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Abertura da Temporada de Montanhismo em Santa Catarina

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De 01 a 03 de junho SÃO PEDRO - SERRA GERAL Abertura da Temporada de Montanhismo em Santa Catarina APRESENTAÇÃO A Abertura da Temporada de Escalada e Montanhismo do Estado de Santa Catarina. É com satisfação que convidamos você a participar da Abertura da Temporada de Escalada e Montanhismo, confraternização anual de montanhistas e escaladores de SC. A Abertura da Temporada é o grande encontro do Montanhismo de Santa Catarina que celebra o início das atividades todos os anos, com a chegada do inverno. A cada edição, o encontro acontece em uma região diferente de Santa Catarina. O formato itinerante do evento tem como função desenvolver e divulgar setores que têm relevante importância para a atividade, ou que apresentam potencial para se tornarem novos destinos de escalada. Em cada setor que recebe o evento são realizados trabalhos de infra-estrutura que têm início meses antes da data marcada para o encontro. As melhorias para as rotas de escalada, desenvolvem o potencial do setor e melhoram as condições de segurança da escalada. Os trabalhos nas trilhas preparam o local para o aumento da visitação decorrente das novas facilidades de acesso. O trabalho de conscientização perpetua o uso sustentável dos recursos. Instituto Felinos do Aguaí base da ATM-SC 2018 As principais atividades realizadas durante o encontro são as caminhadas interpretativas guiadas por montanhistas experientes, escaladas em setores diversos, cavalgadas, cicloturismo, palestras, workshops, mutirão nas trilhas e festa de enceramento com jantar de confraternização. Participam da abertura da temporada toda comunidade local, escaladores, caminhantes e montanhistas de todo estado e de outras regiões do país, que se reúnem para trocar experiências e desfrutar das novas possibilidades de interação com o local. 1 SÃO PEDRO - SIDERÓPOLIS A nova casa da ATM-SC São Pedro foi uma colônia que surgiu por volta de 1890, num território rodeado por montanhas, orestas, árvores de todos os tamanhos, solo fértil, água, animais e muitas frutas silvestres. A comunidade formou-se na encosta da Serra Geral, no município de Sideropólis, abrangendo três povoados: São Pedro, Serrinha e Costão da Serra, onde viveram mais de 200 famílias. A comunidade recebeu esse nome pela fé que seus habitantes tinham em São Pedro, Santo Padroeiro dos Pescadores. A comunidade de São Pedro tem uma história peculiar e revela, principalmente, uma grande diversidade de cultura, constituída por povos indígenas, imigrantes europeus, populações serranas, culturas tradicionais que marcaram importantes fatos na formação da história catarinense. Dos três povoados citados acima, o primeiro a surgir foi São Pedro, que cou conhecido como a colônia dos italianos. Então, mais tarde, formou-se o povoado da Serrinha e Costão da Serra, ocupados principalmente pelos serranos, também conhecidos pelos italianos como morenos, que viviam anteriormente na região da Serra Geral. As primeiras famílias italianas a ocuparem essa comunidade foram os Frigo, Sávio, Mondardo, Bongiolo, Pires, Ghellere, Cúnico, entre outros. Dos moneros, destacam-se as famílias de Antonio Matia, Avelino Paliano e Paulo Coral. São Pedro um lugar perfeito para a prática do montanhismo. 2 O CAMINHO DE TROPAS DE SÃO PEDRO A história viva em um trekking com desnível superior a 1000m. O caminho de tropas de São Pedro é uma trilha aberta na mata que, seguindo a nascente principal do rio São Bento, maior afluente do rio Mãe Luzia, foi construída para ligar a sede da colônia de Nova Veneza ao alto da serra, na região de Bom Jardim, São Joaquim e Lages. Esse caminho serviu, nos primeiros anos da colônia, para transporte de mercadorias levadas pelos tropeiros no lombo das montarias, do litoral até o planalto e vice-versa (BORTOLOTTO, 1992). Os tropeiros eram uma espécie de comerciantes ambulantes que traziam da serra produtos como pinhão, charque, queijo e levavam do litoral sal, farinha de milho e mandioca. Porém uma das principais mercadorias dos tropeiros eram as tropas de gado e de porco, sendo que entre estes últimos os animais que eram muito brabos, tinham os olhos costurados para que ficassem comportados e não desviassem do caminho. Os trajes que os tropeiros utilizavam eram usualmente botas e bombachas, mas sempre complementados por uma capa tradicional, que usavam para se protegerem das chuvas e do frio. Tropeiros no caminho de tropas anos 70. A viagem dos tropeiros era uma verdadeira epopéia. Picada estreita, barrancos, paredões beirando o precipício e contornando grandes rochedos. Transitar pela trilha só era possível a pé ou a cavalo/mulas. Quando as tropas desciam a serra, sempre vinha na frente o madrinheiro, pessoa que seguia à frente do dianteiro, montando uma égua mansa, a madrinheira, e guiando a tropa ao som dos cincerros nela pendurados (DOMINGUES, 2008). 3 Para a comunidade de São Pedro, a trilha foi fundamental para a integração e economia dos povos. Era através desse caminho normalmente originado pela compra e venda de centenas de gado e porcos para engorda - que acontecia o comércio entre as diferentes regiões. Nesse território, a diversidade de cultura sempre foi muito respeitada. Os tropeiros tinham como uma das principais paradas e pousadas a mercearia do Sr. Leandro Bongiolo, situada na comunidade de São Pedro. Essa mercearia tornou-se para a comunidade um espaço de interação social, de troca de bens, informações e mercadorias. O primeiro rádio a surgir na comunidade foi adquirido pela família Bongiolo que o mantinha na mercearia, onde as pessoas que iam assistir à missa aos domingos cavam ali à tarde para ouvir as músicas regionais. Na década de 80, com a pavimentação da Serra do Rio do Rastro e o crescimento da atividade de mineração, o tropeirismo na região foi declinando. Atualmente o Caminho de tropas é utilizado exclusivamente para observação da natureza. Montanhistas chegando aos 1200 m de altitude. ATIVIDADES RELACIONADAS AO CAMINHO DE TROPAS DE SÃO PEDRO: Ø T1 Trekking 15km até o topo da Serra Geral com acampamento a 1330m. Partida dia 01/junho 10:00 h retorno dia 02/junho 11:00 h. Ø T2 Trekking 10km até o topo da Serra Geral 1200m. Partida dia 02/junho as 07:00 h retorno as 16:00h. Ø T3 Trekking 5km iniciação ao montanhismo. (crianças) Partida dia 02/junho as 14:00 h retorno as 16:00h. 4 ROCHAS E ELEVAÇÕES Morro da mina, Galeria e Serrinha, três setores de escalada que totalizam mais de 70 vias. A memória da Terra nos ajuda a compreender o complexo desenvolvimento do mundo natural e o porquê da riqueza de rochas e elevações hoje existentes em Unidades de Conservação. O embasamento rochoso da região de São Pedro é formado por rochas sedimentares (arenitos) e ígneas (basaltos). O processo de formação das rochas se iniciou em torno de 200 milhões de anos atrás, quando as forças internas do planeta moveram diversas placas tectônicas, começando com a fragmentação do supercontinente Pangeia. O evento de fragmentação abriu ssuras numa vasta região do Continente de Gondwana que, posteriormente, constituiriam as margens oeste da África e leste da América do Sul. Antes de se abrirem as imensas ssuras, existia no local um grande deserto, chamado de Botucatu. Os extensos campos de dunas, depositados por ação eólica, formaram predominantemente os arenitos, rochas sedimentares compostas por grãos de areia que formam os 3 setores de escalada no São Pedro. Puma fotografado na Reserva Biológica Estadual do Aguaí por montanhistas. Escaladores na via con uência - Morro da Mina - São Pedro 5 SETORES DE ESCALADA EM ROCHA MORRO DA MINA 28º33'9.44 S 49º34'11.10 O Montanha que se destaca na entrada do vale do São Pedro, todas as faces possuem paredes que podem ser exploradas, na parte leste existe uma gruta com projetos não abordados no catálogo devido a di culdade de acesso. O Morro da Mina possui uma grande extensão formando áreas como setores separados que mesmo pertencendo a mesma montanha oferecem particularidades distintas. Destaque para as vias rock in rocks, dica teórica e do outro, na área central as vias tradicionais com mais de cinco cordadas também chamam atenção dos escaladores. GALERIA 28º33'11.44 S 49º36'37.65 O Morro ou pico da galeria, assim chamado pelos Tropeiros que por décadas freqüentam a tradicional trilha que liga o vale da comunidade de São Pedro ao planalto serrano. Foi no ano de 2005 que integrantes da Asgem iniciaram a trilha de acesso até a parede e hoje o setor conta com 15 vias, algumas esportivas com proteções xas e outras tradicionais com proteção móvel. Destaque para as vias dona Julia, lacata, Caio e a via que leva ao cume samambaiaçu, onde cinco cordadas distintas oferecem aventura garantida. A Associação Serra Geral de Montanhismo-Asgem, mantem funcionando o abrigo de montanha no local. SERRINHA 28º36'46.58 S 49º37'13.19 O A exploração da parede para prática de escalada teve início em 2010, e hoje o setor da Serrinha possui mais de 25 vias. Devido a fatores como facilidade de acesso e vias variando na casa do sétimo grau a presença de diversos escaladores consolida o setor, destaque para as vias falconideos, transamazônica e capitão abelha. Alguns encontros de montanhismo foram promovidos no local e ajudaram a divulgar o setor da Serrinha, outras paredes na proximidade também receberam explorações e quase no nal do vale seguindo o rio, existe uma imponente cachoeira. 6 A RESERVA BIOLÓGICA ESTADUAL DO AGUAÍ Todas as atividades do evento estarão de acordo com o plano de manejo da Reserva Biológica Estadual do Aguaí. A Reserva Biológica Estadual do Aguaí é uma das dez unidades de conservação estaduais do grupo de proteção integral de Santa Catarina, com uma área de hectares, sendo considerada como área especial para a preservação ambiental, já que abriga um dos mais ricos patrimônios naturais do país, a Floresta Atlântica. Criada em 1983, a reserva do Aguaí abrange quatro municípios: Morro Grande, Nova Veneza, Siderópolis e Treviso. A unidade de conservação se destaca por apresentar uma complexa fisionomia natural com relevos acidentados e altitudes que variam de 200 a 1470 metros, com águas frias, típicas de montanha e uma grande diversidade e endemismo de muitas espécies nos vários grupos da fauna e flora. Para as comunidades que vivem na região sul do estado, a unidade de conservação é fundamental, pois através dos serviços ambientais fornece água para a Barragem do Rio São Bento, que abastece os municípios de Criciúma, Forquilhinha, Maracajá, Içara, Nova Veneza, Turvo e Meleiro. INSTITUTO FELINOS DO AGUAÍ A ATM-SC 2018 terá como base a sede do Instituto Felinos do Aguaí. Criado em 2006 e sediado em São Pedro-Siderópolis, o Felinos do Aguaí desenvolve atividades de pesquisa, educação ambiental, e envolvimento com comunidades locais visando promover a conservação das 5 espécies de felinos que habitam a ReBIO Aguaí. Puma fotografado na Reserva Biológica Estadual pela equipe do Instituto. 7 WORKSHOP Apresentação do Caminho da Mata Atlântica O Caminho da Mata Atlântica será a primeira trilha brasileira de grande extensão, começando no Parque Nacional dos Aparados da Serra (RS) e chegando até o Parque Estadual do Desengano (RJ). A ideia é interligar diversas trilhas importantes já existentes, e ao mesmo tempo fortalecer e disseminar iniciativas locais nesses caminhos, como pousadas, campings, restaurantes, atividades de ecoturismo e aspectos históricos e culturais. A trilha cruzará mais de 60 áreas protegidas, incluindo 10 Parques Nacionais e 32 Estaduais, formando um grande corredor e promovendo o ecoturismo, a geração de renda para comunidades locais e a conservação das áreas protegidas. O Caminho da Mata Atlântica é uma iniciativa do Borandá, movimento fomentado pelo WWF-Brasil que conta com muitos parceiros, entre órgãos gestores de Unidades de Conservação, clubes de montanhismo e organizações da sociedade civil. O evento é gratuito, aberto a todos os interessados, e será coordenado pela FEMESC com apoio das suas associações. PALESTRANTES: Ivo Leonardo Shmidtz e Ricardo Garcia. Saiba mais sobre o Caminho da Mata Atlântica: MOSTRA FOTOGRÁFICA Valles - Floresta Atlântica Após 20 anos da sua primeira edição a Exposição VALLES - Floresta Atlântica do fotógrafo de natureza Junior Santos reaparece retratando toda riqueza natural da Reserva Biológica Estadual do Aguaí. A mostra pega folego na ATM-SC e parte para exposições itinerantes por todo sul catarinense, incluindo escolas. JUNIOR SANTOS - Fotógrafo pro ssional, iniciou em 1996 a explorar os recursos naturais que envolvem a Serra Geral Catarinense. Nas montanhas, iniciou e aprimorou a técnica da fotogra a e do montanhismo. O fotógrafo possui um extenso banco de dados sobre a biodiversidade da Reserva do Aguaí. O fascínio pela arte da fotogra a, o fez buscar novas técnicas e linguagens visuais tais como: arte grá ca, animação e audiovisuais. Produziu os áudios-visuais documentários: Aguaí Floresta Atlântica; Andes ASGEM e Memórias de São Pedro. Autor do Livro Memórias de São Pedro (2011). Membro honorário da Associação Serra Geral de Montanhismo. Participou da criação da FEMESC - Federação de Montanhismo e Escalada de Santa Catarina. Na área de montanhismo realizou projetos como: Lo Gigantes (Sierras Grandes, Cordoba-AR/2001); Serra Geral Expedições (SC/2003); Cordilheira dos Andes (2004), Expedição Andes ASGEM (2009) e Expedição Aguaí (2012 a 2017). Na área ambiental, criou o Projeto Valles ( ) e o Instituto Felinos do Aguaí, no qual atua como fotógrafo; montanhista e pesquisador. Integrante do Conselho Consultivo da Reserva do Aguaí e do Conselho do Meio Ambiente de Siderópolis. Autor do Livro Memórias de São Pedro (2011) e Reserva Biológica Estadual do Aguaí (2015). 8 VIVÊNCIA Batismo de Escalada em Rocha Nesta atividade usaremos vias de 15 metros em ambiente natural com corda de cima (top-rope) para proporcionar ao praticante a sensação de estar na rocha. Vale ressaltar que, assim como no mergulho, o batismo de escalada em rocha é oferecido para iniciantes, proporcionando um primeiro contato com o esporte. Crianças acima de 8 anos de idade já podem participar. O participante do batismo de escalada em rocha aprenderá o básico sobre equipamentos, técnicas de progressão e procedimentos de segurança. Ficará fácil entender como a escalada é um esporte seguro e muito prazeroso. OFICINA Aperfeiçoamento em Técnicas de Escalada em Livre (fendas e fissuras) Destinados a quem já Escala e quer aprender técnicas de escaladas de Fendas. As aulas serão realizadas em vias com diferentes técnicas de entalamentos: mãos, punhos, corpo e dedos. Este será uma o cina adaptada as suas necessidades, exigências e preparo físico. Além do mais, tudo está dividido de forma bem didática para facilitar o aprendizado. Instrutor: Filipe Ronchi Instrutor de Escalada em Rocha certi cado pela Garra Aventura. Montanhista com muita experiência em travessias pela Serra Geral catarinense e de Escaladas em grandes paredes no Pelo Brasil, cordilheira dos Andes e Patagônia. WORKSHOP Primeiros Socorros em Áreas Remotas. Apresentar aos participantes os procedimentos básicos sobre a prevenção e o atendimento a acidentes em ambientes naturais, com a nalidade de garantir as melhores condições a vítima até a chegada de pessoal especializado ou até seu transporte a um centro hospitalar. O instrutor. Tony Provesano. Escalador e Montanhista desde 1989, Condutor de atividades de Aventura, Instrutor de Primeiros Socorros e Busca e Resgate em Montanhas. 9 NOVA VENEZA 2018 MAPA Mapa ilustrativo da comunidade de são pedro - siderópolis - sc PICO GALERIA MORRO DA MINA 2018 INSTITUTO FELINOS DO AGUAÍ SIDERÓPOLIS SERRINHA N LEGENDA Estrada Trekking 3 Trekking 2 Trekking 1 Camp Estrada Setor Serrinha Setores de Escalada 10 ÉTICA LOCAL Toda a história do montanhismo na região foi desenvolvida seguindo os princípios básicos de respeito aos moradores do entorno das montanhas e a preservação dos ambientes naturais, atualmente seguindo as orientações internacionalmente reconhecidas e disseminadas através da Confederação Brasileira de Montanhismo e Escalada CBME. É esperado que ao visitar os locais aqui descritos o montanhista desfrute de todo o prazer proporcionado pela escalada, que aproveite toda a beleza cênica encontrada na região, que respeite toda a harmonia e silêncio que só se consegue freqüentando áreas isoladas na serra geral, que acima de tudo procure mais informações para garantir segurança e evitar acidentes. Todos os setores possuem acessos já estabelecidos, não abra novas trilhas. Todo o lixo gerado deve ser levado de volta e destinado ao local correto. Respeite os direitos autorais dos conquistadores; os moradores do entorno e toda a fauna e flora existente nos ambientes naturais encontrados na serra geral. INSCRIÇÕES As inscrições poderão ser feitas do site https://www.ticketagora.com.br no valor de R$50,00 que darão direito: Camiseta do evento, camping, seguro ecotrip, passaporte para atividades guiadas, confraternização no sabado a noite com janta. ATIVIDADES Dia 31/maio - QUINTA 12:00h - Abertura do Camping Dia 01/junho - SEXTA 08:00h - ABERTURA OFICIAL ATM-SC :00h - Partida do T1 Trekking 15km com acampamento a 1330m. 18:00h - WORKSHOP PRIMEIROS SOCORROS EM ÁREAS REMOTAS (Facilitador: Tony Provesano) Dia 02/junho - SÁBADO 08:00h - Partida para Escalada em rocha ( setores diversos ) 08:00h - Partida para T2 10km até o topo da Serra Geral 1200m. 09:00h - Partida para OFICINA APERFEIÇOAMENTO EM TÉCNICAS DE ESCALADA EM LIVRE (FENDAS E FISSURAS) R$100,00 (Instrutor: Filipe Ronchi) 11:00h - Chegada do T1 (estimado). 13:00h - Partida MOUNTAIN BIKE 40km pela encostas da Serra Geral. 14:00h - Partida T3 Trekking 5km iniciação ao montanhismo. 18:00h - WORKSHOP CAMINHO MATA ATLÂNTICA (Facilitadores: Ricardo Garcia - Ivo Leonardo Shmidtz) 19:00h - FESTA CONFRATERNIZAÇÃO ATM-SC 2018 e Janta. Dia 03/junho -DOMINGO Dia livre 09:00h - Partida para VIVÊNCIA - BATISMO DE ESCALADA R$80,00 (Instrutor: Filipe Ronchi ) Ricardo Garcia ou Junior Santos
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