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Vampiro a Máscara - Pequenos Vampiros - Biblioteca Élfica.pdf

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  p. 1 Pequenos Vampiros  Um suplemento de interpretação infantil para o Vampiro: A Mascara O SANGUE DA INOCÊNCIA ...  Às vezes os vampiros aliviam sua existência solitária cortando frutos que ainda não amadureceram, aproveitando vidas que ainda têm muito para viver. Esta situação é especialmente verdadeira entre as crianças. A maldição do sangue de Caim não é feita  para elas, mas mesmo assim, algumas acabam sendo trazidas ao mundo dos mortos-vivos, pagando pelos pecados de seus pais. ...   É DOCE PARA OS VAMPIROS   Pequenos Vampiros é um suplemento para Vampiro: A Máscara, que analisa a figura da criança vampira e apresenta sua situação no Mundo das Trevas, com dicas para sua criação e definição. Entre as crianças vampiras existem seres e criaturas selvagens e monstruosas que se agarram desesperadamente à humanidade, vítimas de uma situação que não desejavam. ESSE E-BOOK CONTÉM:  -Um ensaio sobre a presença de crianças vampiras na literatura e no cinema. -Uma análise de como os clãs e Seitas vêem esses pequenos Cainitas. -Dicas para a criação e interpretação de crianças vampiras. -Exemplos personagens para jogadores e NPCs.  p. 2 CRÉDITOS Escrito por: Manuel Ángel Gayoso Peña e Alexander Weiss Este livro foi escrito por membros do forum Web Vampiro e traduzido com permissão dos autores. O livro srcinal se encontra aqui: http://webvampiro.com/wp-content/uploads/2018/04/Peque%C3%B1os-vampiros.pdf AVISO Esta é uma obra de fãs que usa informações oficiais do Mundo das Trevas para criar um suplemento para a interpretação de crianças vampiras, fazendo referências a várias fontes bibliográficas e cinematográficas. Este suplemento trata de temas adultos relacionados ao terror e à infância, incluindo elementos que podem ser desagradáveis para algumas pessoas , não sendo adequado  para todos os tipos de público. Se esse tema lhe causa desconforto não continue a leitura. Este livro não é necessário e um Narrador pode jogar perfeitamente com as informações disponíveis no manual básico do Vampiro: A Masqcara e outros suplementos.  p. 3 INTRODUÇÃO  Adoramos essas coisas, vozes inocentes de crianças indefesas sujeitas aos cuidados de verdadeiros monstros. - Petr. Pálenski Surgida da literatura do romantismo, a figura do vampiro sempre foi atraente e fascinante, devido à sua natureza transgressiva e à sua sugestão de desejos proibidos.  No entanto, os primeiros escritores do gênero não se atreveram a ir além do limite da infância. Os vampiros românticos eram sedutores perversos, mas, embora suas vítimas incluíssem homens, mulheres e crianças, crianças pequenas não se tornaram monstros ou pelo menos não muito freqüentemente. Parece que a corrupção da infância com a monstruosidade foi um pouco atrevida mesmo para esses pioneiros do vampirismo do século XIX.  p. 4 Claro, existem exceções. As primeiras crianças vampiras da literatura moderna apareceram em 1839, na história A Família da Vurdalak    de Alexei Tolstoy. Mesmo assim, tratam-se de duas crianças anônimas, netos do velho Gorcha, que se tornam vítimas de seu avô e acabam perseguindo o protagonista da história em uma caçada delirante. Durante o século XIX, não havia mais exemplos proeminentes de crianças vampiras, exceto como vítimas ocasionais. O inocente e puro Gabriel Wronski se torna uma vítima do Conde Vardalek em  A Verdadeira História de um Vampiro    (1894) de Eric Stanislaus Stenbock. Na novela Drácula    (1897) de Bram Stoker, Lucy Westenra se alimenta de crianças pouco depois de ser transformada em vampira, mas não mata suas vítimas e na verdade a possibilidade de serem infectadas com o vampirismo é deixada em grande parte no ar. Talvez a visão de crianças vampirizadas fosse muito atroz e  perturbadora para o autor, ou talvez ele pensasse que a idéia iria encontrar a rejeição da sociedade vitoriana. Este silêncio continua durante uma boa parte do século XX. Após a Segunda Guerra Mundial, novas etapas são tomadas no gênero horror, e inevitavelmente essa evolução também atinge os vampiros. Os novos avanços na sociedade após a Segunda Guerra Mundial tornam possível superar os limites, tanto na censura ocasional quanto na  própria aceitação social. A família Vurdalak é adaptada ao cinema em 1963 no filme As Três Faces do Medo    e mostra o primeiro vampiro criança do cinema, que recebe o nome de Ivan. Em outros gêneros de terror, a infância também começa a encarnar o mal como protagonista. Em 1973, Entrevista com o Vampiro de Anne Rice é publicada, e mesmo não sendo a personagem principal, faz a pequena Claudia adquirir uma importância incomum ao longo do enredo, combinando sua aparência inocente com uma mente predatória e sagaz que anseia se tornar um adulto. Em certo sentido, Claudia marcou a primeira imagem famosa de crianças vampiras. No mesmo ano, estreou no cinema Lemora ,  uma História Sobrenatural , na qual apareceu a jovem Lila Lee e várias crianças vampiras, uma produção bem controversa (na época) por sua insinuação sexual. A década de 1970 viu o início do surgimento progressivo de crianças vampiras na literatura e no cinema. Em 1975, Stephen King publica Salem Lost ,  que é adaptado  para o cinema quatro anos depois, e mais tarde também estrearam Quando Chega a Escuridão , e   “Os Garotos Perdidos”   em que a monstruosidade aparece já refletida de forma acrítica na infância. Dois padrões claros aparecem na definição de crianças como vampiros. Por um lado, as crianças são representadas como autênticos monstros ferozes ou incontrolavelmente selvagens. Em contraste, outras crianças aparecem como pessoas que tentam aceitar a situação de mortos com sede de sangue humano e enfrentar sua condição. Pode-se dizer que, no geral, a maioria dos garotos vampiros são monstruosos, enquanto a maioria das garotas vampíricas tem uma atitude mais humana e agradável. Alguns críticos literários e cinematográficos atribuem a uma conotação sexual  perturbadora derivada da intenção consciente ou não a sexualizar as mulheres, mesmo as de idade jovem. Se o vampiro é um elemento que usamos como metáfora para a vida, então talvez a criança vampiro revele quão versátil seja essa metáfora. Afinal o
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