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A violência urbana e segurança pública no Brasil Redação escrita por Lari Enviada há 12 meses A violência urbana, muitas vezes é ocasionada pela falta de segurança publica no Brasil. Dois estados que são prejudicados com esse déficit é São Paulo e Rio de Janeiro. Um dos principais problemas que aumenta a violência é a falta de infraestrutura para os jovens, podendo observar também, a segurança publica precária. Os jovens têm poucas oportunidades, principalmente negros. Onde não possuem escola
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  A violência urbana e segurança pública no Brasil Redação escrita por Lari Enviada há 12 meses A violência urbana, muitas vezes é ocasionada pela falta de segurança publica no Brasil. Dois estados que são  prejudicados com esse déficit é São Paulo e Rio de Janeiro. Um dos principais problemas que aumenta a violência é a falta de infraestrutura para os jovens,  podendo observar também, a segurança publica precária. Os jovens têm poucas oportunidades, principalmente negros. Onde não possuem escolas publicas com bom ensino e muitas vezes são desmotivados a estudar, com  pouco interesse, tendo oportunidades de vida mais fáceis de ganhar dinheiro pelo mundo a fora. Ressaltando também que isso acontece com os adolescentes por não ter um bom convívio com a família, o que leva muitos a entrar no mundo do crime, deixando se levar pela vida  banal. Destacando também a falta de uma boa segurança publica, sendo que policiais não ganham bem e são exigido demais  pela sociedade brasileira, onde nem mesmo a humanidade ajuda-os a combater a violência. Cada cidade, por menor que seja deve conter uma boa segurança, pois a violência esta em todos os lugares. A violência urbana e a segurança brasileira são coligadas uma com a outra, pois as duas são precárias. Elas precisam de uma boa infraestrutura, contra a violência urbana é  preciso contratar mais pessoas qualificadas para trabalhar numa instituição de ensino publico, motivando os jovens a estudar e na segurança dar um salario digno devido ao  trabalho dos policiais entre outros que protege a sociedade  brasileira e construir mais postos policiais em localidades de muita violência, juntamente onde não obtém. Redação Dissertativa PCC: FATOS E MARKETING Fonte: Gazeta do Povo, Carlos Alberto Di Franco O problema da segurança pública no Brasil é gravíssimo. E São Paulo está no olho do furacão. Chamadas nos telejornais e manchetes de capa transmitem crescente percepção de impotência. Assiste- se a um autêntico “toque de recolher” não necessariamente imposto pelo crime organizado, mas pelo pânico psicológico. A maior cidade do país está, aparentemente, submetida às estratégias criminosas de uma entidade mítica: o Primeiro Comando da Capital (PCC). O lead corresponde à verdade dos fatos? Façamos, caro leitor, uma análise serena da realidade. A criminalidade aumentou nos últimos meses. É um fato indiscutível. Em outubro houve 149 assassinatos, quase o dobro dos 78 no mesmo período de 2011. Mas não  basta fazer o registro do recrudescimento da violência. É preciso analisar as causas que romperam uma trajetória bem-sucedida de combate aos homicídios na cidade de São Paulo. É um fato, não uma opinião, que o estado de São Paulo, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, apresentou uma das mais baixas taxas de crimes violentos letais intencionais (CVLI) do país em 2011  –   10,8 por 100 mil habitantes. O CVLI leva em conta homicídios dolosos, latrocínios e crimes de lesão corporal que resultem em morte. O índice do Brasil como um todo é de 23,6 por 100 mil. Em Alagoas, esse indicador alcança 76,3. No Rio de Janeiro, é de 25,8. O segundo semestre deste ano, no entanto, apresentou uma quebra na trajetória de queda nos homicídios. Mesmo assim, o estado de São Paulo tende a fechar o ano com 10,77 mortos por 100 mil habitantes. Na cidade de São Paulo, o índice deve chegar a 11,3 por 100 mil. Isso significa, como bem lembrou o jornalista Reinaldo Azevedo em artigo  publicado na revista Veja, que “no ano em que São Paulo foi mostrado na televisão como um teatro de guerra urbana, o estado ainda figurará nas estatísticas confiáveis como o mais seguro do Brasil”. O recrudescimento da violência apresenta um ângulo pouco destacado nas informações superficiais: os criminosos estão reagindo ao duro combate da polícia ao tráfico de drogas. Muitos traficantes estão sendo presos e é impressionante a quantidade de droga apreendida. É isso que explica a escalada da criminalidade, sobretudo a morte de  policiais. Mesmo assim, é preciso fazer a leitura correta dos números. Do início do ano  até agora, 100 policiais foram mortos. Investigações policiais encontraram indícios de execuções em 40% desses casos. Mas houve PM assassinado porque assediou a mulher de traficante, PMs mortos em latrocínios e PMs envolvidos com a máfia dos caça-níqueis, assassinados por seus comparsas. Não se pode, portanto, creditar ao PCC uma matança generalizada de policiais. A crise da segurança pública, em São Paulo e no Brasil, não começou ontem. Armas sofisticadas e grande quantidade de drogas entram, diariamente, no espaço brasileiro.  Nossas fronteiras são avenidas abertas ao livre trânsito do crime organizado. O governo federal, responsável pelo controle das nossas fronteiras, tem feito pouco, muito pouco. Sem uma operação conjunta das Forças Armadas e da Polícia Federal, apoiada em modernos sistemas de inteligência, aramos no mar. Fim Principal  A SEGURANÇA PÚBLICA NO BRASIL    Na última década, a questão da segurança pública passou a ser considerada problema fundamental e principal desafio ao estado de direito no Brasil. A segurança ganhou enorme visibilidade pública e jamais, em nossa história recente, esteve tão presente nos debates tanto de especialistas como do público em geral. Os problemas relacionados com o aumento das taxas de criminalidade, o aumento da sensação de insegurança, sobretudo nos grandes centros urbanos, a degradação do espaço público, as dificuldades relacionadas à reforma das instituições da administração da justiça criminal, a violência policial, a ineficiência preventiva de nossas instituições, a superpopulação nos presídios, rebeliões, fugas, degradação das condições de internação de jovens em conflito com a lei, corrupção, aumento dos custos operacionais do sistema, problema relacionados à eficiência da investigação criminal e das perícias  policiais e morosidade judicial, entre tantos outros, representam desafios para o sucesso do processo de consolidação política da democracia no Brasil. Imagem extraída de www.worldpress.com Cidade de São Paulo, centro e periferia Lalo de Almeida/Folha Imagem    A amplitude dos temas e problemas afetos à segurança pública alerta para a necessidade de qualificação do debate sobre segurança e para a incorporação de novos atores, cenários e paradigmas às  políticas públicas.  O problema da segurança, portanto, não pode mais estar apenas adstrito ao repertório tradicional do direito e das instituições da justiça, particularmente, da justiça criminal,  presídios e polícia. Evidentemente, as soluções devem passar pelo fortalecimento da capacidade do Estado em gerir a violência, pela retomada da capacidade gerencial no âmbito das políticas públicas de segurança, mas também devem passar pelo alongamento dos pontos de contato das instituições públicas com a sociedade civil e com a produção acadêmica mais relevante à área. Em síntese, os novos gestores da segurança pública (não apenas policiais, promotores, uízes e burocratas da administração pública) devem enfrentar estes desafios além de fazer com que o amplo debate nacional sobre o tema transforme-se em real controle sobre as políticas de segurança pública e, mais ainda, estimule a parceria entre órgãos do poder público e sociedade civil na luta por segurança e qualidade de vida dos cidadãos brasileiros. Trata-se na verdade de ampliar a sensibilidade de todo o complexo sistema da segurança aos influxos de novas idéias e energias provenientes da sociedade e de criar um novo referencial que veja na segurança espaço importante para a consolidação democrática e  para o exercício de um controle social da segurança.
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