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A Violência e Suas Origen1

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  A violência e suas srcens  - {Parte 2}   A Bíblia em Bytes online - Revista Eletrônicahttp://www.bibliabytes.com.br  Livramento da violência avi il!stra de !ma orma m!ito boa o #!e si$ni ica ser %livrado da violência%. Em &&'m ((.) ele canta ao 'enhor *e a#!i ele + chamado de Elohim, o e!s riador e ala-lhe sobre o livramento recebido da violência *hamas. avi neste verso chama o 'enhor de rochedo, de esc!do, de alto retiro e re $io, al+m de a irmar #!e ele oi se! 'alvador e #!e o livro! da violência destr!tiva de se!s inimi$os0 Esta consciência oi $erada em avi n1o somente por se! conhecimento acerca de e!s,mas m!ito mais por s!a vivência com e!s0 Ele participara de m!itas l!tas e batalhas e em todas elas o 'enhor o havia eito vencedor e manteve s!a vida intacta0 avi reconhecia ent1o os livramentos de e!s contra se!s inimi$os *&& 'm ((.23 %E o #!e me tira dentre os me!s inimi$os4 e t! me e5altas sobre os #!e contra mim se levantam4 do homem violento me livras% *$ri o nosso. A#!i vemos claramente o c!mprimento da palavra #!e nos di6: %7 an8o do senhor acampa-se ao redor dos #!e o temem, e os livra% *'l )2.9.Em & r (.9 avi recebe %re or;o% de v<rios valentes #!e !niram-se = ele em se! reino. >or+m, em se! disc!rso ele declara #!e se !nir< paci icamente = eles caso venham a8!d<-lo4 por+m se se! int!ito + entre$<-lo aos inimi$os, sem #!e ha8a violência em s!as m1os... ?ossa trad!;1o di6 assim: %E avi lhes sai! ao encontro, e lhes alo!, di6endo: 'e v@s vindes a mim paci icamente e para me a8!dar, o me! cora;1o se !nir< convosco4 por+m, se + para me entre$ar aos me!s inimi$os, sem #!e ha8a deslealdade nas minhas m1os, o e!s de nossos pais o ve8a e o repreenda%. A palavra trad!6ida por deslealdade + hamas. E5iste !ma di eren;a m!ito $rande entre deslealdade *#!e + !ma alha moral para violência destr!tiva, mali$na, al$o #!e $era morte de o!trem0 >odemos a irmar #!e as $!erras travadaspor avi contra se!s inimi$os *e conse#!entemente, os atos violentos #!e eram $erados ali eram as $!erras do 'enhor0 'im, as violências o! atos violentos ali $erados por avi e se!s valentes eram tidos como 8!í6os de e!s contra a#!eles #!e haviam enchido o c<lice da ira do 'enhor0   A violência %santa% E5istem ormas de violência #!e oram %permitidas% o! %s!portadas% por e!s, poistais atit!des tornaram-se instr!mentos de 8!í6o !tili6ados por e!s contra os inimi$os de &srael. < !m %incidente% descrito no capít!lo )2 de ênesis, onde in<, ilha de Cac@ + se#Destrada, mantida cativa, est!prada e h!milhada por 'i#!+m, ilho de amor. epois de ocorridos estes atos, 'i#!+m e emor v1o at+ Cac@ e se!s ilhos para ne$ociarem o %casamento% e a alian;a entre os dois povos *hebre!s e heve!s. 7s ilhos de Cac@ aceitam, de orma s!rpreendente a alian;a0 >or+m, a6em !ma e5i$ência: #!e todo var1o heve! se8a circ!ncidado0 7s heve!s concordam, circ!ncidam-se e ao terceiro dia, a cidade + visitada por 'ime1o e Levi,irm1os de in< #!e matam = todos os homens #!e ali residiam. in< + res$atada e retornam ent1o para casa. ais adiante no mesmo livro de ênesis, Cac@ antes de s!a morte, aben;oa e pro eti6a sobre a vida de se!s ilhos, de orma a determinar incl!sive #!al seria o !t!ro de cada !m deles, e libera !ma bên;1o, no mínimo estranha sobre 'ime1o e Levi, di6endo: %'ime1o e Levi s1o irm1os4 as s!as espadas s1o instr!mentos de violência% *n 23.F. A#!i + pro eti6ado por Cac@ #!e estes dois irm1os teriam !ma cond!ta %violenta% e #!e esta atit!de prod!6iria divis1o e os espalharia em &srael *n 23.9. ?otemos #!e a  violência n!nca + boa, + por+m %tolerada% por e!s, tra6endo sobre si conse#Dências %nat!rais% $eradas por ela mesma: divis1o e dispers1o entre irm1os0   7 essias e a violência 7 pro eta &saías nos ala sobre o car<ter do essias #!e viria para remir a h!manidade0 Em &s F).3 est< escrito: %E p!seram a s!a sep!lt!ra com os ímpios, e com o rico na s!a morte4 ainda #!e n!nca comete! in8!sti;a, nem ho!ve en$ano *violência na s!a boca% *$ri o nosso. aver<, se$!ndo &saías, !ma recompensa a#!eles #!e amam e esperam pelo essias: %?!nca mais se o!vir< de violência na t!a terra, desola;1o nem destr!i;1o nos te!s termos4 mas aos te!s m!ros chamar<s 'alva;1o, e =s t!as portas lo!vor% *&s GH:I. J!ando isso ocorrer<K ?o reinado do essias, &srael voltar< a ser o centro das aten;es de todo o m!ndo e ali se concreti6ar1o as promessas do Eterno dadas = eles desde sempre07s servos * ilhos de e!s desobedientes: o #!e acontece = elesKA condi;1o para ser aben;oado + somente !ma: obedecer0 as o contr<rio + tamb+m verdadeiro0 Me8amos a opini1o de Ceremias: %omo a onte prod!6 as s!as <$!as, assim ela prod!6 a s!a malícia4 violência e estra$o se o!vem nela4 en ermidade e eridas h< diante de mim contin!amente% *Cr G:9. A cidade onde habitam os desobedientes tem tamb+m s!as características: ela prod!6 violência0 Eainda e5istem al$!ns #!e se #!ei5am e per$!ntam: %J!ando, pois, disseres no te! cora;1o: >or #!e me sobrevieram estas coisasK >ela m!ltid1o das t!as maldades sedescobriram as t!as raldas, e os te!s calcanhares so rem violência% *Cr ):((. 7s %desviados% o! desobedientes vêem a >alavra do 'enhor ter o!tra aplica;1o para eles: %>or#!e desde #!e alo, $rito, clamo: Miolência e destr!i;1o4 por#!e se torno!a palavra do 'enhor !m opr@brio e l!díbrio todo o dia% *Cr (H:I. Eles a$ora vivem a ver$onha de conhecerem = e!s e receberem o %avesso% de s!a >alavra0 >arece #!e por mais #!e clamam, n1o s1o o!vidos e est1o distantes do e!s Eterno07s ricos parecem Ner !ma %inclina;1o% = violência por n1o terem a consciência da necessidade #!e tinham de e!s0 &sso est< e5presso em # G.(: %>ois os ricos da cidade est1o cheios de violência, e os se!s habitantes alam mentiras, e a lín$!a deles + en$anosa na s!a boca%. < !ma associa;1o entre a violência e a mentira0 7s mentirosos, em c!8a boa est< o en$ano, s1o sempre violentos0 &sso + res!ltado de s!a % ilia;1o% com o in erno0 7 casti$o pela desobediência vem do pr@prio 'enhor: %E arranco! o se! tabern<c!lo com violência, como se osse a de !ma horta4 destr!i! o l!$ar da s!a con$re$a;1o4 o 'E?7R, em 'i1o, pôs em es#!ecimento a esta solene e o s<bado, e na indi$na;1o da s!a ira re8eito! com despre6o o rei e o sacerdote% *Lm (:G. O tamb+m nos dito sobre a casa de C!d< *o povo de &srael:%Ent1o me disse: Mês isto, ilho do homemK < porvent!ra coisa mais leviana para a casa de C!d<, do #!e tais abomina;es, #!e a6em a#!iK avendo enchido a terrade violência, tornam a irritar-me4 e ei-los a che$ar o ramo ao se! nari6% *E6 I:9. 7s atos do se! povo oram levianos e encheram a terra de violência0 As atit!des do pr@prio povo de e!s, desviado de se!s caminhos prod!6i! violência0 Eles mesmos deram direito ao in erno de at!ar, liberando assim !ma torrente de violência sobre a terra0?@s, os santos do 'enhor somos os nicos capa6es de conter a violência0?ossas ora;es, intercesses e atos pro +ticos + #!e a6em a di eren;a neste caso0 >or isso a palavra nos di6 #!e eles irritaram ao 'enhor0 Eles i6eram 8!stamente ao contr<rio do #!e deveriam, e assim, incitaram = e!s contra eles mesmos0 7 pro eta ala-nos de se! dia-a-dia de orma triste, al$o #!e seria con !so, cont!rbado, 8!stamente por ca!sa da violência0 %E dir<s ao povo da terra: Assim di6o 'enhor e!s acerca dos habitantes de Cer!sal+m, na terra de &srael: 7 se! p1o  comer1o com receio, e a s!a <$!a beber1o com s!sto, pois a s!a terra ser< despo8ada de s!a ab!ndPncia, por ca!sa da violência de todos os #!e nela habitam%*E6 (:3.At+ mesmo a classe sacerdotal violento! a palavra do Eterno: %7s se!s sacerdotes violentam a minha lei, e pro anam as minhas coisas santas4 n1o a6em di eren;a entre o santo e o pro ano, nem discernem o imp!ro do p!ro4 e de me!s s<bados escondem os se!s olhos, e assim so! pro anado no meio deles% *E6 ((:(G. 7s líderes do povo de e!s i6eram da violência o se! teso!ro, por dei5arem e at+ desconhecerem a retid1o0 %>ois n1o sabem a6er o #!e + reto, di6 o 'enhor, a#!eles#!e enteso!ram nos se!s pal<cios a violência e a destr!i;1o% *Am ):H. Estes líderes alon$am *o! estendem o dia ma! *os dias em #!e praticam o mal e esperam a pro5imidade do l!$ar da violência, esperam e assim s!cede: %Q v@s #!e a astais o dia ma! e a6eis #!e se apro5ime o assento da violência% *Am G:). Acontece! !m epis@dio interessante com o pro eta Conas, pois ele recebe !ma ordem do 'enhor: ir = ?inive e pre$ar a >alavra aos habitantes da#!ela cidade0 Ele tenta !$ir para N<rsis e + %levado% por e!s para #!e se!s prop@sitos em ?ínive0 7res!ltado esperado da pre$a;1o de Conas oi #!e %mas se8am cobertos de saco, tanto os homens como os animais, e clamem ortemente a e!s4 e convertam-se, cada !m do se! ma! caminho, e da violência #!e h< nas s!as m1os% *Cn ):I. A h!milha;1o do povo da#!ele l!$ar e6 com #!e eles abandonassem se! ma! caminho e a violência #!e havia em s!as m1os0 7 ob8etivo oi alcan;ado atrav+s da pre$a;1o0   7 !t!ro e a violência 7 pro eta abac!#!e ala sobre o !t!ro %ia do 'enhor% em #!e os inimi$os do povo de e!s vir1o com violência sobre o se! povo0 %Eles todos vêm com violência4a s!a van$!arda irrompe como o vento oriental4 eles a8!ntam cativos como areia% *c :3. Atrav+s desta escrit!ra entendemos #!e tais inimi$os ter1o vit@rias n1o de initivas sobre o povo de e!s0 as h< tamb+m o reverso do #!e acontecer< = eles: %Misto como despo8aste m!itas na;es, os demais povos te despo8ar1o a ti, por ca!sa do san$!e dos homens, e da violência para com a terra, a cidade, e todos os #!e nela habitam% *c (:I. A promessa #!e eles tamb+m receberiam a derrota e tamb+m seriam %despo8ados% por ca!sa do san$!e derramado e da violência e5ercida contra a terra, a cidade e se!s habitantes0 7 veredito inal 8< oi dado: %>ois e! detesto o div@rcio, di6 o 'enhor e!s de &srael, e a#!ele #!e cobre de violência o se! vestido4 portanto c!idai de v@s mesmos, di6 o 'enhor dos e5+rcitos4 e n1o se8ais in i+is% *l (:G.7 'enhor nos in orma a#!i #!e h< !m sentimento r!im em se! cora;1o #!anto = separa;1o de se! povo para com Ele0 Ele pretende manter se! povo sempre !nido =ELE0 >or+m, e5istem pessoas #!e abri$am dentro de si a violência e n1o #!erem abrir m1o de se!s pensamentos, palavras e atos0 7 'enhor ent1o nos chama = idelidade0 E5iste ent1o al$!ma saída para tal sit!a;1oK A resposta + !m sonoro 'im0 7 #!e a6er ent1oK %Assim di6 o 'enhor: E5ercei o 8!í6o e a 8!sti;a, e livrai o espoliado da m1o do opressor4 e n1o oprimais ao estran$eiro, nem ao @r 1o, nem =viva4 n1o a;ais violência, nem derrameis san$!e inocente neste l!$ar% *Cr ((:).E5iste tamb+m !m processo de %retrib!i;1o% #!e + desencadeado pelo Eterno #!ando se! povo novamente retorna = Ele0 Ceremias di6 assim:%A violência #!e se e6 a mim e = minha carne venha sobre Babilônia, dir< a moradora de 'i1o4 e o me! san$!e caia sobre os moradores da ald+ia, dir< Cer!sal+m% *Cr F:)F.aver< !m dia, #!ando todo o processo de violência ter< s!a retrib!i;1o inal %>or ca!sa da violência eita a te! irm1o Cac@, cobrir-te-< a con !s1o, e ser<s  e5terminado para sempre% *7b :H4 a#!i os inimi$os de &srael e do povo de e!sser1o e5terminados para sempre0   7 amas e &srael omo 8< vimos, amas + o princípio de toda a violência no m!ndo, e ho8e mais partic!larmente contra a na;1o de &srael. amas + tamb+m o nome de !m $r!po terrorista #!e atormenta &srael re$!larmente com se!s ata#!es s!icidas, com atentados = bomba, com se#Destros, etc... 'e! ob8etivo: tra6er violência contra a na;1o de &srael0 &sso ocorre por#!e este $r!po palestino n1o concorda com a e5istência da na;1o de &srael0 ?1o parece al$o b<rbaro0 7s palestinos l!tam atrav+sdeste $r!po *tamb+m para desestabili6arem a na;1o de &srael e para se %vin$arem% da %amea;a 8!daica% nas terras #!e consideram %s!a heran;a%0 Esta + !ma l!ta #!e praticamente n1o ter< im, pois os espíritos de demônios envolvidos nela s1o anti#!íssimos e 8< militam h< m!ito contra &srael0 'omente e5iste !m #!e + capa6 de por im = t!do isso: esh!a < ashiach *Ces!s o essias0 E m!ito em breve ele por< im = essa sit!a;1o, implantando se! reino de pa6 *shalom sobre a terra0 J!e esse tempo venha e c!mpra-se t!do o #!e est< escrito0 Bar!ch < 'hem0Bendito se8a o ?ome0
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