na publicação Verdade ao amanhecer(Ficção universal; 255) ISBN 972-20-1922-8 CDU 821.111(73)-31 IT Publicações Dom Quixote, Lda. Rua Cintura do PortoUrbanização da Marinha, Lote A - 2.- C1900-649 Lisboa - PortugalReservados todos os direitosde acordo com a legislação em vigor0 Hentingway Foreigri, Rights Trust0 2000, Publicações Dom QuixoteTítulo srcinal: True atFirst Light  Capa de: Míguel ImbiribaRevisão tipográfica: Lídia Freiras La edição: Novembro de 2000Ia edição: Janeiro de 2001 Depósito legal n.o 160224/01Execução gráfica: Gráfica Manuel Barbosa & Filhos, Lda.ISBN: 972-20-1922-8  «Em África uma coisa é verdade ao amanhecer e mentira pelo meio-dia e não devemos respeitá-lamais do que ao maravilhosoe perfeito lago bordejado de ervas que se vê além da planicie salgada crestada pelo sol Atravessámos essa planície pela manhã e sabemos que tal lago não existe. Mas agora está láe é absolutamente verdadeiro, belo e verosimil.» ERNEST HEMINGWAY  INTRODUÇÃO Esta história inicia-se num lugar e num tempo que, pelo menos para mim, continuam a ser extremamenteimportantes. Passei a primeira metade da minha vida adulta na África Oriental e pude dedicar-me à leitura dahistória e da literatura das minorias britânica e alemã que aí viveram pelo curto período de duas gerações emeia. Talvez que os primeiros cinco capítulos não sejam fáceis de seguir nos dias de hoje sem algunsesclarecimentos sobre o que então se passava no Quénia, a Norte do Equador nesse Inverno de 1953-54.Jorno Kenyatta, um africano negro instruído e bastante viajado, um kikuyu que tinha casado com uma inglesaquando vivia na Grã-Bretanha, tinha, no dizer da administração colonial britânica da época, regressado ao seuQuénia nativo e desencadeado uma insurreição de trabalhadores agrícolas negros, os mau-mau, contra osfazendeiros brancos europeus donos das terras que os kikuyu consideravam que lhes tinham sido roubadas. Éo lamento de Caliban dA Tempestad É minha, que me veio de minha mãe SycoraxEsta ilha que me roubaste! Quando aqui chegaste, A princípio eram só afagos, tudo atenções, e davas-me Agua com bagas dentro; ensínavas-me0 nome da grande luminária e o da mais pequena Que dia e noite brilham; e ganhei-te assim afeição E mostrei-te então todas as qualidades da ilha:Frescas torrentes, poços salobros, os sítios áridos e os férteis.
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